É por isso que somos a voz do plástico no Brasil | Com Junior Facin #podplastico
Junior Facin, da TalkPlast, comenta a Plástico Brasil, a sacola circular, o Instituto Soul do Plástico e a desoneração da cadeia de reciclagem.
Principais insights
- Junior Facin, diretor da TalkPlast e do Instituto Soul do Plástico, avalia a Plástico Brasil, organizada pela Informa: filas curtas, estandes criativos, ilhas de vários países e palestras sobre SMED e ferramentaria.
- Na feira foi produzida uma sacola circular: a bobina, a impressão e o corte-solda aconteceram no evento e a sacola devolvida virou saco de lixo, fechando o ciclo à vista do público.
- O Instituto levou alunos da ETEC de Mairiporã ao estande para processar tampinhas; segundo Rui, cerca de 300 jovens visitaram a feira com transporte pago pela prefeitura.
- Junior defende a desoneração da cadeia de reciclagem: tributar o catador e a cooperativa desestimula a volta do material à indústria, enquanto o aterro custa ao poder público.
- Ele conta que mudou de opinião sobre o oxibiodegradável ao conhecer o aditivo P-Life e diz que os bioplásticos evoluem, mas banir o plástico convencional sem alternativa pronta, como o PL 2524 propõe, não funciona.
- O projeto Capivara Card, em Mairiporã, propõe que alunos do 1º ao 5º ano levem plástico limpo à escola e o vendam a uma empresa privada; 80% do valor vai para o aluno e 20% para a associação de pais e mestres.
Perguntas frequentes
Quem é Junior Facin e qual é o papel dele no Instituto Soul do Plástico?
O que foi a sacola circular da feira Plástico Brasil?
O que o Instituto Soul do Plástico fez na Plástico Brasil?
Por que Junior Facin defende a desoneração da cadeia de reciclagem?
Qual é a opinião de Junior sobre oxibiodegradáveis e bioplásticos?
Como funciona o projeto Capivara Card em Mairiporã?
Capítulos e transcrição
0:08Abertura: Junior Facin e o balanço da Plástico Brasil
[0:08]fala pessoal, estamos aqui em mais um episódio do PodPlástico, estou aqui hoje com o meu amigo Junior Facin da TalkPlast, e aí Junior, tudo bem? Tudo bem Rui, obrigado, valeu pelo convite, eu vi esse estúdio de podcast nascendo e tá cada dia mais bonito, cada dia que eu venho tem equipamento novo aqui, e tá bem legal, parabéns, tá muito legal, parabéns pelo projeto pela iniciativa, quanto mais divulgar informação melhor no nosso mercado.
[0:37]o nosso negócio é falar de plástico, a gente acabou de sair de uma feira maravilhosa, bonitas, estandes bonitos, você que gravou um monte de coisa, qual foi a sua sensação, o que que você viu do que a gente vê lá fora, o que que você viu de diferente na nossa feira? Cara, sim, eu acho que o que tem que exaltar realmente foi impressionante a organização da Informa, a Feira era uma iniciativa da ABIMAQ e da Abiplast, mas quem põe a mão na massa e operacionaliza é a informa, então a organização foi pra mim excelente, perfeita, você não via muitas filas, então a gente como mostrou tudo, né, então normalmente em feira você vê aquelas baita, fila, mesmo o pessoal vindo já credenciado demora pra entrar, mas lá não, funcionou perfeitamente, os stunts, e você vê que o mercado tinha expectativa também, né, Rui? Então você vê que o pessoal investiu em stunts, porque e o pessoal com muita criatividade, uns estandes assim bem diferentes mesmo, tinha um deles lá que tinha um baita, telão de LED, assim, ele falou, meu, imagina, quando tu custa pra você meter um telão de LED desse, porque é um investimento, assim, eu penso o seguinte, se uma empresa investe tanto pra aparecer na feira e não é barato, tem gente ali que gastou uma fábola de dinheiro, é porque ela sabe que aquilo é uma vitrine gigantesca pro mercado e que traz retorno, né Rui, é fato, a feira é uma das grandes ferramentas de mercado para trazer retorno para o fabricante.
[2:12]Ah cara, eu notei o engajamento de todos, assim, de todos que eu falo de expositores, organizador, associações, eu participo lá da ABIMAQ e eu participo das reuniões de organização da da feira. Então é muito legal, assim, você vê o jeito que aquilo tudo armado, né? Ninguém imagina os bastidores daquilo, né? O pessoal da Informa, cara, corre demais, eles correm muito, trabalham pra caramba pra fazer aquilo, ficar bonito daquele jeito. Imagina no sábado, tudo negro trepado lá, não, que ando estando, que não passando o tapete. Quem nunca entrou na organização da feira e não tem a menor ideia, que aquilo lá é um golpão que não tem nada, nos primeiros dias os caminhões vão entrando por nas máquinas do lugar, porque as máquinas até montar é o mais difícil, mas gente, no sábado lá que a gente tava montando o nosso estúdio, cara, aquilo tava no caos, e você fala, como é que isso aqui vai estar organizado para a segunda-feira e chega na segunda-feira, tá tudo perfeito, realmente um desafio.
3:13Ilhas de países, SENAI e curso de termoformagem
[3:13]Parabéns para o pessoal da Informa, parabéns mesmo, a feira tava linda, parabéns a todos os expositores, porque os stunts estavam bonitos, poucos stunts estavam simples, assim, a criatividade foi bem bacana, a feira colorida, eu me senti assim, numa feira tipo da Alemanha, que tem os stunts bonitos, os nossos estão até mais bem construídos, mais cores, o pessoal de resina veio, o pessoal de resina normalmente faz stunts mais luxuoso, mais bonito, não, e lógico, aqui no BRASIL e a gente tem também essa característica, eu vi vários estandes lá que levou músicos, então você via já lá a partir das seis, sete horas o pessoal tocando, tinha um estando de lá que tinha uma banda mesmo, falei, pô, que legal, né, pra lógico, porque querendo ou não, você atrai muitos dos seus clientes lá, e é um momento de confraternização também com o teu time e com os teus clientes, um tempo de happy hour, de bate-papo, e a gente tem essa característica, o brasileiro tem isso, né, na Alemanha e na China, assim, deu seis horas todo mundo, tchau, mas no Brasil a gente tem essa de água, vem um copinho de água lá, é isso aí. Aqui não, a gente monta bar, né? É bem legal. Tem lá o bife, o garçom servindo as pessoas e a gente viu muito isso. Outra coisa que me chamou bem a atenção foi as ilhas que eles colocaram dos outros países, né? Então isso também é legal, porque conecta, então tinha Áustria, que eu que geralmente a gente não vê isso em feira do plástico, uma ilha só da Áustria, e lógico, China, tinha Índia, que aqui são mercados oitocados extremamente grandes, a gente tinha a ilha da Itália, então também foi bem legal, porque é um espaço ali que fica para as empresas italianas, fica para as empresas austríacas, Suíça, então acho que isso também foi bem bacana. Outra coisa que eu acho que a organização do evento em relação a os extras, vamos dizer assim, que é o que também atrai muito público, que seriam as palestras, o oi bacana, o SMED, toando lá, troca rápida de molde, também foi uma coisa bem legal, o parque lá da ABINFER, porque são ferramentas também que usam dentro da nossa indústria, muito mercado SENAI, o mercado de injeção, mercado muito grande, representa mais de 40% do mercado de plástico, de transformação é pra injeção, o SENAI tava lá com um caminhão e com um estande, muito legal, e eu consegui, a gente fez uma matéria natal que com um dos o diretor do Senai que tava lá, e eu perguntei pra ele, porque isso também assim, porque que o Senai tem que tá lá? Porque a gente tem um problema de mão de obra hoje, latente, não só no Brasil, mas no mundo. Nós fizemos uma entrega da máquina pro Senai. É verdade, verdade. O Senai de Terra Preta aqui, Mairiporã, vai ter o primeiro curso. Primeiro no Brasil, né, Rui? Eu acho que é das Américas, eu não achei nenhum curso termoformagem online, em nenhum lugar do mundo, eu achei.
