Economia circular: o que está sendo construído na Alesp? Bruno Zambelli no PodPlástico
O deputado Bruno Zambelli e Rui Katsuno explicam a Frente Parlamentar de Economia Circular da Alesp e os projetos de código de cores e de etiquetas.
Principais insights
- Bruno Zambelli, deputado estadual por São Paulo desde 2023, é coordenador e proponente da Frente Parlamentar de Economia Circular da Alesp, lançada em 12 de março de 2025 no auditório Paulo Kobayashi, com 22 parlamentares.
- Rui Katsuno, apresentador do PodPlástico, é 1º secretário da Frente e participa da formação do grupo desde o início.
- O PL 508/2025 cria um código de cores para embalagens: o PET fica transparente e os demais plásticos recebem cores translúcidas, para que PET, PLA, PVC e BOPS não sejam misturados na esteira da cooperativa.
- O PL 499/2025 trata das etiquetas: em vez de rótulos que exigem quatro ou cinco lavagens a quente para sair, prevê cola removível ou informações em flyer dentro da embalagem.
- Rui critica o PL 2524, chamado de projeto de economia circular, que na leitura dele é, nas primeiras linhas, de banimento do plástico; a Frente quer incluir também papel, vidro e eletroeletrônicos.
- Os dois defendem uma reforma tributária que não cobre imposto do reciclador várias vezes e mais educação ambiental nas escolas, sem entregar a disciplina a ONGs.
Perguntas frequentes
Quem é Bruno Zambelli e qual é o papel dele na economia circular?
O que é a Frente Parlamentar de Economia Circular de São Paulo?
O que prevê o PL 508/2025, do código de cores?
O que prevê o PL 499/2025, das etiquetas?
Por que Rui Katsuno critica o PL 2524?
Quem pode participar da Frente Parlamentar de Economia Circular?
Capítulos e transcrição
0:00Abertura: Bruno Zambelli e a Frente Parlamentar
[0:00]Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico e hoje meu convidado é um convidado especial, estou aqui com o deputado Bruno Zambelli, ele é deputado estadual por São Paulo, na Assembleia Legislativa desde 2023, eleito com 235.305 votos, vice-líder do PL na casa e membro titular da Comissão de Atividades Econômicas. Mas eu quero apresentá-lo por duas coisas que extrusão diretamente quem está nos ouvindo aqui. A primeira, em setembro de 2023, entrou em vigor a lei 17.758 de autoria dele, sancionada pelo governador Tarcísio de Freitas, ela obriga o repasse imediato dos alertas de desastre da defesa civil, aquela alertia que você recebe no seu celular quando vai chover, quando vai ter temporal, é do Bruno, e para as rádios e transporte do Estado no interior. Onde tanta gente passa o dia com o rádio ligado, existe um intervalo entre alerta e a chuva chegando. Essa lei mora dentro desse intervalo.
[1:07]A segunda é que, em 12 de março de 2025, no auditório Paulo Kobayashi, ele lançou a frente parlamentar da economia circular da Assembleia Legislativa de São Paulo. Com 22 parlamentares, eu estou lá desde a formação contribuindo e digo com sinceridade, circularidade é um assunto que muita gente cita em palestra e quase ninguém tem coragem de transformar em projeto de lei com número, comissão e data. Ele teve, são dois projetos e vamos falar deles hoje. Deputado Bruno Zambelli, muitíssimo obrigado por ter aceito, participação estudo no nosso PodPlástico, por favor, se apresente pro pessoal.
[1:48]Então é só essa pessoa aí que ele disse, né? É o deputado estadual Bruno Zambelli. Sou um cara que não mudou a origem da onde veio, os amigos que tenho e tamo aí. O que precisar é contar com o amigo Bruno Zambelli de sempre. Deputado, muita gente conhece o parlamentar, mas não conhece a pessoa, né? Se eu perguntasse M. Manoel e R. Rafael. O que o pai deles faz? O que eles te responderiam?
[2:17]Ah, vai saber, hein. É, meus filhos eu acho que são minha grande riqueza, né? Não sei. O que eles falariam não sei, assim, de cara, assim. Eu passo muito tempo longe deles, porque a gente passa a maioria do tempo da vida da gente trabalhando, né, Rui. Eu tenho dois seus filhos, você tem quatro, né? Fora os PETs, os nossos PETs. Eu tenho cinco, não perdi um agora. E acabaram de me arrumar outra, então eu tenho o mesmo cinco. Rapaz, eu queria que eles pudessem falar que eu pudesse passar mais tempo com eles, essa que é a minha vontade. A gente passa pouco tempo junto.
[3:06]É a vida de parlamentar, o pessoal pensa que a moleza é corrida pra caramba, né? e a gente tem um amigo que pergunta, liga pra mim, o Bruno, tudo bem, tudo bem, está onde? Tô aqui na LESP, mas você tá trabalhando? Aí, não, não, agora é o momento do meu hobby, né? Eu sou deputado por hobby. É, tô lá, tô aqui sem fazer nada. Tomando café. Um abraço sacés, você sabia de você que eu tô falando, né? É isso aí, bom, vambora, é isso aí.
