Logo PodPlástico

COMO TRANSFORMAR CICATRIZES EM VITÓRIAS

1:11:1750 min de leitura
Episódio completo no YouTube: COMO TRANSFORMAR CICATRIZES EM VITÓRIAS

Geraldo Santana saiu da pobreza no sertão da Paraíba e virou referência em liderança humanizada. Como ele transforma cicatrizes em combustível para vencer.

Principais insights

  • Cresceu no sertão da Paraíba em condições de extrema pobreza e migrou sozinho para Rondônia aos 20 anos.
  • Levou 18 anos para realizar o sonho de trabalhar no Banco do Brasil — e transformou a espera em preparação.
  • Defende que liderança humanizada não é "ser bonzinho": é cobrar com respeito e sem humilhar.
  • Autor do livro "Transformando Cicatrizes em Combustível para a Vitória", hoje atua como palestrante e mentor de líderes.
  • Fala sobre como a maturidade emocional e a gratidão mudaram sua forma de lidar com dificuldades.

Perguntas frequentes

Quem é Geraldo Santana e qual é a história por trás do livro "Transformando Cicatrizes em Combustível para a Vitória"?
Geraldo Santana nasceu em Coremas, no sertão da Paraíba, e migrou sozinho para Rondônia aos 20 anos em busca de oportunidades. Sua trajetória de superação da pobreza virou o livro "Transformando Cicatrizes em Combustível para a Vitória", onde defende que não são as quedas que definem uma pessoa, mas a forma como ela decide se levantar.
Qual é a diferença entre um chefe e um líder, segundo Geraldo Santana?
Para ele, o chefe intimida e bate na mesa, enquanto o líder é desenvolvedor: acolhedor, empático e cobra resultados com respeito, sem humilhar quem está sendo liderado.
Quanto tempo Geraldo Santana esperou para realizar o sonho de trabalhar no Banco do Brasil?
18 anos. Ele viu o ambiente do banco pela primeira vez ainda jovem, acompanhando a mãe, e levou quase duas décadas de preparação até ser aprovado no concurso — depois trabalhou lá 27 anos e 4 meses, até se aposentar.
Como a maturidade emocional ajudou Geraldo Santana a lidar com dificuldades?
Ele diz que a maturidade trouxe autocontrole e equilíbrio: aprendeu a não guardar mágoas, a verbalizar o que sente sem prejudicar o outro, e a fazer sua própria leitura das situações em vez de se deixar levar pela opinião alheia.
O que Geraldo Santana ensina em suas mentorias de liderança?
Ele foca em autoconhecimento — entender como a pessoa reage sob pressão — como base para formar líderes e futuros líderes mais humanizados e assertivos.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura e apresentação de Geraldo Santana

[0:00]e sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico e hoje eu tenho o mesmo prazer de receber aqui seu Geraildo Santana é um homem que transformou-se catríses incombustível, nascido em Coremas, no sertão da Paraíba. Geraildo Santana conheceu cedo as limitações, as dificuldades e os sonhos que pareciam distantes demais para serem alcançados. Enquanto outras crianças pedalavam, ele observava, enquanto muitos e já estavam obstáculos, ele aprendeu a enxergar possibilidades. Autor do livro, transformando-se catríses em combustível para a vitória, fez da própria história uma missão, mostrar que não são as quedas que define uma pessoa, mas a forma como ela decide levantar. Esta não é uma entrevista sobre sucesso, é uma conversa sobre coragem, propósito, fé, liderança e transformação humana. Seu Geraildo, seja muito bem-vindo ao PodPlástico. Por favor, se apresente para o pessoal. Já disse tudo, já resumiu muito bem, né, do Geraildo. Primeiro dizer do meu prazer de estar aqui, né, nesse momento, participando desse podcast e dizer que se não fosse o digital, isso seria impossível, e eu costumo dizer que eu sou o cara que veio da datilografia e que hoje transito com uma certa facilidade no digital, eu sou um aficionado, eu sou um apaixonado por esse mundo, exatamente porque ele permite isso aqui, né, esses encontros, eu em Rondônia, o senhor aí em São Paulo, e nós, fazendo esse episódio juntos, eu, a gente que veio do mundo off, sabe muito, e muito bem dar valor para isso que nós temos hoje. Eu lembro que quando eu cheguei em Rondônia para se comunicar lá com minha mãe, era carta, mandava carta pelo correio, era aquela emoção. Orelhão. Orelhão.

2:06Da infância no sertão da Paraíba à mudança para Rondônia

[2:06]Meu irmão, quando foi embora para os Estados Unidos, a gente ficava num orelhão para ligar e assim orelhão já era um avanço. como assim, o Geraildo saiu do sertão da Paraíba, com 20 anos de idade, vim pra Rondônia, como minha mãe dizia, em busca de ser alguém na vida, e o que era esse ser alguém na vida, esses dias, né, se eu rui alguém falando, e uma pessoa que possivelmente nasceu embeço de ouro, combatendo, dizendo que ela não concordava com essa expressão de ser alguém na vida, porque ela não e o do outro lado, então assim, só quem viveu do outro lado, sabe o que significava isso, né, e minha mãe, o tempo todo, buzinava nos nossos ouvidos, meus filhos, estudo, pra vocês serem alguém na vida, e esse alguém na vida é o que que minha mãe queria dizer? Alguém que conquistasse o seu espaço, né, que chegasse, que realizasse o seu som? E os delas, né? E os delas, que sou de delas, é realizado pelos teus, né?

[3:11]com certeza os pais se realizam, né, pelos sonhos dos filhos, né, isso é natural, eu vim pra Rondônia com um sonho de ser funcionário do Banco do Brasil, e graças a Deus foi em Rondônia, que eu costumo dizer, foi em Rondônia que as portas começaram a se abrir pra mim, a minha vida, a vida passou a mim bater com menos força, porque até eu chegar em Rondônia, eu resisti, porque e nós éramos brutos, mas apanhamos muito, muito. Eu costumo dizer, o seu Rui, sempre assim, e quando eu falo do sertão, quando eu falo da minha história e das minhas experiências vividas, eu não falo me invitimizando, eu falo exatamente para encorajar outras pessoas, e não importa de onde você veio, é, exato, não importa de onde você veio, não importa o tanto que a vida já te bateu, o importante é que você não desista, Então assim, eu digo que Rondônia foi minha canaã, foi aqui, graças a Deus, que as coisas, eu vim comprar uma roupa pra mim, em Rondônia com 20 anos, eu vim conhecer pizza com 20 anos, eu vim comer uma comida melhor, com 20 anos, e o que eu tenho falado muito, eu aprendi a andar de bicicleta, quando eu cheguei em Rondônia aos 20 anos de idade, até então eu não tinha subido numa bicicleta, e o hoje, graças a Deus, é como tem uns postes meu, eu pedalo a 150 metros de altura e quando eu estou ali vamos falar disso, vamos falar disso, quando eu estou ali é do meu, a minha mãe, ela veio pra ela é do sertão da paraíba de Antenor Navarro, hoje é a cidade do Peixe, ela veio de pau de Arara pra São Paulo, e, lá, quantos dias ela, os pais, os irmãos, eles vieram de pau de arar, então, a gente sabe muito bem o que é ser alguém na vida, né, essa frase, você tem que ser alguém, você se estudar, você precisa fazer alguma coisa para ser alguém na vida, isso é muito, é fascinante, assim, a força que as pessoas têm guardada dentro delas, né, e só sabe quem passou por isso, né, CERTEZA, quem não passou, então assim, essa coisa do só sabe quem passou, esses dias eu fui fazer, esses tempos atrás eu fiz um podcast com um juiz aqui da minha cidade, e eu falei pra ele, eu disse, não, simplesmente nós vamos tocar nesse assunto aqui, mas a minha mãe trocava votos, por exemplo, ela trocou votos pelo meu curso de datilografia, aí hoje quem tá aqui de fora condena o o pessoal de lá fala, e eu falo assim, o que seria de mim se não fosse o curso de datrografia, mas minha mãe negociou, então assim, era só a época que conseguia alguma coisa, eu lembro que havia promessas, olha, nós vamos empregar um filho seu, nós vamos empregar e nunca que nós conseguimos, então assim, foi preciso a gente sair de lá, né, então só quem passa sabe, né, só quem passa.

