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De compradores a donos de indústria: a história surpreendente da Ecompack | Tadeu Henrique e João Carlos

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Episódio completo no YouTube: De compradores a donos de indústria: a história surpreendente da Ecompack | Tadeu Henrique e João Carlos

Tadeu Henrique e João Carlos contam como saíram do e-commerce para fabricar envelopes de segurança, hoje com 150 toneladas por mês e mais de 80 funcionários.

Divulgação: Rui Katsuno, anfitrião do PodPlástico, é fundador da MTF Termoformadoras e presidente do Instituto Soul do Plástico. As informações sobre números e resultados da Ecompack são dos entrevistados.

Principais insights

  • Tadeu Henrique (diretor comercial, conhecido como Tadeu Ensina) e João Carlos (diretor de produção) vendiam roupas e bolsas pela internet e compravam envelopes de segurança, até notar que pagavam cerca de R$ 0,95 por unidade enquanto outro fornecedor cobrava R$ 0,27.
  • A Ecompack nasceu em maio de 2023 sem produto e sem fábrica: no primeiro mês vendeu R$ 7 mil, no segundo R$ 150 mil, com cerca de 70% de recorrência, e só então montou a operação industrial.
  • A fábrica começou com corte-solda e cinco máquinas usadas de quatro marcas, o que gerou problemas de manutenção; depois comprou cinco máquinas novas de um mesmo fabricante e verticalizou para a extrusão, começando por uma coextrusora de três camadas reformada.
  • Hoje a empresa roda 24 horas por dia, sete dias por semana, produz cerca de 150 toneladas por mês, tem mais de 80 colaboradores e, segundo Rui, trabalha com material reciclado.
  • O conselho que repetem é criar demanda antes de montar a estrutura: quem quer abrir uma fábrica pode começar revendendo embalagens de distribuidores e formando carteira de clientes.
  • Eles mostram a fábrica nas redes sociais, onde somam cerca de 80 mil seguidores, porque, segundo João, o segredo não está no produto, mas em como se vende e se atende.

Perguntas frequentes

Quem são os fundadores da Ecompack e o que a empresa fabrica?
A Ecompack é fundada por Tadeu Henrique, diretor comercial, e João Carlos, diretor de produção, amigos há 10 a 12 anos que vinham do marketing digital e do e-commerce. A empresa fabrica envelopes de segurança e outras embalagens plásticas, produz cerca de 150 toneladas por mês, opera 24 horas por dia e tem mais de 80 colaboradores.
Como surgiu a ideia de fabricar o próprio envelope?
Tadeu vendia roupas e João vendia bolsas e mochilas em marketplaces, e ambos dependiam de envelopes de segurança. Ao comparar preços, João viu que pagava cerca de R$ 0,95 por envelope enquanto um fornecedor de indústria cobrava R$ 0,27. Somando o consumo anual, perceberam uma oportunidade de produto com margem alta, recorrente e sem troca nem devolução.
Como a Ecompack começou a vender antes de ter fábrica?
Em maio de 2023 os sócios criaram a marca, o Instagram e uma tabela de preços e ofereceram o produto em grupos de WhatsApp, com um fornecedor terceirizado. A primeira venda foi de cerca de R$ 2 mil, pagos por Pix, e o faturamento passou de R$ 7 mil no primeiro mês para R$ 150 mil no segundo. A demanda deu base para montar a fábrica depois.
Que erros a Ecompack cometeu ao montar a fábrica e o que mudou?
Os sócios compraram corte-solda e cinco máquinas usadas de quatro marcas, descobriram só na entrevista de um operador que a corte-solda usava água e passaram por problemas de manutenção. Depois padronizaram o parque com cinco máquinas de um mesmo fabricante, com peças de reposição e assistência rápidas, e partiram para a extrusão por necessidade de custo.
Qual conselho a Ecompack dá a quem quer abrir uma fábrica?
Criar demanda antes de montar a estrutura. Segundo os sócios, a maioria dos empreendedores faz o contrário e se frustra: antes de comprar uma máquina, é possível começar revendendo embalagens de distribuidores, criando carteira de clientes e entendendo o mercado. Eles também recomendam escolher fornecedores de máquinas pela assistência técnica e não só pelo preço.
Por que os sócios mostram a fábrica nas redes sociais?
Para João Carlos, o segredo de uma empresa não está em esconder a máquina, mas em como o produto é vendido e atendido; concorrentes que visitam a fábrica não conseguem copiar a execução. Mostrar a operação, inclusive os problemas, atrai clientes, fornecedores e candidatos, e Tadeu diz que o conteúdo já trouxe benefícios inesperados com máquinas e colaboradores.

Capítulos e transcrição

Transcrição gerada automaticamente e revisada em parte: nomes, siglas e termos técnicos podem conter erros, e o vídeo é a fonte oficial. Rui Katsuno, apresentador, é fundador da MTF Termoformadoras e presidente do Instituto Soul do Plástico.

0:00Abertura: dois empresários que saíram do outro lado do balcão

[0:00]e sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico e hoje eu recebo dois empresários que fizeram um caminho que pouca gente faz. Eles estavam do outro lado do balcão, compravam envelope de segurança para despachar os seus pedidos das suas lojas virtuais, um vendia roupa, o outro vendia bolsa, até que perceberam que o insumo pesava demais no bolso, começaram a revender, as vendas dispararam, e aí veio a pergunta que muda tudo, e se a gente fabricar?

[0:32]Três anos depois, a Ecompack é uma indústria que roda 24 horas por dia, sete dias por semana, produz 150 toneladas por mês e dá emprego a mais de 80 pessoas, ó, já abrimos aqui falando de 80 empregos, hein gente? microestão aqui, Tadeu Henrique, diretor comercial e sócio, que muita gente já conhece nas redes como Tadeu Ensina, e o João Carlos, diretor de produção e sócio, o homem que garante que a máquina não para, se parar o esculacho vai todo nele, Tadeu João, é uma honra ter vocês aqui, obrigado por ter aceito o convite de estar aqui no nosso PodPlástico, que e a gente fala de plástico mesmo, e o que o plástico repolucionou o mercado e trouxe pra gente tudo de bom que a gente tem hoje.

[1:25]E agora eu quero ouvir de vocês quem é o Tadeu, quem é o João, com as palavras de vocês. Bom, primeiramente agradeço o convite, Rui, pra gente vir aqui no podcast. É uma forma de mostrar que tá dando resultado, né? O nosso mercado ele tá crescendo. e, principalmente, o nosso mercado do plástico, a gente está entrando na rede social, que antes não tinha isso, a gente conversou brevemente que todo mundo era escondido nesse mercado, agora está começando a florescer na internet, está aparecendo muita gente boa, como você, que era um cara que gostava de dar conteúdo, fala muito sobre o nosso mercado, mas simplesmente não estava nas redes sociais e agora está disseminando a palavra do plástico, que é a gente também, de uma forma geral, e é isso, cara, eu estou liso umjiado de estar aqui, né, o nosso primeiro podcast, né, como Criadores de Conteúdo, muito obrigado pelo convite e espero que seja muito agregador aqui, o nosso papo hoje.

[2:27]Será? Com certeza. E aí, Dionis? Prazerzão estar aqui, Rui, primeira coisa, Plástico está mudando nas nossas vidas, primeira coisa de tudo, e de 80 pessoas. Não... 80 famílias, né? e muitas famílias, então a gente nem sabe o impacto que isso pode dar. A gente entrou desavisada no plástico, e estamos construindo um negócio legal, os desavisados estamos colocando no plástico para todo mundo descobrir o que é.

[2:52]Eu acho que é uma honra estar aqui, e vamos aprender sobre plástico hoje, né? É, esse é o lance. A gente está entrando, agora não dá para se dizer que a gente não conhece mais nada, mas estamos aí, estamos fazendo a nossa parte, eu acho que... E viemos aqui ter umas aulinhas e é um prazer estar aqui, bora. então sempre na posição de aprender. E quem aqui já abriu um envelope com o dente porque não tinha uma tesoura na mão, né?

[3:15]Quem nunca, né? Quem nunca. É isso. No site de vocês, tem uma arte dizendo, cuidado, tubarão vai te pegar. Quem é o tubarão dessa história? Tem na nossa site. É... Deve ser o... a Mai perdeu a mão lá. e não é bem, isso é que é o que faz mais. Então, beleza, puses do barão. Gente, é o seguinte, vocês vieram do e-commerce? Quem vendia a bolsa e quem vendia o quê?

3:50A história: do marketing digital e do e-commerce ao envelope

[3:50]A nossa história começa muito antes disso, nós somos amigos há pelo menos 10, 12 anos, a gente se conectou muito por conta de marketing digital de coisas de fórmula de lançamento, fazer lançamento de produtos digitais, a gente se conectou demais por conta disso e aí a gente começou a fazer umas coisas de produtos digitais e aí cada um tomou rumos diferentes, já vendemos micro pigmentação, já fiz treinamento de roponopono na internet, vendendo S...

[4:23]e aí veio nossa habilidade em marketing disso, depois o tempo passou, cada um tomou seu rumo, a Deus sempre teve uma habilidade muito grande em e-commerce, depois eu entrei em e-commerce também, ele se especializou em venda de roupas, e aí eu comecei a vender mochila, bolso e tudo mais, e aí foi, foi daí que surge a necessidade, né, e aí a gente sempre conversamos dele sempre de tudo da vida, tentando fazer outras coisas, ele é uma frase muito boa dele que a gente estava sempre, sempre procurando novos poços pra, constantemente perfurando pósso, uma hora a um jorra petróleo, e foi literalmente isso que aconteceu.

[5:14]E aí, cara, a gente furou muito pôso, já vendemos curso de diversas coisas, já vendei tanto produtos, já foi camiseta, já foi moamba, já foi carregador, já foi óculos, já foi tênis, tudo que você imaginar, é lojo, a gente já vendeu, né, só que o tal do nível óptico de segurança sempre teve no meio de todo esse movimento. e nunca foi olhado, nunca foi visto.

[5:35]Nunca foi visto o nosso custo como insumo, porque a gente estava sempre preocupado no novo produto. Então eu vendia água pela internet e eu embalava no plástico. Aí eu troquei pra caneca e embalava no plástico. Troquei pra uma camiseta e embalava no plástico. Comecei a vender calça e embalava no plástico. Comecei a vender tênis e embalava no plástico.

[5:54]Então o envelope, o plástico, dependente do que a gente sempre vendeu, ele sempre teve no meio. e a gente nunca olhou pra ele, e a gente olhava, pô, eu me preocupava enquanto que eu pagava na caneca pra vender. Não quanto que era o custo do envelope, a envelope é 40 centavos, é um real envelope, não muda nada. Vale nada, vale nada, vale nada. Nessa busca, a gente sempre se perguntava o que era, a gente sempre foi vendendo coisas, mochila, bolsa, moamba, carregador, tapete infantil, qualquer coisa, mas as nossas conversas eu lembro algumas vezes a gente conversando quando que a gente vai conseguir montar um negócio que vai nos dar estabilidade e recorrência. E a pergunta era colocar no ar.

[6:45]Na verdade é o que o mundo busca, né? Isso, colocava no ar. Um produto que é isso, uma empresa que é estável, uma empresa que é recorrente. que a gente pudesse colocar a cara de verdade, pudesse ser assim, sem a necessidade de a gente veio de marketplace. Então, sei lá, eu já vendi 40 mil mochilas no mês. Só que no mês seguinte, ninguém vai comprar as mesmas 40 mil mochilas, eu tenho que buscar novas vendas.

[7:10]E esse sempre foi uma busca. E a gente sempre se perguntou disso, mas não fazia menor ideia. É muito dinâmico esse negócio do marketplace, né? Se está hoje você vendo um negócio, mas você não vende mais, né? e aí a nossa busca sempre foi o qual que é o próximo produto, qual que é o... Sempre a próxima onda, entendeu? E a gente sempre teve no terreno alugado, esse é o problema, do marketplace.

[7:31]Então por mais que eu venda muito, eu sou o top 1 do mercado livre de vender caneca. Pode ser que amanhã me o anúncio saia do ar. Por quê? Porque o mercado livre quis. Caramba! E aí hoje eu passo de ser o maior vendedor de caneca para amanhã não vender nenhuma caneca. e o estoque está lá, porque você já tem uma demanda. Então, a gente tem amigos que vendem mercado.