6:03Sacola circular: da bobina ao saco de lixo na feira
[6:03]mas aqui nas Américas não tem, eu dou aí duas máquinas pra eles, que é pra gente formar um mundo de obra pro cara que vai comprar a minha máquina, tem lá mandar o seu funcionário pra treinar e sair já afiado no que é lugar melhor que o SENAI, né, pra isso. Não, os SENAI, os caras são especialistas em treinar pessoas, né, e o trabalho dele pra atrair os jovens também foi bem legal, como os médicos me falei, o instituto, né, instituto. A gente teve dois projetos circulares lá, mas aí é legal até o Rui falar que foi da sacola circular. Não, mas eu já falei pra caramba disso aí, eu queria que você falar, eu queria entender o seu sentimento quando você viu aquilo tudo rodando, aquela sacolinha funcionando, coendo, o que que você achou daquilo? Cara, eu achei muito legal, assim. Você já tinha visto isso? Não, então, porque como feira a gente sabe que vamos pensar, e a gente defende tanto a circularidade do plástico o tempo todo. A gente sabe o que faz, mas aí chega numa feira do plástico e os próprios resíduos você não fazer, é meio aquela história, né, casa de ferreiros. E o cara entregando um catálogo e uma tatuada de papel.
[7:15]Não tem condição, né, aí você fala caramba e esse projeto foi muito legal e principalmente porque a sacola estava sendo produzida dentro da feira. Então você tinha algumas empresas que estavam lá fazendo a bobina, a rulha carnevale, fazendo a bobina, depois a G4 fazendo a parte de impressão, que é uma flexo dele linda lá que levou pra feira, depois ele tava fazendo o corte solda e a Valmar te fazendo o corte solda e é distribuindo na feira. A estruza pegando o esqueleto e fazendo saco de lixo ali na feira. Mas aí o pessoal também foi distribuindo na entrada, o próprio time da informa foi distribuindo, então era uma sacola que o pessoal lopole, levou para casa e tudo mais, mas todas as paras produzidas ali, ela recolheu, levou de volta para a estruz e ela mandou como saco de lixo para justamente juntar os resíduos e...
[8:07]Nós fechamos a cadeia, fechamos o ciclo e mostramos que é possível, que a sacolinha não é esse bicho tão temido, né? Então é assim, na própria feira, a gente fez um movimento para quem estava lá mostrando essa história e a gente fez a cobertura. A gente fez vários vídeos lá ao vivo, mas vai sair mais um vídeo ainda no canal da Tal, que se quiser ver mostrando passo a passo da sacola circular, ficou bem legal.
8:31Instituto Soul do Plástico e os alunos da ETEC no estande
[8:31]Esse foi o da sacola, a sacola foi muito bem aceita, nós tivemos bastante cobertura disso, os que não entraram... Atrai o TV também, então hoje eu fico fora, né? Atrai o TV, atrai o Repórter Internacional, isso eu comecei também, e a quem não entrou nesse dessa de vinte e cinco e vinte e sete tá convidado a gente tem que fazer um negócio mega maior mega macro com outras coisas, né, porque nós precisamos uma transformação da sacola e nós precisamos uma transformação das tampinhas, né, aí fala aí da tampinha do nosso Instituto. Instituto Soul do Plástico, assim, ele já nasceu, né, e com essa oportunidade lógico o Rui, né, fazendo parte da organização ajudou muito, né, a gente conseguiu colocar e aí nós também corremos lá com a agência pra fazer tudo a parte visual que foi papapumpo porque o estande tinha que tá lá a gente foi a prefeitura né teve a prefeitura também esteve lá e até que principalmente estande doado ali pra ETEC aquele espaço foi o pessoal da Informa que encabeçou e a ETEC tava lá com seus alunos então isso é bem legal nós levamos mais ou menos foi eu não ter um número exato, mas era um 4 ou 5 alunos por dia, não era não, nós levamos 300 alunos para a escola, não, não, mas para visitar assim, os que ficaram no estande eram os 4 ou 5 por dia, 6 de manhã e 6 a tarde, é muita, foi muita, muita moçada, eu não consegui, eu não consegui ver tanta, tanta gente assim, porque a gente ia lá, cobrir alguns momentos, mas era muito jovem que tava lá, foi a prefeitura de Mairiporã, bancou o transporte, a informa, plástico Brasil cedeu no estande, energia, tudo. Foi muito legal. Os jovens explicando, pegando a tampinha lá, processando e mostrando ali. Aí eles me chamaram uma hora no estande que a tampinha estava saindo com uns pontinhos preto. Aí cheguei lá e falei, caramba, o que que tá acontecendo?
[10:29]Tá queimando o polipropileno. Aí olhei, olhei, olhei, cara, nós pegamos a tampinha na ptdp, e aí na mão eles ganharam umas tampinhas lá de alguém que estava fabricando de PVC, eles meteram PVC no meio e o PVC queimava. Tampinha de PVC? Putsa, é, cara! Pô, ele noça, que mal! Caramba, isso eu não acabei nem presenciando, mas não sabia. Aí tinha ainda amigo fazendo tampinha de PVC. Tinha cara, tampinha de PVC. Aí queimou. Mas, assim, quem passou se encantava e a gente viu, a gente p pôde observar lá os alunos explicando do projeto, e mostrando, e defendendo o plástico. É isso, o Instituto Soul do Plástico nasceu com Cundia Educacional para levar a educação ambiental, falar de circularidade dentro do nosso mercado e ensinar os jovens a empreender. Hoje mesmo a gente vai mostrar essa matéria depois para vocês, fazer uma entrega lá aqui na ETEC, e aí ver o jovem falando dele ter um impacto com a indústria, não sabia que a indústria era tão grande assim. Cara, você imagina aqui. Alguns jovens treinarem inglês na a feira. A gente tá numa cidade aqui, Mairiporã, que tem cerca de 115 mil habitantes. É uma cidade pequena. Então, a oportunidade de um jovem visitar um mundo desse que a gente mostrou pra ele é muito pequena. É muito pequena, não sei que tem um parente que expõe, um pai, alguém ligado, mas é muito pensado no meio deles. Aí nós levamos a escola inteira pra lá, que chegaram lá, tinha uns que não queriam ir, né? Pô, tem que ir, professor. Hora que chegou lá, não queria ir embora, o cara, nossa, que negócio louco, que...
[12:07]Não sabia que uma cadeira era feita assim, não sabia que com a capa de um celular era feita assim. Eu tenho certeza, cara, que nós impactamos de alguma forma na vida desses jovens. Não. E quantos empresários, vamos pensar no nosso setor, que estavam lá expondo? Que muitas vezes também não começaram na ETEC, não começaram fazendo o SENAI, Maria Matossom, Bernardo, pegando ônibus.