[6:31]é que o serviço público é muito importante na pegabilidade em cidades que não oferecem absolutamente nada. Todo mundo quer trabalhar no serviço público, que é a única coisa que dá da carreira, da plano, que o cara não é manado e mora, da segurança. E conta pra gente qual é a lebrança mais forte que o senhor tem da sua infância? da minha infância, assim, tanto eu quanto o meu irmão Caçula, a gente sempre comenta isso, é uma lembrança muito forte, assim, por exemplo, na época de Natal, que toda criança ganhava brinquedo, todo mundo tinha aquela coisa de papai Noel, e esse velhinho nunca passava lá em casa, e meu irmão conta que ele fala assim, Geraildo, e um dia eu peguei mãe no corredor, assim, né, lá da casa e falei assim, mãe, papai Noel passou em todas as casas, ESAS, só não passou aqui, que discriminação besta, é essa? Aí ele disse que olhou e viu a mãe chorando, então assim ele carrega muito essa lembrança. Então eu tenho, e por muito tempo, seu Rui é incrível, por muito tempo eu enfrentei o trauma do Natal, Natal era a época para a minha sindraumática, que me xia muito, muito triste, muito triste, então assim, graças a Deus eu consegui emitted, volue, brilho, fio, trigo e cê que ela não tinha.

[8:05]Eu não segui, eu consegui ficar, eu consegui superar e eu consegui olhar para outras coisas que a vida me proporcionou, mas assim, é uma lembrança muito, essa coisa de você não ter, essa coisa de você ver outros, por exemplo, a própria bicicleta, você via MEIQ para uma criança. Só depois que você fica adulto e você vai entender um pouco, né, olhar que as condições não permitiam.

[8:37]E o que faltava materialmente dentro de cá, faltava materialmente e sobrava dentro de casa, o que sobrava dentro de casa, né, faltava do material, mas o que tinha a mais dentro de casa? ou seja, eu digo exatamente o seguinte, eu e os nossos irmãos nós temos uma solidariedade gigante dentro da gente, nós temos assim uma coisa de não ver alguém sofrendo, uma coisa de ajudar, uma coisa de dividir, uma coisa de partilhar o pão, e isso era de quem, dos meus pais, meu pai trazendo, na verdade eu costumo dizer, seu Rui, que eu já sou vencedor, desde a porquê minha mãe teve 10 filhos, 4 morreram com a mortalidade infantil, aquelas doenças, então eu digo, eu já sou um vencedor por ter sobreficado dentro dos 60% que sobreviveram, então quando eu olho pra isso eu falo graças a Deus, já comecei vencendo porque 4 irmãos foram pequenos, né, então assim, a gente via muito os meus pais extremamente solidários, minha mãe era de uma solidariedade e meu pai muito mais, então assim, TOI se completava, então se eu disser o que sobrava, o que abundava, era solidariedade, eram extremamente solidários, meus pais.

[10:02]Isso é fantástico, e é muito comum isso, a gente vê quanto menos tem, mais solidário é, a gente participa de várias ações, de várias coisas assim, e quanto menos o cara tem, mais o cara divide, é um negócio incrível. é exatamente porque ele sabe, né, se o Rui sabe o que é não ter, né, é verdade, aí é ainda tem alguma lembrança assim que o senhor lembra daquela época lá que te emociona muito? É a partida, o dia que eu fui sair de casa, né, então assim foi um momento, eu sempre penso nisso, é aquela cortando cordão bilical, é um momento, Aquela ruptura não é fácil você sair debaixo da saia da mãe, de estar ali do convívio com a tua família.

[11:02]Eu acho muito bonito hoje, né, quem... as famílias que moram juntos, que tem os irmãos na mesma cidade, eu achei isso um luxo, né, mas infelizmente assim, nós não, nós tivemos que esparramar. Espariu na cara e na coragem. Na verdade, um irmão meu já tinha vindo pra Rondônia, que era professor, e ele acabou puxando os demais, né, os outros três, aí ficaram lá só meu pai e minha mãe e duas irmãs, né, eu ainda tenho uma irmã que eu digo pro meu irmão, eu digo olha, de todos nós, a mais bruta, a mais resistente, é Facinha, porque ela permanece lá, ela continua lá, inclusive na casa da a minha mãe. Então eu falo assim, ela é uma guerreira, tá lá ainda e gosta de lá e não quer sair. E eu respeito, sabe? Eu acho que não é fácil quando você sai do teu lugar, que você foi criada. É uma coisa gostosa quando aquele convívio, todo mundo se conhece. Eu até brinco que a gente tentava trazer, falava de trazer minha mãe pra cá. Minha mãe dizia, eu só vou se vocês levarem minha casa com pudo, ou seja, ela estava dizendo, eu não vou, não me mexe, não quero sair daqui. Não mexe comigo. Não mexe comigo, ela diz, olha, vou, se vocês arrancarem a minha casa e instalarem ela aí. Tá certo. Minha mãe igualzinha, vai tentar tirar da casa dela. Não tem como. Não existe a menor possibilidade. Inegociável, né.

[12:42]por que o senhor escolheu o título transformando-se catrizes em combustível para a vitória? O que te levou a esse título? Eu costumo dizer assim, né, senhor Rui, se eu fosse olhar pros obstáculos, pras dificuldades, pras pedras no caminho, eu teria desistido, mas não, eu sempre olhei e muito para os obstáculos, para os desafios, para as dificuldades, como uma força, eu digo sempre assim que eu, quando enfrento algum problema, alguma dificuldade, surge dentro de mim um combustível, uma força violenta de que eu vou superar, de que eu vou vencer, né, até quando eu olho para o passado e vejo tantos desafios que eu já superei, então o título ele tem muito a ver com toda a minha trajetória, com todas as minhas dificuldades, e dificuldades com todos os percalços que eu encontrei ao longo da minha caminhada e todas as dificuldades, elas foram combustíveis, para que eu não desistisse, para que eu chegasse até aqui e eu continuo na caminhada, então eu continuo na toada e muitas vezes pessoas que passaram às vezes por situações seméficas ou até inferiores, as que eu passei, acabam parando, acabam sentando na beira do caminho. E eu não, graças a Deus, eu tive a força necessária pra tornar todas as dificuldades, né, tornar nesse combustível, nisso que me move até aqui, né, que se conecta com o meu propósito, com o meu desejo de continuar atuando, de continuar vencendo.

