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ESSE EPISÓDIO PODE MUDAR O JOGO DO SEU NEGÓCIO! | Com Valderez e Jorge Chama

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Valderez Chama, da Vigilância Sanitária de Mairiporã, explica o que se exige de embalagens e cozinhas; o secretário Jorge Chama apresenta a cadeia do plástico.

Principais insights

  • Valderez Chama Correia, engenheira civil e chefe de divisão da Vigilância Sanitária de Mairiporã, há 15 anos na equipe, explica que a fiscalização se apoia na Anvisa, no Centro de Vigilância Sanitária estadual (CVS) e em leis municipais, que podem ser mais restritivas.
  • Para a manipulação de alimentos, a regra é que tudo seja liso, impermeável, lavável e atóxico; por isso a madeira não é recomendada em cozinhas profissionais, e o plástico, em especial o polipropileno, atende a esses requisitos.
  • Embalagens para bolos e alimentos devem usar resina licenciada pela Anvisa, e a equipe confere laudos e procedimentos para evitar a mistura de matérias-primas; Rui lembra que utensílios pretos devem ser de material virgem.
  • Quando encontra irregularidades, a vigilância começa pela orientação e pela notificação; se a falha é grave, aplica auto de infração, multa ou interdição, e também oferece cursos de boas práticas.
  • O secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Chama, conta que Mairiporã foi reconhecida como cadeia produtiva local do plástico pelo programa SP Produz, com mais de 125 empresas no distrito Terra Preta e acesso a linhas de crédito melhores.
  • Um investimento de mais de R$ 7 milhões entre prefeitura, SENAI e empresas qualifica mão de obra para o setor plástico, e a indústria responde por mais de 60% do ICMS do município, segundo Jorge.

Perguntas frequentes

Quem é Valderez Chama e o que faz a Vigilância Sanitária?
Valderez Chama Correia é chefe de divisão da Vigilância Sanitária de Mairiporã (SP), engenheira civil, com cerca de 15 anos na equipe. A vigilância fiscaliza estabelecimentos de interesse à saúde e à alimentação, como cozinhas industriais, restaurantes, fornecedores de alimentos e food trucks, e analisa projetos de novas empresas, verificando se o fluxo de produção evita contaminação cruzada.
Por que a madeira não é recomendada em cozinhas profissionais e o plástico é aceito?
Segundo Valderez, a regra é que tudo seja liso, impermeável, lavável e atóxico; a porosidade e a rugosidade da madeira favorecem fungos e bactérias, o que é difícil de controlar em alta escala. O plástico atende a esses critérios, em especial o polipropileno nos cabos de utensílios. A vigilância não indica produtos específicos, apenas as características exigidas.
O que a vigilância confere em fabricantes de embalagens para alimentos?
Valderez explica que a matéria-prima de embalagens para bolos, tortas e doces precisa ser licenciada pela Anvisa, o que é diferente de embalagens para brinquedos. Nas inspeções, a equipe confere os laudos e os procedimentos para evitar a mistura de resinas no processo. Rui lembra que utensílios pretos, como colheres, devem ser de material virgem, e Valderez acrescenta que a vigilância não consegue controlar a origem de utensílios comprados soltos, que passam a ser responsabilidade de quem os usa.
O que acontece quando a vigilância encontra irregularidades?
A equipe costuma começar com orientação e uma notificação, com prazo para adequação conforme o risco à saúde. Em situações graves, lavra auto de infração, que pode gerar multa ou interdição total. O município também oferece cursos de boas práticas, já realizados para açougues, alimentação em geral, estética e academias.
O que é a cadeia produtiva local do plástico em Mairiporã?
É um reconhecimento do programa SP Produz, da Secretaria de Estado de São Paulo, concedido no ano anterior ao episódio. Segundo o secretário Jorge Chama, ele dá ao município preferência em ações de infraestrutura e permite que empresas credenciadas tenham linhas de crédito, como da Investe SP e do BNDES, com juros mais atrativos. Mairiporã tem mais de 125 empresas de plástico no distrito Terra Preta.
Como o município se relaciona com o Instituto Soul do Plástico?
Jorge explica que a prefeitura, o SENAI e as empresas, com destaque para a MTF, investiram mais de R$ 7 milhões em qualificação de mão de obra, e que o Instituto Soul do Plástico se integra à cadeia produtiva ESG do plástico. Os resíduos de bufês e eventos locais devem ser destinados às escolas e gerar renda para as associações de pais e mestres, em parceria com a prefeitura e o Sebrae.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura: Valderez Chama e a Vigilância Sanitária