[12:28]monibus, e começou a trabalhar em uma recicladora, em uma pequena metalúrgica, e que tem uma baita indústria de plástico, coisa que tá ali, né, é isso aí, é, o cara é sair do zero por um, né, isso aí, a gente fala do zero um, né, zero um é, se você não fizer nada, que que vai acontecer? Nada, nada, se você fizer alguma coisa, vai acontecer alguma coisa, pode ser positivo ou negativo, mas vai acontecer alguma coisa, se você fizer em pródo positivo, vai vir positivo, se você fizer em pródo positivo, vai vir um dia você sonhou e falou vou fazer marco é o meu sonho quando eu tinha 18 anos era ter um torno e uma freza e hoje aí tem um monte de ferramenta então o mesmo mas o meu sonho era ter um torno e uma freza ficar olhando para nós se eu tiver um torno e uma freza faz qualquer equipamento e você ver é aquilo é o 0 por 1 se eu não tivesse comprado primeiro torno perfeza, e tivesse ido estudar eletrônica, entender um pouco sobre mecânica, pneumática, eu não estaria com essa fábrica. Se eu não tivesse pego o celular e ficado feito um vídeo, dois, três, cinco, cinquenta vídeos, e falar, pera aí, vou falar de plástico. Vou falar de plástico mesmo, ficando dois, três anos por exemplo, que eu era um fantasma, rolando pra ninguém, mas uma hora a coisa ganhou corpo e e o jovem também precisa entender isso, passar, é o processo, né cara, é o processo natural e que todo mundo passa. Muita gente ficou impressionada com esse projeto, fez barulho lá o Instituto Soul do Plástico. Foi bem legal e pra você que ainda não entrou, eu não vou cansar de falar pra você empresário que fala que precisa de educação pro nosso mercado, pro nosso segmento, pro plástico, pro papel, pro vídeo que precisa de educação ambiental, vem pro Soul do Plástico, a gente vai tratar de ecolônia circular, a gente só trata de educação, cara, então não tem como dar errado, a gente trabalha pro bem, é aquele fazer alguma coisa mais, nós estamos fazendo essa alguma coisa mais, vem com a gente, ajuda, participa, que isso vai ser muito, muito importante na vida de vários jovens que são o futuro do nosso mercado, eles estão vindo, ainda que a poca gente já tá parando, eles estão chegando e a cabeça deles tem que vir boa.
14:42Empreendedorismo e a saída do zero ao um
[14:42]é isso é estimular né estimular indústria em estimular o jovem a pensar fora da caixinha empreender isso é extremamente importante eu acho que não tem nenhum país que cresce se você não tiver empreendedores não tem jeito porque o empreendedor é que cria riqueza não tem como tu não viver do estado gente não é impossível então alguém precisa cultivar alguém precisa plantar alguém precisa produzir porque senão não adianta né não tem como e o empreendedorismo você vê países que como a malásia tem oitem, né, aumentado muito, né, se tem uns países no mundo que tem aberto, incentivado o empreendedorismo, os empresários do país a investir, a crescer, cara, não tem como não formar uma potência, né, Dubai fez isso há alguns anos, a Coreia do Sul fez isso muito bem feito.
[15:31]É, o Coreia do Sul como é que... Não, você vê o tamanho das intu... e aí você fala Coreia do Sul do tamanho do estado de São Paulo, pô, e olha o PIB dos caras, olha a potência que se tornou, o próprio Estados Unidos é um país fundado com base no empreendedorismo, então é extremamente importante a gente fazer com que o Brasil seja um Brasil empreendedor, de pessoas que queiram, mesmo assim fala pô, mas o cara é CLT, ele trabalha dentro de uma empresa, mas você sendo empresário, fala a verdade, se você tiver aqui dentro da sua empresa, um cara que tá trabalhando pra você, mas entra empreendendo pensando com a cabeça de evolução oitão de empresário. Cara, voa. Ele voa. Você vai dar uma boa oportunidade e, a capouca, você vai falar, não, eu vou segurar. Cara, daqui a pouco você vai ter, você tá pagando mais pro cara, porque você vai manter o cara na tua estrutura. É igual, tem uns empresários aí que eu acho que eles são muito idiotas, que é o cara que vê o vendedor ganhando o dinheiro. Cara, o vendedor, eu quero que o meu vendedor ganhe milhões. Eu torço pra que ele ganhe muito dinheiro, porque você, pô, ele tá ganhando aquela fração da comissão que o cara vai bater malas, visite, o cliente tá com cliente, escuta desaforo, aí ele vai lá e vende, ganha comição dele, pô, ele ganha comição, quanto que eu tô ganhando? Então eu quero mais, é que ele ganha muito.
[16:46]É lógico. Porque ele tá trabalhando pra mim para vender, então ele tem que ganhar muito, um técnico, um técnico tem que ganhar bem, o cara tem que trabalhar satisfeito, ele tem que ir lá, resolver o problema do cara, atender bem o cliente, que é o que você não vê, é a proatividade nos, nessa geração a proatividade tá muito complicada, né? e o cara que acaba tendo aquela cabeça disso a fazer o que manda, ah não, vai meu salário vai vir no final do mês que se dane, ele não tá empreendendo, e ele fica com aquele salário no final da vida, e aí fala minha vida foi assim, olha o cara ganhou o momento, não ganhei, puxa, ó Deus, ó céu, você culpando o chefe, culpando o governo, e no fundo, cara quando você põe a cara pra fazer, vai lá e sai do 01 como você falou agora, coisa acontece, e não tem jeito, né? É, mas é, e a gente falando de circularidade aí, nós demos um brec e nas investidas lá na frente parlamentar, né? Com essa história de feira, agora nós falamos falar, né? Mas, pessoal, nós não paramos de atuar.
17:52Desoneração da cadeia de reciclagem
[17:52]Nós paramos de falar um pouco na época da feira, mas... Agora a gente começa já de novo a conversar com os agentes públicos para levar informação, uma das pautas é a desoneração da cadeia de reciclagem, que é um tema bem sensível de se discutir, mas se a gente vai levar, se a gente vai ser atendido, a gente não sabe, mas que a gente vai levar, a gente vai levar. Todo o lugar que a gente vai, a gente vai nas cooperativas, nas coisas de reciclagem, ser tributado é complicado nesse momento, né, nesse ponto.
[18:27]e ser tributado com a mesma nível de tributação. Eu acho que isso é o que pega. Então, você pega uma grande empresa, por exemplo, de transformação de plástico normal. O cara vai lá, compra da petroquímica, transforma, tá pagando todos os impostos. Cara, você pagou os impostos na matéria prima do Fred e tudo. Foi comércio. Mas concorda que o scrap dele, ele também pagou o imposto. E além de tudo, ele tá tendo o custo da perda, porque o scrap entra como perda, ele teve o custo da perda o processo. Se é 2, 3%, ele tá colocando no curso do produto. Então, você já tá uneirando a cadeia, você tem que fazer o curso, pera aí, você tem 5% pra tocar essa máquina, 3%, 2% que eu tô jogando, que acaba saindo da produção, então ele joga isso no preço. Então, já tamo uneirando o preço. Só que esse material, a gente quer incentivar pra que ele volte pra indústria. E quando você tributa, a ideia é você tá desincentivando o cara pra voltar eu tenho esse material como custo para o estado, porque esse material que está indo para a terra sanitária, o que está sendo jogado na rua, que o destino, um momento, vai ser a terra sanitária, o governo paga para levar para a terra sanitária para enterrar aquele. Paga para coletar. Ele paga para coletar, paga para enterrar. Se a gente, a gente vê em vários livros, em várias, várias reportagens que a gente vê, o coletor de resíduo é o agente a gente tem no país. Aquele cara do carrinho, o famoso carrosseiro, é um cara determinante para a circularidade dar certo também. Existem outros meios, tem um carrosseiro pequeno, médio grande. Mas esse cara, quando ele entra lá na cooperativa com o material, tributa.