[7:53]Ele vendia, por exemplo, o Sao. Ele era o top 1 de Sao no mercado livre. E aí, o Pão de Açúcar entrou no mercado livre. Ah, ele lascou. Lascou. Quem que virou o top 1 do Sao? O Pão de Açúcar. Então, você constrói uma empresa, você constrói um negócio, sempre em um terreno alugado, entendeu? E sempre em busca do próximo produto. Então, no caso dele, o Sao já não era o top produto dele, produtos dele que ele teve que fazer, preciso buscar um novo produto, uma nova onda, e a gente vivia nisso. E o envelope parecia que estava lá, assim, olha eu aqui. E a gente pisava em cima dele. Eu vou pedir para o meu filho, faz um favor para mim, pegue um papel que está em cima da minha mesa escrito a mão, está no cantinho ali, é o primeiro que você vai ver em cima ali. Eu vou trazer essa frase para a mesa aqui. Mas é muito louco mas também, as coisas que realmente são invisíveis, que está ali na nossa cara e, ao mesmo tempo, ninguém está olhando para ela e o envelope é uma delas.

[8:55]Estrembamente óbvio, e a gente nem... Sim, a gente comprava muito. Aqui, eu levo você esse aqui. Imbalagem é a estrutura invisível do país. mata o teu negócio, né? A embalagem é a estrutura invisível do país. É verdade, hein? Com certeza. É verdade. Professor Mestriner, de pós-graduação de embalagem, que ele deixou essa frase pra mim aqui, ó. A embalagem é a infraestrutura invisível do país.

[9:41]É porque a embalagem é sempre o meio. É isso. Não que é o fim, né? É isso aí. Quase 90%, ela é sempre o meio. E aí, fala pra mim, se colocasse esses produtos em papel e chovesse, como é que fazia no saco de papo? Não, não ia! Aí acabou, a conversa batendo um pouco, vai? Mas é, né? A embalagem ela tá sempre no meio, cara, se você for pensar, ela nunca tá no fim independente do que é o produto, né?

[10:07]Quantas vezes a gente, até a gente está inserido no mundo do plástico, a gente é no mercado, você vê embalagem plástica, mas nunca... nunca o vídeo que você acabou de mostrar pra gente, jamais a minha cabeça... plástico de reciclagem, antes você tinha uma espessura de garrafa só, que você usava para carbonatada e não carbonatada. A carbonatada você precisa de uma parede maior, porque ela faz pressão, né?

[11:02]E a não carbonatada você não precisa de nada, é só um recipiente, você colocar uma água que não tem pressão nenhuma. Então o que fizeram? Afinar a garrafa da não carbonatada, decisão inteligente, porque você usa menos plástico, onde não precisa ter tanto plástico. plástico, então foi uma puta decisão, uma puta sacada do designer naquele momento, que ali ele foi o ex-designer, que é aquela garrafinha, que é a garrafinha aqui, ela é mais fininha, ela é mais fininha porque ela não precisa ser, ela não tem pressão, ela não precisa ser grossa.

[11:35]Então, mas quem compra água? Não tá nem aí, o cara ainda pega a garrafa, nossa, garrafa mole, ainda reclama. mas ele não está entendendo o motivo. Ele não vê o motivo que está ali. Por que daquilo? Que nem vocês utilizam muito material reciclado, né? 100%. E a gente tem muita gente que fala no mercado sobre a reciclagem de materiais, que a reciclagem não existe, que a reciclagem não presta, que a reciclagem isso ceteria a sua fábrica ou cesteriam se não tivesse a reciclagem?

[12:12]você conseguiria vender um produto virgem? Não. É caro pra caro. É isso que é o ponto. Não, você vende, mas quem vai pagar lá na ponta vai pagar o... Não sei se teria demanda, né? Quem vai pagar é o consumidor, é o cliente final, que vai pagar a demanda inexistente da reciclagem, né? Então, quando você recicla, você baixa o custo pro consumidor final e você faz um puta bem pro mesmo ambiente, né?

12:40O preço do envelope e a ideia de fabricar

[12:40]a Ecompack nasceu disso, porque, só para complementar não, como que começou? Ele vendia roupa, eu vendia buchino, eu comprava, eu era o cliente do produto, então eu pagava, eu lembro de ir comprar 95 centavos o envelope de segurança, e aí um amigo nosso chegou e falou assim, eu tenho um fornistador meu aqui que vende, estava 27 centavos, eu falei porque, na minha cabeça, não foi, nossa, vou vender envelope, vamos ter, mas, não.

[13:14]Na minha cabeça, a gente estava sempre a procura do que? Do próximo produto. Claro. 95 centavos que eu pagava, e 27 centavos que eu comprei, tem mais de 90. E aí eu fiquei, encher um saco desse meu amigo para a gente comprar, e aí eu cheguei no estado de oferir, cara, dá uma olhada nele. Quando você compra de envelope de segurança? Ah, sei lá, nem sei, eu lembro, claro, a gente diz, ah, nem sei, pera aí, deixa eu ver.

[13:37]e aí, pera aí, deixa eu ver, aí a Patrícia aqui trabalha com a gente, a Pati mandou aqui, sei lá, 70 centavos, aí ele me mandou o preço pra ele, aí ele, como assim? É, você tá pagando 70 e o seu é 20 centavos, aí eu falei, vou aí pra gente trocar a ideia, aí a gente sentou lá, aí sentei no sofá, falei, dá uma olhada no preço aí, aí eu falei, agora quer ver outra coisa? Procura pra comprar, e aí ele foi procurar no Google. Aí quando ele procurou no Google, não tinha. Tipo assim, tem, compre em meu laptop, se grana, sai e fala aí, como quer que você...

[14:10]É, primeiro, como que a gente viu, porque se você calcular os centavos, você não adianta de nada. É, é porque você vê, você vai ver, você vê a unidade, né? Isso, de 70 para 40, um produto que eu estou vendendo na internet de 129, que é 20 centavos, nada. Só que a gente já estava consumindo bastante, e aí eu fiz o todo. vai pro macro e você fica louco, né?

[14:32]Aí eu fiz no mês, fiz no ano, aí quando eu fiz no ano, sei lá, nossa, eu gastava, eu tô gastando 3x e eu vou começar a gastar só um x, três vezes a menos, falei, opa, aí a gente já tem uma oportunidade. Aí procura um... E aí ele falou assim, falou assim, procura aí pra você comprar, e aí eu comecei a procurar e você que vem do ramo do plástico, você sabe como que é as indústrias que vendem, é tudo por meio de e-mail, é por meio de um site institucional ruim, com um botão de entre em contato, com um bloco de telefone, a pessoa entra em contato com um fabricante, demora uma semana...

[15:15]É representante batendo mala, demora uma semana para receber um orçamento, era tudo muito humoroso. Sim. e a gente, como veio do e-commerce da rapidez da entrega imediata, Fleshing, João, é aqui. Não, e a habilidade do marketing. A habilidade do marketing. A gente conversa muito disso, que a frase do Jobs, do Steve Jobs, que você só consegue conectar os pontos, como quer, você não consegue conectar...

[15:43]Você não consegue conectar os pontos do futuro, somente os pontos do passado. Isso, parece que tudo o que a gente fez foi para chegar naquele ponto, condos facinhos, é isso mesmo, existe um produto com uma margem que a gente nunca teve, não tem ninguém vendendo da forma que a gente sabe vender, eu tenho a mensagem dele até hoje, ele mandou assim, sem troca, sem devolução, recorrente e com margem alta, foi isso, aí a gente falou, é isso aí, eu precisei, aí vendi a ideia e aí, depois disse, aí entrou o modo Tadeu, que é a grande habilidade dele, de botar as coisas de pé. E aí já começou, aí picou, já era. Antes disso, teve um monte de ideia ruim, mas essa foi a ideia boa que entrou.

[16:31]Tem vários postos super furados sem petróleo. Mas essa foi uma que, quando eu vi, eu não consegui mais desver, parece que simplesmente a empresa que eu tinha desapareceu do dia pra noite, eu não queria mais pensar naquilo, assim, não, agora é isso daqui, vamos focar. E é muito louco, né, quando a ideia fica na cabeça, ela te mata, né, quando você não executa, ela já acaba com você, né, e eu sou muito bom em executar, Rui.

[17:02]Bom, né, eu tenho essa esquinha, uma frase que eu uso bastante também é, primeiro você rasga, depois você costura. não tem como você ir costurando. Então, passou um dia, eu já criei tabela, criei o Instagram, já fiz um vídeo, já coloquei o nome pra testar o nome. A gente pressificou e colocou o nome, e aí qual que foi a primeira hipótese que a gente tava acostumado a vender na internet?

[17:26]Eu fazia a venda de 129, 200, 250, 300, quando era uma boa venda, a mesma coisa. montamos a estrutura, tá bela, preço, básico, temos uns grupos aqui de whatsapp, vamos botar para o jogo para a gente ver. Na hora que a gente colocou nos grupos, saiu a primeira venda, foi 3 mil reais, o cara pagou no PIX, 2 mil, 2 mil né? 2 mil e poucos reais, eu acredito que a gente vendeu e o cara pagou o PIX.

[18:00]um cara, um cara, dois mil, aí eu fiz a conta lá na época, sei lá, deu 800 reais de lucro, eu falei, não é possível, ó, você tem a minha ideia, dia 24 de maio de 2023, a gente criou o grupo, caramba, cara, e aqui era os nomes que a Ecompack possivelmente poderia chamar, e olha o último nome, o uta, que legal, os outros eram mais comuns, a Ecompack e aqui a gente tem toda a história, a criação da logo, a cor, decidindo a cor, paleta, criamos o Instagram, o nome, zero seguidores, hoje a gente está com 80 mil seguidores, e a gente tem toda a história aqui, então aqui tem a primeira venda, tem as primeiras conversas, tem tudo aqui registrado.

[19:05]Aí saiu a primeira venda e o olho pôte e falei, não é possível. Você estava me falando que a gente teve 800 reais numa venda que o cara pagou o PIX, o dia já está na conta e é só entregar o produto lá e acabou. qualquer o nosso caminho de marketplace, você coloca, você vende, depois de uns dias você recebe, aí você dá problema, é isso. Aí, primeiro mês, aí, fizeram a primeira vez, você falou, nossa, vende, entregamos, acabou, acabou a transação.

[19:37]Aí, um olhou o ponto, a gente sempre teve isso, tamo rico. Tamo rico? E eu já falei isso com vários produtos, tal, né? Quando comecei a vender calçadizo, tô rico. porque você tem que colocar energia no negócio que vai fazer. Então tudo que eu olhava é sempre buscando um pontinho de árvore. Oh, eu estou rico. Eu estou rico. É, eu estou rico. Só que aí, e aí veio os efeitos colaterais que a gente tinha uma ideia, mas não fazia ideia de o que poderia acontecer.

20:05Os primeiros meses: de R$ 7 mil a R$ 150 mil, sem produto

[20:05]Vou dar um exemplo. Não sei se é legal a gente falar de números, mas vou falar só para você ter um ponto. Vou falar à vontade, aqui. Fala o que quiser, que é o PodPlástico. Primeiro... Você quer chegar alguém? Média a boca também. Que interesse, né? 1º mês a gente vendeu 7 mil reais, 2º mês a gente vendeu 150 mil reais. Ai, que louco! Do 150 mil reais já era 70% de recorrência.

[20:25]Mas aí você já tinha a máquina? Já era nada? Não! Você tava comprando pra vender? Eu não quero! Não tinha nem produto! Não, não tinha produto! Ai, foi um MVP, pô! Puta que pariu! Não tinha loucura mesmo! Não, loucura! Não tinha produto! Entre o bom empresário estelionato... Polícia! Oi! imediatamente, e, no segundo mês, a gente se assustou de estar na garagem de um amigo, de ter e contratar um funcionário de pegar um galpão e aí aumentar, e assim foi.

[21:17]E aí a gente foi... Tipo, 750, 250, 350, 300, 400, e aí foi assim, aí até que chegou uma hora que o fornecedor que a gente tinha, o cara começou a aguentar mais. Caramba! Porque assim, a gente era os doidinhos, hoje também, quem vê os caras do plástico, o cara do CETI. Ah, o cara do ECOMEC chega e ele quer para amanhã, né? Não. Vocês eram esses caras, né?

[21:42]queria pôr o pedido agora, queria que tivesse por anda de meia hora, né? Sim. Então, e assim, o cara não tava assim, quando a gente vendeu ideia por fornecedor, o cara assustou, ah, mano, esse cara tá só começando, só que na hora que ele começou a ver o negócio acontecendo, ele também se assustou, e aí ele começou a não entregar, ele falou, agora lascou, velho, e aí foi aí quando a gente, aí começou a tomar uma série de decisões antes disso, né, um contexto, por que a gente conseguiu vender muito rápido, porque a gente era consumidor do nosso produto que a gente estava vendendo.

[22:14]Você sabia que você aí precisava pôr no mercado? Quando você entende do que você usa? É, é óbvio. É óbvio. E aí a gente foi totalmente por fora, porque o que que o que que se vendia, assim, hoje eu acho que é uma das coisas que a gente pode falar sem modéstias a parte, que a forma que se vende e vê logo para segurança, ou hoje foi a gente criou, não existia.