5:26A trajetória de Bruno antes da Alesp
[5:26]É, eu, em 2000 e eu tenho 40, fiz 48 anos agora em agosto, em 2001 eu trabalhei já no governo, eu trabalhei no Ministério da Educação, eu fui um, trabalhei uma terceirizada na época, então meu pai trabalhava em Brasília na época, era subsecretário do Ministério do Desenvolvimento salário. Lá na época do governo Fernando Henrique, final do governo Fernando Henrique, então eu trabalhei no ministério da educação na área de compras, licitações, aprendi a lei 86666, fui pregoeiro formado pelo Ministério da Educação, lá em 2001. E depois de lá para cá, ramo de máquinas, equipamentos, sou formado em direito e faculdade, fiz faculdade direito, demorei um monte para me informar, mas terminei e trabalhei com carro, trabalhei com financiamento, depois trabalhei com venda de máquinas pesadas até 2018, quando nesse intervalo entre 2011 e 2018 a Carla, minha irmã, que todo mundo conhece, Carla Zambelli, que passou um perrengue danado aí nos últimos até maio de 22 aí com a decisão da virada histórica luta que a gente teve lá na Itália, onde ela foi absolvida dos crimes que aqui foram condenados, lá ela foi absolvida. Bom, em 2011 ela fundou junto com a minha mãe o movimento nas ruas. A Carla é fundadora. Na época, em 2011, ela cansada das atrocidades do governo pt na época, o governo do pt na época, ela se encampou e abriram a associação nas ruas e foram fazer manifestações. Os primeiros sete setembro lá atrás foi ela que convocou. Primeira manifestação que ela chamou pra rua era caixa de som, microfone e tinha cerca de 200 pessoas na paulista. Então Rp calcium. A gente pega um set de setembro que nem teve agora de 2026, onde dois trio elétrico, um monte de boneco, nasceu lá em 2018, 15 anos atrás. Eu ficava na parte do vai carregar as coisas, vai levar, vai buscar... E a gente acabou ajudando. De uma certa forma, ela chegar até em 2208, quando um clínico, e aí eu decidi sair do ramo de máquinas, não é que eu decidi sair, né, é que eu ia fazer uma visita para um cliente e aí chegava lá, o cara queria saber como é que estava Carla, como é que estava o Bolsonaro, como é que estava o governo, se ia ganhar, se não ia ganhar, e aí uma visita que o vendedor vem aqui para quando fazer uma visita para você, ele vem aqui, ele fica meia hora, 40 minutos, trocam ideia, passava cinco, seis horas junto com o cara, e aí não estava rendendo mais, mais, conseguindo ter bons negócios, né, e aí partir pro, voltei pro mundo da política, né, junto com a Carla, ela eleita, aí eu passei a ser o irmão, que quando a gente é novo, a gente é o filho, esse é o filho do João Helio, e aí depois passei a ser o Bruno, que era Bruno Salgado, meu nome é Bruno Zambelli, Salgado, meu pai Zambelli da minha mãe, oitocina, e aí na empresa todo mundo Bruno Salgado, porque era o vendedor Bruno Salgado, aí quando a Carla começou a despontar e tal, passei a ser o irmão da Carla Zambelli, então Bruno Zambelli. Pois é, e aí hoje me identifico 100% e pra mim o que leva a minha, a minha, no meu norte, assim, onde eu vou, onde eu quero chegar, são duas palavras e duas palavras péscoa, com muito significado. Lá no governo Bolsonaro, ele fala sempre Deus, Pátria, ele anotou na mão, lembra? Ele anotou Deus, Pátria, família e liberdade na mão. Não, além desse contexto sempre que pedem, eu tento explicar o porquê, mas eu ainda tenho a palavra lealdade um amigo, que foi o tema da nossa campanha de 2022, a lealdade das pessoas que todos falavam que iam roer a corda, que iam trair, que iam não sei o que, então todos os leais, então a palavra lealdade e a outra palavra gratidão. Eu tenho uma gratidão enorme pela minha irmã porque ela me colocou lá em 2022 como candidato dela, venho agora de novo, candidato luta, e sou o candidato oficial dela, como irmão... Muita gente nem sabe que eu sou irmão da Carla, pensa que eu sou marido, pensa que eu sou filho, e aí tem essa coisa mais gratidão.
[10:40]Eu tenho uma gratidão enorme pela minha irmã, então essas duas, esses dois cenas de lealdade e gratidão, é o que come a minha força de continuar nessa guerra de estar na sembrela poliabilitativo. É isso, né? Eu não sei. Tá você, né? Eu não sei, não sei lá. Eu vou fazer assim, então. Pronto, agora você tá vendo o que a gente está vendo. Olha que legal.
16:02A lei dos alertas da Defesa Civil e a rotina do mandato
[16:02]oitocada. Nessa tocada, quando foi para ser leito, assumiu o gabinete, tinha alguma coisa, você pensava eu vou chegar lá fazendo isso, aquilo, aquilo, o outro, chega lá e dá de cara que é tudo diferente do que estava pensando? É bem diferente, você citou no começo da matéria aí o do, a lei dos avisos, né? aviso, a turma foi planejada porque a lei estadual, a gente tem que mexer na lei estadual, não tem como mexer na lei federal. Então, a lei estadual, a gente criou aquela lei para avisos de rádio televisão. Que a última coisa que para de funcionar quando a energia acaba, é o o radinho apilha. É o radinho AM. Então era um caminho aonde a gente teria que liberar esse espaço para a defesa civil, poder avisar para a comunidade que ali poderia ter alguma coisa.
[17:04]Foi tudo depois lá da tragédia de São Sebastião, que foi logo no começo do mandato do governador naquele carnaval em 2023. Eu nem tinha mandato ainda. A gente já estava eleito, mas assumiu março, 15 de março, de 23, e aí aquele bum todo, e aí essa lei que já tem a força da lei do rádio e da televisão, que tem que abrir o espaço pra defesa civil, a Anatel comprou também a ideia e liberou o espaço pra avisos antecipados, que nem agora, a gente tá aqui, começou jovelho. Se for uma chuva moderada ou calma, não vai dar nada, mas se for um negócio que possa ter um deslizamento, a gente está numa região que tem deslizamento, então vai chegar o aviso. Independente se o telefone estiver ligado na internet ou não, vai chegar o aviso no seu celular. E o senhor tem uma frase que fala que São Paulo não termina na capital. Essa frase nasceu onde?