[20:12]e aí o cara pega uma embalagem muito leve na mão e fala, isso aqui eu não vou levar, vou deixar ver o carrinho, vou gastar o dinheiro recolhendo pra não ganhar nada, então se você cata aí vai, é por custo que ele cai lá na terça sanitária, agora imagina que aquele cara ganha sei lá, 2 reais no quilo da quilo, 3 reais no quilo da quilo, ele vai pegar e o governo vai ganhar, porque esse material vai voltar, que não ganha os 18, mais os 15, ou 10%, que ganha 5, que ganha 4, que ganha 3, ele deixou de pagar quanto?
[20:50]Não, eu acho que nem isso, Rui, pensa o seguinte, se você não tributa, se você realmente desonera, o que que vai acontecer com a cadeira resplash? Você vai aumentar, você vai ter mais empresários olhando e falar, pera, isso aqui não tem... São bons negócios, são bons negócios. Isso deixa uma margem interessante. gente mora num mundo capitalista, você pode falar o que você quiser, né, a China é um país mais socialista, mas mais capitalista na economia que existe no mundo, então assim, isso é fato, para o mundo andar, a gente já entendeu, o capital vai aonde tem investimento e tem retorno, qualquer negócio que não dá retorno quebra, não tem jeito, qualquer empresa precisa ter lucro, mesmo uma cooperativa, ela tem que ter lucro, um dia tem que pagar os cooperados, ela tem que pagar o transporte, de forte, tem que pagar a luz, tem que pagar a energia, tem que te deixar dinheiro, tem que se tornar um bom negócio.
[21:39]O dia que, quanto mais reciclagem no mundo se tornar bons negócios, cara, a ideia é você vai catar tudo que é material que está em qualquer lugar, porque é um bom negócio, você vai precisar de matéria-prima. Porque o material jogado na rua, tanto faz o material que é, tanto faz ser plástico, papel, ele conta minho. Se a gente, por exemplo, começar a onerar demais, vamos dizer que se onerou demais o alumínio no Brasil, se tem problema na jazida, vai sobrar a gente latinha, não é porque o brasileiro, ah não, é que a gente assim, o plástico é vilão, o alumínio não, porque o alumínio a gente joga lá e ele some, não é que ele some, ele tem valor comercial e o que vai acontecer é o seguinte, você vai ver se ficar muito caro pegar alumínio, ou se ficar extremamente barato, gente, você vai ter alumínio jogado pra tudo que é lado, que foi o que aconteceu com o papel agora, pouquinho tempo atrás aqui, tava sobrando papel, jogado pra tudo que é lado, que o cara preferia receber o bolso da família em casa, do que pegar papel na rua, é de tão barato que tava, porque o papel tava muito barato, então se ele sobe um pouquinho, ele ainda recebe o bolso da família, mas ele faz a complementação de ele, com os recicláveis, ou seja, papel, vidro, agora a gente mudou um pouco, eu tô um pouco mais pulido pra falar, eu tô um pouco mais calma, né, que eu já tava, a gente falava muito, tá diminuindo um pouco as falas em relação ao plástico, porque eu não sei se é conscientização ou se as pessoas tão cansando de falar a mesma coisa e a gente responder que a gente responde mesmo, né, a gente entra lá e responde pros caras.
[23:20]o material plástico ele tá ganhando valor cv, guardo da garrafa já tá 650 eu acho que assim a percepção que eu tenho tá em relação a isso eu acho que é a seguinte é o que começou a perceber a própria grande mídia é vamos pensar que nem a Globo fez uma matéria sobre reciclagem cara começou pensando do jeito determinado recentemente e a gente achou que eles iam dar uma pancada no como tem muita gente fazendo. Mas eles estão também vendo a questão um pouco mais técnica.
[23:52]Percebendo que a coisa não é bem assim, que é muito mais complexo do que simplesmente bater. Alguém que pega a rede social bate só para ter viu. A TV não pode fazer isso, porque ela é um canal de comunicação. O que aconteceu é que quando você vai estudar e vai ver, muda um pouco o discurso. E a grande mídia que está mudando um pouco o discurso. Ela percebeu o seguinte, gente, não dá pra substituir o plástico assim, não existe tecnologia pra isso. Você já pensou, eu tava conversando, eu vou falar do Dona Tereza, porque eu converso bastante com ela sobre materiais esclaves, que é uma pessoa que tem uma bagagem incrível sobre isso aí. E eu tava conversando com ela, 70% da renda, da cooperativa é é oriunda de material plástico, 30% de outros materiais. Então imagina que hoje as pessoas não falam que tem que acabar, tem que parar, eles não param para pensar, porque imagina que a gente fala amanhã não vai ter mais material plástico. Todas as cooperativas que tinham 70%, elas vão fechar. Vai fechar e vai ter gente passando fome e não vai recolher os outros materiais, que você não vai ter...
[25:07]Não, pra quem se vai recolevido, você não tem nem um de povo, ela é fechada. Então, se acaba com o plástico, você onera, por exemplo, o chocolate, que eu falo muito de chocolate, o chocolate qualquer um vai no supermercado e compra uma barrinha de chocolate embalada no plástico, barato, agora, sem mais, você só pode comer chocolate fresco, porque o shelf life dele ia cair, você ia ficar com ele embalando um papel sem tratamento, papel sem plástico, pega lá um sulfite, pega o sulfite lá, não sei que vai amarrar aqui nem nem bala nas fontes, aquilo vai entrar oxigênio, por mais que você colocar um produto pra manter o material, mas esse já tá tendo que pouquímica, né, vai ter que pôr, ele vai durar o que, uma semana?
[25:53]Então imagina a indústria produzir uma semana, ela tem que produzir, fazer a logística do serial, e fazer a venda em uma semana, aí você vai lá, você tem uma cinco pessoas na sua casa, aí você vai comprar, sei lá, vinte chocolate pra passar o mês, cara, você vai comprar cinco, vai levar, vai comer, e quando você for de novo, se você for, você vai comprar cinco, você não vai estocar, e a gente compra muito por impulso, né, a gente vai comprar bolacha, você é cato, um monte de pacote de bolacha, um monte de pacote de salgadinho, isso aí acabou, é fresco.
[26:23]É tipo aquelas vendas de antigamente, todo dia vai na venda pegar alguma coisa. É igual aquele por que vocês fizeram o natal que das meninas com a sacola cheia de pot de vidro, o vidro era mais pesado do que o produto vinha dentro, imagina o efeito que era isso nos caminhões antigamente, quanto que não despendia de combustível de CO2, todo mundo fala da emissão de CO2, então são discussões imagina por exemplo, potes de azeitona por exemplo ou vários potes que tinha que era tudo de vidro. Cara, quanto pesa um caminhão para o elefão, um negócio desse, né?