12:43Por que o livro se chama "Cicatrizes em Combustível"

[14:39]e hoje também de levar isso para outras pessoas, né, através do livro, através das minhas mentorias, né, como são as mentorias do senhor, o que que o senhor aborda, como é que funciona, olha só, hoje eu, até com a experiência de alguns líderes, de alguns modelos de liderança, eu tenho me preocupado muito com alguns estilos de liderança, alguns modelos que estão aí dentro das empresas, é fazendo algumas estripulias, causando alguns problemas para as organizações, alguns modelos que estão instalados, então eu costumo dizer que o líder para que ele seja um líder referente, seja uma liderança humanizada, ele precisa passar por um processo de autoconhecimento, quem é ele, como ele age sobre pressão, então a minha mentoria era e lá é um pouco desse alto conhecimento, preparando os líderes e os futuros líderes exatamente para exercerem as suas lideranças com maior acertividade, ela passa por esse processo.

[15:58]Entendi. E a questão do, vamos voltar um pouquinho, só chegou aí e queria ser funcionário do Banco do Brasil, esse era o teu sonho, era ser funcionário do Banco do Brasil. e o que eu posso dizer? Não, ei! Chegou a coisa do que os passou, como é que foi? Nada, tem uma história, tem uma longa história por trás disso. Na verdade, o seguinte, a minha mãe, ela ia receber um...

15:59Os 18 anos de espera pelo sonho do Banco do Brasil

[16:31]Meu pai era funcionário do DENOX, departamento nacional. Era um órgão federal lá do Nordeste, departamento nacional de obra contra as secas. era do governo federal. Só que meu pai era o funcionáriozinho que tava no sub-solo, era o mais baixo, né, nunca teve, tinha umas promoções lá, mas o meu pai infelizmente nunca era contemplado, ou seja, em termos de salário ele era o que ganhava menos, né, e minha mãe ia em uma outra cidade receber esse pagamento dele, que era no Banco do Brasil, porque na minha cidade não tinha Banco do Brasil, e ela levava o meu irmão, Caçula, e graças a Deus, um mês ela me levou, e quando eu entro naquele Banco do Brasil, foi o meu ambiente mais luxuoso, até então eu nunca tinha entrado, quando eu via aquele ambiente com ar-condicionado, eu olhei para um lado e para o outro, e Aquele ar-condicionado entrando na minha narina, eu falei, que negócio é esse aqui, tring vientoso?

[17:40]Aí eu olhei pro lado e pro outro, eu pensei, eu falei assim, eu vou trabalhar aqui, mas eu não falei com minha mãe. E isso, seu Rui, o tempo de espera foram 18 anos. Se passaram 18 anos pra que o meu sonho se realizasse. Então eu digo que eu sei, eu soube esperar. né, foram 18 anos e uma das coisas que eu mais gostava de fazer era pegar fila, isso quando eu já estava trabalhando, quando eu já estava em Rondônia, quando eu ia, eu amava, porque eu alimentava o meu sonho, aí depois que eu via o pessoal reclamar de fila, eu falava assim poxa vida, o que seria de mim se eu não fosse fila, a fila era como se fosse uma vitamina todo mês que eu injetava na minha cabeça, todo mês, porque eu ia pra lá e eu me visualizava a prática da imaginação, da visualização, eu pratiquei muito, sabe, Sr. Rui?

[18:40]Eu olhava pro lado e pro outro, e eu me via lá, eu não tinha inveja, mas eu via aqueles funcionários muito elegantes, muito bem vestidos, eu falava, eu vou estar aqui, eu vou estar aqui, até que chega, ouvia que eu fiz a minha inscrição, e eu trabalhava na EMATÉ. e quando eu cheguei lá na EMATÉ, os meus colegas, é, seu besta, você foi dar dinheiro pro governo, esse concurso é só pra arrecadar, e eu brincando com eles, né, olha, eu fiz, eu vou passar, e quando vocês forem ao banco, não peguem fila, me procurem porque eu estarei lá, vai lá e me chama, e eu sempre gostei muito de, se for pra dizer alguma coisa de mim, ou pra mim que seja coisa boa, então eu sempre gostei, eu digo, até brincando, você tem que se abençoar, tem que dizer coisas boas ao seu respeito, e eu sempre fui muito assim. Enfim, e eu fiz a prova, e só pro senhor ter uma ideia, eu me bati tanto naquela prova, me bati tanto, eu rabiscava, rabiscava, rabiscava pra tentar a resposta, porque eu tava ali de frente com a minha chance, tava, eu não posso, isso não pode passar.

[19:57]E eu saí dessa prova com uma sensação ruim, sabe, que eu achei muito pesado o nível das questões e tal, e Deus foi tão bom comigo que essa prova foi cancelada, anulada, caramba, anulada, e eles aplicaram uma segunda prova, e eu acredito muito que Deus viu que eu não estava indo bem, e Ele diz, cancela e muda o nível da prova, porque quando chegou a segunda prova, eu recebi aquilo e eu falava é minha, mas eu não dizer, eu cheguei em casa e falou e aí como é que foi? Eu não, eu não quis contar vantagem, eu só disse, ah, tem, tem tanta gente boa, não é lá? Então sim, mas eu tinha dentro de mim algo bom, então olha quando o sonho se conecta com Deus, Deus percebe que eu não fui bem na prova, ele cancela a prova e ele manda uma outra prova e manda COMPRADUÇÕES, COMPRADUÇÕES, COMPRADUÇÕES, COMPRADUÇÕES, por exemplo, que ele fala que não tem coincidência, tem Jesuscidência. Então essa é um pouco da minha história. Aí foram 27 anos, né, 27 anos e quatro meses, me aposentei, né, e hoje sou aposentado.

[21:46]Não gosto de termo aposentado, tá? Não, mas tá aposentado fazendo palestra, fazendo é de fazer um modicô e estar aposentado aonde? No teu ponto de vista, o que difere um chefe de um líder? Eu vejo muito o estilo de liderança, uma liderança que eu me preocupo com o desenvolvimento, uma liderança mais humanizada e hoje quando se fala em liderança humanizada, né, o pessoal acha que é ser bonzinho, não, mas é eu tratar as pessoas com respeito, eu passei por por lideranças que batiam na mesa, assustavam as pessoas, então isso para mim e eu digo que eu cresci muito mais com chefes do que com líderes, porque eu dizia, eu não quero ser igual a esse, então eu já estava formatando o meu estilo de liderança, igual a esse eu não quero ser, então o líder, o líder é desenvolvedor, ele pensa no desenvolvimento, é mais acolhedor, ele é mais empático, e acima de tudo ele é mais humano, ah não vai cobrar, o humano vai, o humano cobra, mas ele cobra diferente, eu tive um líder, seu Rui, ele tinha um jeito de cobrar, ele cobrava com tanta educação, que a gente ficava com vergonha da gente, ele saía e a gente ficava, era, era se reprimindo, porra, seu vida, não era, tipo assim.

21:47Chefe x líder: o que é liderança humanizada

[23:23]Olha o que eu fiz com ele, né, caramba. O cara tão educado que ele pedia, ele constrangia a gente sem humilhar, sem usar uma palavra, sabe, mas ele fazia a colocação, justificá-la, super, super educado, pra mim é um grande líder, e, ao passo que eu tive outro, que batia na mesa, sabe, batia na mesa. Então, assim, eu falo e o qual que eu escolho ser, né?

[23:52]É, o que bate na mesa é tipo aquele que briga com o cozinheiro, o cozinheiro cospe no prato dele, né? EXATAMENTE! É, sempre assim! E como desenvolver uma inteligência emocional? Que o senhor aborda isso nas suas palestras, né? Também, eu falo bastante disso aí, seu Rui, eu acredito que só quando você vai, você enfrenta algumas guerras, é que você vai se aperfeiçoando, você vai vendo algumas situações, TEMPO TODO REVENDO AS SUAS ATTITUDES POS SEUS PROCEDIMENTOS, SEJA COMO LIDAS, SEJA COMO PAI, SEJA COMO IRMÃO, ALGUMAS ATTITUDES, E O TEMPO TODO eu tá buscando melhoria, eu tá procurando sufocar algumas atitudes, algumas práticas, que não são adequadas, então você veja, e eu acredito muito, Rui, que a maturidade, por si só, ela traz uma melhoria significativa nesse aspecto da inteligência emocional, do equilíbrio, da visão, de você ir regulando esses pontos.

