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A educação está formando pessoas ou apenas alunos? Karen Katsuno no PodPlástico

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Episódio completo no YouTube: A educação está formando pessoas ou apenas alunos? Karen Katsuno no PodPlástico

Karen Katsuno, educadora, e Rui Katsuno discutem aprovação automática, economia circular nas escolas e o trabalho do Instituto Soul do Plástico.

Principais insights

  • Karen Katsuno é educadora do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, em sala de aula desde 1998, e diz que o professor perdeu valor e que há alunos chegando ao 5º ano sem saber ler e escrever.
  • Karen e Rui criticam a aprovação automática: aprovar sem aprendizado cria uma "bola de neve" e leva ao ensino médio alunos sem preparo para a faculdade ou o mercado.
  • Karen reconhece que a tecnologia ajudou o ensino na pandemia, mas afirma que a educação não se faz sem afeto, algo que, na opinião dela, nenhuma IA substitui.
  • Rui cita uma apostila escolar que diz que o plástico leva 400 anos para se deteriorar e lembra que a garrafa PET de bebida carbonatada é de 1976, para defender material didático mais rigoroso sobre economia circular.
  • O Instituto Soul do Plástico, em Mairiporã (SP), tem auditório para 100 pessoas e um circuito de economia circular com moinho, injetora, prensa e extrusora funcionando, usado em palestras semanais.
  • O instituto nasceu do pedido de alunos da ETEC de Mairiporã que queriam vender tampinhas por um preço melhor para financiar a formatura, e já recebeu jovens da Fundação Casa.

Perguntas frequentes

Quem é Karen Katsuno?
Karen Katsuno é educadora, formada em 1997 e em sala de aula desde 1998, com turmas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental. É esposa de Rui Katsuno, apresentador do PodPlástico, e hoje atua como curadora do Instituto Soul do Plástico, onde também ministra palestras para crianças e jovens.
O que é o Instituto Soul do Plástico e onde ele funciona?
É uma iniciativa de educação e economia circular em Mairiporã (SP), presidida por Rui Katsuno, com Junior Facin (TalkPlast) e Sidnei Nasser (Terpol) na diretoria. Tem auditório para 100 pessoas e um circuito prático com moinho, injetora, prensa e extrusora, onde crianças e jovens veem o material descartado virar um novo produto.
O que Karen e Rui criticam na aprovação automática?
Para os dois, aprovar o aluno sem que ele tenha aprendido o conteúdo forma uma "bola de neve" e entrega ao ensino médio, e depois ao mercado, jovens sem base. Rui compara com o mercado de trabalho: assim como não se promove um profissional sem preparo, o aluno só deveria avançar quando estiver pronto.
Como funciona uma palestra do Instituto Soul do Plástico?
Karen começa perguntando quem polui mais, o plástico, o papel ou o vidro, e depois apresenta a teoria: como o plástico surgiu e como eram os alimentos antes e depois dele. Em seguida, os alunos participam do circuito prático, em que o material descartado, como a tampinha, é processado nas máquinas e vira um novo objeto.
Por que Rui Katsuno critica o material didático sobre plástico?
Ele diz que a literatura escolar traz uma visão superficial da economia circular e tende a colocar o plástico como vilão. Como exemplo, cita uma apostila que afirma que o plástico leva 400 anos para se deteriorar, quando o plástico sintético tem pouco mais de cem anos e a garrafa PET de bebida carbonatada surgiu em 1976.
O que Rui pede ao setor plástico neste episódio?
Pede que as empresas se unam em associações e em campanhas coletivas, sem disputa por protagonismo entre entidades, porque, para ele, o protagonista é o material plástico. Também convida empresas e educadores a conhecer o Instituto Soul do Plástico, apoiar a iniciativa e levar informação técnica sobre o material às escolas.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura: um podcast em casa com Karen Katsuno

[0:00]hoje ele vai fazer um podcast diferente, um podcast com a esposa dele, de 20 anos e com a família de quatro patas, e ao ar livre, o que eu tenho que ser diferente, né? Então vamos começar o podcast, seja muito bem-vindo a mais um episódio do PodPlástico, diferente em casa com a minha digníssima esposa, ela se chama Karen Katsuno, que é o primeiro e último nome que importa porque você passou por meu nome e não fui eu que passei pro seu.

[0:32]Então já vê como é que fica, né? Aqui nós dividimos o nosso relacionamento entre emoção e razão, tá? Sempre eu tenho razão. É, sempre. É isso aí. Mas na verdade é emoção e razão. A gente deixa acreditar que é, mas você vê que do outro jeito é o jeito certo. Mas vamos lá. vamos falar sobre o que, um pouquinho. Vamos falar um pouquinho de cada coisa.

0:57Karen e a educação: o professor perdeu o valor

[0:57]Vamos começar na educação, que é o que você faz. A minha esposa, Karen, ela é educadora. E assim, ela lida com crianças do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. E aí você pode falar melhor do que eu, o que é isso, né? Tem duas visões, né, sobre a educação. e é maravilhoso, é sensacional, eu amo o que eu faço, faço por amor mesmo, mas aí tem o segundo lado, né, que nós estamos passando por uma transição meio estranha da educação, há uns anos, tá, não foi de repente, eu me formei em 97 e de 98 até hoje eu não parei, estou em sala de aula, desde então. Só que eu percebi e venho comentando com ele que de uns 15 anos, um pouquinho mais pra cá, as coisas vieram mudando um pouco negativamente pra gente que é educador. E a tristeza maior é de perceber que o professor perdeu o valor. E aí eu vou te comer, eu vou fazer algumas as perguntas para você, essa aqui é a Maia, está a gente, a Maia está aqui, essa é a Mili, que está aqui tomando sol, está aqui a Mili e a outra está dando um rolê ali, então a educação, a gente fala muito de educação, a gente está trabalhando lá com o Instituto em cima de educação, a gente vê que as crianças são muito diferentes das crianças do passado, obviamente, de nós no passado, é de nós no passado, a tratativa com eles é diferente, tudo diferente, você tem que ter um jeito todo especial de falar, que antigamente não era dessa forma, mudou muita coisa, ainda mais agora quando veio essa história aí há uns 20 anos atrás dessa aprovação automática, que essa aprovação automática ela veio para desgraçar o estudo, né?

3:05Aprovação automática, pandemia e tecnologia

[3:05]Ela é extremamente negativa, extremamente negativa, por conta de você aprova um aluno sem ele ter apreendido, absorvido, nada de conteúdo. Então, vai virando uma bola de neve, né? Aquilo vai virando uma bola de neve e eles saem do ensino médio, sem preparo nenhum para a faculdade. E é assustador. Hoje está cada vez mais assustador isso. Então, a gente recebe alunos de escolas que estão... Chegam no quinto ano sem saber ler e escrever.