[26:59]Ah, nós fomos... Aí você substitui pelo PET, você tá tirando 60% do PEAD da CAR. Nós fomos no evento semana passada, da... O evento de reciclagem que nós tivemos na semana passada, eu esqueci o nome. Ah, tá. Que você cobriu. Não, reciclagem ou Cinq Plastic? Cinq Plastic. É, não é reciclagem. Reciclagem não, desculpa. Nós fomos nesse evento e o cara tava mostrando lá daquele fabricante de filmes grande que tem aval, Valgroup, Valgroup, Valgroup está mostrando, ele colocou para exemplificar um pote de vidro que pesa 300 gramas e um pout que pesa 6 gramas e transporta a mesma quantidade, a mesma quantidade de resiste mais o pout. Então quando você pega os erros que vêm lá da economia circular, todos os erros estão ali já simbolizados.
[27:51]não tem nada que reduzir, não tem nada que alivia, pensa n esse índice de 300 gramas, pra 6, não existe outro produto que você consiga fazer isso, por mais que você tenha tecnologia do vidro, por mais super ultra, ou do papel, e você encolhou a embalagem, a cubagem é maior, ou do metal, não tem, não tem como, não tem como substituir, então, eu acho que aquilo volta que a gente falou, a grande mídia já percebeu que, que meu, assim, por mais que eu tivesse tecnologia, o medir e consegui transformar o negócio de 300 gramas para 6 gramas e aguentar e segurar e manter o alimento preservado e segurar no balanço do caminhão, fazer o produto chegar onde tinha que chegar.
[28:33]E isso é economia circular. Por que? Porque pensa bem, eu fui lá, imagina, vamos pegar no caso azeitona mesmo. Gente, é uma árvore de azeitona, uma olivera, quanto demora para começar da fruta, demora para caramba, aí você cole o fruto, aí você prensa o fruto, aí ele transporta o fruto, quanta gente trabalhando para fazer um litro de azeite, por exemplo, ou pôr um pó de azeitona, aí você perde de tudo isso, porque você embalou mal ou porque o vidro quebrou, pode ir, cara, olha quanto trabalho e água e templo é jogado fora, e as pessoas quando pensam em circularidades, elas podem pensar nisso também, que é uma embalagem que dá mais tempo de vida útil e que preservou o alimento.
29:17Oxibiodegradável, P-Life e bioplásticos
[29:17]e você vê um negócio interessante também nessa questão de circularidade do plástico. Quando a gente fez, eu fiz o primeiro podcast lá que você me convidou na TalkPlast. Cara, eu meti o pau, mas eu falei um montão de coisa do oxi-biodegradável. Aí o pessoal do oxi-biode veio aqui no meu podcast, a Bruna Folster da Ecoventures e apresentou o P-Life. Eu vou falar pra você que, puta, aquilo me deu uma virada, falei caramba, a gente não pode falar de um negócio sem ter profundidade, sem conhecer com profundidade, né? Porque eu não imaginava que se você aquecesse, de novo o P-Life sumia, o P-Life no caso dela, o Abil sumia e você reciclava ele normal.
[30:08]pra mim não, isso é fragmento, fragmento, e não era especialmente que eu tinha antes, não é o mesmo que eu tenho hoje, então o cara fala pra mim, o que que sai do oxi-biode? Aí eu olho pro cara e falo, tem laudo, tem certificação, ele tá aprovado, não tem, tem certificado não migratório, tudo bonitinho, tem, então, ok, porque se você for com ele na economia circular, ele volta, isso aí é por desavisado, que jogou no meio do lugar errado, né, no lugar errado, igual aquela biturquinha de cigarras, né, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem, tem que é comum pra caramba. Então eu mudei a minha postura em relação ao oxibil e muito, mudei muito e to lendo mais, que eu quero entender mais. É que é assim, o que as pessoas possam compreender também Rui, que todo dia, a gente vê a própria inteligência artificial, todo dia ela tá mudando, tá mudando, tá mudando, evolui. O oxibil de dez anos atrás não e não é o mesmo oxi-biode hoje. Ele evoluiu. Ah, mas o oxi-biode na Europa foi proibido para na pra na. Sim, nós tínhamos os primeiros, as primeiras tentativas de fazer um produto, porque pensa, isso vem de uma necessidade. Peraí, eu tenho muito plástico, tenho muito plástico organ... lixo que tá, que tá se acumulando nos lugares. Eu precisava inventar um produto que eu ponho no plástico e ele se degrada, né, que vira o humus do céu 2. Só que cara, você tem uma ideia brilhante, quantas coisas a gente não tem no mundo hoje que surgiram de 10 clientes, mas que antigamente falaram, cara, isso é impossível.
[31:38]E aí o Elon Musk vai lá e dá ré no foguete, que você fala, não, ninguém vai nunca dar ré no foguete. E o cara deu ré no foguete, cara. Ele fez o foguete descer e ele deu ré no foguete. Então assim, é tudo é possível. Teio de plástico dentro, hein? Teio de plástico dentro. Porque senão não ia lá pra cima. Então assim, tudo o que a gente fala que é impossível, a gente não pode se fechar pra tecnologia, porque aquilo vai evoluindo, evoluindo, da mesma maneira que os bioplásticos o que estão evoluindo, evoluindo a cada dia. Quando eu ouvia falar do PLA há dez anos atrás, o que eu falava, pelo amor de Deus, só dá pra fazer monofilamento que PLA é uma desgraça.
[32:12]Cara, hoje você tem uma porrada de produtos e pega um copo PLA, a coisa mais linda do mundo. Então isso tá evoluindo. E os oxibios também estão evoluindo, não é mais aquele que era dez anos. Então a gente entende quando a pessoa fala, não, isso aí não dá. Mas são tudo tecnologias que estão surgindo, o que a gente só não pode fazer como o canal de comunicação como pessoas que, cara, cê não pode se fechar, isso presta, isso não presta, não, a gente não pode se fechar, a gente tem que se abrir e olhar e falar, pera aí, vamos ouvir, vamos ver, tem o desafio agora, isso é fato, eu sou superfã dos bioplásticos compostáveis, tudo aquilo que pode degradar e ajudar a melhorar a questão ambiental.