[22:36]Não existia. e a gente tinha uma habilidade que todo mundo vendia que, ah, o seu envelope inviolável é microresistente. É um mercado formal, né? Qual que era a dor do dono de e-commerce? Cara, o meu envelope vai acabar e eu tô pagando o cara. É verdade, só que era a nossa habilidade. Cara, queria saber se era o seu pai. Daí esse aqui, já tem aqui, tô mandando.

[23:01]E esse é o nosso slogan, o seu envelope vai acabar. Isso. como é um insumo, a pessoa não percebe que está acabando, ela se preocupa em comprar o produto, não deixar faltar no marketplace, só que o envelope, o Durex ou qualquer outro insumo que ela usa, ela só vê quando acaba. Então a gente passava por isso, porque eu estava lá embalando a minha camiseta, e ia puxar o envelope, olhava de badabancara, e acabou o envelope. Aí é aquela loucura, você liga para quem tem e paga o preço que tiver, porque você não se antecipou, você não fez esse talk do insumo, porque às vezes você tem um produto maior, um produto menor, você precisa de um saco maior, um saco menor, né?

[23:40]Aí a gente criou esses logo, o senhor aí falou que vai acabar, então a gente pega bem na dor, entendeu? É, a gente conseguiu desrupitar um mercado que não existia, a gente conseguia falar com o dono de ECOM, se que era o acidador do cara lá, que no fim das contas é o marketing, conseguia falar com o cara da ponta, quem tava do lado de trás não entendia nada, e como assim esses caras?

[24:01]Cara, na verdade, vocês têm a veia empreendedora que não é inquestionável, né? Sim, sim. Porque quantos por cento de pessoas vão montar fábrica pra atender um negócio... É muito louco isso, né? Porque quantos clientes você tem que vende 20 produtos por mês, 30 produtos por mês? Esse cara nem pensa em montar uma fábrica dessa, você é louco? vocês entraram na loucura total em cima de um produto que...

[24:30]Não, foi Halloween de verdade, a gente deu tudo que a gente tinha, mas é tudo ou nada. Achamos oportunidade na nossa vida. É um empresário, é isso aí, é o louco que vai, se der certo, legal, se não der, puta, me ferrei. Vamos para o outro poço, vamos para o outro poço. Yesterday Day, para a gente. Eu acho que o nosso outro grande salto foi, quando a gente tentou fazer a parceria não deu certo, a gente já tinha demanda o suficiente para poder montar uma fábrica. A gente construiu uma fábrica para poder... Sim, sim, sim. A gente já tinha demanda para poder construir. Isso nos deu uma certa liberdade, a gente errou e errou até hoje. Ah, mas é, isso é natural. Mas a gente tinha possibilidade de errar. E aí a gente gerou a demanda e aí a gente montou a fábrica e aí o resto é história. É porque eu acho que falando um pouco mais de vendas, um pouco mais de marketing, Rui, eu acho que a maioria das pessoas querem primeiro montar a estrutura para depois pensar na demanda.

[26:03]É isso mesmo. A maioria é isso. Dependente se for indústria ou não, então já esbarrou na gente, cara, eu estou querendo montar uma fábrica, eu estou querendo começar, eu quero colocar essa máquina, eu falo assim, cara, mas você já vende? Não, ainda não. Calma. Calma. pessoas que podem te auxiliar no caminho, como tem pessoas que auxiliaram a gente.

[26:21]Então, um cara, antes dele comprar uma máquina sua, ele pode começar no mercado comprando embalagem de distribuidor, de revendedor, criar demanda, criar carteira, pra que ele dê o próximo passo. Então, acho que a maioria dos empreendedores hoje, eles pensam muito em criar estrutura antes de criar demanda, cria avalanche. Aí vem a frustração, né, porque o cara não vende, aí tá lascado.

[26:45]isso, então, às vezes o cara monta uma lojinha física, seja de roupa, coloca tudo ali, deixa aquela estrutura maravilhosa e não tá vendo, não vendeu uma roupa ainda. Calma, hoje, com isso daqui na mão, você tem o poder de criar uma demanda infinita, mas é verdade, sem você ter o produto, entendeu? É, eu sempre tive, eu assim, eu sou tradicionalíssimo do mercado, tá?

[27:11]Eu sou aqueles dinossauro do mercado. você é o cara do cartãozinho de visita, eu tenho, eu odeio o e-mail, mas você foi um cara um dos poucos que se adaptou, mas eu me adaptei na porrada, minha história é diferente, o meu filho ali, o Rui Filho, porque eu ficava fazendo reunião com todo mundo aí falando de plástico, falando de plástico de pipes para a rede social, papi, pizza, paedrinha social. Aí chegava em casa, a minha mulher, pô, você não tem rede social, você não vai abrir rede social.

[27:46]Aqui, rede social, inferno, você não gosta de ter um laio, um celular. Se eu atisapar, já mete o saco. Aí foi, foi, foi, foi, foi e abri a rede social. Aí comecei a fazer uns posts toscos pra caramba, mas muito ruim. E tinha gente olhando, falei, que negócio, né, esse negócio, acho que... Aí veio o pessoal, aí eu conheci o Junior da Talk, aí peguei e coloquei a mídia na mão dele, e o negócio já começou a mudar.

[28:14]Eu falei, oh, pera aí, aqui tem um... tem um negocinho diferente, né? Aí foi indo, foi indo, foi indo, aí comecei a falar de plástico, que é o que eu gosto de falar, você falar de qualquer outra coisa, eu me perco, mas se você falar de plástico, eu me acho. Então, sua habilidade. Aí eu comecei a falar e vi que estava atingindo alguns lugares que normalmente a gente não chegava.

[28:39]e foi muito legal essa relação com o mundo digital. Hoje eu não me vejo sem meu celular gravando um videozinho todo dia, né? É porque hoje... Nem que for um bom dia, tenho bom dia. É porque hoje, ainda mais, continuando nesse assunto ainda de vendas em empreendedorismo, você enxergava isso daqui como consumidor. Hoje você é o distribuidor, é diferente.

[29:02]Só tem essas duas opções. Só tem as duas opções, ou você consome, ou você distribui a partir do digital. a maioria está no consumo. A gente está onde? A gente está dentro da tela. A gente está distribuindo. E quando você distribui, você baixa o custo da sua indústria, do seu negócio, você vende mais. Você consegue falar com pessoas que você mesmo falou que dificilmente falaria com você.

[29:30]A gente está aqui por causa disso. A gente está aqui por causa disso. É por conta do conteúdo. e tudo. Mas é muito louco isso, quando você chegava lá, eu nunca tinha acessado as vezes, se eu e aí passou os caras que... Aí ele falou quem era você, ele falou, ah, que legal, poxa, né. Aí eu fui acessar o conteúdo de vocês, foi, poxa, que negócio interessante, é meio desruptivo que eles estão fazendo, né.

[30:08]Sim, a parte boa de ser desruptivo, eu acho que a gente foi desavisado. Acho que não é nem desavisado, a gente não tinha o viés da indústria, tanto na forma de vender, quanto da forma de conduzir uma fábrica, porque a gente passou por isso recentemente. foi conhecer a fábrica? Não, você não pode conhecer. Não, não pode. Não, filma. Tem segredo. Tem segredo.

[30:30]Tem segredo. Ah, segredo. E os doidinhos aqui? A maquina quebrou, lascou tudo aqui. Nossa, a extrusora que mergulha. A gente começou veneno, porque a gente comprou uma extrusora bosta e ferrou tudo. A saga da extrusora foi onde a gente começou a fazer vídeo. E isso trouxe benefícios pra gente que a gente jamais podia imaginar. E a gente começou a escalar isso e vamos escalar ainda mais, porque essa é e a nossa habilidade.

[30:54]Cara, mas eu vou falar um negócio pra você, eu vendo máquina a 38 anos, você acha que tem algum processo de termoformagem que eu não conheço? Difícil, né? Eu aprendo todo dia, eu aprendo todo dia, eu saio de casa, o dia que eu saio de casa que eu não aprendo nada, eu fico triste, eu saio de casa pra aprender, tá? Adoro aprender. E todo dia a gente aprende alguma coisa com alguém, não importa com quem, mas a gente aprende.

[31:21]mas assim, aí o cara pega, você fala, eu posso filmar ali o cara fala, ah, meu, é de segredo, segredo aí, não vai mostrar meu processo, eu falar, nunca acredito que eu tentei isso, porque porra, segredo de que, cara? Aí eu pego, chego na minha fábrica, filmo a máquina, ali é o que eu queria, mas eu queria mostrar a do cara, a fábrica do cara, e o cara fala, não, a minha fábrica não, né, aí você pega, a mesma coisa que eu ia filmar lá, eu filmo aqui dentro da minha fábrica. É porque a pessoa acha, Rui, que o segredo o segredo não está no produto, o segredo não está no produto, está como um servígio.

[31:55]O segredo tem muitos segredos dentro da sua fábrica, por exemplo, se você pegar lá, falar, Rui, eu posso fazer um 360 na sua máquina para postar? Eu vejo, fica à vontade. O cara não copia, cara, porque o pulo do gato não está ali, o pulo do gato está aqui dentro da minha cabeça, vem arrancar, não é assim. e outra, tem outra coisa também, existe uma diferença muito grande entre o cara a vera e o cara a executar, muito, muito, existe uma distância muito longa nisso, então a gente mostrar a fábrica lá, mostrar tudo que a gente faz, o segredo é não estar ali, ali é uma ferramenta pra gente, a gente brinca muito que a nossa fábrica e a nossa Porsche e dos caras que vêm de curso, porque ali a gente está gerando valor pro nosso negócio lógico.

[32:48]Para poder mostrar para as pessoas que aquilo ali é de verdade, que a gente também é, que a gente também não é, a gente não se posiciona como... Existem pessoas ali, né? É, o cara que conhece tudo de plástico, eu estou longe disso, eu nem quero assumir essa posição. Eu sou um empresário que está fazendo acontecer, você está me conhecendo, a gente está criando uma relação.

[33:06]É isso que é o importante, que é uma coisa que a gente está aprendendo agora, é uma habilidade nova, e a gente construir essa habilidade de sempre desvultar o que que a gente estava fazendo, que era o convencional de todo mundo. E a gente estava, graças a Deus, escolhendo os bons frutos disso. Cara, você mostrar a fábrica. O cara fica louco de ver, subir um balão do mestruzouro.

[33:28]O cara fica louco de ver uma corte-solda. Porque não vê, cara. O cara que fabrica a corte-solda, ele não põe na internet com medo do correr e copiar o acionamento. É isso mesmo. E o que eu falo não é o produto. É como você vende o produto. não tem nada a ver uma coisa que eu falo. O de pirona da C-Med não é a mesma composição do da Medley? Porque que a C-Med está vendendo mais do que a Medley? Não é o mesmo comprimido, é o mesmo produto, é o mesmo preço. E os caras se matam e um vai mais que o outro.

[34:03]Porque um produto genérico hoje no Brasil é tabelado, então não pode vender mais caro. Por que que a C-Med vende mais? Qual que é? Se é o mesmo produto? é que o cara vai pra cima do marketing. É porque as pessoas conectam com pessoas. Mas é verdade isso mesmo. Quando o empresário começou a colocar a cara, começou a mudar o jeito de trabalhar. O backstage quer falar alguma coisa, ele fala aí.

[34:26]Fala comigo. Eu queria falar aqui. Essa foi foda. Essa foi demais. A gente tava almoçando aqui, né? Onde nós almoçaremos hoje. Vocês vão ficar aqui almoçando. Claro. e, claro, aqui, gente, o podcast é gravado, tá? Então, vai puar aí à noite, mas a gente tá na hora do almoço. E aí tava lá meu concorrente, oh, Rui, tudo bem, cara, todo, cara, eu não tô nem aí.

[34:59]Eu, sério mesmo, eu sou o cara mais nem aí que tem no mercado. Oh, tudo bem, então, tudo bem. Foi, cara, vamos lá na fábrica, conhecer a fábrica. o cara olhou pra mim assim, tipo, é sério? Eu falei sério, vamos lá tomar um café comigo, porra, que é isso? O cara veio, olhou a fábrica, visitou, saiu assim, sabe, os caras saem meio inconformado. Eu não tô nem aí, cara, você quer visitar a minha fábrica, vem.