[3:40]então, aí, lá atrás, não era assim, né, lá você já sabia escrever no prezinho, você já aprendi a escrever, só que você tinha o lance da meritocracia, tem nota, passa, não tem nota, não passa, se não passou, o pai não ia brigar com o professor, ele ia brigar com o filho, né, porque a educação é um negócio que a gente tem que levar de casa, e a escola tem que ensinar e não educar, né, esse é o papel da escola, é ensinar, né, que ele tá muito atravessado, o diferente o pensamento. Antigamente o professor era mestre, de mestre ele virou professor, e de professor agora ele virou um ser que tem aluno que até ataca o professor, ataca ou que seja verbalmente ou mesmo fisicamente, ou seja, perdeu o respeito e essa perda de respeito ela já veio de dentro de casa. Com certeza, porque eles escutam a narrativa em casa, se o professor não manda nada, é sua família, enfim, eles escutam a narrativa em casa, porque a criança, ela reproduz muito o que ela vê.

[4:46]Então, tanto que a gente percebe a influência das mídias, das redes sociais, hoje é muito grande, muito grande na vida deles. E tanto é que é incrível, antigamente eu pedia para eles fazerem no dia do trabalho, eu falava pra eles assim, hoje a gente vai falar sobre o trabalhador e o que vocês gostariam de ser no futuro ou o que vocês gostariam de trabalhar no futuro.

[5:13]Não vai ter mais médico, não vai ter mais professor, professor está em extinção de verdade, mesmo se vocês podem até pesquisar. Não teremos médico, não teremos professor, não teremos advogado, não teremos policiais, não teremos praticamente nenhuma das profissões que nós vemos hoje, e antes também eram muito valorizadas, nós não vamos nos ter. E aí há no substituto isso aí, né? Aí há no substituto em polícia, aí há no substituto em médico, né?

[5:43]Então na pandemia, a pandemia veio para mostrar muitas coisas, né? E nós, que trabalhamos ali no GIS, achávamos que não... A gente é tóxico, você não pode trabalhar com GIS, como é que você trabalha com GIS? mas é toco, está louca para esfregar uns vídeos na lousa? Já pensou? Os rapias em tochato vão matar vocês todos, está louca? É lá, né, mostrou que a tecnologia, sim, ajuda no ensino, que foi o que salvou, entre aspas, né, se a gente tem uma defasagem, um buraco bem grande aí, que está começando, talvez, a recuperar, é, das aulas remotas e os alunos têm a possibilidade de estudar Fuzil celular, nossa, nessa hora da casa...

[6:30]Nossa, gente, na minha casa essa mulher trabalhava até 11 horas da noite com o mãe perguntando lição, 11 horas da noite, era um negócio absurdo, uma falta de respeito absoluta, porque isso é falta de respeito, não é que tocava o seu celular perguntando as coisas, 11 horas da noite. e assim, sabe, a gente tem o antes pandemio e o pós pandemia, né, e realmente, né, então as mães chegavam do trabalho, foi muito tumultuado, e elas não sabiam explicar a lição para o aluno, para o filho, que nem a gente explicava, então elas tinham livre acesso até hoje, até hoje tentar que eu sou contra, eu sou contra o grupo de WhatsApp de pais, porque isso interfere muito no desenvolvimento da escola, mas isso na verdade, aí eu vou entrar do outro lado do negócio, me perdoem os diretores, donos de escola, mas isso é contra lei, não pode ter grupo de professor com o seu celular particular dentro desse grupo.

[7:35]Não, não, eu estou dizendo é grupo de pais, entre eles, entre os grupos tais que a escola tem que receber informação dos pais. Pós-pandemia, mundo imediatismo, então assim, agenda. então, mas não existe mais isso, né? Eles mandam a resposta às 9 horas, eles mandam a pergunta às 9 horas, 9,5 eles querem a resposta, se não tem a resposta aí, já entra para o menos zero de estrelinha no Google, né?

[8:01]Porque eles querem tudo para ontem. Mas enfim, voltando para a tecnologia, né? Da IA, que a gente estava falando. Então, voltando para a tecnologia, a tecnologia funcionou, tá? mas a gente, na educação, não trabalha sem afeto, e o afeto é olho no olho, é toque, é o olhar da criança, é diferente, é bem diferente, eu acho que nenhuma IA vai substituir isso, tá? Esse é o meu parecer, tá? É minha opinião, mas eu respeito a todos os outros, mas tudo bem, vamos lá.

[8:36]destruíram a educação com essa aprovação automática, tiraram o sentido da meritocracia, hoje todo mundo pode, hoje briga com o professor e não briga com o aluno, por ele ter repetido, diferente do que era no passado. Hoje quem toma rabada se não passar de ano é o professor, né? Engraçado? Mas não tem mais isso, né? Porque tem que passar, né? Como assim?

[9:00]É obrigada passar o aluno de ano, né? porque senão ele vai lá, pega um laudo ali, que não entendeu direito, e já passa de ano, porque você tem laudo para tudo hoje também, né? É, isso é uma coisa bem complicada, gente, eu acho assim. É ruim da gente discutir isso, é um ponto muito crítico, delicado, mas assim, tem as crianças que realmente precisam de laudo, mas tem as crianças que têm laudo e não deveriam ter.

[9:24]É, na verdade, assim, é uma muleta, né, da família, para ter um laudo, para poder justificar a falta de presença. a falta de educação, a falta de presença. Mas tudo bem, vamos... Não, mas eu sou bolemico, eu bicho porque é por causa da polêmica, que é a polêmica que... Às vezes é só falta o que? É preciso. A criança falta limites, a criança falta regras, precisa de atenção, e então, às vezes, um laudo é mais fácil, né?

[9:48]Então, aí ela explicou agora toda a base da educação de como está. De como está a aprovação automática, obviamente, ela foi inventada pra diminuir o índice de analfabetismo do governo federal, que precisava apresentar um índice melhor de alfabetizado, estão formando crianças analfabetas na escola, mas o índice mundial tá bonito, sai na foto bem feito, e a parte de aprendizado mesmo tá uma porcaria, porque tem essa aprovação automática, que se não tivesse o Brasil desceria no ranking, ladeira abaixo, e tem esses hipócritas que vêm aí, falar que o Brasil é isso, Brasil é aquilo, cara.

[10:35]Em escola técnica, eu lido bastante com escola técnica agora por causa do Instituto Soul do Plástico, que é onde a gente vai entrar agora, não tem analfabeto lá. Agora, se você vai para uma escola de ciclo normal, escola de interior normalmente é muito boa, porque eu estou em Mairiporã, e as escolas de Mairiporã são boas. então quando você vai para alguns lugares, são boas, mas nos grandes centros, é mais complicado e a gente sabe que é desafiador, a parte do educador é desafiador.

[11:04]E a gente está exibendo agora lá no Instituto Soul do Plástico, crianças, né, a minha ideia sempre foi trazer a parte ambiental para dentro do Instituto, para que todo mundo tenha acesso e entenda o que é uma cadeia de economia circular. só que a didática com criança, pra mim é muito difícil, porque eu nunca lidei com sala de aula, eu não sou professor, eu não sou, eu não sou mestre, então eu nem aula posso dar, e eu não tenho a didática de falar com as crianças, isso é um ponto que eu fiz uma palestra pra criança, e a única criança que levantou a mão pra alguma coisa, foi pra pedir pra ir no banheiro, o moleque com dois olhos regalados desse tamanho, onde eu pedi ajuda, para minha esposa, nessa parte de a gente pegar a garotada mais nova, porque precisa educar.