[25:35]mas acima de tudo, eu tenho que ter a vontade de mudar, eu tenho que ter o desejo de fazer diferente, porque tem as pessoas que muitas vezes elas sabem que estão erradas, que elas têm algumas práticas que não são adequadas, mas elas não querem mudar, então não adianta, eu posso orientar, orientar ao seu rio, mas se ele não quiser mudar, porque a mudança parte do senhor, é aquela coisa, ninguém muda ninguém, enquanto eu não enxergar que eu preciso mudar, que eu preciso ter autocontrole, que eu preciso ter mais equilíbrio, e hoje quando eu olho para trás eu vejo muito a, o quanto a maturidade ela contribui para essa melhoria, né?

[26:24]A maturidade sabe que ela tirou meu filtro. Eu vou fazer 53 anos, quando eu fiz 50 eu prometi que eu não ia guardar mais nada para mim, que tudo que hiesse na boca eu ia falar, e eu estou cumprindo, é muito melhor, se sente mais leve, desde é claro que não faça mal a ninguém, mas é muito melhor falar do que guardar. sim, e essa coisa do guardar que tem a doecido as pessoas, né, e não tem nenhum problema em você falar, em você externar, em você verbalizar, o problema é como eu faço isso aí, como fazer, é exatamente, tem que fazer de uma maneira que o outro não, você não prejudica o outro, né, sim, sim, mas o melhor sempre é falar, né, com certeza, e qual foi a maior lição em mais de 30 anos, e quando pessoas que o senhor só pode passar pra gente que o senhor já recebeu, olha, são tantas liçõeszinhas, né, que você vai experimentando, vai vivendo ao longo disso aí, mas eu tenho uma situa, algumas situaçõeszinhas de, por exemplo, de alguns reconhecimentos, de alguns agradecimentos de membros de equipes, a capacidade que a gente precisa ter de fazer leitura dentro de um cenário, dentro das equipes, entender o posicionamento, os interesses, os conflitos, eu me recordo que, passando por uma equipe, eu senti uma situação lá dentro onde alguns colegas tentavam metralhar um COLEGA, né? E eu, dessa leitura, eu aprendi uma coisa comigo, Sr. Rui, que é nunca olhar pras pessoas com o olhar dos outros, com o que chega. O Sr. Rui chega e fala pra mim, via, o B chega e fala, mas eu tenho a mim, o meu olhar, a minha visão. Eu não permito ser influenciado por esses dois. Eu também faço a leitura, por que esses dois estão e não querendo isso. Por que que estão lindos? E eu sei que esse exemplo pra mim é muito interessante, muito valioso, porque eu passei a cuidar daquela pessoa. Eu olhava e falei, eu não enxergo isso que eles estão enxergando. Eu passei a cuidar daquela pessoa e eu cuidei dela enquanto eu estive naquela unidade. E no final, quando eu fui embora, ela chorou e ela disse, Geraiu, foi Deus que mandou você pra cá.

[29:23]se não fosse você aqui nesse período, eu não teria aguentado. Porque ela sabia o que estava acontecendo, e eu procurava ser o equilíbrio, então assim, é algo que eu acho muito gostoso, é a forma que você conduz. Isso contribui para o fortalecimento, você gera segurança, você cria um ambiente com bastante segurança, e é o que os colaboradores, os liderados precisam, né?

[29:52]que tenha um ambiente seguro, que tenha um ambiente, que ele esteja sendo liderado por alguém que tá cuidando ali, né, cuidando, entendendo e tomando a decisão que julga mais adequada sem colocar, sem aumentar o conflito, né, o direcimento de conflito ele é muito, ele é muito importante, principalmente nos dias de hoje, do jeito que a gente está com esse mundo de informação chegando muito rápido, informação chega muito rápido, ela chega certa, ela chega errada, ela chega deslocada, ela chega em hora errada, ela chega em hora certa, então a gente tem que sempre respirar, olhar, chega muita coisa para a gente que às vezes não é aquilo, então tem que pensar muito, eu luto uma luta aqui do setor do material plástico, a minha vida é falar de plástico, então INFORMAÇÃO, o que chega de informação errada, desconexa, mentirosa e as pessoas pegam essa informação para si como se fossem uma verdade absoluta e a gente entra explicando que não é isso, estuda, olha, pesquisa antes de você replicar uma informação, isso é o mais COMPLICADO, é a informação desconexa, é a informação errada, aquela informação trovão, a gente tem muito isso no mercado, muito, muito, muito, a gente brigando com o ONG e com um monte de gente, porque eles vão lá e colocam uma pimenta e saem correndo e deixam bom misturar, é muito ruim, é muito bom a gente ter essa velocidade que a gente é maravilhoso poder bater esse papo, surerai longe pra caramba e a gente aqui, eu vou gravar um podcast com um cientista japonês, a gente tá armando, já pensou que loucura, era impensado isso, né?

[32:01]Sim, sim. E do mesmo jeito que é bom, acaba trazendo coisas que não são boas, né? Que é o normal, né? não vem sempre tudo que é bom, né, sempre acompanhado de alguma coisa. Tem sempre, exato, alguma coisinha pra você... E é super interessante isso aí, quando o senhor fala isso aqui, a minha cabeça tava lá, na época off, né, quando o mundo era off, você... a informação era escassa, você não tinha tanta informação como se tem hoje, e hoje você tem tanta informação que o segredo é em você saber como utilizar, o que utilizar, quem ouvir, quem é confiável, igual o senhor falou, tem muito material, tem muita coisa boa, claro, a gente não pode negar isso aí, mas tem muita coisa que requer bastante expertise para você tomar cuidado, para você saber filtrar, para você... Eu digo que hoje você tem que, você não pode querer acompanhar, ouvir tudo, porque tem muita coisa, você tem que ser seletivo, sabe? Não, esse aqui eu vou ouvir, eu tenho.

[33:15]É igual o livro, um por vez. Exatamente sim, esse aqui eu vou ouvir, esse aqui não me interessa, esse eu me identifico mais, queis são as nossas referências, né? Podcast, tem um monte, no Spotify você vai ter que eu quero ouvir, quem me inspira a confiança? E eu digo, seu Rui, que daqui para frente, cada vez mais a tecnologia chegando, melhorando, é um trem de doido isso aí, cada vez mais o mundo vai precisar de pessoas de verdade, de pessoas que conectem com a outra, que elas não estejam, que elas não estejam e não representando no mundo digital, eu tenho dito isso, e as pessoas percebem, esses dias eu até escrevi um artigo, semana passada, um artigo no LinkedIn, onde eu digo porque, como que eu cresci no digital, eu atribuo aqui, e eu digo que eu não tenho medo de errar, de dizer isso, que é porque as pessoas sentem a energia de quem está no digital, a gente bate o olho, por exemplo, foi o que aconteceu comigo e com o senhor, eu bati o olho e falei assim, cara, o senhor também tinha uma olhada, ou seja, o senhor sentiu, esse cara é de verdade, eu também senti, então você veja, é isso que vai acontecer, e eu digo que é um ambiente que vai selecionar, naturalmente, quem não é de verdade, quem tá ali só por interesse, representando, quem é um personagem no digital, e eu digo sempre nessa Rui, o segredo do sucesso, é humildade e autenticidade, não Não adianta eu querer talar, querendo mostrar uma coisa que o Geraildo não é.