[32:52]Eu acho bacana desde que você não retire nada do alimento. assim eu sou eu sou superfã mesmo a questão alimentar você consegue fazer bioplástico com sobras também aí é bagaço com sobras que é para outro lugar então a gente também pode a gente já tem tecnologia e já tem já tem veios tecnológicos para isso mas a questão é ele tem os desafios dele ainda tem claro está em evolução ele tem os desafios se eu como o gesteia que o grande desafio o PL 2524, né? Então, alguém teve aquela ideia absurda de a gente falar, não, em um ano a gente banei esse e põe esse. Quando você põe no papel, sabe aquela coisa de ser, ah, no papel é lindo, que você fala, ah, a gente bane os plástico convencional, põe em bio, resolveu o problema. Então, querido, não é bem simples assim. É igual eu chegar e falar assim, bom, os grandes poluidores dos mundos é o combustível fóssil. A partir de amanhã, nenhum, como possível, mas pode ser vendido no mundo. Cara, você para avião, você para navio, você para carro, porque não tem como eu fazer tudo elétrico do dia para a noite. É um processo que você não tem vácuo de mercado, né? A partir do momento que você proíbe o material e o outro não está pronto para assumir o lugar. Não tem jeito. As pessoas vão entrar ilegais, vão continuar fazendo. Cara, mas na pandemia você quer coisa mais assim que mostrou tudo pra gente que é a pandemia? A pandemia mostrou, e não tem plástico, que a gente não tem papel, que a gente não tem vidro. Então vamos acabar com plástico, uma parte vai para PLA e uma parte vai para papel. Cara, não tem nem o PLA e nem o papel para substituir e muitos produtos têm que ser desenvolvidos novamente. Já me imagino um para-choque de carro foi de PLA? O que vai acontecer? Não tem, não tem condição nenhuma. O que eu tenho o que eu fico ficado mais abismado é quando eu tô a gente ler matérias né por ambientalistas por ONGs que vão colocando e vão falando de banimento o tempo todo é sem se aprofundar no discurso né falar legal temos um problema vão banir então não se aprofunda naquilo só fala que o resultado é o banimento e é fica uma conversa muito superficial mas porque que realmente assim a gente não pensa como sociedade e começa a dar os para os passos que precisam dar. Por exemplo, você que faz parte de uma ONG que muitas vezes pega e fala, não, eu odeio o plástico, estuda mais profundamente sobre aquilo, mas por exemplo, se você entender a cadeia e nos ajudar a fazer com que o poder público, por exemplo, dão um passo, desonerar a cadeia. Ah, mas vocês mentiram para nós, cara, eu tenho oito muito. Monde reportagem? Parecendo criancinha que o pai pôs de castigo? Você mentiu pra mim, você falou que me levava no parquinho. Sabe os negócios que você fala? Gente, chega a ser ridículo. Eu falo que gente, chega a ser ridículo. Mentiram pra nós sobre a reciclagem de plástico. Ah, não? São falando ainda. Gente, para que essa história, não é que ninguém mentiu pra você que garrafa de papel, garrafa de papel não existe. Depois, garrafa de vidro não ia rolar, é pesado, o plástico foi naturalmente substituindo, não é quem pusero um goela baixo, eles foram vendo que era mais leve, era mais sustentável, o design ia ficar mais bonito.
[36:17]E quem quisesse aprofundar um pouco mais e entender um pouco mais, manda um direct pra mim, manda uma mensagem nos comentários que eu mando o link do paradoxo dos plásticos para você ler e entender porque esse livro é muito bacana porque tem base científica, não é axismo, tudo que é escrito lá tem base científica, então quem quiser manda que eu mando o link, você acessa lá o livro.
[36:45]Aí os caras culpam o plástico, não sei o que, mas aí o que acontece? Primeiro, a gente tem um grande plano de consumo no mundo, o nosso consumo já é absurdo, para tudo, e o plástico ele entra em todo lugar e aí ele acabou sendo vilanizado. outra coisa, você sabia, você ambientalista, que falta matéria prima no nosso mercado? Não, não sabia, com certeza não. Aí você fala assim, mas pera aí, como pode, você tem o tanto plástico jogado, como vocês falam de tsunami, é o tsunami, cara, o tsunami tá faltando PET, tá faltando tudo, tá faltando polietileno de baixa, então como é que tem tsunami? Por que? Porque você não tem que ficar batendo, não é só na indústria, tem que pensar como um todo, a indústria tem que fazer a parte dela, fazendo embalagens monocamadas, repensar, sando, misturas de plás, lá no design, e ela tá fazendo o papel dela, tá fazendo, certo? Algumas sim, outras ainda tá começando, mas tá fazendo. Mas já foram provocadas pra que faça. É isso aí, é um processo, como todo mundo batia nos anos 80 no petróleo, ninguém mais fala do petróleo, porque sabe que você não pode banir o petróleo, não estamos prontos para outro tipo. Mas você concorda que hoje você tem um carro elétrico? Isso já não é uma evolução? Claro que é. Quer dizer, nós estamos caminhando, a indústria do plástico está caminhando, a indústria química está caminhando, a gente está caminhando. Agora adianta ficar só apontando o dedo, então o que que a gente tem que ficar, em vez de falar nos enganaram? Poxa, vamos ajudar a fazer projetos públicos, a falar por quê? Porque, por exemplo, se eu pego um resíduo, eu não posso pegar o meu resíduo e levá-la no aterro, você pode? Não, não posso. Isso é lei, a prefeitura de qualquer lugar ou de qualquer lugar do mundo, é responsável pelo resíduo. Eu não não posso pegar o meu caminhãozinho, sai recolhendo e levar para um centro de triagem, eu não posso, isso é contra lei, ou nenhuma indústria pode fazer mesmo se é de uma empresa de ciclagem o cara tem uma ideia, ele vai reciclando e não pode, como eu não posso fazer isso, é obrigatória a perfeitura pegar, levar isso para centro de triagem, é obrigatório, gente, tá na lei, lei de resíduos sóis no Brasil, tá na lei, ela é comprida não, 40% dos nossos, do nosso resíduo ainda vai para lixões a ser aberta, que nem, nem regulamentação, oitão tem. Então, se eu não faço o básico, aí os caras querem tirar essa colinha para p um produto extremamente complexo, que é um bioplástico para substituir, mudar toda a cadeia, que eu nem tenho a matéria prima pronta, aí os caras podem nem ter as composteiros, nem tem os composteiros, aí os caras querem fazer a lei, querem multar, querem prender o empresário, gente, só de, vamos dizer que isso passa, vamos pegar uma, pensando uma doideira que isso passa, certo? Me explica o que eu vou fazer com as milhões de tonelas de poletileno que são recicladas todo o mês no nosso país por um milhares de fabricantes sacólicos.
[39:33]Vamos pensar idiota, pensa no chocolate, quanto vai custar, você vai, você chega lá, você compra uns 5 reais, 4 reais, compra o chocolate, quanto vai custar esse chocolate? Não, isso vai acontecer, esse chocolate, o preço dele vai disparar. Se você fizer, ou o saco de arroz vai disparar, porque é feito com mesmo poletileno. e se você misturar o compostável com o material que não é compostável, aí você já começa a tirar a característica do que para que ele veio, por exemplo, se eu mandar para uma composteira um monte de pele amisturado com PET, ferrou, ele não vai compostar, vai ter um monte de PET lá que vai estar contaminando, então assim, são tecnologias que vão vim, a gente acredita nisso, a gente quer que vem, vai melhorar, gente, mas é passo a passo, não adianta você pelo banimento, pela porrada, ou ficar só apontando o dedo. Então assim, as prefeituras tem que fazer a parte dele, o governo tem que fazer a parte dele. Se a gente pegar todos os resíduos, for passem de triagem, sabe que vai acontecer se a gente incentivar a cadeia da reciclagem? Gente, daqui a pouquinho a gente vai ter indústrias de plástico comprando lixões e aterro, porque a matéria prima tá aterrada lá. Só que o papel que você terrolá, virou gás carbônico e prejudicionou. Já estão fazendo combustível com plástico e já existem tecnologias. Foi prejudicial para o nosso sistema, porque o papel que você acha que é totalmente inerte ou papelão que foi jogado fora, ele causa gasmetano e se você olhar tem camadas e camadas e gases. Você pega a foto de satélite e você vê que é absurdo. Só que você fala é papel e você pensa que é o papel higiênico, querido, e o papel, se pegou um picado sem imprimir o, ele não degrada igual se imagina não, é só jogar ah mas jogou para ter e ele some, ele não some, ah mas aquele copinho do McDonald que fizeram que é só papel, não é só papel e ele não vai sumir. E é o grande erro né, esse é o grande erro é pregar a sustentabilidade, pregar que ele é compostável ou que ele é biodegradável, você tá dando autorização para o cara sem a informação correta, dele jogar colar a rua e falar isso aqui vai degradar, vou pegar a rua.