[11:56]Na parte do material, a gente já entrando na parte de economia circular, que você está convivendo mais com isso agora. Eu sempre falei bastante em casa, mais de um tempo para cá, eu me aprofundei mais nisso, estudei bastante sobre, estudo sobre, e só que o meu linguajar ele é um pouco mais técnico às vezes, eu tento facilitar o máximo possível, mas tem coisa que a gente não consegue e a criança não absorve, né, tem que, de maneira mais lúdica, tanto que eu tinha uma palestra, a palestra dela é cheia de desenhinho, cheia de filminho, é a coisa mais bonita do mundo de ver, né, a minha não.

[12:35]A minha é com bicho morrendo, é diferente. Aí a gente entra num momento que a gente tá lidando com crianças que não podem sofrer, sofrer nenhum tipo de frustração, aí você me põe uma palestra daquela aí? É, não, não usei, obviamente que eu não usei. Então, sobre o material, nosso material didático, no geral, ele traz uma narrativa errada sobre economia circular, e os materiais que poluem o meio ambiente, poluem não, que são usados, produzidos pelo ser humano e precisam de um destino.

13:19O que o material didático diz sobre o plástico

[13:19]Quando a gente vê na economia linear de produção e consumo em descarte que todo mundo foi criado e muita gente não quer entender o que é economia circular, a literatura que ela tem hoje baseada nisso, ela é muito superficial, falando de reciclagem, reciclabilidade e é muito tendenciosa a levar a reciclagem para alguns materiais e outros ficam de fora como os vilões, que é o caso do plástico hoje, não é isso? Sim, porque no material, eu até te mandei mensagem falando, olha, aqui na nossa postila, está dizendo que o plástico leva 400 anos para se deteriorar no meio ambiente. Mas, depois de muitos estudos que você fez, eu escutava você em casa, conversando, passando para a lista para as outras pessoas.

[14:12]Plástico surgiu quando? Então, o que se fala muito do plástico é da bebida das bebidas. A garrafinha é sempre o símbolo quando se fala de plástico. A datação da primeira bebida carbonatada em garrafada de 1976. Então, se ela é de 76, ela tem 50 anos. Como é que esse maldito fala? Essa pessoa maldita fala que dura 400 anos. É uma pessoa que não entende absolutamente nada. É um desses burros funcionais que estão sendo formados.

[14:47]Eu te contei a história do médico nessa semana discutindo comigo. O médico entrou nas minhas redes sociais para discutir comigo sobre material plástico. a gente sentou a madeira, falou de disruptor endócrino, de bisfenol, ftalato, que a gente tá cansado de saber que não tem, tem um estudo recente da USP, que é a Universidade do ABC, que teve que fazer um estudo já sabendo que não tinha, mas teve que executar o estudo para poder trazer para a população esse conteúdo, que são materiais bom no camadas, em contato com alimento, e são materiais que são os mesmos utilizados dentro de um hospital.

[15:25]então o que eu tentei explicar para aquele médico, médico não, é um estudante de medicina, que deve ter estudado pouco, deve ter preguiça, ficar mais em festa do que estudando, é que não tem, não contém, porque não contém na sua composição, dei o número do estudo, e mesmo assim o cara não se fez contente com a explicação e nem com o envio do estudo.

[15:48]O debate foi longo, até eu parar de falar com ele porque não adianta você, não adianta, tem discussão que não adianta você ir longe, porque o cara tá respondendo já com ideologia e não com pensamento, né? Mas é aí onde eu falo, né? Hoje o mundo tá muito envolvido com as mídias, as redes sociais, e o que é passado nas mídias e nas redes sociais é como se fosse lei.

[16:17]então passou aquilo, aí ninguém estuda, pega aquela informação e já vai passando, já vai passando, vai passando, daqui a pouco viralizou. Você tem um monte de nutricionista, com um monte de vídeo, falando de bisfernal, de ftalato, subtúrido e doque, um monte, um monte, um monte. Cara, esse cara, ele era obrigado a estudar, cara, ele era obrigado a dar uma lida antes de passar pra frente.

[16:42]Você vê a profissão de médico, né, eu admiro tanto a profissão de médico, a gente tem um amigasso nosso que é médico, puta cara inteligente pra caramba, estuda muito, e o cara não para de estudar, então você vê que é uma profissão que o cara tem que estudar muito. Tem que estar sempre em busca de conhecimentos, né, então aí eu voltando pra essas informações que vão passando, né, de mão em mão, de celular e celular, e aí o que acontece? Eu vi essa informação no livro, e aí eu questionei o Rui, aí o Rui disse, né, a gente falou, eu falei Rui, mas o plástico em si tem mais ou menos 100 e poucos anos, né, tem 100 anos, o primeiro semicintético. Então, aí eu falei, e como é que aqui no livro afirma que precisa de 400 anos para deteriorar? E eu falei isso na minha sala de aula, porque a gente estava trabalhando esse assunto, né, sobre o meio ambiente, cinco erros e tal, tem informações positivas sim e tem as negativas, e assim, dependendo de quem aplica, fica muito mais reforçado no aluno a informação negativa.

[17:52]Então, na palestra do Instituto, que assim, gente é fundamental a gente começar a repensar em como, principalmente, o pessoal do setor do plástico em reverter essa história, por que? porque nós que estamos na base, nós estamos vendo o quanto o plástico é o vilão da história, o quanto assim, pessoal? A narrativa do plástico, do plástico, o quanto, o quanto que você pergunta para eles, quem polui mais? O plástico ou papel? Plástico, quem polui mais? O plástico ou o alumínio, o plástico, e o que eu falei, eu acho que esse assunto tem que ser abordado, tem que ser fortificado e mostrado, que não é assim que funciona.

[18:48]Você da indústria do plástico, pensa comigo, nós ficamos inerte, um tempão sem falar absolutamente nada sobre materiais plásticos, mas bastante tempo, por quê? Porque você faz o produto, o produto vende, porque é bom, e esse negócio de livre-mercado, o mercado se ajusta, eu sou inteiramente a favor, tá? Se você soltar um produto que não presta, o mercado não vai absorver.

[19:11]Se você soltar um produto que presta, o mercado vai absorver. Então, uma embalagem plástica, eu garanto que ninguém nunca viu uma propaganda de embalagem plástica na TV, porque ele se vende sozinho. Você pega um volume de um caminhão, um caminhão de refrigerante, cerveja ou de qualquer outra coisa. a carga de plástico representa 2%, a de vidro representa 56%. Então, quando você transforma isso, com gás de peneu, em tempo de transporte, em emissão de CO2, você vê que aí o plástico ganha tudo.

[19:40]Quando você vai para a cadeia hospitalar, o hospital hoje não funciona sem material plástico. a contaminação cruzada no século XIX era altíssima, você vê ela em relação a hoje, vocês aí pseudo-médicos que não entendem isso, estudo o século XIX e põe no dia de hoje que tua narrativa cai na hora. Então, o que a gente fala é que a alimentação também tinha, a contaminação cruzada pra caramba, o alimento durava menos, era mais caro, porém o poder aquisitivo do brasileiro no passado era maior que o meu avô ganhava salário mínimo e vivia bem.