[18:16]Todo mundo pensa, como a Carla foi a maior, a maior estrela política de 2022, surgiu nessa época porque todo mundo pensa que a gente, todo mundo é de São Paulo, né? A Carla nasceu em Ribeirão Preto, eu nasci em São Paulo na capital, mas a minha irmã mais nova, a Carla Zambelli, que todo mundo conhece, nasceu em Ribeirão Preto. E assim, todo mundo pensa que o político está olhando só para a capital, né? Não, eu não. Eu, em 2022, a Carla foi votada nos 645 municípios do Estado. Caramba! Eu fui votada em 638 municípios do Estado.
[19:04]Caramba! É, você bate, você vai bastante, entendeu? E assim, 645, nesse 7 que eu não fui lua e votado, eu fui lá visitar. Mas são municípios que, se eu perguntar para você, você também vai falar que não sabe se fica aqui, ou se fica no Paraná, ou se fica em Minas, não sabe. São municípios que não tem nada chega, nada chega. Tem municípios que, só tem vicinal chegando no município e vicinal ainda é de terra. Então você consegue imaginar. Tem municípios pequenos em São Paulo, com poucos habitantes, e aí a gente não conseguiu chegar nessas pessoas.
[19:44]Rui Katsuno São Paulo não termina na capital e começa por aqui. A Carla teve 240 e poucos mil votos na capital e os outros 700 mil ela teve no resto do estado. Então é um número diferente. Se pegar o número, por exemplo, do bolus do PT, do PSOL, que hoje não é mais candidato, ele teve um milhão de votos, mas ele teve 800 mil na capital. E 200 mil no estado, um resto do Estado. É o contrário.
21:15A Frente e o PL 2524: banimento com nome de economia circular
[21:15]parlamentar, que na verdade é frente parlamentar aberta pelo deputado, a gente chama de nossa, porque nós todos estamos dentro dessa frente parlamentar, todas as associações ligadas ao plástico do estado de São Paulo e também fora do estado de São Paulo e virão outras que nós já convidamos também para participar, porque quanto mais pessoas dentro de uma frente parlamentar, mais entidades, mais força a gente tem pra trabalhar, isso serve pra tudo, serve o pessoal do papel, do eletro eletrônico, do vidro, a gente vai chamar todo mundo pra essa frente parlamentar, porque é uma frente parlamentar de verdade, de circularidade que a gente tá formando, gente. Porque o que que acontece? Hoje a gente tem o PL2524 embalagem brasilha que estão batendo no plástico que chama projeto de lei de economia circular.
[22:12]Quando você entra nesse projeto de lei, qualquer leigo, qualquer nocego que entrar e ler as primeiras linhas daquilo lá, está escrito que é banimento do plástico. Então, Caruso, um nome bonito para fazer uma puta maldade com o mercado punjante desse pibes que emprega tudo. Segundo o nosso presidente, Abiplast, ele fala que 95% do PIB é embalado em plástico hoje. Então, dentro disso, dessa condição, nós fizemos aí o plástico que todos nós sabemos que ele tem desafios. Nós temos desafios e cada desafio gera uma oportunidade, né, deputado? Então tem um desafio, tem uma oportunidade. E o único você resolver o problema ou o desafio é cutucando a indústria. Não adianta você chegar lá e falar ao ONG, resolve ali pra mim, a ONG não vai resolver pra você, porque o cara vai sentar, cara, se não tiver um ar-condicionado, uma aguinha gelada, esquece. Quem vai resolver é ciência, indústria, é os cara que põe a mão na massa. E agora, o mais legal de tudo é que a ciência tá chegando perto da gente gente tem uma solução muito bacana e essa frente parlamentar, não me alongando muito, mas já fazendo um discurso praticamente, nós fizemos o PL-508 de 2025, que trata do código de cores de materiais plásticos.
23:38PL 508/2025: código de cores para embalagens
[23:38]O que que é isso? Por exemplo, hoje nós temos aí a garrafinha PET, ela é cristal. Aí nós temos o PLA, colônia, é cristal. Nós temos o BOPS, é cristal. Nós temos o PVC, é cristal. Aí vai na cooperativa, tá na esteira de seleção. Já vi sua deputada, a esteira de seleção comigo lá, né? Então, o material corre na frente da pessoa, a pessoa cá tá aqui transparente e vem pra cá. É transparente e vem pra cá, e colorido vai pra lá. Eu sei o que é... Elas têm uma prática. Eu falo elas, porque quem fica...
[24:15]pessoas. Não elas mesmo, a maioria são mulheres, é dominado por mulheres. Então, elas têm uma prática de saber qual tipo de material que é, mas quando chega no transparente, não dá para saber, porque elas batem e tal, mas não dá para saber, não dá tempo. Então, aí vai prensa, prensou tudo, misturou PVC com PET e com PLA, acabou, eles têm a mesma densidade, afunda e estragou até o sanitário. Então, esse projeto de código de cores gente. É nada mais é que um projeto que foi desenhado pra gente segregar os materiais por cores e são cores translúcidas, não são cores, é só pra separar, pra você conseguir identificar o tipo de material que é e ele não ir para ter os sanitários, né, deputado?
[25:03]É isso aí, não. Acho que na hora que está falando, na sequência ali colocar o tipo material que é, porque aí as pessoas vão tentar entender, durante o podcast, que quando tiverem vendo, e o pessoal da edição conseguir colocar, colocar as cores, que nem tem na caixinha, tem uma caixinha que eu vi, porque até a gente que tá olhando pro negócio, qual que é a diferença, não dá pra entender. Não dá, até a gente que conhece tem pôr fogo pra saber. Por isso que tem que ter cor diferente. E aí com essa cor diferente, e você tinha 1,5 quilo de PVC, 500 quilos de PET, perdeu o PET.