[0:00]Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico, o nosso podcast, sempre falando de materiais plásticos Mas hoje, diferente, nós estamos aqui com a senhora Valderez Chama Correia, que é chefe de divisão da vigilância sanitária Senhora Valderez, muito obrigado por ter vindo, por disponibilizar o seu tempo para o nosso podcast Seu presente, por favor Obrigada pela oportunidade. Então, como você falou, Valderez, hoje eu estou como chefe de divisão, de vigilância sanitária, mas eu atuo na equipe já 15 anos, né? Em diversos segmentos, a gente atende todas as empresas na área de interesse à saúde e tudo que se refere à alimentação. Então, as cozinhas industriais, os restaurantes, até é os fornecedores de alimentos, os food trunks hoje nas ruas. Então a nossa equipe fiscaliza todos esses setores, né?

[1:05]E é muito difícil de, antes de fazer essa pergunta, vou fazer uma outra. As atribuições da vigilância sanitária são essas que a senhora acabou de falar e ela é regida por quais órgãos? Qual é a estrutura? Aqui nós iniciamos desde a Anvisa, que é na Esfera Federal, depois tem o CVS, que é o Centro de Vigilância Sanitária Estadual, então cada estado tem o seu, depois nós temos uma regional, que a nossa regional fica em franco da rocha, e o município é independente para suas ações.

1:43Certificação e a vigilância sobre fabricantes de embalagem

[1:43]Então nós temos leis municipais também, que podem ser mais restritas do que as estaduais que a gente segue Tá, nós atuamos um segmento do plástico e os meus clientes são embalageiros, fabricantes de embalagem para bolos, tortas, doces É muito difícil conseguir um certificado da Vigilância Sanitária? Não é difícil, desde que a empresa esteja trabalhando dentro das normas estabelecidas pela Anvisa, porque, no caso desse segmento de embalagem, a matéria-prima dela, o plástico que ela utiliza nas termoformadoras ou injetoras, ele já tem que ser um material certificado pela Anvisa.

[2:33]Então, por exemplo, para embalar um brinquedo, ele pode utilizar um plástico comum Para embalar uma embalagem de bolo, aí tem que ser o plástico licenciado pela ANVISA Tem essa certificação, quando a gente faz uma inspeção numa indústria de embalagens que atua nos dois segmentos A gente confere bem a matéria-prima, quais são os procedimentos que eles utilizam para não misturar essa matéria-prima dentro do processo produtivo, isso tudo é muito controlado.

3:06Cozinha profissional: liso, impermeável, lavável e atóxico

[3:06]Ah, entendi. E já no... entrando nesse assunto de cozinha, uma cozinha industrial, por exemplo, uma cozinha de um restaurante, ou mesmo uma que serve marmitas, uma cozinha industrial, normal. Se nós... se a senhora chegar para fazer uma fiscalização lá, nessa cozinha, e mais desses itens aqui que podem, e os que não podem ser utilizados. Então, toda a legislação que a gente segue, a gente tem uma frase que tudo que é utilizado na cozinha, na manipulação de alimentos, tem que ser liso, impermeável e lavável, produto atóxico, tudo que tem uma porosidade, uma rugosidade, favorece a proliferação de fungos, de bactérias, e fica muito difícil o controle dessa contaminação numa produção em alta escala, como são as cozinhas industriais, os cestaurantes. Então, infelizmente, a madeira não é aconselhável.

[4:16]Então, madeira descartada. É, por mais que a gente... Eu sempre costumo falar... A tábua também. A tábua de madeira também não. Ela... e chegar a uma fiscalização, e eu estiver utilizando isso no meu estabelecimento. Pode ser um alto de infração, não é adequado. O plástico, ele tem as características que a gente indica. Pode ser liso, impermeável, ilavável, material atóxico, tem um plástico específico.