[20:13]hoje é uma porcaria e hoje você tem aí, em vez de aumentar o salário mínimo, vocês fazem pagamento de decimonte de bolsa aí, a bolsa eu sou a favor dela desde que seja para quem precise mesmo, tinha que ter uma avaliação para saber se a pessoa precisa e não é sair dando bolsa para comprar voto, tá? Tem muita gente que precisa, eu viajo quando eu vou visitar cliente o sertão do Nordeste, aí você vê que tem gente que precisa mesmo, aqui em São Paulo tem famílias que precisam, mas também tem muitas que não precisam.

[20:45]Se vocês melhorassem o salário mínimo e tirassem um pouco dessas bolsas para quem é preguiçoso e não trabalha, eu acho que dava mais negócio, mas até aí é uma opinião muito particular e pessoal minha. Em relação ao setor do plástico, você da indústria do plástico, você tem que fazer alguma coisa junto com a gente, ou junto com a gente ou separado da gente, junto com a gente que eu falo do setor, o setor ficou inerte muito tempo, então não tem que dar voz, a gente tem que falar, todo mundo tem que falar, cara, vai para a rede social se você não quer fazer nada com alguém ou com uma associação, só que na hora que der o problema, não vai lá reclamar e ninguém faz nada pelo setor, você não tem nenhum direito se você não acredita no associativismo, se você não está dentro de uma associação ou você não ajuda uma entidade que defende essa classe como Instituto Soul do Plástico, então você não tem o direito de falar, você perdeu seu local de fala, você vai lá, trabalha, produz seu produto, se proibir, você fica quieto, sem reclamação.

[21:44]É, então, por isso que a gente também está aqui para a pessoa poder ir pesquisar e saber o que é o instituto, qual o objetivo do instituto, entendeu? Porque chegou no momento que precisa, sim, repensar no que tem que ser feito com esses resíduos, né? porque se deixar para as mídias vai acabar o plástico. É, se deixar para a mídia, deixa para a ONG, você já viu a ONG desenvolver o qual produto?

[22:15]Indica aí para mim uma ONG que está lá em Brasília, qualquer uma delas que desenvolveu alguma coisa. Muito pelo contrário, né? A ideia é proibir, proibir, proibir, proibir. E essa proibição, amigo, hoje ela não está em você, mas ela pode chegar. Ver o que aconteceu com a emissora essa semana na televisão lá, com uma emissora famosa, que eu não vou falar o nome, que se lascou essa semana e foi muito bem feito, por quê? Porque fica apoiando coisa errada. Então você que apoia coisa errada, uma hora essa mesma água que está lá bate em você.

[22:46]Ou se torna inerte também, não se posiciona em relação a nada, fica lá, a perseverando a acontecer, mas não dá. E assim, quando eu começo a palestra no instituto, eu começo, porque assim, é um circuito, e eu começo sempre com a pergunta para eles sobre quem polui mais, o plástico ou o papel, aí eu coloco o plástico, o vidro, enfim, e a maioria, não a maioria não, todos, nessa última, todos levantaram a mão o plástico, e aí eu vou para a parte teórica que é mostrar para eles todo o estudo que foi feito do plástico, como surgiu a produção, e eles vão prestando atenção. Aí a gente fala, né, olha, de uma simples tampinha, o que que pode ser transformado, que aí tem todo um painel, um prato?

[23:46]Nós vamos mudar o cenário, porque tá chovendo aí. Vamos ali pra, aí eu sempre começo com a pergunta, né, de quem polui mais seu plástico, seu papel, e aí eles sempre levantam a mão do plástico. aí vai para a parte teórica, vou mostrando antes e depois, uma parte que eles ficam bem impactados na hora da alimentação, como era e como é. E muitos defendem o uso da sacolinha retornavel, e aí eu expliquei para eles o que pode acontecer com a sacolinha retornavel com o alimento que está ali dentro.

[24:21]e algodão, né? É, retornava de algodão. Ecobag. Isso, aí, porque assim, um dos erros que eles falam é o recusar, teve estudante que falou recusar essa colinha plástica, aí foi onde eu entrei para falar da Ecobag, aí tudo bem, continuamos a palestra, a gente vai para a parte prática, que é a parte onde eles participam do circuito, do material que ia ser descartado, que se transforma em material...

24:51O circuito de economia circular do Instituto

[24:51]material, matéria-prima, pra produção de um novo produto na máquina, na injetora, né, Mãe? É porque assim, eu vou explicar a base, Instituto, nós temos hoje um auditório de 100 lugares, comporta até 100 alunos, 100 crianças, 100 jovens, 100 professores, 100 pessoas de equipe de marketing, 100 pessoas de eco-designer, vocês estão vendo que eu estou indo além, tá?

[25:17]já estou entrando na sua indústria, se quiser mandar a sua indústria para lá, pode mandar que a gente vai receber, vai ser maravilhoso receber todo mundo. E nós montamos um circuito de economia circular, que a gente tem moinho, a gente tem injetora, a gente tem prensa, a gente tem extrusora, a gente tem várias máquinas e os jovens que vão para lá, eles entendem o que é a economia circular, ali na prática, não tem nada sem funcionar, os equipamentos todos funcionam, as moinhas, as injetoras, as extrusoras, as prensas, tudo funciona e eles entendem que aquele material pode gerar valor com outro produto e gera muito valor.

[25:56]Então, e aí, nessa parte prática, é muito legal porque você consegue ver o brilho do olhar deles, de ver que aquilo pode se transformar em um outro material para ser utilizado. Nessa última palestra, eu mostrei para eles o que já foi produzido e eu tinha separado umas lembrancinhas. Nossa, eles ficaram muito felizes. Aí eu tinha separado o porta celular, os ossinhos, que também é um projeto da Causa Animal.

[26:24]E falei assim, no final eu falei, olha gente, agradeço a presença de vocês e eu vou dar para vocês uma lembrancinha daqui do Instituto. Nossa, foi a alegria, foi a felicidade deles de receber aquilo. e assim, pra mim, como educadora, é o que eu falei, o que mais me encanta é ver o brilho do olhar deles, de ter entendido o que pode ser feito, porque hoje o que assusta muito a nossa área da educação é a falta de interpretação dos alunos, eles não conseguem interpretar, três, quatro linhas.

[26:57]E falar um negócio de pular corda pra mim, a criança pulando corda, dificuldade que tem hoje, por exemplo? A gente está percebendo uma dificuldade de coordenação motorana nas crianças muito grande. A ponto de eu ajudar uma criança a ensinar como descer a escada, pular corda, meu Deus do céu, na semana do socorre. É a parte que a gente fala que tem que vim de casa, né?

[27:25]Não, são brincadeiras que antes eles faziam, porque eles tinham na rua, né? não, se bem que hoje eu concordo que não dá para brincar na rua mais, mas é muito mais fácil pegar um celular e dar para o meu filho, né? São poucas as famílias que ainda acreditam nessa educação, nesse enterterimento de corporal, né? E isso atinge em todas as áreas, é muito triste.