[25:50]Existem máquinas de segregação? Sim, mas são caríssimas, não são fabricadas no Brasil. Aí nós temos a reciclagem química. Puts, a reciclagem química, é quem tem grana para reciclagem química, você pode fazer isso, tá bonito já, porque custa muito caro para fazer reciclagem química, tá entrando agora, mas é caro, e é um processo maravilhoso de reciclagem, mas é caro, hoje o Brasil funciona na mão de catador, 80%, é na mão do catador, e o catador vai levar para reciclagem mecânica, então hoje ele tem coisa que ele não pega porque ele não sabe o que é e vai lá para o bairro sanitario, porque ele não tem valor agregado, a partir de momento que você dá valor agregado naquilo, você da grana para o catador, da grana para a cooperativa, da grana para o pequeno executador e você baixa preço no mercado porque você aumenta oferta. E o pessoal entender também que o PVC não é o PVC do cano, não. É o PVC que embala o remédio, de embalagens. Então, o pessoal não se preocupa. Não, aqui nós estamos falando de embalagem, são só embalagens. Então, esse projeto do código de cor, gente, ele segrega uma uma quantidade grande de materiais que vai virar renda pra quem mais precisa, tá? E assim, no final, quem mais precisa recebe aquilo também mais barato, porque vai baratear, porque vai ter oferta. Tudo que se aumenta oferta, abaixa o preço. E a embalagem é um negócio imprescindível.
[27:19]Hoje é impensável você ter uma carne sem estar embalada, você ter um frio sem estar embalado, um arroz, um feijão, então a gente tá falando daquilo que chega na mesa da pessoa, e tem gente querendo banir embalagem de uso único, aí eu pergunto pra esse cara, ah, vou banir o plástico de uso único, a garrafinha de cerveja long neck, ela é de uso único, ela é pra usar várias vezes, ela é de uso único, só que não entra, o que entrou foi o que, o vilãozão plástico, né, o maldito plástico, né, que tá na boca todo mundo, que não o motor, você nem sabe nem a diferença de plástico, plástico e plástico. Euamentos eu começar a falar aqui eu vou falar pra vocês mais de cem composições yours práscutes vocês conhecem do 1 ao 7, então do 1 ao 7 porque foi feita dessa forma para segregar, mais os materiais mais complexos e os melhores materiais eles estão dentro da categoria do número 7, então deputado, esse projeto de lei que ele está tramitando já, ele está na tramitação até que renda. Ele vai ajudar muito essa população de catadores, de pequenos recicladores. Foi uma medida, assim, eu me empolguei para falar até, desculpa, porque eu falei, eu deveria ter deixado isso eu falar, mas assim, é uma coisa que traz para essa galera que está na catação, que está na reciclagem, traz uma renda boa, muito boa para eles, que hoje a renda deles é baseada em material plástico, né? Não, sem dúvida, até agradeço pela sempre pela aula que você dá para a gente. E eu estava vendo aqui o livro e pensei, passou pela minha cabeça, o que você acha da gente pegar um livro desse aqui e se autografar e eu levar para o governador, porque já tramitou em todas as áreas lá da Assembleia e agora falta ir para a mão do governador. Não, falta ir para nós, podemos votar na casa, maracasa na plenária pra poder aprovar o projeto. Então, eu acho que se a gente pegar o teu livro e eu vou tentar... Pessoal, até pegar a hora que eu pegar o livro, não pode ser esse aqui?
[29:28]Claro que pode. Então, vamos pegar esse aqui e vamos autografar ele pro Tarcísio? Vamos. Vamos. Arruma a caneta aí. O Diego, pego uma caneta pra me ensinando a minha mesa ali, que aqui não tem frescura não. É, não, é hora. Vamos lá. Eu acho que eu vou pegar o livro e vou levar mara na mão dele, vou entregar o livro pra ele e vou pedir uma, pra ele fazer uma, ele é, o Tarcísio é um cara muito inteligente. É, ele tem uma visão diferenciada. Então, a gente tá conversando antes sobre os estágios do plástico nos Estados Unidos, por exemplo.
[30:03]Sim. E aí você tem esse conhecimento e levar pra ele que já conhece, então acho que seca, imediatamente, carros. E não é um acimento, mas é um acento um acento um acento de fome, não vai ser muito legal a hora que? Na minha mesa, Diego, na minha mesa tem um... Não, pega na minha mesa até. Na minha mesa, tem um cara sentado ali assim, em casmão, assim, tem uma caneta preta lá. Ai, legal, uma caneta diferenciada, igual o microfone que ele ABIMAQ. Eu faço parte lá da ABIMAQ, obrigado. Eu faço parte lá da ABIMAQ e a gente passou pela sabatina de todos os candidatos da governador da época, né? E o Tarcísio foi o único cara que entrou sem nenhum papel. Só? Só na cabeça. E cara, os caras escrutinam, os caras perguntam e fizeram um monte de pergunta pra ele e o que perguntava o cara respondia e eu ficava poliante, não tem nada anotado em lugar nenhum, né?
[31:08]Um ponto eletrônico. Cara, é incrível, assim, e a resposta, o cara terminado de perguntar, ele parava, já blu-blu-blu, falei, caramba, que negócio incrível, né? É, ele é fora da curva. Então eu vou autografar aqui com o maior prazer do mundo, com, poxa, é uma imensa satisfação poder autografar um livro pro governador do estado, né? polímero. Pode começar. Ao governador Tarcísio, eu tenho pra mim que é o futuro nosso, nosso futuro presidente. Cara, é muito inteligente. Pode datar aí também, meu. 10 do 9, de 26. Eu deixei o espaço.