[35:23]A cabeça da pessoa buga, né? Ela fala assim, como assim? Buga, pode ir, pode ver, não tem segredo, não. O que a gente fala, Rui, é que a gente tem medo só de concorrente ruim. Ah, e sim. Concorrente que é bom que vai fazer a gente andar, toma aí, tamo no jogo. e, outra, os efeitos colaterais de tudo que a gente está construindo, a gente começar a colocar a cara na internet, a gente está colhendo benefícios que a gente jamais imaginaria, benefícios com máquina, com colaborador, o relacionamento com as pessoas, as pessoas começam a ver que a gente fala muito isso, o que a gente fala lá, a gente só é um cara.

[35:59]A gente só é mais um cara. Isso, isso, isso. Tem uma pra gravar as mesmas que você vai colocar, que eu falo assim, eu falo assim, eu falo assim, o Flávio Augusto, ele tá sentado cagando, às vezes assistindo um vídeo do seu do plástico, o Flávio Augusto é som cara, ele é som cara, quem que é, sei lá, o cara mais pica do mundo, sei lá, o Neymar, o Neymar pode, o Neymar também tá na casa dele cagando, assistindo às vezes o nosso vídeo da Instruzora vai esses cara, só não vou comentar com o Neymar, mas é isso aí, porque é só um cara, entendeu? Então a gente fala isso também, cara, a gente também é só um cara, entendeu?

[36:38]Não tem diferença nenhuma entre eu e você, a gente é só um cara, meu sonho é diferente. Aí tá na música do Kazuz aí, só só mais um cara, né? É, só só mais um cara. É, porque eu falo muito com os funcionários lá, que a diferença entre eles é que a gente tomou um pouco mais de risco. É isso aí, tomou um pouco mais não, você tomou todo risco. mas é isso que diferencia um pouco, mas tomou decisões boas.

[37:03]E acho que na construção do nosso conteúdo a gente também quer mostrar, porque eu também sou muito da parte do empreendedorismo também, eu gosto também de tirar as pessoas de onde elas estão e mostrar que elas podem. E a gente fala assim, claro que a gente tem uma bagagem de 15 anos de empreendedorismo, mas como indústria, fábrica, a gente tem três, cara, você também pode, entendeu?

[37:27]o cara que tá ali ele também pode, só que ele tá disposto a pagar o preço que ele precisa pagar também, tem muita coisa dentro dessa conta, entendeu? Todo mundo pode, todo mundo pode, mas todo mundo quer. É porque você tem muitos altos e baixos e é normal o mercado brasileiro, ainda mais, o mercado brasileiro é uma gangorra que é muito louca, né? Tem um mês que você vende um milhão e tem um mês que você vende um real, não é gangurra de tudo, né? É imposto tributário, é político, e aí vai, vai embora, é de...

[38:00]A gente tem uma bagunça tributária, na verdade, né? Se choviu, caiu, se fizer sofa, é uma loucura. Mas acho que o que não pode... A exposição na internet, ela traz muito mais benefício do que a gente imagina, e você acha que está sentindo isso na verdade? Cara, eu acho um barato hater quando ele entra, cara. Eu curto, eu acho legal pra caramba. Eu sou o cara mais bloqueado nas redes sociais por médicos.

38:38Haters, mitos sobre embalagens e o "tudólogo"

[38:38]Tem muito hater aqui que entra e me bloqueia. Eu sou o cara mais bloqueado por pessoas da saúde, né? Mas por quê? porque é o seguinte, tem dentista que se sente médico. Então, o que é o cara que se sente médico? Ele tinha cuidado, saúde bucal, e ser melhor naquilo que ele faz, certo? Aí, tem um que foi candidato a deputado federal agora, que não se elegeu, eu estava na cara que ele não ia se eleger, eu postei um monte de coisa lá e ele me bloqueou.

[39:10]E tem uns outros que me bloqueiam também. Aí o cara entra lá e ele fala que a embalagem tem bisfile, fenófile, talato, que se você deixar a gafinha dentro do carro, amanhã você está com câncer, que é um negócio feio, puxado. E aí, cara, você vai levar informação que é mentira o que o cara está falando, porque é mentira. Tudo que você tem no alimento, sempre tem que ter isso na cabeça para entender se é verdade ou mentira. Tudo que tem no alimento tem no hospital, certo? Tudo que você faz uso de embalagem de alimento, você faz uso no hospital.

[39:46]então, se o cara está falando que aquele embalagem de alimento vai te contaminar, não vá ao hospital, porque não está muito pior, porque vai direto em contato na veia, contato com o sangue, então, cara, é um negócio muito louco, e esse cara vai lá, ele sai da área dele de cirurgião dentista e vai para a área de cientista, então, é um cara que eu chamo ele de tudólogo, agora nós inventamos um selo de tudólogo e nós vamos carimbar ele de tudólogo, porque agora tem a faculdade de tudologia que o cara sabe de tudo. O cara responde. Então é que nem você tomar um, você já deve ter visto um monte de vezes que você deixar isso aqui dentro do carro, vai soltar microplástico, artícula, bisphenol, phytalato, disruptor in doc, você vai ficar brocha, é sempre de cara.

[40:41]Eu vi um vídeo ontem que se você tomar um copinho, um café, um copo de plástico, você vai ficar brocha. Eu vi ontem e teve um, esse cara que foi candidata à deputada federal, se a mulher usar a calça de Laikra, é igual ela está tomando um anticoncepcional. Aí eu fui para Zedas e falei, mulherada, usa e se ficar grave da processo. cavo da processa, o cara! É, da onde que esse pessoal tira essa ideia? Quando você fala mal de plástico, você tem muito like. Isso aí é, se o cara fala mal do seu saquinho plástico, velho, ele vai ter um milhão de visualização e você fazendo a propaganda do seu saco plástico, você vai ter 100 visualização. A proporção é essa. Mas qual é, será que é só por like? Porque é like. Qual que é o intuito? Vender curso. Vender apostila e vender curso. Aí ele te dá o desespero pra te vender a saúde. Então ele escreve uma postila meia boca lá no chat GPT, aí ele põe a postila lá, só que ele mostra tudo que vai te matar e como que ele vai te proteger pra não te matar dentro da postila. Eu catei um desses que me bloqueou antes dele me bloquear, eu entrei lá e me escrevi pra receber a postila do cara, né?

[41:57]porra cara, é um negócio assim que não tem lógica nenhuma e ele não pratica aquilo na casa dele, é óbvio que ele não pratica na casa dele, o cara que fala mal, o cara pode falar mal do plástico, pode, pode e deve desde que ele more numa caverna, é, o seu coxão é de poliuretano, é plástico, seu travesseiro tem poliuretano, se não for de pena de ganso, desculpa. É plástico. Beleza? Sua escova de dente de plástico, a moldura do seu espelho ou o suporte que vai no seu espelho é plástico, a sua pia contém alguma peça de plástico segurando a torneira ou alguma coisa, quando você vai tomar banho seu chuveiro tem compartimento de plástico, a sua água chega em canada no plástico, a energia que chega na sua casa chega emcapada em plástico, todos os disjuntores edição de plástico, então aí eu só falei algumas coisas dentro da sua casa. Quando a gente vai e passa para os eletrodomésticos, não precisa nem falar que tem plástico. Então, cara, que momento que você acordou que você não teve contato com o plástico? É porque na minha visão parece que as pessoas acham que o plástico é só a garrafinha que está jogada no... Mas a propaganda, tudo que você beber para falar mal de plástico? É a garrafinha, é o copinho, é o pratinho que fica no lixo, que está no mar, que está enroscado numa baleia, é como se o vilão fosse a...

[43:27]E que está no mar é verdade, porque está no mar mesmo, isso não adianta a gente falar que não está, ele está, mas aí eu vou fazer perguntas para vocês agora, que são perguntas meio, né? Você já viu uma garrafinha dessa aí, correndo na praia? Essa aí é a cabeça da mentalista. Você já viu uma sacolinha daquela lá correndo na praia? você já viu um canudinho daquele correndo na praia? Essa é a cabeça da ambientalista, migão.

[43:53]Entendi. E aí, quando você vai para o programa nacional de resíduos sólidos, ele é muito claro quando ele fala de responsabilidade compartilhada. Você faz o saquinho que vai levar um produto seguro para a casa de alguém, certo? Se o saquinho chegar violado na casa do cara ou para abrir uma embalagem, ele não recebe. Então o cara não recebe porque foi violado.

[44:16]então você está levando segurança, e além da segurança de saber que não foi aberto, se molhar, está tudo certo. Então a embalagem tem uma função muito, muito boa para aquele produto que você vendeu e vai entregar para o cara, porque embalagem por embalagem sem função, ela não deve existir. Estou parafrasiando a dona Teresa do Cetea. embalagem por embalagem, ela não deve existir, ela tem que ter uma função clara.

[44:47]E aí tem o próximo passo, ela terminou a função dela? Mas ela não... Você não comprou? Isso, agora ela... Ela é tua, ela é minha. Agora ela tá na minha mão. Agora ela é minha. Ela é tua. Aí você sabe que se você jogar na rua, vai contaminar. E aí? A responsabilidade de que você jogou na rua é minha? Fabricante? É sua que você fabricou o saquinho, que o cara dispensou na rua?

[45:08]Não, cara. você falou a garrafinha não tá andando sozinha pro mar, né? A responsabilidade é compartilhada, você tem a sua responsabilidade de usar o conteúdo reciclado dentro de seu produto, você já faz, certo? Então você cumpriu a sua parte, o logista vende a embalagem pro cara, o logista agora ele entra na logística reversa, ele tem que fazer um pedacinho da logística reversa e você tem o cara que levou a embalagem pra casa, porque esse cara que vai definir, quem vai definir se ela vai poter o sanitário, se ela volta para a reciclagem, é o cara, porque se a quer, o seu saquinho for para a reciclagem, ele volta a seu saquinho, não volta, volta. Então, é, a coisa é meio óbvia. Aí o cara fala ah, mas você tá responsabilizando o consumidor? Não, a responsabilidade é compartilhada, só que a decisão de onde vai é do consumidor. Sim, é igual em bala, tem lá o lixo orgânico não sou eu que vou lá decidir por onde o cara vai colocar, é ele que vai lá e coloca.

[46:08]E se o cara catar o seu saquinho e colocar uma frauda suja dentro e amarra e jogar lá, e aí, ele não vai ser reciclado! Esse mesmo cara aí que é o dentista, na hora que ele vai fazer a cirurgia, ele pega o material dele descartável e abre o plástico… É, não, ele quer tudo ser elisadinho! O que o mais rodeio é o canudinho de papel. É o mais rodeio. resina, poli...

[46:34]Se tem uma coisa que eu não gosto, é canudo de patão pra você. Eu até brinco pra se indiscupar glimpses, cara. Não sei. Escutou, caramba. Não sei. Se tá certo... Esses caras são os mais terríveis termos, mas tem até aqui no Brasil hoje, quem mata o plástico, quem quer banir o plástico, é a Oceana e a WWF. eles ficam lá em Brasília, porque eles não tem porra nenhuma pra fazer, eles ficam lá em Brasília gastando dinheiro, tem tempo e tem dinheiro.

[47:09]Tem fundo internacional que banca pra bater no plástico. Mas como que bano plástico, por exemplo? Como que se substituir? Cara, impossível. É isso que eu tô falando. Mas, assim, a embalagem de uso único, vamos lá, vamos falar de embalagem de uso único. Você tomou uma longue neck, tá? Você vai fazer o que com a garrafa depois? Você vai levar pra sua casa, você vai fazer um plantar um jardim dentro dela, ela é de uso único ou ela é de single use?

[47:41]Ela é na cabeça de uso único. Ela é o uso único ou multi-uso, ela é o uso único, então você tem uma garrafa de vidro, todo mundo fala que o vidro é bom, mas ela é de uso único, aí você bota para vender lá na... a gente teve aqui o presidente da FEPACORE, fiz um podcast com ele, FEPACORE é da Federação das Cooperativas, e ele falou pra mim que o vidro é o pior problema que tem dentro da cooperativa, machuca as pessoas, quebra, machuca as pessoas, e 30 centavos o quilo, é custo pra cooperativa, beleza? Quem paga a conta da cooperativa, você sabe? É o plástico, o plástico, em muitos casos o plástico chega a 70% da renda da cooperativa, e o maior maior volume da cooperativa é o papel. O que o cara mais carrega, o que o cara mais trabalha é com papel e quem paga conta é o plástico que tem um menor volume. Aí vamos fazer a comparação aqui, eu vou fazer pra você. Comparação, esse canudo pesa oito vezes mais que esse canudo. Quando eu falei isso pra você, o que acontece? Quando vai pro caminhão, uma carga dessa aqui, pesa oito vezes mais que a carga dessa aqui, automaticamente ele vai consumir mais combustível, ele vai emitir mais CO2, certo?