[27:53]a gente tem um professor que trabalha com o esporte, um grande amigo nosso que trabalha com o esporte, ele fala que está... Para mim é o abel, para o esporte é o abel, mas é você. É do Instituto Anamosa, um beijo meu amigo ombleto, eu chamo de ombleta, ela chama de abel. Você chama de abel e eu de abel? é importante é que ele é uma pessoa muito inteligente nessa nesse momento da parte de coordenação motora das crianças e a gente discute bastante ele tem razão do que ele fala é muito louco isso mas eu não imaginava isso quando quando ele mostrou eu não imaginava é o uso excessivo de telas então isso está prejudicando as crianças para escrever o imediatismo de de conseguir tudo na hora, e essas brincadeiras, elas demandam regra, lugar, tempo, frustração.

[28:49]E eles aprendem lá no Instituto Soul do Plástico brincando, porque tem as brincadeiras que a gente faz lá também, obviamente tudo monitorado pelos seus professores, pelos seus mestres, e assim, pessoal do plástico, agora aqui falando sério, agente tem que fazer alguma coisa, essa história de que tem que fazer um negócio e esse negócio tem que ter pai, isso precisa acabar, cara.

[29:14]Ai a associação tal não faz junto com a associação tal, porque a associação tal quer protagonismo e a outra também quer, caramba, cara, o protagonista da história, é o material plástico, esquece isso, elege aí uma empresa de marketing e façam uma ação coletiva, nós juntos, nós vamos muito mais longe, sozinho a gente vai mais rápido, escutei isso ontem, e junto a gente vai mais longe, que é a questão do associativismo, se a gente não tivesse ABIMAQ para defender a duça de máquina, se a gente não tivesse ABIPLAST para defender a associação do plástico, a categoria do plástico, a gente tivesse lá o sindicato de Santa Catarina, o sindicato do Rio Grande do Sul, ou-se sindicato, né, eu vou agora em novembro, tenho o do Espírito Santo também, que é botar lá participando com eles, inclusive um abraço a todos os presidentes de associações sindicatos, que a gente fala bastante, mas assim, eu acho que a gente tinha que estar junto numa campanha nacional para falar do material plástico, porque a ciência está do nosso lado, quem está contra a gente é ONG e político que não entende nada do que está falando.

[30:33]Eles estão comprando causa de ONG e essas ONGs, a gente sabe os interesses deles quais são. Agora, por exemplo, eu entrevistei o presidente da FEPACORE, pute, é o cara que entende tudo de reciclagem. Ver lá no podcast e no PodPlástico o que ele fala do vidro. você acha que você pega o vidro, que o vidro é uma embalagem legal, pega, toma a longinéque de vidro, ela é de uso único ou não, é só você pensar um segundo, não precisa nem de dois, a menos que você tenha um problema aí que você precisa de um dia para interpretar uma pergunta dessa, porque é óbvia a resposta, ela é de uso único, tanto que você vai na praia no final do ano, tá lá jogado o plástico, o vidro, o papel, o pedaço de pau, tá tudo jogado lá no chão, por quê? Porque o cara que joga uma coisa, ele joga outra. Aí você fala, é, o brasileiro é maior educado, cara, a gente vem da economia linear e não da economia circular, a gente tá fazendo uma transição de uma economia linear para uma economia circular, que é onde ela entra na escola, só que o material que ela tem na escola, você olha lá, ele foi feito por ambientalista, concunha de ambientalista.

[31:41]Ambientalista, cara, se eu definir aqui, eu vou preso o que eu penso do ambientalista, tá? porque esses caras, eles não sabem o que eles estão falando, porque eles não estudam, eles não levam a ciência sério. Você quer saber se o material é melhor do que o outro? Você pega lá ISO 14040, vou repetir, ISO 14040, entra lá, olha as avaliações de ciclo de vida, ali você tem se o material é melhor que o outro, onde ele performa melhor, onde ele performa pior, eu acho que todos os materiais que tem hoje fabricados por nós seres humanos, eles são úteis, o que são inúteis, eles somem do mercado automaticamente, porque ninguém vai comprar, mas a maioria são materiais úteis, eles precisam de uma, talvez, um regramento, alguma coisa assim, mas a proibição é sempre a pior forma, assim como a aprovação automática, foi a pior forma, e nós empresários estamos sentindo isso hoje. Converse qualquer empresário de qualquer lugar e pergunte a ele se ele tem mão de obra farta pra trabalhar na empresa dele. Aí eu vou falar pra minha esposa porque eu fico na minha narrativa aqui, eu fico até amanhã falando isso e vou longe falando. Em assunto, hein? Eu vou falar que tem é um assunto pra você falar, porque, então, aí, voltando, né, à parte da interpretação.

[33:10]Gente, quando você lê uma informação, você tem que entender o que passa. E aí, é muito mais fácil fazer cortes de lugares, de notícias, mostrando o que é, mas... Pestamente, é ridículo, é superficialmente o que é. é o que, por exemplo, é o que interessa... É o que dá like, é o like. Hoje, se você falar de molde plástico na internet, você ganha um milhão de views. Você fala bem, você ganha mil views. Então, é isso que eu falo. Aí, lá, mostrando pra eles a teoria, eles interpretando, olhando, e a prática, eles saem com outra visão, eles saem entendendo direitinho... E nunca mais esquece.

[33:56]e não esquece, é comandar de bicicleta, acho que não esquece mesmo, porque assim, a informação ela entra de uma forma tão sutil e tão profunda que eles absorvem, porque faz sentido, e aí eles saem de lá falando assim, ah, agora eu sei o que discutir quando alguém defender, falar em mal do plástico, e eu acho isso essencial. Gente, a educação do passado onde a criança era muda, eu não sou a favor, eu sou a favor, sim, da criança, é questionar, perguntar, com respeito, com respeito, é o que não tem mais hoje, antes tinha respeito, hoje não tem mais, o aluno ele precisa questionar, ele precisa entender o que está sendo passado para ele, porque senão ele só vai absorver informações e não vai entender nada, então o instituto vem para mostrar a realidade do plástico que é o que a gente defende porque é a empresa dele, ele começou esse instituto assim de uma forma muito linda, porque eu escuto desde o começo, tá.

35:05Como nasceu o Instituto na ETEC de Mairiporã

[35:05]Quando ele foi na ETEC, o Maluna perguntou para ele onde ele poderia vender a tampinha por um preço maior do que eles vendiam para poder fazer a formatura. fazer uma festinha no final, né? Esse homem ficou dias e dias pesquisando, pesquisando para poder encontrar um equipamento, tanto que a primeira maquiminha do Instituto era bem diferente da que está agora, toda tecnológica, robusta, redonda, uma graça.

[35:37]E com certeza vão vir novas, vão vir de novações, porque eu conheço porque ele não consegue ficar estagnado, ele está sempre buscando algo a mais. e aí ele foi buscar o que ele poderia fazer para ajudar os alunos da ETEC de Mairiporã, né? Mairiporã. De Mairiporã, para poder juntar o dinheirinho e fazer uma confraternização no final do ano. E aí surgiu essa ideia do...