[32:11]Tá aqui, ó. Já fiz a dedicatória para o governador. Governador, hora que receber, por favor, faça um edificiário, se não gostou, não faz, não. Eu não tenho que não gostar. Vou deixar por aqui por enquanto e já já esse livro vai estar na mão do governador. Então, e essa frente parlamentar que a gente está falando, ela é muito importante para a gente conseguir tirar um pouco desse estigma do plástico vilão, porque se tudo precisa de normalização, de normalização e eu uma frente parlamentária, ela veio num momento em que a gente realmente quer discutir economia circular com todas as frentes, porque existe muito grillwashing, que o cara fala que recicla e não recicla, que aquilo é compostável e aquilo depende de uma composteira industrial que não existe, e a gente tem problema de saneamento básico, a gente tem muito problema muito sério para ser resolvido, que o plástico representa 1% de tudo que é produzido no mundo.
[33:22]Então ele não pode ser responsável pela poluição dos outros 99, né? Que existem desafios? Sim, existem. E a gente está discutindo esses desafios lá, assim como nós vamos discutir outros desafios que a gente está chamando gente para frente parlamentar.
[33:55]construção, a gente está discutindo muito com o pessoal de embalagens, tem um time maravilhoso que de designer de embalagem, professores de designer de embalagem que está com a gente, mas é um time espetacular, e assim, você vai embalar um perfume chique, aquele perfume bom bonito, você vai embalar ele no plástico, não dá né? Ele tem que ter embalagenas de vidro, bonita, tal. Uma pizza, você vai colocar no plástico, não dá. Aí ela estica, vira borracha, não dá, então agora você vai pegar uma água, qual é o sentido de se embalar uma água no vidro, aqui representa 2% do peso da carga, o vidro representa 56%, aí gasta mais diesel, gasta mais pneu, gasta mais tudo, então, bota no plástico, a gente bota no plástico, então eu acho que cada qual na sua função, né, sim, agora igual o canudo, hein, o canudinho ação, cânudinho pelo amor. O cânudinho, eu fico nervoso disso aí.
[34:49]Esse cânudinho, isso aí não é em falo. A gente parou de tomar milkshake para adutar o do cânudinho de papel. E o refrigerante, quando você vai tomar no cânudinho de papel? No cinema. Não tem nem lógica, sem explicação. E aquilo da reciclagem? Aquilo é direto? Não, aquele é a terra. Direto a terra. E vira metano. Exatamente. Ele não é nem Cl2, ele vira metano, que é 80 vezes pior do que o Cl2, né? Então polímero, o vilão é inerte, o plástico vilão é inerte. Aí o cara fala assim, ai, porque tem um monte de canudo no oceano, o ambientalista vê o canudo daquele jeito ali, vê o canudo com cara, com rosto, com perna correndo, né, a sacolinha, então é assim, a gente trata muito de educação, só teve a oportunidade de conhecer o nosso instituto, que a gente está fazendo um trabalho sério, amanhã a gente começa um trabalho com a Fundação Casa, educação, que vai ser petacular com os internos da fundação.
[35:44]Os trabalhos com ETEC também. ETEC, a gente tem participou da inauguração com a gente. Então, o instituto é para levar a educação, porque todo mundo fala que o brasileiro é mão educado, mas na escola pública não tem a pauta de meio ambiente, não tem a pauta de educação de economia circular. Você pergunta para um aluno, sabe que é economia circular? Você fala, não, não sei.
36:06PL 499/2025: etiquetas que travam a reciclagem
[36:06]brigação de saber? Não, porque não tem estudo. Ele põe o saque de lixo na rua lá, que acontece, o lixeiro pega, leva, resolveu o problema? Não sei. Então, essa frente parlamentar, a gente traz isso e a gente traz também para a frente parlamentar o projeto 499-2025, que trata dos etiquetas. Vai uma etiqueta de bolo, linda e maravilhosa, lá pra padaria, que aquela embalagem, qualquer reciclador que é ela, mas qualquer um dá briga pra quem quer aquela balagem, só que o cara pega por uma ordem da portaria da Anvisa, que tem que ter valor nutricional, código de bata, pega etiqueta aí, etiqueto aquilo que aconteceu, você condenou ela ao aterro sanitário, mas você condenou ela não porque ela não pode voltar, ela pode voltar, você condenou porque aquela etiqueta não sai dali, aquele etiqueta tem que passar por quatro ou cinco processos de lavagem à quente.
[36:57]Rapaz, como é como gruda aquilo, hein, com essa praguinha de... Então, e quem que consegue arrancar? Não dá custo. Aí vai para ter o sanitário. Então, mas é uma portaria que ela pode ser vista, que é o que está sendo feito no 499. Colocar uma etiqueta, não precisa tirar a etiqueta, mas põe uma etiqueta que saia, ou põe um papel por dentro. Tem várias maneiras de se fazer, né? Que a gente pode eliminar. E esse projeto de lei, ele foi muito bem escrito, ficou muito saúde, e também para a gente melhorar ainda mais a circularidade de materiais. Já na questão da economia circular da educação, a gente também não pode pegar a educação, meus amigos, e colocar na mão do ambiente a lista para dar aula de meio ambiente. Vocês vão me desculpar porque vai sair daqui para pior, né? Vou camar na Silva para falar. Aí já viu, né? Não tem condição.