[49:04]Ele vai consumir mais pneu, o caminhão vai andar mais pesado, o transporte é mais lento, o custo operacional é mais caro, beleza? Aí, para fazer esse cara aqui, eu gasto mil litros de água por quilo de canudo para fazer. Mil litros de água por quilo de canudo. E aqui, você acha que é só papel? Enrola uma folha de sulfite. Enrola a folha de sulfite, que é só papel.

[49:28]e tem que tomar, ela vai derreter, não vai? Então aqui não é só papel, aqui a gente tem papel, aqui a gente tem cola, aqui a gente tem um verniz por dentro e normalmente esse verniz tem químicos eternos que chamam PFAS, que é cancerígeno. Ah, e se eu tomar no cano de papel eu vou ficar com câncer? Não, gente, mas tem um produto, você vai demorar 3 mil anos para pegar um câncer por causa do PFAS. Mas tem. Mas tem.

[49:54]a detecção de um produto, de um contaminante, ela não quer dizer que ele vai te trazer um dano e que você vai morrer por causa dele. Isso acontece para todos os outros produtos. Eu podia falar para você que tem PFAS, que você vai ficar com câncer, que você vai ter problema, que você vai morrer, não, não sou hipóqueta. Eu sei que não é verdade. Aqui tem PFAS? Aqui tem PFAS.

[50:18]Mas, e daí? Tem uma quantidade, cara. Infima disso aqui. mas não é por isso que eu estou falando que aqui tem que ter alguma coisa. Aí você vai para o cinema, vai para o cinema, e tá lá, o filme tá legal pra caramba, você nem mexeu no reprigenante. Metade do filme você, pah, canudão na boca, derreteu, não é mal. Aí vem aquele gosto na boca, RDC da Anvisa, Portaria da Anvisa, todo material que estiver em contato com alimento não pode mudar o sabor do alimento.

[50:51]isso aqui muda o sabor do alimento, então ele está em não-conformidade com a portaria da Anvisa, mas nem por isso ainda resolveram esse problema, que isso é um problema. Mas por que continua vendendo? Vai para o aterro sanitário, camada superior, que é a camada aeróbica, que a gente tem oxigênio, ele emite CO2, caiu para a camada de baixo, ele emite CH4 metano, 80 vezes mais poderoso do que o CO2, um gajo de efeito estufa poderoso, ele emite metano, e esse é metano, ele emite por 20 anos.

[51:25]Então, isso é bom. Eu falei da água, você vive sem qualquer coisa, sem água. Não. A gente vive crise hídrica, tá? A gente tem crise hídrica, tem muitos estudos que mostram que a gente vive crise hídrica e tem muitos estudos que mostram também que no futuro a água vai ser vendida igual bomba de gasolina, porque vai ter uma crise quisiídrica severa e vai ser pior do que a pandemia. Isso são estudos que existem, se eles são reais, se eles são claros, porque é uma previsão de futuro, pode ser que não seja nada disso, mas que os estudos existem, eles existem e hoje a gente já vive quisiídrica. Se você pegar pela quantidade que você teria que ter e a quantidade de água que você tem que ter entregue, isso qualquer um pesquisa aí no COMPT, a quantidade que você tinha que ter para ter um conforto hídrico e a quantidade que você recebe. Hoje, ela é abaixo, ela é acho que um oitavo do que você deveria ter.

[52:28]Caramba! É, a gente vive crise hídrica. Aí você pega o canudinho de plástico. O cara é mais leve, o cara é durável. Se eu levar ele para o cinema, aí eu tomo 10 Coca-Cola comendo um canudo, só que, na hora que você vai descartar no cinema, como é que você descarta? Você tem um lixo separado do canudo? Não, ele está dentro do copo de papel, vai enorgar pipoca e joga no limpo.

[52:54]Aí vamos falar que você comeu uma pipoca, a pipoca não tem óleo. Então ela contaminou o papel, o papel não serve mais para nada. Ele não vai jogar do mesmo lixo que vai jogar do copo e o canudo de papel? Você acha que aquilo ali vai parar onde? Aquilo ali vai para a recuperação? que vai para o terzo sanitário, amigo. Então, qualquer diferença de você jogar isso aqui, que é inerte, ele não emite gás em um, ele não libera nada de gás, tá? Isso aqui no terzo sanitário é inerte, ele não libera nada. Então, o vilão não libera CO2, nem CH4. O bonzinho libera CO2 e CH4. O bonzinho usa mil litros de água, o vilão usa 10. Então, você vê as proporções?

[53:41]lobo na pele de cordeira. Quando você começa a entrar, estudar, iso 14.040, avaliação do ciclo de vida, esse tipo de coisa, você vê que o papel junto ao plástico, ele é um veneno, não tem outro nome, é veneno, tá? E aí eu brinquei até se colocar um saco de papel no produto que vocês, se vocês vão estar essa fábrica de saco de papel, vocês já tinham falido, né?

54:05A primeira máquina, o corte-solda e a fábrica

[54:05]emfim, voltando, voltando da viagem aqui que se deixa falar de plástico. A primeira máquina que entrou lá, como é que foi? A gente tem um vídeo, a primeira máquina que a gente chegou lá foi uma corte-solda. Tem uma história engraçada. Mas vocês comparem nova ou usada? Usada. A história longa. O problema é gigante. Nessa parceria que a gente tentou fazer um ano, a gente rodou lá e aí o conhecimento que eu tinha era limitado à pessoa que estava do lado de lá. Chegou a máquina nova? Bom, tomamos a decisão de vamos montar uma fábrica. Como que se começa montando uma fábrica? Temos que ter uma corte-solda, foi por onde a gente começou. Compramos uma corte-solda, colocamos lá, vamos contratar pessoas pra poder operar a corte-solda.

[55:01]Primeira problema. Primeira entrevista que fomos fazer, uma pausa, ah, beleza, a corte-solda, legal, então, e como que vai ser o sistema de água da corte-solda? Aí o nosso ex só se ligou, oh, João, uma pausa falando aqui que usa água na corte-solda, eu falei, o quê? água, esse cara tá louco. Água na máquina? A gente ficou um ano numa fábrica lá e nunca vi água, pera só um pouquinho, ó, fulano, acorda solta, tem água ou o cara? Tem, pô. Você não usa, ah, que não precisa, não. Vixe, mano. Não precisa de água, não. Eu falei, mano, precisa de água, só que eu não faço a menor ideia de onde que entra a água na máquina. Eu falei, me manda o manual da da máquina aí, aí eu peguei o manual da máquina e falei, nossa, aí tem água na máquina.

[55:52]O funcionário que a gente foi fazer a primeira entrevista falou que a gente ia a fábrica já mais ou menos no jeito, corre a gente para poder fazer a tubulação para ter água, porque não tinha. Chegou lá a corte solta e colocamos a ditacuja, colocamos a água, aí descobrimos que coloca água, resfio, rolo, tem mais, tem mais durabilidade no rolo e a medida.

[56:12]velocidade a mágoa, mas vamos descobrir isso quando for fazer a entrevista com o cara, primeiro, resumindo, primeira máquina foi a corte-sonda, que a gente não fazia ideia que tinha, que usava água, aí foi buscar a bobina no mercado, e aí fomos comprar a bobina no mercado, 13 de dezembro de 2023, acujão mandou. Você não precisa comprar uma fábrica.

[56:38]Não, a gente quitou não. Como é que eu coloquei? Isso foi em? 23. Cara, cadê? Aqui, ó. Não, foi 27 de junho. Eu acho que temos que ser uma fábrica. Pronto, falei. E isso ficou na nossa cabeça. Isso foi na nossa cabeça. E aí, continuamos avaliando, entendeu? E aí, primeira máquina, foi corte-solda. e aí a gente teve que, foi meio no susto tudo, aí a gente comprou 5 máquinas usadas, a gente comprou uma de cada marca, compramos uma Tecnoplast, uma Tecnoplast, uma S, uma G4 e uma Zoplast que era uma retrofitada lá, eu acho que era isso, 4 ou 5 máquinas, foi 4 marques, e aí começamos, e aí começamos a comprar o binômetro-mercada, e aí as máquinas começaram a dar problema e aí meu Deus do céu...

[57:37]É o duro que você ter um monte de marca que você tem que chamar um monte de técnico diferente, né? Não, mas aí o que a gente fez? Eu tinha conhecimento, já tinha... Então, a gente conseguiu, eu consegui segurar as pontas, obviamente chamava o mecânico, chamava um cara que era especialista, mas a gente conseguiu parceiros ali por perto que a gente conseguiu rodar.

[57:56]só que chegou uma hora que estava ficando insustentável porque a gente já tinha a demanda. Nessa alteração a gente se lascou, porque a gente sempre foi muito bom em venda, mas não era bom em fazer envelope até então. Então a gente se viu numa, se nunca de bico, porque a gente já tinha o volume de venda monstruoso e foi no final do ano, a gente explodiu de venda e não tinha o envelope a entregar e a gente se meteu a Biscoff Fábricão.

[58:20]o duro é aí você deixou de cobrar e começou a se cobrar né aí muda tudo né é o que a gente fala eu falo assim uma fase toda vez que a gente resolve um problema a gente cria o outro é normal né então a gente resolveu o problema temos uma fábrica criamos outro agora é aprender manutenção e aprender sobre máquina é montaturna e tem time e a gente basicamente com conhecimento raso, como que a gente contrata uma pessoa bem? O cara chega e fala que a máquina tem que ser X, eu tenho que levar em consideração o que tem que ser, é a mesma coisa que Rui, pra mim o especialista em plástico aqui é você, se você falar que o plástico tem que ser ABC, eu vou falar não, ele falou, eu preciso levar aí, eu preciso acreditar, é o ponto de partida, né, que prova o contrário, então a gente começou a ter esses desafios, de manutenção, e aí o cara chegava lá na máquina, olhava, ah, isso daí, é 10 mil para arrumar, e ele, sem conhecimento, é igual você ir no mecânico, ele chega para você e fala assim, sem trocar a triseta, assim, tá? Chegou lá só para trocar o pneu, cara, a cambagem negativa do amortecedor direito da triseta, você fala, tem que fazer, se você não é mecânico, você vai olhar para ele e fala assim, tá? O cara fala, estaca, e aí, pode fazer, você vai falar o quê? Você fala, se eu não fizer o morro, oh, carai, bom, o que passa?

[59:50]Vai que cai a roda, né? Vai que cai a roda. A gente se viu nessa situação, entendeu? Só que o que a gente sempre se pautou foi, o que manda no nosso negócio é a venda. A venda empurra a empresa inteira. Ah, mas empurra mesmo. Não interessa. Então, eu fico assim, cara, se preocupa em arrumar FAB que eu vou vender, a gente vai criar demanda. vamos criar a avalanche. E aí, cara, parece que faz dez anos que a gente tá nesse mercado legal, né?

[1:00:19]Tem a fábrica um ano e dez mesmo, vou fazer agora. Foi só isso? É, a fábrica sim. A fábrica sim. Caramba, foi tão rápido. Aqui, ó, vocês tem quantas máquinas de corte-sol da lá? Ó, oito. Janeiro de 2025, olha o nosso golpão. Caraca, não tinha nada. Não tinha nem luz? Nada de nada. Janeiro de 2020. Vocês tem onde está a fábrica? mojitas cruzes. E aí, o que a gente fez? A gente comprou só comprar uma máquina de dezembro e janeiro, aí a gente tomou a decisão de comprar máquinas decentes, a gente comprou cinco máquinas da G4.

[1:00:58]Meu amigo Gordo, beijo, beijo, Gordo. Acho que foi uma das melhores decisões que a gente tomou, porque aí a gente já tinha apanhado tanto, a gente já tinha uma G4, puta, agora vamos ter um parque de máquina, um parque de máquina mínimamente igual, que eu consigo ter peça de reposição, que eu consigo acionar o mesmo lugar, e aí demoramos um pouco para poder selecionar, depois selecionamos, meio que estabilizou esse processo, né?

[1:01:29]E aí logo depois foi a decisão de fazer extrusão por pura necessidade de sobrevivência de mercado. e reciclagem de combate. aí você, com uma demanda grande já, você com um monte de máquina, você se vê obrigado até a bubina porque começa... Aí volta naquele custo lá de quando você comprava o saquinho, né? Você fala em seu extrusar, né? É porque agora a gente tem um outro problema, agora a gente virou indústria.

[1:02:14]Em indústria você sabe que... Verticalizar. Não, e o custo fixo começa a ficar muito alto. E aí você tem que começar a verticalizar cada vez mais. Então você começa a olhar a indústria de outros olhos. então agora o que a gente tem que fazer? Tem que estruzar, vai chegar um momento que a gente vai ter que fazer? Reciclar, vai chegar um momento que a gente vai ter que estruzar, beleza.