[36:04]Cara, a valorização da tampinha, nós tiramos ela de 1,60 para R$ 840 em um produto, é absurdo. e maripurã eu tenho que falar e eu tenho que sempre agradecer ao nosso prefeito Aladim, ao secretário Jorge, a secretária Lilian, ao secretário Vitorino, porque assim foi uma união de boas vontades, de boas práticas que nos levaram a conseguir implantar o projeto, a conseguir a abertura do Instituto, foi um negócio bem arrojado, porque é um político tomar a pauta plástico na mão, é bem complicado pra ele, viu, porque ele toma uma pancada, e o Aladdin foi e brigado, viu, perfeito, foi muito bacana isso, aí você pega lá o prefeito de Orléans, que foi quem levou aquela pauta do senador Esperidião Amin lá pra Braço do Norte, que foi sensacional, foi o evento fantástico, que foi a primeira audiência pública fora do Senado com o senador Esperidião Amin, a gente discutindo os projetos que são pautados por ONGs, né, esses projetos que são só pessoas boas, pega aí, projeto de lei 25-24, o nome dele tá assim ó, projeto de economia circular, quando você entra lá, aquele projeto é puro banimento, ele é uma desgraça, ele coloca o empresário como bandido, como encarcerado depois de dois anos.

[37:35]eu acho que eu penso com relação a isso, é mais fácil banir do que pensar... Mas é a mesma coisa da educação, é mais fácil aprovar o aluno, do que fazer ele aprender, é muito mais fácil, né? Isso é coisa de burro, de preguiçoso, isso é coisa de idiota, não foi assim que a Coreia saiu de uma vila e virou o que é, não foi assim que o Japão pôs guerra, é o que é hoje. Então, o Brasil está indo na contra mão da educação com essa história de aprovação automática, eu sou contra, veementemente contra isso, porque o aluno tem que passar de ano, se ele estiver preparado.

[38:13]Se ele não estiver preparado, gente, ele não pode dar um passo à frente. É a mesma coisa, a promoção numa empresa. Como é que eu vou promover um cara incompetente? Não tem como? E é o que eu falo, com relação a essas crianças que vieram dessa aprovação automática, eles vieram sem aprender, tá? Eles vão para o mercado de trabalho sem base. Alguns vão dar sorte, vão virar youtuber, outros vão dar sorte, vão virar jogador de futebol, numa proporção baixíssima e os outros vão ter sub-empregos.

[38:47]Então, e você como empresário, eu vejo em outros setores também, até na escola, mão de obra, hoje está escassa. Não, pergunta para qualquer empresário. eles não querem mais trabalho, eles querem, como é que eu vou explicar? Que é facilidade, que é lá cumprir o horário e ir embora. Porque foi fácil a chegar até aqui, então eu quero facilidade a partir de então, então isso tem que mudar, isso tem que mudar não só na educação, as pessoas tem que, a meritocracia ela é ideal em tudo, você ter mérite para ganhar.

[39:23]e você e você mais uma vez, você do setor do plástico, abrace uma causa, acredite no associativismo, tem que acreditar, você tem que acreditar que existe maneira sim da gente falar sobre os materiais plásticos, senta uma porrada, não tenha medo de se posicionar, porque tem muita gente que não fala de plástico, tem medo de posicionar, eu comecei a falar sobre isso aí, tem um ano e meio mais ou menos, né?

[39:52]um pouquinho mais. É, um pouquinho mais, eu comecei a falar, mas se você pegar meus primeiros vídeos lá, putz, é um mais escroto que o outro. Só que é uma coisa que eu discuto a minha vida inteira. Então, a gente tem lá o nosso livro, eu escrevi um livro, que se chama O Vilão Que Salvou o Mundo. A gente pega os insights dos materiais plásticos, como surgiu, porque surgiu. Cada ponto de surgimento de um material plástico, ele vem resolver um problema ambiental, que é o caso da sacola.

[40:20]eu não vou contar, você vê lá dentro do livro, tá, o caso da sacolinha plástica, o caso da bolsa de soro, da bolsa de sangue, o caso do celuloide, pô, um artista que fala mal de plástico, o artista, você é burro, hein cara, você tinha que estudar um pouquinho, volta lá atrás e vê a primeira película de filme, como que ela surgiu, o porquê que você tá na telinha hoje, como que foi a primeira gravação e as posteriores depois que vieram com a evolução, quem pra quem não conhece os filmes da Kodak, puta merda, você ficava uma semana esperando pra reenalar um filme.

[41:03]Às vezes saiu uma foto só. É, e aí a gente tem isso tudo lúdico lá no nosso Instituto, dentro dos nossos aquários, pra mostrar pra galerinha como é que é. então, mais uma vez, nós temos um espaço de 100 lugares e um circuito de economia circular completo para você, lá, entender como é, a gente passa a nossa visão, a nossa visão não é a visão que todo mundo tem que aceitar, está ali a nossa visão, nós temos no Instituto, hoje, eu na presidência, o Junior da TalkPlast é o diretor, o Sidnei da Terpol é diretor também, então, você vê um cara de comunicação, um cara de indústria e um cientista que é o Sidnei e hoje a nossa curadora do instituto é a minha esposa porque alguém tem que trabalhar bastante para poder investir o dinheiro no instituto, que aquilo ali foi tudo investimento com recurso nosso, então a gente tem apoiadores hoje que nos apoiam, são poucos, empresa grande apoiar a gente, puta difícil, quem mais tem recurso é quem menos quer saber, é quem menos se importa com a coisa.

[42:14]Aí quando vem a aguinha lá batendo na bunda do cara, o cara, ó, aí desespera, mas sempre tem um cara que vai ajudar e defender, que é o caso da Abiplast lá, quando eu quero alguma informação técnica de material plástico que eu não estou encontrando, eu ligo lá para o Paulo da Abiplast, aquele cara é um computador humano, pelo amor de Deus, e o que cabe de informação naquele cara. Aí falo com ele, eu falo com a Magali, eu falo com a Simone.

[42:41]Quando a gente quer saber dado técnico de mercado de máquina, a gente fala com ABIMAQ. Ou seja, a gente tem muito amigo, a gente tem bastante gente no setor da embalagem mesmo, os professores do setor de embalagem que a gente conversa bastante, que é o Mestriner inventou a IA da embalagem, você entra na IA da embalagem e faz umas perguntas a como fazer uma embalagem da melhor forma e tal, a IA do Mestriner te responde, foi premiada como a melhor IA do mundo, e isso aqui é produto brasileiro, gente, você vê?

[43:16]E as pessoas começaram a se articular para falar do material, só que o plastiqueiro em si, o raça desunida do caramba, tá? e mudar. Eu ia falar um palavrão aqui, mas eu estou quietinho hoje, hoje eu estou calmo. É porque eu estou do lado. Precisa mudar, eu falei, precisa mudar. Uma pessoa que eu admiro muito a simária, né? Simara. Do Tampinha Legal. E ela mesmo também defende isso que eu estou falando.