[41:43]Ah é papel, a pessoa pensa que tipo papeligêndico bate uma água e eles forem, ele soma, não é assim. Aí a gente volta naquele assunto, olhem a avaliação do ciclo de vida, quando tem alguma dúvida de qualquer material coloca a avaliação do ciclo de vida, tal, tal, tal, tal, tal, tal, tal. Você vai ter a resposta, não é a resposta que vocês esperam, vocês vão ficar surpresos se analisarem a avaliação do ciclo de vida dos materiais.
[42:10]É isso aí. O outro dia eu tava com uns alunos em uma faculdade e aí eles começaram a me questionar, questionar, questionar da questão da biodegradabilidade e se degradar, né? Eu falei, gente, degradabilidade é uma coisa um pouco mais complexa. Não é porque você jogou alguma coisa que ele vai degradar. E aí eles começaram a meter, ah, mas o plástico dura mil anos, quinhentos anos e não sei o quê.
[42:32]Aí eu falei, então me explica por que que tudo a matéria em todo lugar que você olha agora plástico, não estão nem mais falando do plástico, estão falando do microplástico. Se o plástico não tem 100 anos direito e nós já estão falando de microplástico no cérebro e tudo lugar, pera aí, eu não posso falar mal do plástico e falar do microplástico ao mesmo tempo, porque se ele dura 500 anos não se degrada, como é que forma microplástico do nada? Já com 100, né? Já com 100, já tem milhões e milhões de partículas de microplástico tudo lugar, pera aí, alguma coisa tá errada. E imagina que o volume aumentou nos últimos 40 anos. Porque muita gente podia falar não, mas tem os microplásticos da reciclagem, moeu ele e o resíduo. Mas peraí, outra coisa, falo, enganam a gente, só reciclam tão, então peraí, as contas não estão batendo. Sabe o copi e cola? Tome cuidado, porque a maioria que você vê é copi e cola, copi e cola, ninguém tá nem pensando, ninguém tá lendo matéria, ninguém tá estudando a fundo. E quando você vai estudar fundo, as pessoas podem falar, opa, não é bem assim. Tô entendendo um pouco mais essa história, essa história não é bem. Mas o legal é que quando vem um blogueiro, um cara conhecido na mídia digital, e fala uma coisa contrária que aconteceu com aquela marmitinha fit, eu esqueci o nome do cariane, o cariane, quando o cariane falou lá da marmitinha todo mundo, aí o cara para para escutar, aí o cara para para escutar, a gente está falando isso aqui, há um monte de tempo e é isso aí, é isso aí, o material plástico é reciclável, o Instituto Soul do Plástico veio naquela pegada da gente falar de educação, a gente precisava para fazer alguma compara de falar né Junior, e a gente vai em palestras, a gente vai em seminário e todo mundo, ah eu vou ver o meu educado, ah você educar, porque eu vou ver o teu educação, cara nós entramos na educação, nós vamos fazer uma coisa muito legal, o legal do instituto instituto é isso, quando a gente fala isso nós estamos batendo no papo, agora pro jovem ele fica assim ó, nossa que legal, coisa louca né, eu nem imaginava, eu brinquei, pincei um moleque lá, falei e plástico papel, o que que é mais tentar agora é plástico porquê as pessoas falam caramba, aí se falam porquê que é mais sustentável, porque ele se degrada não, porque você gasta muito menos água por exemplo, muito menos energia, ele entendeu o processo, e degradabilidade, outro exemplo que eu usei com alguns jovens, eles ficaram assim também, nossa, eu nunca pensei nisso, falei, então pensa, por exemplo, tem coisa mais natural que uma árvore, você que ambientalista ama a árvore, eu também acho que a arvore tinha que estar em todo lugar. Mas, gente, pega uma torra de uma árvore desse tamanho e ela dá um raio e ela cai. Naturalmente, ela cai. Você já viu que tem algumas árvores assim que ficam 500 anos lá caídas? 200 anos? Gente, é um produto natural, mas por que não se degrada? Porque degradabilidade, degradabilidade não é isso muitas vezes que você entende.
[45:19]É um processo químico, é o vento. Quantos navios das caravelas a gente tem ainda no o fundo do mar e você vai lá e era pra aquele navio tá lá ele foi industrializado não foi pegar a madeira tratar a madeira estou falando lá mil duzentos e bolinha tratar a madeira tem coisa que era dos persas ainda que estão achando não se degradou porque apesar de ser algo natural porque não era pra tá lá então acho que essa é a mesma eu até ouvi do presidente da da biplasa algo que eu achei bem impactante a gente vai falar muito também disso no e o canal da Talk. Eu acho que sabe a coisa errada que não era para estar lá? A caravela não era para estar no fundo do mar. Ela tinha que chegar no lugar correto dela, para ela ser arrumada e poder fazer as viagens dela. E ele falou uma coisa que marcou bem. Ele falou, poxa, eu pegar alguma coisa, né? Por exemplo, eu comprei essa embalagem. Você não comprou sua água. Você comprou embalagem. Ela é sua. Ela é sua. Então o que eu vou fazer com destino é essa consciência que as pessoas acabam no tempo. Ela é a responsabilidade de mim. Se eu pego isso aqui e jogo aqui, esse escritório aqui é do ruí, não é meu, certo?
[46:23]Você construiu, é tua empresa. Se eu jogo ela no chão aqui, você concorda que é a mesma coisa eu pegar a tua mesa e p a minha assinatura. Eu tô pondo a minha marca, eu tô pondo a minha marca em algo que não é meu, não é meu. Se eu jogar aqui, cara, esse escritório não é meu. Eu tô sujando, eu tô pondo a minha marca num lugar que não é meu. porquê que no teu escritório não posso fazer isso, mas na rua eu posso?
[46:49]Eu vi um cara... A rua não é minha! Eu me apropria e dá fala, eu achei muito interessante, você já viu uma nota de libra jogada no chão? Sim. Um cartão de crédito jogado no chão, um celular jogado no chão? Não, cara, porque tem valor e é de alguém. É isso mesmo. Então, a partir do momento que o cara cuida do cartão de crédito, do celular, da nota de libra, que a nota de libra é de plástico e fala que é uma das nossas que mais ois dura, né? Então, aquilo é seu. Aí você vai comprar uma água, a água é sua. A partir daí você tem a informação. Eu tô te contando que a água é sua. Então, você tem a informação que a garrafa é sua. Você faz o que você quer com essa informação. Portando essa informação, faça o que quiser com ela. Você vai jogando na rua? Vamos falar que você é porco.