[35:10]Eu tenho tanta dificuldade nisso, que quando eu, na faculdade, quando tinha que fazer teatro, eu não gostava, porque eu, é sério, teve um dia que, não após graduação, a professora falou, é uma peça, ensinar, aí saímos e eu pedi para o pessoal, falei, deixa eu fazer é um personagem que não tem que falar nada, que não tem que falar uma coisa que eu não sou, tá?

[35:35]Eu sei que eu dei uma crise de riso, eu caí numa crise de riso que a professora pediu um tempo, falou o Geraildo não consegue entrar, eu ria, ria e ria, então assim, nem ali eu sei representar. Você vai fazer um teatro, vai fazer uma coisa que não sabe que não é você, eu não consigo. Então assim, o digital tá muito pra isso também, tá? você vê que há uns dois anos atrás se apontasse um celular, eu estivesse falando e alguém apontasse um celular pra mim, eu travava, mas travava de trafechar aqui, aí o meu filho ficava falando pai, sobre você falar, fala na internet, fala pras pessoas, o seu conhecimento, sobre termoformagem, sobre materiais plásticos, poxa, fica discutindo aqui na mesa com todo mundo, todo mundo vem aqui, fala pra caramba com todo mundo, põe isso na internet, passa pros outros, eu falo, filho, não vou entrar essa internet, essa internet, isso aí não é de Deus, eu não quero isso aí, não vou entrar, e aí foi, foi, foi, foi, Falei, eu vou fazer um curso de oratória, aí fiz um curso de oratória com o professor Claudio Ayabe, um abraço professor, sensacional, esse professor me destravou e agora, aí eu falei, ninguém segura, agora tirou o freio do que não podia, né, então agora segura, isso é bom, mas essas vozes, elas precisam, né, tá, tá, tá contribuindo, eu acho que a gente tem muito o que contribuir e a gente não pode se omitir, né, A gente não pode ficar calado. Acho que o conhecimento tem que passar. A gente absorveu, adquiriu de alguma forma, de alguma forma, alguém nos passou e tem que ir para frente, tem que andar, tem que caminhar, não tem que morrer com a gente.

[37:26]Sim, é o socializar o conhecimento. Eu gosto muito dessa coisa, não adianta. E é por isso que eu, quando eu falo de aposentadoria, Rui Nasser Rui, eu digo exatamente isso, poxa vida, você passou o tempo todo se capitalizando em conhecimento, agora você vai e deixei isso num canto, pra mim não vai se guarda numa caixinha, eu respeito quem chega ao final, eu digo que CLT se aposenta, mas propósito não se e a por exemplo. Então assim, você tem uma missão, você tem... eu acredito que o meu propósito eu ainda tenho muito a contribuir e a minha oração para Deus é muito essa, que eu continue sendo outro, que eu continue sendo bensal na vida das pessoas e que eu possa impactar vidas através da minha história, através de tudo que eu vivi, que eu possa ser um pouco de inspiração para as pessoas, para estimular as pessoas a sonharem, a acreditarem.

38:33Como descobrir o seu propósito

[38:33]E como que a pessoa descobre o seu propósito? Eu fui, eu me recordo, e tem coisas nessa Rui, que alguns descobrem cedo, outros demoram. Só que eu demorei a levantar a bandeira e a entender, de fato, qual era o meu propósito. Mas quando eu olho para trás, e essa coisa de propósito, a gente escuta falar muito hoje, antigamente não se tinha, a gente era mais ou menos igual batata, era criada, jogava lá, brotava, ia dando ramas, enfim, mas quando eu olho para trás, eu vejo que eu já vivia o meu propósito, não de forma consciente, eu diria que o nível de consciência a respeito do meu propósito, ele é bem recente, mas quando eu olho para trás é o que eu vivia, é o que eu vivi muito, então assim...

[39:34]Então o propósito foi desenhado no dia que entrou na agência e veio aquele ar condicionado, né? Sim, tem muito ali, e eu até digo, seu Rui, que até antes disso, só para o senhor ter uma ideia, eu me recordo, eu sempre fui muito a rima de família e tal, e eu me recordo que um dia minha mãe conversando comigo, aí falando assim, ô meu filho, fulana, tá assim, assim, com problema, e eu falei assim, ô mãe, se a gente fizesse uma carta para o deputado que veio aqui e teve os votos da cidade, eu sei que eu fiz uma carta, não sei como, não me recordo, sei que essa carta chegou nessa pessoa, depois eu, aí eu saí para estudar, quando eu voltei, falei, mãe, fulana, ela falou assim, meu filho, ele mandou buscar ela e fez a cirurgia dela, eu falei, senhor Deus, então assim, desde lá atrás eu já, né, então eu já tinha esse olhar de cuidar e apresentar algumas alternativas, né, até seu Rui também tinha, minha mãe, eu era o filho que sentava muito com minha mãe e ela começava a falar os problemas e eu tentava apontar solução junto com ela, então quando ela eu olho para trás eu digo ao minha mãe me treinou sem saber que estava me treinando a buscar alternativas ao olhar para as opções é tanto que hoje eu tenho e quando onde foi que eu aprendi aprendi lá coladinho com a minha mãe eu era eu e era eu e ela éramos a central de solução ela apresentava ela lamentava ela falava meio que eu ia falar não mãe mas se a gente fizer assim mas se a gente fizer assim enfim então eu Tava lá, então quando eu olho pra toda essa minha trajetória, eu já vivia o meu propósito, não com o nível de consciência que eu tenho hoje, né?

[41:34]Sim, eu vi um poste a semana passada, que pra cada problema que você vê, pense em três coisas boas. e o seu problema é diminuir. Pense em três coisas boas, que o seu problema vai diminuir. Não vai ter problema, porque não vai sanar, óbvio, a gente fala aqui, mas sempre pensando no positivo e nunca levando o pensamento lá para o negativo, né? E o seu auge é que é o que falta para as pessoas serem mais felizes hoje, esse mundo digital, com essa ocorreria, com tudo isso que vem acontecendo.

[42:17]Olha, hoje eu costumo dizer assim, hoje eu me tornei uma, eu nunca fui aquela pessoa com muita ganância de querer muito, de, sabe, hoje se me perguntar assim, o que eu queria pro mundo? Eu queria um mundo melhor onde não tivesse tanta falta pra maioria, né, então assim é uma minoria muito e a maioria sem essa desproporção. Mas eu sempre fui muito minimalista. Quando eu passava as dificuldades lá no Nordeste, o que era que eu pensava que era rico? Eu falava, ah, se tiver a casa, tiver um carro, um friso cheio de carne, né, tipo assim, comida, era só isso, mais nada, e às vezes nem tinha direito a uma cama.

42:18O que ele achava que era "ser rico" e a lição de gratidão

[43:28] qualquer lugar de ser, olha, não tem cama, eu durmo aqui no canto, durmo, não tem nenhum problema. Aí, hoje, quando eu tenho uma necessidade, ah, estragou um liquidificador, estragou a geladeira, vai lá e compra outro, aquilo, eu volto com a sensação, Falei, eu sou rico, eu comprei na hora, porque a rede era 30, 40 dias, então eu estou lhe dizendo isso para dizer que felicidade é quando eu agradeço o que eu tenho, quando eu sou grato a Deus, quando eu não murmuro de nenhuma situação que eu estou passando. Hoje, infelizmente, as pessoas elas se comparam muito com quem tá à frente, com quem tá melhor do que ela, com quem posta melhor do que ela, com quem e a mais Instagramável do que ela, isso é péssimo, eu olho muito pra mim, eu olho muito pro que eu tenho, sabe, eu olho muito pra vida que eu levo, entendeu? Então assim, quando... e a gente não precisa de muito pra ser feliz, essa é a...