[43:46]Precisa mudar, precisam se unir o mais rápido possível. O mais rápido possível. o projeto da Simara, é um projeto maravilhoso, ajuda quantas pessoas ela falou, abrange muita gente, muita gente, e sabe, é um projeto sem fiz do Crativos igual ao nosso Instituto, tem o Tampinha Legal, tem o Tampinha do Bem lá em Santa Catarina, você tem um monte de põe, pra caramba, fizeram o Congresso Brasileiro do Plástico, obrigado, deixaram eu participar lá do congresso também, teve o outro evento lá dentro da feira Interplast, de Joinville, que foi da Plástico Sul-América, que eu fiz o lançamento do meu livro, muito obrigado também.

[44:34]Assim, a gente tá começando a conversar mais com as pessoas, mas você vê quem tá unindo as pessoas, as classes, quem tá tentando fazer esse trabalho, são os caras que trabalham com mídia, Junior da Talk, Plástico Soul America, Melina, Ricardo da EMBANEWS, são as pessoas que estão tentando puxar um grupo pra se unir, pra gente falar, e você pega o pessoal lá de Santa Catarina, meus sinceros, parabéns gente, os cês fizeram, naquela audiência pública foi fantástico, eu gravei um vídeo falando sobre isso, foi fantástico, isso tinha que se replicar pra caramba no Brasil inteiro, aqui em São Paulo a gente tem tanto político aqui cara, tem muito mais que ir lá, vamos catar esses caras, vamos unir, colocar, a gente tem nossa frente parlamentar aqui, que o deputado Bruno Zambelli abriu pra gente, vamos utilizar essa frente parlamentar pra falar de economia circular de todos os materiais, não é de um não, tem que entrar tudo que é material nessa frente parlamentar, tá, todos os materiais, você pega aí, anvisa, esse vídeo tinha que chegar, anvisa, anvisa, porque que você não tem uma validação de atoxidade da base do ovo de popa de papel, que é aquele material lixão desfibrado, ele não tem validação e a tampa de PET tem que ter.

[45:57]Eu sou a favor da tampa de PET tem que ter, a validação, porque eu acho que todo material que entra em contato com o nosso alimento tem que ter validação. e é assim que funciona, pros materiais plásticos, tá? Agora, Anvisa, fala pra mim, por que que o papel não tem essa validação? Que negócio é esse? Que lobby é esse que ninguém põe a mão no papel?

[46:17]Não é? Sim, tem razão. Então, assim, eu vou ajudar agora no Instituto, ministrando as palestras pras crianças, recebendo as pessoas que tiverem interesse de conhecer, vão, conheçam, façam parte, é sensacional, para eu deixar a sala de aula e abraçar essa causa, é porque eu acredito, porque você sabe o quanto... abcha-resistente, viu? Não, não. E talvez o quanto é uma sala de aula.

46:57Fundação Casa e a "reciclagem humana"

[46:57]Você ama a sala de aula. E lá é uma sala de aula. É de outra forma, mas é uma sala de aula. Mas é porque eu acredito. Mas fala aí, a gente atendendo o pessoal da Fundação Casa. Nós atendemos os internos da Fundação Casa, que a gente está fazendo uma parceria com a Fundação Casa agora. Fala aí que bacana que foi. Foi emocionante. eu vou falar pra vocês, gente, que eu tinha uma visão e essa visão, ela mudou, tá? Óbvio que aqui não tem hipocrisia e nem tem, eu só tenho jeito de andar e jeito de falar de besta, tá?

[47:31]mas, assim, para mim, aquilo foi um negócio muito legal, impactante, poder conversar com aqueles jovens, assim, e de alguma forma é beneficiar alguns, que estavam ali, que eu sei que vão ser beneficiados, tem alguns ali que pai é catador, mãe é catadora, ou é cooperado, ou trabalha na reciclagem, e assim a gente pode trazer um insight diferente de como ele levantar um dinheiro a mais, ajudar o pai e a mãe com aquilo.

[48:08]e uma forma verdadeira, e assim, o que me impactou bastante foi, assim, eles prestaram atenção. Aí, uma ultimatorinha até interagiu com a gente, né, porque eles devem ter as regras deles lá, né, enfim. Eu até perguntei para uma moça que estava lá, se eles podiam interagir, até que eles interagiram um pouco. puro, mas você vê que tem jovens que foram para lá.

[48:39]Falta de prática nossa também, porque foi a primeira, isso aí agora evolui, que a gente vai fazer direto. É, porque até eles te procuraram, né? E assim, eu acho que você mostrar para aquela criança, porque eram crianças, 14 anos, 14, 15, 16, até 17 anos. sem a oportunidade de subir na vida de outra forma, sem a oferta negativa que tem aí fora. Tanto que um deles, a hora que está vindo embora, eu falo que o instituto é a maternidade das outras máquinas que ele produz.

[49:19]Então eles perguntaram o que aquela máquina grande que estava lá fabricava e ela fabricava formas de... a folpica nas forminhas de ovos. Aí eu falei, essa máquina começou a pequenininha, e ela foi crescendo, crescendo, crescendo, e assim, já pensou que orgulho pra gente, do instituto, aqueles meninos, voltarem lá e falarem, eu quero trabalhar aqui, eu quero começar aqui, e a gente vê que conseguiu porque o posto daquele dia foi muito bonito, feito pela Talk, que o instituto não recicla só o plástico, ele não fala da reciclagem só do plástico, ele fala da reciclagem não geral, e ali no caso seria uma reciclagem humana, então foi muito bonito mesmo.

50:17Estrutura fabril, associativismo e o recado ao setor

[50:17]e a gente ali no Instituto, nós estamos montando uma estrutura, pessoal, para você que não teve oportunidade de visitar e já está convidado, é só me chamar nas redes sociais, a gente está montando uma estrutura ali, que a gente vai reciclar material, que é descarte de cooperativa, a gente está fazendo uma estrutura Fabril para o Instituto, com doações de equipamentos de outras empresas até, plastilânia, o seu mioto, nos doam em uma, uma injetoria de 160 toneladas, que é pra, pra cunha educacional, tá, a gente vai ensinar com aquilo, a Rui Standard nos doam em equipamento também o Luiz, então queria agradecer o Luiz, queria agradecer o seu mioto, porque são, a gente precisa de iniciativas assim, é, não dá pra gente aportar o dinheiro inteiro pra para fazer tudo. Se você for lá, a estrutura é muito bem montada, é muito bem organizada, já foram faculdades lá, já foram pessoas ligadas ao governo, já foram muita gente lá, tá? E assim, todo mundo que vai gosta muito do... porque a gente faz tudo com muito carinho para passar para as pessoas, tirar essa vilanização do material, que o material não é vilão porque a gente costuma falar sempre e eu sempre vou bater nisso.

[51:40]O material não tem perna, cara, é o povo que joga fora. Aí você fala, Brasileiro, mal educado, olha o japonês, cara, não é assim não. Não é assim não, é o cara que é mal educado, não. Eu discordo, porque no Japão tem pauta pública de educação ambiental dentro da escola e ela não é dada por ambientalista e ambientalista não escreve livro nenhum pra entrar dentro da escola.

[52:06]aqui no Brasil isso não é pauta pública, a gente está fazendo essas palestras que nós não podemos chamar de aula, elas são palestras que nós estamos fazendo dentro do instituto e esse circuito de economia circular, que eu estou lutando muito para que isso vire pauta pública, eu estou morrendo de medo para falar a verdade de um ambientalista em trapa da aula de meio ambiente dentro de uma escola, aí você, do setor do plástico aí você esquece, viu, que a criança vai crescer com um nojo do plástico.