[37:53]educação. Quando a gente fala de educação, da pauta, educação, tem tanta coisa que a gente dá pra fazer ainda, né? É, eu pra mim já começava com o Ministério do Ensino, não o Ministério da Educação, porque a educação a gente pega em casa, né? É, em educa, pai e mãe. Então, Ministério do Ensino, que vai pra lá pra aprender, então o professor tá ali pra ensinar, não pra dar educação, né? Já começa por aí que o termo já tá errado. É, não é professor, tinha que ser mestre, né?
[38:22]polícia. É, no Japão é sem sei, né? É sem sei, é o mestre. O reiô sem sei, né? Aí ele, além de educação, te ensina, te ensina, né? É, exatamente. E assim, o que que vem aí? O que que a gente pode esperar do Bruno em 2027? Ai, tá uma fase complicada, né, que é fase eleitoral, mas coloca Deus, e o caminho está feito, ele já escreveu, é, 2027 tem tudo para continuar, Bruno Zambelli sendo o Bruno Zambelli, aquela mesma pessoa que as pessoas conhece, aquele mesmo cara que as pessoas conheceram lá em 2018, os amigos de 2020, os do amigos de 2010, então eu não mudar meu jeito de ser e as minhas atitudes e a minha gratidão e lealdade por um mandato.
[39:21]Eu vi que ter um trânsito é muito bom dentro da Assembleia. O primeiro mandato é sempre mais difícil, mas eu tenho um trânsito bom lá dentro, peço a quantidade de votos que eu tive. Eu sou um cara fácil de conversar. E é difícil de me tirar do Prumo. oito anos, e, então, eu quero ser a mesma pessoa, continuar sendo a mesma pessoa, 2027, eu vou tentar e vou conseguir, ser a mesma pessoa que eu era lá em 2022, a mesma pessoa que eu vou ser em 2030.
[39:59]O que eu achei incrível, voltando no tema da frente parlamentar, é que eu me surpreendi de verdade mesmo, porque a gente abriu essa frente parlamentar muito rápido, né? A abertura dela foi bem rápida. Aí colocamos gente lá, hein? ação, colocar 22 deputados nessa velocidade e não é pra qualquer um não, né? A gente faz o trabalho de bastidor e quando a gente fez aquela primeira reunião, lembra? Lembra? Que a gente chamou algumas associações. Foram todas, na verdade. E lá, eu falei, a gente tem que plantar a sementinha.
[40:33]E se a gente plantar a sementinha certa e quiser colher a semente da economia circular, a gente plantar semente de economia circular, não, a gente querer plantar semente de uma outra coisa que quem planta banana, colhe banana, quem planta melancia, colhe melancia, então a gente tem que plantar aquela semente para poder colher fruto lá na frente, colhemos os frutos, já temos esses dois projetos, vem mais coisa por aí e o que precisar a gente vai estar junto com as pessoas.
[41:04]O que eu lembro que você me falou na época, você falou Rui, vamos colocar gente que agregue, que traga a informação para a gente pura, a informação não adianta colocar uma pessoa aqui que não conhece nada só para engenhar o auditório, tem que trazer gente que realmente é envolvida com a causa, que foi o que aconteceu. Levamos líderes de... Levamos todos os presidentes de associações, não só do Estado, mas das associações nacionais também, das congregações e também das empresas da cidade de São Paulo, dos catadores, teve bastante gente, a gente conseguiu colocar bastante gente.
[41:45]E agora essa frente no próximo ano aí, a ideia é aumentar ela, levar mais lideranças de catadores, de cooperativas, cooperados, que eles que mexem com o negócio, a gente tem que respeitar um novo governo vai ter... essa pauta vai estar in-alta e aí o Senado do Congresso vão conseguir passar essa, tão esperada reforma tributária aí que a gente tá esperando, porque é uma injustiça o cara pagar o imposto duas, três, quatro vezes o reciclador às vezes paga mais imposto do que quando o noun é aś downloaded.
[42:53]highway na rua, ele fez o serviço da, o que seria o serviço urbano, né, ele tirou ser gregou, resíduo, e ele paga. Eu acho que se a economia circular, ela fosse como a circularidade da tributação, já tinha dado certo. Mas é, dá acés o que é de césar, né? Já dizer Jesus Mães, aí devolver e pagar de novo o imposto, o pessoal tem que ser estudado. Existe algum preconceito dos dois lados nesse debate? Tem gente que acha que defende o meio ambiente, é contra-indústria, tem gente que acha que defende a indústria contra meio ambiente, como se olhida com isso dentro da assembleia? É, é o socialista de iPhone, né? É, tem muito, né? Tem, mas tem, o que mais tem. E aí quer, quer bater boca, quer discutir, mas depois senta lá e toma o café, né, no copinho de plástico. Então, as pessoas um homem que tem que entender que vai além daquele teatro, né? Fantásticos ali que estão vendo que o negócio está indo por água abaixo e ainda estão querendo puxar mais gente pra dentro.
44:18Canudos, banimentos e o debate na Assembleia
[44:18]É complicado. Eu estou nesse mercado do plástico em específico há 38 anos. Eu vejo o movimento dessas organizações produtos, aí há mais ou menos uns dez anos, e eles vem se fortalecendo em cima de pautas relativas a banimento de pouco menos de quatro anos pra cá, né, vão findar quatro anos agora, e eles se fortaleceram muito dentro desse último período, querendo colocar essas pautas de banimento, graças a Deus, o estado de São Paulo, que era um estado que começou um pouco com isso, quem começou com o canudo com a sacola lá foi o xe-xe-al-tripoli e fez aquela perdão da palavra pessoal, mas não tem outra, fez aquela merda daquele projeto né, respeitoso, ele fez aquela merda, eu tentei marcar oito vezes para conversar com ele, ele não me recebeu de jeito nenhum, porque ele não tinha argumento para tratar comigo e infelizmente química que foi sancionado. Aí a gente tem essa pauta do canudo, que tem uma portaria da Anvisa, uma RDC da Anvisa que trata que tudo que está em contato com alimento não pode mudar de maneira nenhuma o sabor do alimento. E o canudo muda, não muda.