[47:36]É, cara, essa questão de educação. Eu lembro uma vez. Que é o que a gente vai lidar e é isso, por exemplo, eu tenho um amigo uma vez que ele fez um tour na Europa, inclusive em cidades que eram mais periferia, ele andou muito tempo pela Europa, aí você fala um país de primeiro mundo, um país que a gente fala de primeiro mundo porque tem educação, concorda, um país que recebeu aquela educação básica, ele voltou, mas ele voltou encantado, falei cara, mas o que que cê mais gostou? Dessa tua viagem toda. Pro Junior, o que eu mais gostei foi isso, isso mas o que me chamou muita atenção é que as cidades são extremamente limpas, cê acredita que ninguém joga nada na rua sentindo nada? Lá é proibido. Aí eu olhei, falei, aqui também é proibido, cara, aqui não tem, a gente também não pode sair jogando. E a gente acabou não tendo essa consciência, lá é tão limpo, tão legal, porque é proibido, gente, aqui também é proibido, cê não pode ficar o que está jogando nada na rua? Então, a gente tem essa consciência do resíduo, né? É, eu acho que como suceder, a gente tá evoluindo. Tudo isso falando antigamente, você lembra? Era comum. Você tá num carro, você vê nego, abria janela, dá manivela e fazia assim, vope. Qualquer coisa. Qualquer cor, cara, jogava desde papel, qualquer coisa. Eu já vi gente jogar aqueles, aqueles, as sacolas do McDonald's inteira, sabe? Você come o lanche e joga tudo, mas jogava abrindo a janela mesmo, de qualquer coisa. A gente já melhorou. Eu já não vejo isso muito. De vez em quanto você era capa. Era bonito matar bicho e pendurar a pele dele no pescoço, se não fosse o plástico.
49:09Educação empreendedora e o Capivara Card
[49:09]É verdade. E isso ia acontecer até hoje, né? Então, acho que essa mudança de cultura e é por isso que eu acho que essa tua ideia do instituto e que é tal que abraçou e que a gente está junto nessa, eu acho que é base. Essa ideia do primeiro ou terceiro ano que a gente fez com máquina, do primeiro ou terceiro ano que a gente fala, pode para a faculdade e para a faculdade, porque não. São de adolescentes para mais velhos, porque tem que ter responsabilidade, que é uma máquina. Você não pode colocar uma máquina para uma criança operar, não tem nenhum sentido a gente fazer isso. Apesar de o uso ser muito fácil, obviamente a gente coloca NR12, coloca todos os dispositivos de segurança, mas não é para uma criança operar, assim como não é a criança pegar uma panela de óleo e mexer no fogão, então base. Aí nós entramos com esse projeto aqui do primeiro ou quinto ano do ensino do ensino fundamental. O que que é esse projeto aqui que é a educação empreendedora? Soul do Plástico está lá apoiando a prefeitura, nós vamos fazer um, nós já estamos fazendo, não vamos fazer um projeto em que a criança do primeiro ou quinto ano do ensino fundamental vai levar o resíduo pra escola um dia da semana o resíduo já limpo como deveria ir pra qualquer colete seletiva e ele vai vender aquele resíduo uma empresa privada que a gente precisa do agente privado o privado vai comprar aquilo num valor não o valor que ele venderia num ferro velho por exemplo é vender uma tampinha 30 centavos nesse projeto aí ele ia comprar por um e vinte por exemplo então você vai dar valor oitentatamento que a gente tá falando pra propiciar que leve pra escola. Então vai comprar o resíduo plástico, esse resíduo plástico, 80% do valor é do aluno, 20% do valor é da APM da escola. APM pra quem não sabe é associação de pais e mestres. E o dinheiro que vai pra APM obrigatoriamente é, não tem discussão, é pra educação, pra cultura, desculpa, para a cultura. E os 80% é para o aluno, ele vai ter um painel na escola, com várias coisas, vai ter, sei lá, cada escola vai ter o seu, vai ter canetinha, bala, camiseta, vai ter um montão de coisa, cada escola vai formar porque cada lugar tem a sua característica, sua peculiaridade. Então, cada escola vai ter o seu painel de coisa que eles vão trocar.
[51:47]então vamos levar lá, vai ter um cartãozinho que vai chamar Capivara Card que o nosso prefeito quer que se chame Capivara e ele vai colando o selinho quando deu a quantidade de selos ele vai lá e vai trocar e os 20% que foi para a PM junto com o dinheiro do junto com o dinheiro que vem dos locais de festa tem muitos locais de festa que maripurã, é conhecida como a cidade casamenteira, né, tem muito bastante, muito bife por aqui, esses caras, eles vão apadrinar as escolas, então foi combinado com a associação deles, então são a princípio três locais de festa, três escolas, eles vão mandar o resíduo plástico para a empresa privada direto, vai pesar tudo direitinho e vai mandar esse dinheiro associação de pais e mestres. Junto com os 20% dos alunos vai acontecer o que nós fizemos na feira.
[52:46]Eles vão visitar coisas que talvez não conheceriam. Eles vão a teatros, eles vão a parque, eles vão a cinema, eles vão sair do município e ver a vida fora do município como ela é legal e o que eles podem ter a partir do ato de reciclar. Então a família vai trabalhar em pro dessa criança e isso vai ser muito agregador, você vai inserir, isso é inclusão, você vai ter inclusão, aí você tem inclusão, você tem educação financeira, você tem educação ambiental, você tem o prêmio para criança que ele vai comprar o negócio dele, você tem o segundo prêmio que ele vai ganhar cultura, então o projeto ele é completamente agregador e ninguém, a prefeitura não põe um centavo. Aqui, o que que precisa envolver? É secretaria de meio ambiente, secretaria de educação, secretaria de desenvolvimento econômico e a persona do prefeito, que aqui no município, cara, eles gostam muito, eles são muito proativos em fazer projetos que ajude a população de alguma forma. Que legal. É muito bacana isso aí. É, e o município cresce, né? Então, a gente levando esse tipo de educação lá na base, a gente leva para cima, para o primeiro e terceiro, precisa achar alguma coisa do quinto ao nono ali, do sexto ao nono, a gente vai achar alguma coisa. Vamos bolar um projeto para eles.
[54:09]São coisas que a gente sai do papel, que todo mundo queria sair do papel e agora tem oportunidade de sair apoiando a gente no instituto, que ninguém ganha nada no instituto, viu pessoal? ninguem ganha absolutamente nada no instituto, o instituto é sem fins lucrativos, então se você quiser participar mais uma vez, chama a gente, chama o Junior, chama TalkPlast, chama no meu canal, coloca lá no privado, vai ser um projeto que ele tende a crescer, ele já nasceu grande, né Junior, a gente já tá com 18, 19 empresas, já no primeiro momento, é na saída, na na largada já tem tanta gente apoiando e vai ser muito bacana vocês vão ver muita coisa publicada do instituto que a gente não vai ficar só falando a gente vai mostrar a ação pra vocês e vai ser muito bacana beleza show de bola isso aí Rui deixar o recado né você que ainda não conhece a gente tem a o Arroba Soul do Plástico entra lá Arroba Soul do Plástico que aí você consegue é a gente a gente tá começando as matérias lá, tem uma lenda em PEAD, entre em contato com a gente, saiba mais e a gente vai te mandar todas as informações que você precisa.
[55:22]Cara, muitíssimo obrigado por vir o meu podcast, é o segundo episódio do meu podcast, obrigado que você tá aqui, você tá te vindo e sempre que precisar eu tô por aqui e vamos tocar essa frente parlamentar a partida de semana que vem aí, porrendo atrás de todo mundo. oce, obrigado Rui, obrigado pelo convite, parabéns pela iniciativa e tamo junto. Você que gostou do conteúdo, curte, compartilha, deixa aí a sua mensagem pra gente, você que não gostou, deixa nos comentários o porquê você não gostou, o que você acha que a gente pode melhorar, que a gente está aqui pra isso, a gente está trabalhando pra melhorar e pra levar informação real pra vocês. Muito obrigado e até o próximo vídeo.

Apresentado por
Rui Katsuno
38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.