[52:36]É, já tem, então, é por isso que eu estou falando, e eu na base já estou vendo isso, que já tem um certo ranço, isso precisa mudar, e não vai mudar se eles não tiverem informação correta. E é isso, ajuda a gente, a ajudar o mercado, a gente que eu falo é a gente, é todo mundo, tá? É, tampinha legal, tampinha do bem, Instituto Soul do Plástico, ou muitas outras iniciativas, você tem muitas outras iniciativas espalhadas pelo país, agora você que fica defendendo o vidro aí, você não pode perder o podcast que eu fiz com o Jair, que eu postei ele agora, esse vídeo tá sensacional, o Jair explica pra você o que é a cadeia de reciclagem do vidro, e aí você pega, se a cadeia de exclagem é ruim, e você olha para a produção, para a extração do material, é terrível cara, presta atenção nas coisas que vocês falam, nas coisas que vocês pautam, no que vocês defendem, estudem antes de falar, não replica em besteira, e vocês nutricionistas que estão enchendo o saco, falando merda pra caramba nas redes sociais, eu vou rebater com toda o meu fígado, vai rebater vocês, não é a minha cabeça, meu fígado, vou rebater vocês com o fígado, sempre, porque estudem, estudem, vocês têm que estar mais ligados e antenados do que todo mundo, hoje, com o mundo moderno, você pegar uma marmitinha de PVC de polipropileno, que você tira do freezer, põe lá dentro da sua bag térmica, que é de plástico também, leva para o seu trabalho, aí você coloca no micro-ondos aquilo lá, cara, aquilo não te contamina, só para deixar para você não contamina, existem estudos, leiam os estudos e você que tem dúvidas sobre qualquer coisa, pode me deixar recado no Instagram que eu respondo, você pode deixar aqui no YouTube que eu respondo, você pode deixar onde você quiser, que eu vou responder, porque se eu não souber a resposta, eu vou buscar com quem sabe, porque eu conheço quem sabe, você não precisa saber tudo, você precisa conhecer quem sabe, e eu conheço gente pra caramba no mercado do plástico, esses 38 anos de mercado de plástico e esses cabelinhos brancos que eu ganhei aqui, eles vieram com um pouco de bagagem, com um pouco de conhecimento e com muitas amizades ao longo do meu percurso dentro desse mercado tão maravilhoso que você envolve renda para catadores, renda para cooperativas, renda para associação de catação, associação de pequenos recicladores, de recicladores, é uma cadeia muito robusta, desafios sim existem, as pessoas que não veem da época que eu venho, vocês que são mais jovens, vocês não viram um problema que era o pneu na década de 80, era pior até, eu acho, a briga do que tá sendo hoje. Só que quando a indústria é cutucada, a indústria se mexe diferente de uma ONG que é cutucada, vai deitar na rede, vai andar de jatinho pra ir pra países, pra lá e pra cá, pra fazer apologia não ao plástico, ele queima que o Erosene daqui da Europa, da Europa pra cá, daqui pra lá e de lá pra cá. Então, é diferente quando a indústria é atacada, a indústria responde e está vindo uma resposta, sim, existem desafios e esses desafios serão superados, eu tenho certeza absoluta, tem muito material multicamada, indo para o monocamada, aí eu dei uma abrecada nela a falar aqui que eu queria falar um pouquinho mais tecnicamente com vocês, estão desenvolvendo materiais monocamados, que são materiais mas que resicam com maior facilidade, com maior assertibilidade. Você tem hoje, por exemplo, os fabricantes de whey protein. Esses caras, eles colocam o whey protein num potão assim que é pra dar aquele negócio do strong e do forte, né? E assim, aquilo ali, pra quem não sabe, o carroceiro, o catacarroceiro não, o catadora e a catadora autônomos, né?

[56:50]com catadores e catadoras autônomos, é assim que eles gostam de ser chamados, e assim que eles devem ser chamados, eles adoram aquilo, porque aquilo é um material pesado, recicla, gera valor, gera dinheiro, quando o cara coloca aquele mesmo produto no saquinho pound, multi-camadas, aquele saquinho não vai ser reciclado, então você vê como sua narrativa de menos é mais, tá errada, menos é menos, tá, mais é mais, e acaba que você não vai ah, menos é mais, menos é mais, não, menos é menos, mais é mais, matemática tá aí, vamos estudar, então o potão ele recicla, e o saquinho ele recicla, mas ele é desafiador, não são todas as empresas que reciclam, a escala de reciclabilidade dele ainda é baixa, a do pot ela já tem uma cadeia robusta de reciclagem, e assim é para vários e vários e vários materiais que a gente tem no mercado aí, e em relação A EDUCAÇÃO, a gente vai ter a Karen, a professora Karen, porque ela é professora.

[57:55]Não vou deixar de ser. Ela não vai deixar de ser professora nunca. A professora Karen vai ajudar a gente bastante, a gente está com aluno lá toda semana, tem palestras toda semana lá no nosso instituto, tem o circuito, tem escolas que a gente empresta equipamento para que eles façam a rendinha deles para pagar formatura. aquela menina que me ensinou, me cutucou no ETEC, quando ela me cutucou, ela cutucou a indústria, tá?

[58:20]Você não sabe, viu? Eu não lembro de seu nome, mas parabéns, aquele instituto tá lá hoje, você foi a dedo na ferida que fez aquele instituto, tá lá, eu não sei o nome dela, mas ela é lá de terra preta, estudou no ETEC, terra preta, eu vou retrasar, acho que foi. E é isso aí, tem alguma coisa com um recadinho que você quer deixar? já deixei, mas vou reforçar, vão conhecer, vão conhecer, vão ter a impressão, a opinião de vocês, a gente precisa conhecer para poder falar, e aí vocês vão poder tirar as conclusões.

[58:58]E você, da indústria do plástico, tira essa bunda da cadeira e vai ajudar alguém, alguma coisa, alguma entidade, o instituto está lá de portas abertas para te receber, vai entender o que a gente faz, vê se gera conexão com você ou não, vê se faz sentido você nos apoiar ou não, e você que ficou conosco até agora aqui escutando um papo de casal aqui no nosso PodPlástico hoje, essa aqui é a minha outra parte, a minha outra metade, e a gente está aqui juntos falando para vocês, vão conhecer o instituto, entenda o que é o Instituto, o Instituto é uma coisa que veio pra somar, não foi pra tirar nada de ninguém e quem conhece, gosta, todo mundo que vai lá gosta e muito obrigada a você que nos está com a gente até agora, mais uma vez, se não nos segue no siga, deixe seu like, ativa o sininho, se gostou do nosso bate-papo, deixe uma mensagem, se não gostou deixa também, aí que você tem que deixar mesmo, porque eu gosto desse tipo de mensagem que a gente pode entender e melhorar o que a gente está fazendo.

[1:00:06]E, meu muito obrigado e até o próximo episódio do PodPlástico, já lá nos nossos estúdios e não na minha casa. Valeu.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.