[45:42]Pelo amor de Deus, quem não toma o famoso milkshake lá e começa a tomar e daqui a pouco o negócio não vim mais, e aquilo vai se farelando na boca, que coisa horrorosa, perdeu, perdeu o sabor, é isso aí mesmo, perde o gosto, nesses dias atrás estava tomando, mas vai parar de puxar pelo canodim, porque já estava se farelado tudo o negócio, e tomar, coisa horrível. E é difícil se abrir uma discussão dessa, reabrir essa discussão, deputado? Eu não sei, teríamos que pegar lá e voltar esse assunto, entendeu?
[46:19]marco, mas é um negócio que não é difícil. Eu acho que não é difícil não, não é difícil não. Vamos abrir esse diálogo de novo. Já deve ter conversa porque não é possível que só a gente está vendo isso aí. Não, eu vejo que lá, nos Estados Unidos agora, você vai lá nos Estados Unidos, às vezes, nas grandes redes de fast food que tem aqui, tudo é plástico lá, né? É plástico, é plástico.
[46:42]É plástico, né? Vai tomar o sovete, o milkshake, é plástico. Não é papel. papel, copo de papel, copo de papel para tomar refrigerante, entendeu? Ele não veda. Não, ele não veda e mole, amolece, fica um negócio, não dá. Aí tem o copo de plástico, que o pessoal faz e tem agora os de alumínio, que também de alumínio esses copos, Stanley, como é que chama esse?
[47:06]Stanley, a galera gosta. Segura, tal. Legal. Mas custa caro, né? Mas eu sou do princípio assim que tudo que a gente faz tem que ser construído não tem que ser imposto. Eu tenho muito isso comigo, até que a minha galera da empresa aqui, a gente vai soltar uma coisa que a gente quer fazer, a gente senta todo mundo e constrói a ideia. Então tem copo de papel, você quer copo de papel, compra. Tem copo de plástico, você quer copo de plástico, compra. Tem um de alumínio, compra, escolha. A escolha é sua. Ver o que é melhor para o seu comércio, ver o que é melhor para o seu negócio.
[47:41]gimna, e não fazer um comparativo, nós dois aqui. Os nós dois tomando água. Você já tomou água na lata? Aquela lata? Já tomei. Não fica estranho? É estranho. É estranho, não é? E é mais caro. É mais caro. É com certeza. É mais caro. Agora eu vou falar. Mas é prêmio, não, não tem nada a ver com a excelência prêmio, não porque é estranho tomar água naquele jeito. Você toma na bebê, e, abrir, tem que beber! Aqui, abrir eu não vou tomar tudo, vai ficar fechado aqui, e eu vou tomar depois.
[48:11]Aqui, ela abri, eu tenho que beber. Não, eu vou beber pra você, então. Pera aí, um, eu não tinha pensado nisso também, tem essa aí, a de latas tem que abrir, tomar. Não dá pra caíra. A de garrafas, de PET, de água, você pode, né? Eu quero ver os cara aí, fazendo uma caminhada com água, né? Com a lata de água. Essas apologias meio loucas. Não, em todo ninguém sabe, né?
[48:38]Não, a pessoa sabe. Mas dentro da lata de alumínio tem plástico, né, Rui? Você tem uma... Tem, no mínimo, uma resina, tem. Uma camada por dentro, porque senão a bebida ali vai... Oxida. Oxida ao alumínio, né? Você sabia que a fuselagem de avião, agora, capsterna do avião, ela é de polímero? Você vê esses aviões que eles dão aqueles vaporzinhos polímero dentro, agora que o ar é úmido, ele não é mais em alumínio, porque o alumínio oxida. Então, o avião de alumínio, ele te dá uma sensação diferente, porque ele não pode jogar aquele, aquele já, a, que a ilumidade, o ar tem que ser seco. Quando você vê o ar molhadinho, a fuselagem já não é mais de alumínio. Ah, que legal. É. Eu prestei atenção nisso esses dias, então. Tava no avião novo, então.
[49:25]Tava no avião novo. O avião novo, ele é de polímero já, porque o polímero tem a capacidade, a capacidade do alumínio, de indicar que a gente não está falando de modo alumínio, não, pelo amor de Deus. Não, não. De jeito nenhum. É só pra explicar. Hoje eu vi um... Estava na Fernão Dias, vindo pra cá, viu um ônibus daqueles cometão antigo, ou pensa um ônibus que estava bem ali, viu, alinhado, e ó, você lembra dos motor marítimo, aquele, puta, aqueles motor, e de alumínio, aquele ônibusão lá era leve e bom, né e a estrutura do ônibus novinha, até passamos do lado, olha que, aí esse é um foguete mesmo, era um cometa, lembra o cometa? Cometão, cometão, era um daquele lá, e tava todo personalizado, bonito e de alumínio. É de alumínio, os vídeos eles são colados, eu fui lá na na indústria Caio, eles fabricaram em ônibus, os cara fabricam ônibus, parece que tá fabricando, sei lá, um doce, vai saindo na linha, é muito alunos, os vidros são colados, alumínios são colados, é um barato. O dia que tiver oportunidade de conhecer uma produção dessa, é muito bacana. Eu já fui na fábrica da Volvo, alguns fabricantes de máquinas, fábrica de caminhões Volvo, fica lá em Curitiba, mas de ônibus eu nunca fui, vou procurar. É bonitinho ver esse cara fabricar, é ali, é aqui em Botucatu.