[1:02:34]Onde eu compro o pellet? Onde eu compro o grão? Nossa, aí foi o mal quando chegou aquele negócio lá, porque aí a corte solda já tava... Ah, a gente tem uns amigos que vêm de grão legal, hein? É o DNA do plástico, conhece? É mesmo, já ouvi falar, já ouvi falar do DNA do plástico que os caras não tá com o plástico. Quem? Não, tá plástico? e o boi. A gente não conhece nada plástico, a gente não conhece o mercado. Rui, a gente é os dois.

1:03:02Extrusão: coextrusora, reforma e o papel da HGR

[1:03:02]A gente fala muito bem, a gente é especialista em envelopto de segurança. Ah, mas o poletileno... Não, mas você vai ser especialista agora que você tem as tuzoura? agora você vai ser especialista em plástica! Agora tem que ter, né? E aí a gente pegou a extrusora na negociação da parceria que a gente tentou fazer, na hora que chegou lá, você falou, Beleza, como que faz para poder sair do bina daí? Aí fizemos uma puta reforma da máquina, fizemos um básico bem feito, fizemos a reforma da máquina, colocamos a máquina de pé, compramos o grão, minimamente, de lugares que a gente já o que poderia dar menos problema, vamos dizer assim, colocando os extrusores, deu certo, né?

[1:03:51]Só que, eu uso uma frase muito boa que a gente deu certo com a primeira coex, a primeira extrusora que a gente teve foi a coex, 3 camadas. Hoje eu sei da complexidade disso, né? Sim. A gente era o desavisado que tinha lá, eu odou. Aí começou a ter um problema que a gente começou a ter dinheiro e coragem. Aí tivemos uma ideia. comprando 2 veinhas, porque é bom reformar a máquina mesmo.

[1:04:19]A gente deu um tapinha na outra, deu certo? Vamos fazer a mesma coisa? Tive uma ideia top, vamos invetir comprar uma veia, vamos comprar duas. Duas? Aí é um endereço. Aí é chumbada meio forte. Aí é hoje que a... como fala... O pessoal fala que a arrogância precede a ruína. Aí é chumbada meio forte. A gente acha... nossa, gente, é o reformador de máquinas.

[1:04:44]meu Deus do céu, Nara, que chegou lá. Você sabe a explicação que eu dou, cara, quando o cara vem aqui e quer comprar uma máquina usada? Eu dou uma explicação para ele que é da hora. É assim, imagina que a tecnologia, eu vou te falar aqui em máquinas, no Brasil, em 10 anos, cara, ela evoluiu sem, porque foi muito rápido. Na pandemia, então, a pandemia, a gente ficou tudo louco, desenvolvendo coisa nova.

[1:05:11]Você vê as máquinas antes da pandemia, pra qualquer um, tá, fabricante nacional, e as máquinas que a gente tem hoje, elas são muito diferentes de velocidade, de performance, de produto melhor, nós melhoramos muito, nós melhoramos muito, isso pra todos os fabricantes de máquinas. E aí o cara fala, vou comprar uma máquina usada, Rui, ser reforma, pra mim, eu falei, cara, não vale a pena. Pô, mas você não me deu nenhum orçamento, eu falei, cara, não vale a pena, você quer reforma, mas não vale a pena.

[1:05:37]Por que que não vale a pena? Eu vou te dar um exemplo. pega uma velha de 90 anos e põe ela numa pista de corrida, põe ela paradinha lá, aí você pega uma menininha de 20 e põe do lado, beleza? Aí você vai lá na loja e compra a roupa que o Michael Jordan usa lá, naquela marca dele lá, que é as tecnológicas que o Bolt põe, que todo mundo põe, aquela roupa top, pique. Tem tudo que é tecnologia! Veste as duas daquela roupa lá, pah! Aí você põe as duas na linha de largada, pega a pistola e dá o tiro, pah! Vai! Aí se ver quem chega primeiro. Aí o cara ficou olhando pra mim e fala, é verdade, né? Deveder ter te ensinado um ano atrás. Deveder ter escutado nessa, você demorou muito pra começar a aparecer na internet, Rui, tá vendo? Você comprar um fuzca, você não vai de fuzca, um fuzca, se você tiver um barbante, um arame, uma chave de fenda, um alicate, uma garrafa PET, e a garrafa acabou, você vai chegar na Amazônia, não tem a dúvida, tá?

[1:06:58]Agora, se você montar num carro mais tecnológico, que hoje nós temos vários, né? remontar, não é tecnológico, você vai chegar do mesmo jeito, não vai, só que você vai chegar mais rápido, você vai chegar com mais conforto, você vai chegar mais descansado, então... Mais economia, mais economia. É basicamente a mesma coisa, é a máquina. Hoje a gente entende isso, né, que uma máquina nova, ela te dá eficiência, te dá velocidade, te dá paz, né, então...

[1:07:28]Porque o cara que a gente vem de uma máquina, tem alguns que não, óbvio que você tem fornecedores e fornecedores. Tem o cara que está preocupado em te vender máquina. Esse cara, cara, esse cara é problema se lidar com ele. O cara que está preocupado em te vender a máquina é problema. Mas tem o cara que ele te vende a máquina e um conjunto de serviço.

[1:07:51]Esse cara é legal, esse é o parceiro. Porque quando a máquina quebra, você sabe quando a máquina é boa ou ruim, quando ela quebra, toda máquina quebra. mas quando é boa, o fornecedor é ruim, quando ela quebra, você vê o tempo que demora para te atender, aí você já sabe se ele é bom ou se ele é ruim. Uma das coisas que a gente obtô por escolher, a G4, por exemplo, que a gente tinha uma máquina que era semi-nova, quase nova, essa daí valeu a pena, e a gente tinha uma resposta muito rápida na assistência técnica, e aí foi um dos motivos de decisão para a gente comprar ela, foi isso.

[1:08:25]E hoje, obviamente, comprou cinco máquinas no mesmo tempo, vai dar problema, só que os caras são muito bons na assistência técnica. máquina da problema cara. E aí a gente... Qual é tipo de produto? A gente usa peça de tudo que é lugar, minha máquina vai 2 mil componentes caramba. É o que você falou, você não conhece o seu fornecedor na hora que ele entrega, na hora que ele resolve o problema, a gente também.

[1:08:48]Você acha que envelope não tem problema? Tem cliente nosso que a gente manda 20 toneladas pra ele, 15 toneladas, 30 toneladas, o cara abre 2, 3 para e está com problema. Agora, e, agora, tem que fornecedor que fala, ah, meu amigo, não posso fazer nada nesse preço, eu vou ver o que eu posso fazer, é por isso que eu te vendi mais barato, entendeu? A Ecompack? Não, o nosso mandamento é, cliente satisfeito sempre, lógico, mas a regra é essa, como é que você vai ter a recorrência? A gente não garante que não vai ter problema, a gente garante que vai estar lá. Eu garanto que vou estar lá, o cara fala assim, cara, você me mandou 10 toneladas, tem 5 com o problema, eu mando um caminho, e assim vai. Acabou. Mas não. Aí o que você falou? Tem fornecedores e tem fornecedores. Aí tem fornecedor.

[1:09:34]Por exemplo, chega que é porra, minha máquina está com um problema, cara. Você manda o técnico, o cara vai lá e arruma. Aí tem outro fornecedor com o técnico vai lá. Aí o cara quer achar aquele probleminha pra falar assim, aí, o problema foi seu. Não é meu. Então você perdeu a garantia. Isso, então você perdeu a garantia. em meio a esse é o pior. Entendeu? Então, no nosso meio também tem. O cara chega e quer achar aquele probleminha e fala assim, ah, tá vendo, o problema foi o seu erro de armazenagem. Joga a bomba pra você. A regra aqui na minha fábrica é o seguinte, o técnico sai daqui pra arrumar a máquina. Não importa o que tem a máquina. Ele sai pra arrumar. Se eu vou cobrar ou não, se o problema é do cara ou não, eu discuto depois. Põe a máquina do cara para rodar, porque vocês, ou os transformadores de material plástico, rodam por hora e por quilo.

[1:10:25]É quilo transformado, amigão, e hora parado, quando você faz essa conta de quilo e hora aí, o cara fica louco, o cara fica parado 24 horas, ele quer de morder, ele quer de matar. Eu tinha cliente aqui que ligava já, você fala bom dia, o caso só se for para você, camacina quebrada, eu não, pera aí, tomando um técnico. Não terminou nem um bom dia. Não, mas é, isso é verdade, a gente trabalha com quilo transformado.

[1:10:53]Vocês quilo transformado, e eu tenho que entender que você trabalha com quilo transformado. É, mas isso que se estabelece uma parceria, né, Rui? Porque assim, a gente, tudo que a gente está construindo até agora, a gente constrói na base de uma relação de confiança real. real, por a foto de conhecimento, sendo bem honesto com você, mas só que eu prefiro que a gente está aqui, você está me falando uma coisa certa, só que às vezes que a gente tomou decisão baseada no conhecimento da outra pessoa que eu joguei que era certa, a gente se ferrou, nem por isso que eu vou deixar de confiar em outra pessoa, sabe o que eu vou fazer com ela? Essa daqui ela vai se tornar uma pessoa não confiável e continuando seguindo e confiando nas pessoas, prova disso, prova disso que a gente, quem resolveu o nosso problema na extrusura foi o pessoal da HGR. Eles não tinham obrigação nenhuma, eles me venderam equipamentos que, cara, de longe, nós estariam no mercado. O cara é um fabricante confiável, prova disso que a gente pegou a máquina deles.

[1:11:50]É, o cara foi lá e resolveu o teu problema. Aí você fala, vou comprar a máquina de quem? Não vem Nelto, não vem na cabeça. É isso. Porque estabeleceu uma relação de confiança. Mas por quê? Cara, deu um problema. HGR, você precisa entrar no Soul do Plástico, eu já convidei você algumas vezes, e, por isso, o que você está me sentando aqui? Vocês não estão no sou, hein?

[1:12:08]Bora, Fabião, Fernando. Ricardo. Ricardo? Vou puxar eles. Mas é isso, então, eles não tinham dever nenhum. A gente estava com um problema na nossa extrusorinha veinha, manca. Para nossa verde de 90 anos. Simplesmente, ele catou e falou assim, manda a rosca aqui que eu vou fazer para o avô. Aí ele falou, seu cabeçote aqui não dá o avô, para você. Foi arrumou um cabeçote que ele fez numa outra negociação, vendeu um cabeçote para mim em um preço extraordinário para nós.

[1:13:38]Não, isso aí não é comigo, esse aí não é meu departamento, pera aí. Não, mas eles falam assim, como assim, cara? Como assim? O que esse cara tá fazendo? Entendeu? Então a gente não fala assim, a gente é o ranchão do mundo. Meu, vendo o plástico, amigão. a gente é mais inchado ainda em envelope segurança, eu nem me falo que eu sou nada de plástico, eu consigo atender você em envelope segurança, não me vem pedir mais que isso.

[1:14:04]Ainda não mudei o produto, calma aí. Não chegamos nessa fase ainda, a gente já ouviu falar que a gente é filhinho de papai, que a gente herdou dos pais por coincidência com o pai dele e o meu pai é falecido, deixou só dívida. biotegradável. É, mas assim, tá bom, tá bom. Estamos construindo uma história legal assim, falar pra vocês a gente fala bastante, cansa, porque parece que faz dez anos que a gente tá...

[1:14:32]Cara, é muito louco você pega, eu vou falar pra você, a minha mãe, quem não conhece minha história, um dia vai conhecer, que eu vou trazer ela pra gravar um podcast comigo, a minha mãe ela veio da Paraíba na boléia de um caminhão com, acho que, dez anos bagaça? Cheio do dinheiro. Tudo mundo tem uma história por trás. As pessoas também olham e falam que é só uns três anos de empresa, um ano e meio de indústria, falam assim, calma. A gente demorou 15 anos pra que a Ecompack acontecesse em três.

[1:15:09]No Plástico? O meu CNPJ, o Ecompack tem história de mercado. mas a minha história de mercado é uma bagagem muito grande por trás. Então, assim, quando chegou à oportunidade, a gente estava preparado. A gente tem a visão, a gente olhou e a gente acelerou. É aquele negócio do empreendedor, né? Vocês foram muito loucos, vamos arriscar tudo, vamos montar a da fábrica, e vamos pra cima, e aí, que vamos pra cima, agora já montou, agora vai, e aí que vamos pra cima, vamos embora, vamos rasgando, e agora um pouquinho, alguns meses que se passaram o que a gente tá fazendo, o que a gente tá costurando, porque aí fica muita lacuna, né, Rui, porque hoje é o que tá escrito aqui, a gente tá fazendo 150 nalazes por mês, a gente tem 80 funcionários, a gente roda 24 horas por dia, assim, calma, a a gente já não é mais um barquinho, entendeu? Se eu virar agora, o barquinho não faz assim. O barquinho faz assim agora, entendeu? Então, agora, olhando um iceberg lá na frente, eu tenho que...