[44:40]Existem reclamações demais de pequenas coisas, né? Exatamente, as pessoas reclamam, murmuram demais, e eu tenho uma característica minha, eu não reclamo, eu sei quando a situação vem e é pra reclamar, e não reclamar. Eu procuro olhar para algum motivo que eu tenha que agradecer para alguma coisa boa que me acontece. E, graças a Deus, esse geraíudo de hoje é um geraíudo de sempre, que sempre teve muito esse olhar de buscar solução, de enfrentar, de buscar alternativa e de acreditar em dias melhores.

[45:12]Isso eu tenho uma coisa que eu sempre acredito, sabe? Eu sempre acredito que o amanhã será melhor, né? e isso acredita em sorte ou em preparação? Em preparação, em preparação, é, é, em preparação, em sonhos, né, em você acreditar nos seus sonhos, mas você se preparar, você não pode, nós não podemos cruzar os braços, hoje quando eu olho até algumas pessoas às vezes falam, Geraíra, vai curtir a tua aposentadoria, eu falo assim, eu, gente, eu tô tão feliz fazendo o que eu faço, eu tô curtindo demais, vou na academia dez e meia, uma ilímpia da manhã, quando eu estou lá, eu olho só como são as coisas, de gratidão, eu olho, cara, quando eu estou ali numa esteira, 10h30 da manhã, aí eu fico pensando, meu deus, a maioria está lá trabalhando, eu estou aqui numa academia que o pessoal brinca e diz que é o horário dos herdeiros, não é? É dos herdeiros, enfim, são essas coisinhas pequenas e eu digo sempre assim, ser Rui, a gente tem que ter que ter muita, muita gratidão.

[46:19]pura sensação. TEM DISA QUE eu Acordo, que eu falei se meu Deus, parece que eu acordei doido, mas assim, o meu coração transbordando de gratidão. Transbordando! Você vai agradecendo a Deus, uma agradecendo, uma agradecendo. Então assim, para mim o segredo do sucesso é você agradecer e você nunca bomburar, não reclamar de nada. Porque às vezes as coisinhas vêm para você testar, para ver como é que você vai reagir. Mas a gente tem que estar se preparando, a gente tem que estar, só para o senhor ter uma ideia, hoje eu me questiono direto, onde é que eu preciso melhorar? Por exemplo, vou começar essa semana, um curso com o pessoal lá de João Envile, um curso onde eu vou reaprender a ler, onde a promessa do curso ler, de que eu vou ler um livro de 200 páginas, em 40 minutos, eu falei, uau, vou virar normal, vou virar de ler, vou virar um trator, vou virar, mas enfim, eu tô dizendo isso.

[47:18]é isso que eu me digo que o cara faz mais ou menos. Não sei se você ouviu ter um videozina no Instagram que um menino, eu acho que ele não estudou a lição, mas depois ele fica colocando o dedo no livro, aí ele coloca aqui, né, passando pra... não vi, não vi, tá passando, tá passando, é, então quem sabe eu vou chegar a esse ponto, mas eu só estou dizendo isso pra dizer que não tem idade, não tem limite, os limites somos nós que colocamos e eu procuro hoje viver uma vida sem limites, inclusive por falar em sem limites, tem um livro muito bom, tá, tá sorriso, sem limites, esse livro é espetacular, tô num clube do livro, é teu? Não, não, esse é de um auto-americano, eu não me recordo o nome dele, depois eu mando, eu compartilho com o senhor e ele, mas é essa busca, então é essa preparação, aí de repente a coisa acontece e diz, nossa, mas teve sorte, né, mas você não sabe o que a pessoa estava fazendo, né, para que aquela sorte acontecesse, né.

[48:29]é a sorte do cara que acorda 5 horas da manhã, vai trabalhar, não tem hora pra voltar pra casa, né? Sim, sim. Essa é a sorte do cara, né? Sim. E no seu ponto de vista, qual é o verdadeiro significado do sucesso? eita, sucesso, sucesso, esse conceito ele é tão, tão particular, né, sucesso pra uns, é, é, é ter muito, é ter muitos bens materiais, isso se traduz muito como sucesso, mas sucesso pra mim é exatamente um pouco disso que eu disse, né, seu Rui, do, de estar bem, de eu estar realizado, de eu estar me sentindo bem, em paz com em paz com a vida, e o que ela me traz, na fé que me faz, otimista demais, como diz Roberto Carlos, né, lá na música, é, mas sucesso é um pouco disso, e sucesso é eu estar bem comigo mesmo, é eu ter o mínimo, é eu ter o básico, eu não passar necessidades, eu não passar privações, eu conseguir fazer o que eu desejo, isso sem exagero, sem extravagância, não é sobre dinheiro, e até porque eu digo que tem coisas, seu Rui que a gente faz e que traz felicidade, traz prazer, e que nem envolve dinheiro. Então isso é sucesso, isso é sucesso.

[49:55]Por exemplo, esses dias eu sempre reflito e eu digo que eu ajudei minha mãe muito mais quando eu não trabalhava remunerado antes de eu trabalhar, porque eu estava lá, colado com ela, ajudando, estava junto. Então assim, isso eu estava ajudando muito minha mãe, estava fazendo serviços braçais que ela não podia e não envolveu dinheiro algum, né, e não, eu não desembolsei para isso e eu digo que se me perguntar o que foi mais, mais importante para mim foi isso, foi esse período lá que eu fiz por ela que eu estava lá e, e sem gastar, então assim, para você ser feliz, a gente não precisa de muito, infelizmente a grande maioria segue o que a mídia diz, o e a mídia mostra. Hoje tem uns perfis que, infelizmente, eu não gosto daquilo, se não me convence, eles querem mostrar que tem sucesso, que eles estão ganhando muito dinheiro, então eles, além de falar em cifras, eles colocam aqueles carros, eu vejo alguns profissionais que eles precisam, eles têm que ir obrigatoriamente, se eles não forem, não demonstram que tem sucesso, é aí, tipo em Nova York, é aí na França, é em alguns pontos no país que quando o pessoal vê fala, nossa, esse cara tá achando de ganhar dinheiro, então muitas vezes foi parcelado no cartão, não se sabe, mas ele tá querendo passar essa imagem, que imagem você tá querendo passar, então assim, nós temos que tomar muito cuidado pra gente não comprar algumas imagens, viver a nossa realidade, e quando eu miro nessas pessoas, sem sombra e eu vou me frustrar, eu vou reclamar da minha vida, eu vou ser um ingrato, eu não vou ter um olhar de gratidão.

[51:46]Então sucesso, o que é sucesso pra você? Sucesso pra mim é isso, é essa vida, uma vida digna, uma vida que eu não preciso esbanjar, mas uma vida que se arrede, se arrede, rasgou hoje, vou amanhã cedinho na loja loja e compra uma outra rede, isso pra mim é sucesso, né, estragou um treino, o carro deu um problema, você não disse que a mandou consertar, você não passou, vou ter que esperar 30, 40 dias.