[50:49]É naquela região ali. É muito louco, é bem legal. Eu vou tentar marcar uma visita. É legal, é bonita de ver. Eu fiquei lá um dia com eles olhando a produção de ônibus, mas sai muito rápido. Agora, o tecido do banco não é de alumínio, é de plástico. É de plástico. Almofada também, a almofada é poliuretana. A camiseta que você está usando, é de quê? Ela tem poliêster, a minha camiseta. É de plástico. E você sabe que é onde gera a maior quantidade de nanoplast... Não é nanoplast... Ó, para os inteligentes, os de plantão a gente tem, nanoplástico é diferente de microplástico, tá? Então, você, quando você for falar de nano ou de micro, para não falar besteira, leia um testinho no GPChat e GPT antes, aí depois você grava o vídeo, tá?
[51:35]Então, aqui sai nanoplástico, nanopartículas. É, pros ambientotontos aí, sai aqui. Então, eu falo, água, isso aqui sai da camisa quando você lava, sai da sua calça, aqui tem poliester, você vai beber uma água que você tem uma ideia duvidosa daquela torneira. Você escolhe a torneira ou você escolhe beber do filtro? Eu vou no filtro. Você vai no filtro. Imagina que a água que está saindo da máquina de lavar, ela é duvidosa, ela pode ter nanoplástico. Se eu colocar um filtro na saída da
[52:44]estimação, a nossa presidência é a que é. recuperação, e assim o sol pode vir a outra coisa porque tudo que a gente faz hoje a gente pensa nas circularidade do produto nada pode ter morte mais né, tem que ter a morte é 25% só não me engano que é lixo o resto é resíduo que pode ser recuperado que é o que são esses resíduos que nós vamos discutir de todos eles dentro da nossa frente parlamentar né, isso aí de todos que a ideia é trazer todo mundo para dentro dessa frente gente. Boa, fica o convite e quem quiser e aí a gente vai começar a agendar, vou colocar no nosso calendário, a gente coloca em todos os calendários lá da assembly, e aí fica aberto aí para quem quiser também comparecer.
53:35Quem pode entrar na Frente e o recado final
[53:35]É, nós vamos levar bastante gente, tem associações novas já que estão entrando, estão pedindo para entrar, chegando mais perto, porque eu acho que a gente tem que discutir tudo, né? É um momento que está em voga aí, o assunto economia circular, só que tem que ser economia circular polímero, eu tenho bastante em casa, porque a gente entrega no pão, onde coleta, esse cara troca em ração, ele troca em um monte de outra coisa, eu sou o cara que junta o lacrizinho da tampa de alumínio pra toda vez, que agora tá bom de manhã, não tenho nenhum no bolso, mas já vou sair ali. Eu já vi. Eu coloco no bolso e eu junto pra aquele cara que luta, eu entrego e ele pega a cadeira de roda. Então, gente, a gente fizer a parte da gente e ensinar e educar os filhos da gente, que a economia circular é o que vai gerar tudo.
[55:04]Se a gente processasse o café antes de mandar para a Alemanha, a Alemanha não seria o maior vendedor de café do mundo, mas ela vem de processado, então o custo a gente vende ele a x, eles vendem processado a 5x. Então, vamos repensar os valores aí, porque tem muita coisa errada e a gente pode mudar isso só com um pouco de incentivo e um pouco de educação dentro de casa e de fora de casa para a rua também. Pessoal, é o seguinte, a gente discutiu Rui Katsuno, a pouco lá em Santa Catarina teve um movimento muito grande com o senador Esperidião Amin, que é o senador lá de Santa Catarina, que está defendendo a pauta dos materiais plásticos. O Bruno, ele tá com essa bandeira com a gente e eu sei que pra ele não é fácil defender essa bandeira, que toma porrada por estar defendendo essa bandeira, obviamente que não é só a bandeira do plástico, os outros materiais todos vão ação ser convidado para entrar à frente parlamentar, a gente estava batendo um papo bem legal antes da gente entrar no ar. E assim, deputado, muito obrigado por ter abrido essa porta para a gente poder discutir e mostrar tecnicamente e científicamente o que são os materiais plásticos, o poder da reciclagem, o poder da ressignificação, da valorização, da valorização do catador, valorização do cooperado que no fim, pessoal, quem tem um lucro com isso tudo, somos nós mesmos, porque esse material vai voltar para o nosso consumo e se ele voltar mais barato melhor, mais gente vai ter acesso, comida embalada é acesso, comida feita em larga escala é acesso às classes mais vulneráveis, porque quanto mais você produz, menor o preço e aí vem esses babacão aí falar que você tem que comer a comida, que você tem que ter um boi na sua sala e fatiar o boi na sala, é tudo besteira, bobagem, é cara que não estuda, então busquem os estudos acadêmicos, busquem a avaliação de ciclo de vida e você pessoal que está com a gente na indústria do plástico, o Bruno está ajudando a gente nessa frente parlamentar, você tem solta, procura, manda mensagem aqui no PodPlástico, manda mensagem pro gabinete do Bruno, manda mensagem pra mim, manda mensagem pra Abiplast, que todo mundo tem acesso ao deputado a essa frente parlamentar, você que ainda não está nele quer entrar, fala com a gente, e deputado, muito, muito obrigado por ter participado esse episódio do PodPlástico, você que não nos segue futebol e no siga, e você que ficou até agora, meu muito obrigado, deixa o seu like, ativa o sininho, se gostou, põe aí o que gostou, se não gostou, escreve que eu faço questão absoluta de te responder, se você me fizer uma pergunta e eu não souber, você pode ter certeza do que eu conheço, quem sabe, e eu vou responder, muito obrigado e até o próximo episódio do PodPlástico.

Apresentado por
Rui Katsuno
38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.