1:16:2280 famílias, crescimento e o que a Ecompack não quer ser

[1:16:22]E cada virada que você dá, você tem 80 famílias na tuas costas, né, amigão? Entendeu? Então, não é tão simples mais assim, falar assim, ah, vamos fazer, vamos, se der dessa, se der outro carro. Então, hoje, o que a gente faz? Então, hoje, a a gente está pegando as lacunas que a gente deixou para trás, mas que foi necessário também para a gente conseguir acelerar.

[1:16:41]Porque se você ficar parado no perfeccionismo, você não faz nada. É o que eu falo, você olha o seu primeiro vídeo e fala assim, nossa, da vergonha. Você tem que se orgulhar, gente. É aquele danadinho ali, usa meu vídeo ainda, o primeiro vídeo. Não, eu acho que isso é um motivo de orgulho. Porque se você não tivesse postado o seu vídeo ruim, você não estaria aqui hoje.

[1:17:02]Não, já tenho. entendeu? Você estaria ainda tentando fazer um vídeo bom, falando melhor, só que tudo e na sua galeria. O vergonha de postar, né? Esse ficou ruim, exclui, esse ficou ruim, exclui, esse ficou ruim, exclui. Eu não to nessa, mas não. Então, agora, mas pra que você... Chegasse a isso, você teve que errar muito, né? Você teve que errar, você teve que passar por mês, teve que passar por mês. Eu gravo aqui, e postos. Ah, sim, gostar, não, Ana, assiste. Tá tudo certo. E uma outra coisa pra nós, faz muita não é uma coisa diferente também, Rui, é a gente entender que para nós sermos a empresa que a gente precisa ser, a gente precisa ser pessoa diferente do que a gente começou.

[1:17:41]Com certeza. Então, eu não posso ser o João que chegava na Ecompack de Bermuda em Camiseira, não dá mais. Não. Eu falo muito que eu tenho que dar meu passado de entrada para ter aquilo que eu quero. É isso aí. Então, isso a gente pegou muito rápido. isso não é uma questão de você querer ou não querer, é a imposição do teu negócio. Ou você aceita essa condição para você continuar crescendo, ou você vai se manter uma linha...

[1:18:09]Ou você põe a bermuda, fica lá dentro da fábrica e não põe a cara para fora e deixa outras pessoas tocarem o seu negócio. Mas na maioria das vezes isso não vai acontecer, porque você não vai conseguir expandir, aí é uma decisão. exetranca, né? Isso, porque quando a gente tava iniciando, ainda pensando, abriu nossa fábrica, a gente foi visitar várias empresas de envelope, que faz extrusão, e de verdade, você tá no meio do plástico, você sabe, tem cada boca de porco, cada um interaco, muito, muito, muito, muito.

[1:18:38]Entendeu? O problema é começar desse jeito? Eu acho que não, todo mundo tem que começar de um ponto de partida, seja com uma máquina velha, uma máquina nova, no fundo de casa, não tem problema. Só que a gente olha e fala assim, caramba, quanto tempo você você tá aqui, já trabalha 10 anos com extrusão, e aí você olha, caramba, ainda não tem um processo, ainda não floreceu, não deu frutos, não tá impactando pessoas com funcionários, nada.

[1:19:05]Tem fábrica que você vê que é um ambiente triste, né, cara? Isso, então você fala assim, cara, é aí uma coisa que eu falei pro João, eu falei assim, cara, eu não sei como quer ter uma fábrica, só que por tantas coisas que a gente já viu, eu sei como é, como eu não quero ter uma, e eu não quero ter uma que trata mal os funcionários, que não tem segurança, que não dá o mínimo de dignidade, não quero, não quero, a gente já foi ver, sabe que aqui o cara está caporte na porta da empresa, se entra na empresa do cara, o funcionário está de chinelo, o banheiro fumando, fumando, o banheiro tudo destruído, reflete, tudo bem! Pra mim, isso não é vencer. É verdade. Isso não é vencer. É verdade.

[1:19:51]Pra mim, isso não é vencer. Agora eu falo, hoje, se eu comprar uma Porsche e parar na porta da minha indústria, eu entro de cabeça erguida. Legitimamente. Hoje, hoje sim, é legítimo. Só que, teve algumas coisas que a gente viu, que eu falei assim, eu não quero ser desse jeito, cara. E quem quer também, Rui. Tá tudo certo. É o que João falou, eu só vou catar você dessa prateleira e vou colocar nessa, porque e você não faz parte da minha caminhada, eu vou caminhar com quem quer ir para onde eu estou indo.

[1:20:19]Mas é verdade. É isso que a gente está fazendo. Então, quando a gente olha para a nossa fábrica, cara, eu fico incomodado com as organizações, quero pintar, quero arrumar, quero reformar, quero deixar mais seguro, eu quero aumentar o lugar de descanso dos funcionários, eu quero dar o uniforme, eu quero, agora a gente fica pensando como que a gente pode fazer um benefício, não é difícil uma ideia nova, um negócio novo, porque a gente fica, a gente fica, mas querendo, por quê? Porque a gente foi assim que a gente cresceu até agora, e acho que é assim que a gente vai continuar crescendo, entendeu? Mas é, a gente aqui de vez em quando a gente também faz algumas coisas diferentes, assim, tem muita coisa que é descontada do funcionário, você dá desconta, né? Aqui tudo que a gente passa para o funcionário, a gente não desconta, a gente simplesmente dá. É, eu acho que o lance tá ruim.

[1:21:06]é a troca, né? Quem vence quando vence também. É a troca. Eu acho que, e quem tá ajudando a construir tudo aquilo que você tá, porque a ideia é por si só, vale dez centavos a bacia. Se a pessoa que tá lá, ela não tá conseguindo prosperar na vida dela, tem coisa muito errada. Se eu só eu tô prosperando, existe algo muito errado nesse processo todo, porque senão começa a ser um negócio vazio de só eu pensar em mim e as coisas da minha volta.

[1:21:32]a gente tá comentando aqui, são 80 pessoas, acaba tendo, a gente acaba... Diretos, né? Isso, e fora que é direto, então a gente acaba tendo muita responsabilidade sobre tudo isso, qualquer decisão que a gente toma, então a gente não dá mais pra só rasgar, a gente tem que pensar muito bem nos próximos passos, então a gente foi as pessoas que veio rasgando e voltou costurando, só que hoje não dá mais pra ser essa mesma e o pessoal não é essa mesma intensidade.

[1:22:01]Você pode até rasgar, mas você rasga menos. Isso, então a gente pode ter a mesma ambição, mas também ter a consciência que não dá mais para poder. É porque agora, antigamente, se você errasse, você perdia mil. Hoje você erra a responsabilidade muito maior, né? É, não, muito maior. E é o que o Tadeu comentou, às vezes você não precisa saber exatamente o que você quer.

[1:22:25]não precisa saber o que você não quer e o que você não aceita, isso é o suficiente. De verdade, a gente não faz a melhor ideia de onde a gente pode chegar. A gente tem um norte, uma visão do que a gente pode chegar, mas a gente tem certeza do que a gente não quer. Só isso daí já dá pra trilhar um bom caminho. Esse mercado de vocês é enorme, gigante, cara.

[1:22:46]É porque assim, quando você sabe o que você não quer, é muito mais fácil, porra. Se a gente só não aceita. É verdade. Você quer andar com esse tipo de pessoa? Não. você quer fazer esse tipo de coisa? Não, eu não quero, então não faz. Você não precisa saber o que você quer 100%. Só que se você souber o que você não quer, vai ficar muito mais fácil, entendeu?

[1:23:04]Com certeza. E assim, qual que é a nossa missão, Rui? Ecompack é a maior fábrica de envelopes do Brasil. Isso. Esse é o nosso... Mas, Geno, não é? Até que prova o contrário. Até que prova o contrário? Não, vocês foram os primeiros. É isso. Não. Até que o maior cátio celular... Eu vou usar bandeira. a bandeira tá lá, Rui, porque o maior é o mais visto, né? O melhor é o mais visto.

[1:23:33]E aí, cara, eu queria saber aqui, eu até deixei uma notinha aqui do... De onde veio o Tadeu Ensina? Ah, Rui, o Tadeu Ensina... Na verdade, eu sempre fui do conteúdo, né? Eu sempre, também, como você fala muito do plástico, eu sempre, desde que comecei e falei muito de empreendedorismo. então, meu primeiro vídeo no YouTube, tá até aqui, foi, acho que, há 14 anos atrás. Caramba, tá aqui, tá postado no meu YouTube, tá lá, pra todo mundo ver, entendeu?

[1:24:04]Então, eu já falei, o primeiro vídeo é vida de empreendedor. Então, quando eu criei o meu canal, eu criei o meu e-mail, e o meu e-mail tá de eu ensina, e o que tá de eu ensina veio disso. então tudo que eu fiz através das empresas que eu já criei, eu sempre tive esse braço de educação, entendeu, de tentar abrir a visão da pessoa, de falar sobre negócio, de empreendedorismo, né, que todo mundo pode, mas nem todo mundo quer, então tá, deu ensina, veio disso, então todos os negócios que eu tive, eu sempre fui a cara do marketing, eu sempre trabalhei marquete, mas você não fez marquete para você era a cara do negócio, e isso, eu depois estou a cara, sempre puxo a minha cara na maioria das vezes, entendeu, então mudar o produto, eu era a cara do produto, entende, então eu anunciava a caneca, daqui a pouco eu anunciava, até já recebi algumas mensagens e falei assim, cara, senão é o cara que vendia a camiseta, mas eu já te vi também você você vendendo curso, mas eu te vi também, você vendendo tênis, porque eu sempre fui a cara, então sempre gostei, e esse meu braço também de educação, eu também gosto, porque é o que você falou, se eu sento numa mesa e falo de credorismo, me deixa, me deixa, se você não falar, vamos encerrar, eu vou embora, vou provavelmente pelo que a gente vê você tem o mesmo sentimento com o plástico, se ninguém falar, calma, Rui, você vai embora, a gente começou a amizade por causa disso, né?

[1:25:35]A gente começou a amizade por causa disso. O meu freio tá sentado ali, ó. É, então calma, entendeu? Porque se contrapesa ou contrapesa? Porque se não, a gente vai embora. Então, eu quero o meu pensamento, acredito que o seu também, com o instinto do Soul do Plástico, eu quero deixar mais do que um plástico no mundo, mais do que um produto novo no mundo interior, mais do que um pagar, assinar uma carteira de trabalho, ser um chefe.

[1:26:07]Eu quero mais que isso. Eu quero que através desse conteúdo aqui, é o que você falou lá. Se através desse podcast, um cara ou uma mulher olhar e falar assim, nossa... Eu consigo mudar isso. E fazer click. Valeu, valeu, entendeu? É isso, acho que é a transformação que você falou. A gente começa a prosperar na vida quando a gente é abundante. e a nossa água começa a esbarrar no outro, começa a esbarrar nas pessoas, entendeu?

[1:26:37]Transbordar. E a gente faz isso através do nosso conteúdo, que você falou do seu concorrente, já foi uns dois, três lá também, né, ComPack. Como faz? É aqui, ó, aqui, aqui, o cara fica assim, né? Tem um slogan do um rapaz na internet, sempre esqueça o nome dele que ele fala. Avisa lá pra eles que quanto mais eu ensino, mais eu prospero. Mas é verdade, entendeu?

[1:26:58]Isso é verdade pura. então quanto mais a gente... Aqui, ó, você tem uma ideia, nós doamos aqui da MTF dois equipamentos para o SENAI de Maeripurã. Termoformagem é relativamente novo, eu falo novo porque tudo que é abaixo de 60 anos de mercado, é novo de mercado, você pega injeção plástica, os dinossauros injetavam a peça, entendeu? O cara pegar o dinossauro, tava lá, tirando o rectil, o braço curtinho, ele pegava duas alavanca, lá injetava.

[1:27:29]aquelas máquinas que fez a Alemanha de 150 anos já existia. Você tem curso de gestão plástica para todo o lado, impressão, porra, você data a impressão de lá da China, então a termoformagem não, é um negócio no Brasil relativamente novo, então não existe curso, aí eu fui buscar curso no mundo inteiro de termoformagem, eu não encontrei, falei não, então vamos fazer essa porra, aí chamei o SENAI, falei eu vou doar duas máquinas para vocês, vamos abrir um curso termoformagem, vamos, então contabeleza, assinão um monte de contrato, SENAI, tem contrato, papel para dar um palco, eu acho que tinha que ser tudo digital, não tinha que derrubar árvore, tá? Mas vamos lá!