[52:19]Então, e é a gente que agradecer, agradecer muito a Deus por tudo que, pelo básico, né, agradecer o básico que Deus nos dá. Sim, e aí a vida do seu Gerarildo, o aposentado, aposentado do CLT. Conta pra gente esse aposentado na Skybike, né? Como é que foi isso aí? Como é que só foi parar lá? Lá no sertão não tinha bicicleta pra andar e aqui foi andar na mais alta do país.

[52:50]Na verdade, tudo começou quando eu fiz um salto de paraquedas aqui em Rondônia mesmo, na capital aposentado. E uma das coisas, Rui, é que eu pensei assim, eu não quero que esse termo aposentado fique impregnado em mim, colhe em mim, não, eu quero mostrar que eu sou um velho diferente, e os iguais. E aí eu recebi um convite para ir saltar de paraquedas e eu fui e daí eu me apaixonei. Eu sei que eu fiz um salto, com 30 dias depois eu acabei saltando com meus filhos, nós fizemos um salto conjunto, foi um presente para também o dia dos pais, porque o dia dos pais era no domingo, nós saltamos no sábado. E daí são três filhos. E aí a adrenalina tomou conta, eu ativei o, o botão aventureiro, e aí eu procurando, um amigo meu falando que quer saltar de paraquedas, eu estou muito cuidado, é viciante, tá? E depois você vai para drogas piores, aí eu procurando, procurando, eu descobri lá em Urubici um salto de pêndulo, e eu fui, eu saltei de pêndulo e fiz uma sky bike, só que voltando à URUBC em 2024, eu ia na mesma Skybike, aí um rapaz falou assim, não, Geraildo, aqui tem a mais alta do Brasil, eu falei, o Al, eu quero quebrar isso.

[54:36]É essa aí que eu vou. É essa que eu vou, aí eu fui lá e eu fiz essa Skybike, então eu já fiz duas Skybikes, quatro para-quedas, três pendulos, mais um rapel. e é longe, é longe o trecho que vai com essa bicicleta, eu nunca vi Se eu me apertou agora, eu não sei, eu só sei a altura, mas eu não sei qual é a distância Ah, fica andando com a tempo, o adrenalina é tão alta que não dá nem...

[55:09]É alto, não, você nem... não demora tanto não, tá? Não demora, porque você vai e você volta, né? Então, mas assim, um precipício ali embaixo você vê aquela, né, na cachoeira ali e é tanto que na segunda vez eu eu considero que eu evoluí em relação à primeira de Skybike porque na primeira vez eu tava ali grudado eu não soltei o guidon e o rapaz mandando soltar eu falei assim não ele falou olha pra baixo falei não olha pra baixo não só olhava aqui na frente aí eu olhei rápido assim e voltei eu falei vai que eu fico tonto aqui não eu sei fui e na segunda vez eu já evolui porque eu soltei o braço, eu falei assim, uau, aí já foi pateando já, já fui conversando e soltei o braço, soltei, eu falei assim, uau, então sim, mas eu quero fazer mais coisas, sabe, eu quero aproveitar muito isso. É, um forte radical, né, é bem alto, né, é muito bacana e na ADU, qual foi o maior risco que o senhor já assumiu? O maior risco, risco, eu diria que essas aventuras pra mim, eu nunca tinha feito nada parecido, e não me imaginava fazendo, até porque eu tenho muito medo de altura, muito, muito, muito medo de altura, é tanto que quando eu morro de medo de altura, se você é aqui ó, coloco uma escara, SCADA, e sobe aqui no telhado da casa, eu não vou, eu não vou, minhas pernas ficam bambas, no meio da escada, então assim, foi algo, foi um desafio muito grande, superação gigantesca, superação gigantesca para mim, isso aí, nossa que maluco né, e as palestras que o senhor faz, normalmente o senhor dá palestras para grupos de pessoas de empresas, para grupos fechados, o senhor e faz tipo eventos fechados em alguns locais. Como funciona a questão de palestra que o senhor faz?

[57:34]O senhor Rui, essas aí tem também no online, inclusive tem um tempinho aí que eu fiz com o pessoal de Belo Horizonte, que tem um supermercado, eu acho 200 funcionários reuniu, esses tempos eu fiz em umas instituições financeiras também, tudo no digital. Então tem alguns convites que eles e em algum evento fechado, esse ano eu acho que foi em março para o Banco do Brasil aqui do Mato Grosso, um superintendente que é meu amigo, me convidou e eu fui falar um pouquinho da minha história, contar a minha história como forma de inspirar e de motivar esse pessoal. Tem escolas que convidam também, escolas presencial, mas eu diria que o meu mundo muito é digital, né, então assim tem algumas participações em eventos fechados, né, que eu entro com algum tema, alguma, dependendo da necessidade, alguma coisa que conecte com os projetos que eu participo, né.

[58:42]o seu faz mais emocional, motivacional, é um pouco motivacional, é muito motivacional, também tem muito falando sobre liderança, e depende da demanda, eu só falo assim, indigão tema, para eu ver se conecte, se é algo que eu gosto, porque não adianta você falar alguma coisa se você não gosta e se não é a tua verdade, então eu gosto de ser algo que eu tenho, que eu me sinto bem fazendo, e falando, mas tem muito motivacional, tem muito que, às vezes, algumas empresas quando convidam, é porque tem um time que às vezes tá meio desengajado, tá meio sem força, tudo mais, então quando eu chego lá, e mais, Seu Rui, o que acontece aí, se tiver uma meninada lá desanimada, chega um véi com a energia, um véi em 220, aí vai, faz vergonha na meninada, o véio fazendo isso, falando isso, trabalhando, atuando, querendo, né? Então assim, é fazer vergonha na meninada mesmo, é um pouco do meu papel, né? É, eu acho sensacional, eu acho que eu não me vejo parando de fazer nada nunca aqui, só para fechar o olho mesmo, porque eu cada vez eu quero para fazer mais coisas e mais coisas diferentes. Com certeza. Você, Rui, sabe o que é que eu costumo? Eu sempre digo isso. Eu digo assim. Quando eu vejo algum funcionário, algum colaborador naquela ânsia de se aposentar, não vejo a hora de me aposentar, não vejo a hora de larcar tudo isso. Aquilo que ele faz é um fardo. É um fardo. É um fardo. E eu digo que quando você faz o que gosta, tem muito amor no que você faz, você faz que você nem percebe o que faz, você faz com amor, você nem vê o tempo passar, e aí você não fala disso, ah, eu quero, não, eu não quero, sabe, parar, eu quero continuar, eu acredito que eu posso contribuir muito ainda, então, eu não me visualizo, eu digo assim, só Deus pra parar, se Deus disse, opa, se aqueta, é hora, e você tem que obedecer, mas enquanto Deus não, não, não, não, não, não, não, não, e isso é isso, você tem que, eu quero continuar.

[1:01:09]Se eu ver, eu tenho um instituto, que é o Instituto Soul do Plástico, que a gente trabalha com educação de jovens, de jovens adolescentes, e assim, isso foi um negócio que aconteceu por acaso, e é um negócio muito motivador mexer com o jovem, né? Eles têm muitas dúvidas, muitas coisas, são muitas trocas que a gente pode fazer, que a gente troca, né? A gente não passa, a gente troca.

[1:01:38]Eu estou inaugurando agora a sede do instituto, acabei de escrever um livro que vai ser publicado agora no próximo mês, então fazendo tudo ao mesmo tempo, toda hora, correndo para lá e para cá, e eu acho que a vida nossa tem que ser assim, tem que ter propósito, né? Sim, com certeza, e propósito não se aposenta, não esqueça, né? Não, propósito não aposenta, acho que a única coisa que não aposenta.