[1:28:08]Aí assinão um monte de papel e agora, no começo do ano, realmente, vai ter o primeiro curso de termoformagem, com certeza das Américas, mas eu acho que é do mundo, é o primeiro curso de termoformagem in-line, que vai ter aberto ao público para formar operador de mão de obra produtora de magna termoformadora, porque vocês devem sofrer esse problema de mão de obra lá também, como todo empresário brasileiro tem, né? Aqui precisa ter uma ideia, eu contratei cinco ou seis desenhistas de uma vez só, eu precisava de um.

[1:28:40]É, é isso, ficou nenhum, não conseguiu nenhum ainda, o seis, aí eu contratei duas pessoas os mais experientes, da minha idade, mais ou menos, tá aí? Já era, é o modelo antigo, a gente falou dos modelos antigos. É o vintage que tá valendo, né? É vintage, é bozo. É, então tá deu ensino, nasceu disso aí, Rui, e aí agora, aí eu resvalei no João, né? Entendeu?

[1:29:11]Que o João também sempre foi um cara que mais introvertido, tá, vai, vai, vai, mas sempre também quis muito falar, tem muita ideia boa, que nem você tem, tem pessoas que precisam ouvir, tem pessoas que querem ouvir, falam, falam, entendeu? É isso mesmo, acho que é isso aí, a gente tem que transferir aquilo que a gente conhece, que a gente pode, porque a gente aprendeu de alguém, de algum jeito, alguém picou a gente, em algum momento.

[1:29:38]Eu vou falar pra vocês que vocês tomaram a picada do plástico agora, meu amigo, esquece, não larga nunca mais. Ah, isso aqui, eu falei, tem uma certeza da hora que a gente tem na vida, nunca mais que saia do plástico. infeliz militares. Essa mosquinha, aí, ela éuteível, cara. Eu nunca vi um cara sair do mercado plástico. Eu nunca vi. Não conheço. Ah, gente, eu não vou sair.

[1:30:02]Eu não quero, verdade? Eu não quero. Acho que a gente se dá muito bem. A gente tem muita humildade e eu tenho, tenho muita facilidade em ouvir ele e ele me ouvir. ele é meu sócio, meu irmão de vida, e eu tenho uma puta admiração por ele, eu sei que ele tem uma admiração por mim, então isso facilita demais a vida, a gente tá sempre com a guarda baixa, esse cara é foda, mano, olha o que ele tá fazendo dele, eu sei esse cara, deixa eu ver se é o que eu tava fudindo, eu canso de falar isso pra ele, ele vive falando isso pra mim, então essa facilidade é o que ele falou, eu não tinha essa habilidade de falar em público, tá muito ruim, hoje tenho muito a melhorar, mas tô muito melhor, de longe, muito melhor, e é só...

[1:30:53]você fala, né, por que não? É, por que não? Se derrota, se derrota, eu volto, eu consigo grutar! Não assiste, meuigão, não gostou, não assiste. Rui, eu falo pra ele assim, cara, eu não tenho que me dar errado, porque você evolui como pessoa, hein? Pode ninguém assistir se aprendeu a falar melhor, você aprendeu a gesticular, você aprendeu a lidar com a câmera, aprendeu a lidar com o público, você aprendeu tantas coisas e você melhora muito o atendimento com o seu cliente.

[1:31:21]Melhora? Muito, muito, muito, muito. Tem aqueles caras monocilábicos, né? aqui, puta, tem uns caras que, quando pegam uns caras desses pra entrevistar, vou falar, é difícil, hein, você pergunta alguma coisa, o cara, o cara, sim. Não. Não. É, não, mas é, ah, tá. Aí eu uso isso aqui, ó, você viu, eu falei pra você quando você chegou, falei, eu tenho pauta, mas eu não vou usar. E aqui, eu não usei, mas assim, eu te perguntei tudo que tava nela aqui, eu não li essa pauta, tá?

[1:31:53]eu te perguntei tudo que tava nela aqui, mas eu não li, porque é o dia-a-dia de vocês, é o que o pessoal quer saber, é o que as pessoas se interessam, é o que eu queria saber, é o que vocês fazem, quem são vocês, e aí eu pergunto agora, quem é o Tadeu fora da Ecompack? porra, essa é difícil. É nada, cara. O que você curte fazer? Como é que é sua família?

[1:32:19]Ele gosta de carro velho. Ele gosta de problema. Ah, você é dos meus, cara? Eu tenho um opalão, 82. Eu gosto de carro velho. Não é, não, fala assim que você me magoa. carro antigo, carro antigo, eu ainda me considero jovem, sou um cara solteiro, estou namorando, né, mas... Mas assim, ainda em questão de família, estou construindo, estou namorando agora, ainda não tenho filhos, minha outra meta agora é construir isso, né, mas eu não tenho grandes hobbies, não, cara.

[1:33:02]De verdade, acho que o meu hobby é trabalhar mesmo. É, eu gosto desse hobby meu, é foda, sério. É trabalhar, é falar sobre empreendedorismo e... Cara, eu tenho um Maveco, eu tenho um Opala, eu tenho dois Fusca, e eu tenho duas Moto. e, sim, é muito bom, não é velho, são carros antigos e motos antigas, respeita, respeita as paga-pleta, e o João, e o João, quem é o João? Quem é o João? Eu sou o marido da Graciela, estou há 20 anos com a minha esposa, tenho duas filhas lindas, a Larissa e a Isabela, meu hobby é trabalhar e ficar com minhas filhas e ficar com a minha esposa. Não sou um cara de Grandes Robs também. Na minha visão demorei muito para dar certo, agora que eu encontrei, a gente está dando nosso 100% para poder dar uma estabilidade maior para a minha família.

[1:34:33]Não tenho como lembrar, MEMBRO DO cobrou, cobrou, cobrou, fartei, pensei que eu ia morrer, e aí a hora que esses moleque entraram no quarto lá e o médico falou que possivelmente eu ia fazer uma cirurgia e que podia ser que eu não saía dela, né, aí, pô, aí o mundo desaba, né, porque aí você não tem mais nenhum problema. É, não, você não tem problema, problema.

[1:35:00]Você descobra a finitude da vida. Você vai morrer, aí, ali, eu prometi, eu falei, olha, eu não trabalho mais de final de semana. mentira, eu trabalho no computador, eu não trabalho, eu não veio para a fábrica, mas você vê o porta-mala do meu carro, está meu computador, minhas câmeras, meu tablet, está tudo lá dentro, com cerca na expectativa, né? Prometi, tal, depois em fartes. Mentira, oi, caramba.

[1:36:54]semana eu vou pra minha chácara, eu cozinho, eu gosto de cozinhar, eu não gosto de ficar parado, ficar parado sentado na borda da piscina, meu, é igual que me dando xicotada nas costas, eu prefiro que você me bate, eu não gosto, eu não consigo. Eu tô com duas filhas pequenas, uma de 12 de 4, vou falar que eu gosto. É a agitação total. roubam de damas, de execução, tacadinha, bunkers, o ônibus, o pêro.

[1:38:05]Duas filhas. Duas filhas, então você vai ter a fase que o cara vai abrir sua geladeira pra pegar sua cerveja, ainda vai falar, poe, você ougrina essa marca aí, que você tem cerveja ruim. descreta, não, vai chegar lá, várias fases. A gente conversa bastante sobre isso, ele fala, não tem coisa, tem hora de semana que não tem nada pra fazer, eu falei, cara, mamãe.

[1:38:28]Que delícia! Faz tempo que eu não tô nessa fase. Não tem essa sensação. O que é, velho? Não consigo mais, tá, velho? Nossa. Não, mas eu tenho, né, eu tenho uma base de hobbies, sim. Eu vou atirar, ver só, vou pescar. Eu vou pescar na Amazônia, Pantanal. Já e, por isso, a gente tem um carro velho, eu faço bastante coisa também, eu estou sempre trabalhando com o carro antigo.

[1:38:57]Legal, gente, estamos chegando ao final do nosso PodPlástico, que se deixa a gente ficar aqui em horas e horas e horas. Você falando de plástico, falando de prendidorismo? É, muito legal. deixe uma mensagem aí para o teu seguidor, para o cara que está assistindo a gente, imagina que tem 8 bilhões de pessoas que vão assistir a gente e um dia vai, a gente ainda não vai, a gente ainda não tem, mas vai que tem, né?

[1:39:24]Se eu tiver esse que dá um recado para alguém, é Deus é maior que os altos e baixos, acho que é isso. A gente passa por tanto momento bom e momento ruim na vida e naturalmente as coisas tendem na naturalidade, e você pode qualquer coisa, só você botar energia e colocar tudo de coração, a gente aprova disso, você botar energia e colocar, eu sei que às vezes é difícil sair de uma condição ruim, mas se colocar energias um pouco melhor que dar uma condição que você está, você vai conseguir, eu acho que é isso.

[1:40:00]É isso aí. Ah, acho que a minha mensagem é mar calmo, não faz bom marinheiro, só que fica calmo porque toda vez que choveu, também parou. Então, vai vir a tempestade, vai vir os problemas, só que também vai vir a calmaria, vai vir os momentos de paz, né? E eu acho que pressão é uma benção, não desperdiça a oportunidade quando você se sentir pressionado. E é isso daí. E outra aqui, ó, empreender transforma. Empreender transforma, é isso. E pô, coloca Rui Katsuno, PodPlástico, Soul do Plástico, SENAI, ABIMAQ, ABRAMPA, EMBANEWS, o meu está deu ensina, está deu ensina tudo junto, Ecompack também, pode seguir Ecompack e o Jonas?

[1:40:59]O meu é JCS Underline, João Carlos, e segue lá, Ecompack Underline também, tamo lá. E o que você vai encontrar lá Rui? Você vai encontrar dois caras que são malucos que mostra a indústria, mostra a fábrica, mostra de plástico, mostra problema na extrusora, mostra problema na corte solda, mostra os percaços do empreendedor, do industrialista, tem muito extrusor que segue a gente, operador de corte-sol, da auxiliar, expedição, a gente fala de tudo lá, porque tudo o que a gente tá se transformando tá lá no nosso perfil, entendeu? Então lá você aprende também muita coisa.

[1:41:36]Dois caras com muita fome. Muita fome. Ó, ó, eu vou falar pra você, fabricante de máquina que vende pra eles aqui, ó, toma cuidado, velho, porque as caras mostram, viu? Manda a máquina ruim lá, vocês estão ferrados, viu? Você que manda a matéria prima ruim aí, ó, batizadinha, os caras mostram. Aí a gente mostra. É a benção e a penitenção de estar na internet.

[1:42:01]É, é, é. A gente mostra o cara ficar doido. Mas é isso daí, valeu, Rui. Valeu pela oportunidade. Obrigado. Valeu pelo papo, valeu por mostrar um pouco também sobre... pouco mais sobre o plástico, é muito interessante a gente entender essa visão. Eu, particularmente pelo viés do que a mídia mostra na minha cabeça, o papel era melhor que o plástico, através do seu conteúdo, através dos seus vídeos, que eu também consegui aprender que um canundinho de papel tem muito mais problemas do que de plástico, o plástico tem muito mais soluções, foi através do seu conteúdo, então obrigado por estar dando esse conteúdo para o pessoal, para as crianças, para os adolescentes, no SENAI, os títulos Soul do Plástico, por ter ensinado a gente aqui também e ter aberto esse canal aqui de oportunidade para a gente também contar um pouco da nossa história.

[1:42:57]Eu fui um prazer enorme receber vocês aqui, eu vou visitar vocês lá, eu vou, certeza absoluta, aqui nasce uma amizade, e assim, eu acho que a conexão de pessoas é fantástico, os podcasts, as anças redes sociais, elas servem para isso, e o Instituto, ele conecta muitas pessoas também, vocês vão conhecer, você vai entender um pouco da história do plástico, que eu vou ganhar uns 20 minutos teu, e vou explicar para vocês um pouco do que a gente faz lá embaixo, é assim, todo o material plástico que surgiu, ele surgiu para resolver um problema, e normalmente ele surgiu para resolver um problema ambiental, tá? E isso pouquíssima gente sabe, pouquíssima gente tem acesso a essa informação, e é o que a gente leva com o Instituto. E para você que ficou com a gente aí até agora, meu muito obrigado, se não nos segue no siga, ativa o sininho para receber mensagem enquanto chegar um novo podcast. Deixe o seu comentário se gostou, se não gostou, aí que deixa com força mesmo.

[1:44:06]Eu adoro responder comentário. É meu hobby, tá? E até o próximo episódio do PodPlástico. E muito obrigado por vocês estarem aqui com a gente. Valeu, pessoal. Obrigado.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.