[1:02:04]é isso. E eu falo assim, Nasser Rui, o mundo precisa muito, sabe assim, se cada um fizer um pouquinho, se cada um contribuir, se cada um deixar uma boa pegada, né, isso aí, o mundo vai se tornando melhor. A gente não pode perder a esperança, não pode perder a fé em dias melhores, e a gente continua acreditando, né, que é possível, que é possível, sabe, a gente não pode desistir, e infelizmente a gente vê muita gente parando, desistindo e desanimando com a vida e com tudo.

[1:02:38]Tem muita gente desanimando e desanimando muito fácil. Parece que antigamente a gente tomava mais pancada, a gente era um pouco mais firme para tomar pancada. Hoje tomar pancada é o avesso do não, tidão, falou não a pessoa, a pessoa desmonta, quantos de nós já levamos. Hoje são muito complicados, muito mais do que era antigamente, gente tomava um não, vamos batalhar pelo sim, é muito bacana.

[1:03:15]e se pudesse abraçar hoje o menino de Coremas, o que diria pra ele? Está na moda, né? Hoje falar, né? Eu diria que valeu a pena, né? Eu diria que valeu a pena e tudo o que eu passei, tudo o que aconteceu comigo, valeu a pena, valeu a pena esperar, valeu a pena ter paciência e valeu a pena não ter desistido, e eu digo que desde pequeno eu aprendi a sonhar, então assim, valeu muito a pena sonhar, e aquele menino sonhador mora dentro de mim, ele continua dentro de mim, assim, com muitos sonhos e cada vez mais sonhando, então é, valeu muito a pena, tudo, tudo que eu passei, tudo que eu esterimentei, né, todas as pedras, todos os obstáculos, eles me fortaleceram, e eles fizeram o Geraildo que eu sou hoje.

[1:04:20]E o Geraildo hoje deixando uma mensagem para aquela pessoa que acha que está passando o pior fase da vida dela, no momento pode até ser a pior fase da vida dela, né? Que mensagem só deixaria para essa pessoa. Você, Rui, tem uma letra de uma música, os meus colegas sempre brincam, porque eu sempre faço questão de dizer essa música, né? PASCA, né? Eu amo essa letra e ela passa uma mensagem muito forte, que ela diz assim, ontem um menino que brincava, me falou, que hoje é semente do amanhã, para não ter medo que esse tempo vai passar, não se desistere, nem pare de sonhar, nunca se entregue, nasça sempre com as manhãs, deixa a luz do sol brilhar no céu do seu olhar, fé na vida, fé no homem, fé no que virá, nós podemos tudo, nós podemos mais, vamos lá fazer o que será, essa música é sementes do amanhã, sementes do amanhã, eu amo essa música, tem ela com Erasmo Carlos, tem ela com Gonzaguinha, é muito bonita, então assim, é que a gente não perca a nossa a nossa capacidade de sonhar, que a gente, se os sonhos que ficaram adormecidos, que você resgate e nem todos os sonhos a gente vai realizar e não tem nenhum problema, tá tudo certo, mas aqui você não pode parar de sonhar, parar de acreditar e acreditar em vias melhores, sabe? Eu acho que pra mim esse é o maior segredo, sabe?

[1:06:07]é sempre acreditar, sempre buscar o melhor, né? Sim. E quando sua história for contada daqui a 50 anos, o que o senhor gostaria que dissesse sobre a sua pessoa? Eu gostaria que dissessem, que eu brinco, né, senhor Rui, que eu digo assim, olha, eu quero muita gente chorando no meu velório. Se não tiver, pra mim, não valeu a pena, né, mas eu quero. Tem um pessoal que é de Gólia, você vai ficar responsável por fazer os anúncios nas redes sociais, você vai fazer essa homenagem brincando, né, quando eu tiro alguma foto de Gólia, essa vai ficar muito boa por dia, por dia do velório, mas é dizer que é que eu contribuir, que eu deixei algo de bom na vida das pessoas, né, se eu ouvir isso aí, quer dizer, eu não estarei, né, para dizer, mas se disserem isso, eu sinto que eu cumpri o meu papel, sabe, dizer do quanto eu contribuído, quanto eu fui útil na vida, na vida pessoal, na vida profissional, das pessoas que cruzaram o meu caminho, eu acho, eu acredito que não tem realização maior do que isso, né, do que você se sentirem saudades de você, saudade boa, né, aquela saudade gostosa de dizer, olha, aprendi com o Geraildo, o Geraildo me ensinou isso, o Geraildo passou por aqui e as pessoas perceberem da marca que você deixou na tua caminhada. Acho que isso é essencial para todo mundo deixar uma marca, deixar um legado. Acho que a gente faz para isso. Seu Geraildo, a gente está chegando A gente ficou batendo ao final do nosso podcast, foi muito rápido, nem vi a hora passar, foi bem, a gente ficou batendo papo aqui, foi rapidinho né, passa rápido, tem alguma pergunta que eu não fiz, o que o senhor gostaria de abordar, algum tema, senhor Rui, eu acho que a gente tratou, né, eu acho que a gente foi, foi nos principais né, eu acho que os principais nós, nós trouxemos aqui, e se as pessoas e pessoas quiserem te encontrar nas redes sociais. É faci, faci, quando jogar lá no Google Geraildo, ele vai dizer, você quis dizer Geraldo? Aí você diz, não, Geraildo, porque o Google é danado pra querer direcionar pro Geraldo. Você quis dizer Geraldo? É Geraildo Santana. As minhas redes sociais basicamente são o Instagram e o linkedin, né, que eu tô lá. Você gosta muito de linkedin, né? É, eu gosto de lá. Você nem mexe, né, Sr. Geraildo? Oi? Eu não sei nem mexer.

[1:09:08]Aham, é muito bom, eu gosto. É a minha principal. E eu brinco que quando alguém fala, eu digo, olha lá, não é para você ficar mostrando o peito peludo, ficar com as pernas de fora, não. A coisa é séria, mas eu gosto de lá, é Geraildo Santana, tá? Tá bom, então muito obrigado seu Geraildo por ter participado com a gente do PodPlástico, hoje nós fizemos um PodPlástico completamente diferente, nós não falamos de materiais plásticos hoje, foi um PodPlástico bem diferente, bem gostoso, muito obrigado por ter participado com a gente e se o senhor e o que você quiser deixar suas considerações finais, por favor?

[1:09:54]Senhor Rui, só agradecer e dizer da minha satisfação, da minha alegria em ter podido conhecê-lo no digital aqui. Nós batemos um papo naquele dia muito agradável por sinal e dizer que eu fiquei bem feliz e confesso que quando passou um tempinho, sem a gente definir nada do podcast, eu pensei, ah, o seu ruído existiu, eu falei, ah, mas tá tudo bem, mas aí o senhor falou, não, tava, era dando uma organizada pro formato, né, mas assim, dizer da minha felicidade, exatamente até por isso, de ser um Pod, é o PodPlástico, né, onde traz mais assuntos de plástico, a oportunidade deu contar um pouco da minha história, então assim, é muito prazeroso pra mim, sabe, e minha grátis dão ao senhor, pela oportunidade.

[1:10:48]e eu quero agradecer a presença do senhor, foi um bate-papo espetacular e para você que ficou com a gente até agora meu muito obrigado se não nos segue no siga ativa o sininho se gostou deixa uma mensagem se não gostou deixa também dizendo porque não gostou aqui a gente evolui continuamente e muito obrigado e até o próximo episódio do PodPlástico.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.