[4:48]e o polipropileno para a utilização dos cabos. Hoje tem cílios completos para substituir a colher de pau, porque a gente costuma muito falar quando faz uma inspeção. Na cozinha da sua casa, você pode até usar aquela colher de madeira que todo mundo gosta, mas é muito restrito a sua casa, você responsável pela sua família, e num restaurante são milhares de famílias, então não tem como controlar.

[5:24]Se tiver uma contaminação, pode contaminar centenas de pessoas ao longo do dia. Então, o melhor é evitar. Erroneamente, há pessoas falando que colheres de plástico preta, que elas contaminam, porque são fabricados de materiais reciclados e tal e coisa, e isso é uma grande bobagem, porque o material preto, esse que eu tenho em mãos, ele tem que ser virgem, ele não pode ser material reciclado, como a Vigilante Sanitária avisa, a senhora acabou de falar, que o material tem que ser atóxico, então ele tem que ter um laudo de atoxidade, que é o que a gente vê em todas as embalagens nacionais, está lá escrito em metro, tem certificações, e tudo mais que pode ser utilizado. Agora, se o cara vai ali na esquina, compra um material, eu vou falar chinês, mas de qualquer outro país, ele vai e compra baratinho, que ele não sabe a procedência, obviamente, quando não se sabe a procedência, pode acontecer de ser um material resclado.

[6:33]Agora, no Brasil, não é permitido. Não é permitido. Esse é um item que a gente não tem como controlar. Não porque já está solto, fora da embalagem. eu chego num restaurante, eu não vou pedir o controle da compra, aqueles utensílios mas assim, a regra vigente é que tenha o laudo, aí a pessoa que vai utilizar, ela tirou da embalagem, ela passa a ser responsável por aquilo é igual a gente fala, eu compro uma garrafa d'água e ela vai cair no rio, ela caiu no rio porque houve uma ação humana de jogar no chão, de jogar no rio, de jogar em algum lugar A partir do momento que eu comprei essa garrafa d'água, ela é de minha responsabilidade. Eu tenho que saber o que eu vou fazer com ela, e isso vale para qualquer outro produto. Eu vou comprar um produto que vai intoxicar as pessoas, eu estou comprando de uma procedência duvidosa, pode ser, que isso aconteça, a gente não está imune a isso. E a tábua de vidro, tão falada a tábua de vidro, tem alguma restrição?

7:37Vidro, silicone, madeira e embalagens de delivery

[7:37]O problema do vidro é que ele quebra facilmente. Então, numa produção em alta escala que você vai utilizar muito e, às vezes, muitas pessoas na cozinha, cortando diversas coisas ao mesmo tempo, ele quebra com mais facilidade. Então, esse é o risco, não quanto à contaminação. O risco é dele quebrar, às vezes cair um pedacinho dentro de algum lugar Aí você vai ter que inutilizar todo aquele alimento que você estava manipulando no momento Mas quanto ele é um material liso, lavável Corresponde com as necessidades O único problema é a fragilidade Eu, como cozinheiro, falo que ele cega a faca o silicone, o silicone é permitido? O silicone é também, é da mesma forma, quando a gente faz uma inspeção, a gente não costuma indicar o produto, então a gente segue a regra da legislação de apresentar liso impermeável, lavável, atóxico, agora talvez o silicone vai durar menos, mas aí é do olho do profissional. É aquela coisa, né? Chega num restaurante que é aquele restaurante mais rústico. Utilizam coisas de madeira, assim, não na cozinha, necessariamente, uma tábua, alguma coisa assim. Por exemplo, se você vai servir, por exemplo, uma carne na tábua, se for só por vir, não tem problema, porque a pessoa não vai ferir a tábua, né? O problema é o corte em cima da madeira que faz aquela marca e fica uma superfície porose regular e que você não vai conseguir higienizar da forma correta. Em relação à embalagens de delivery, que também é da atribuição da e de infância. A gente não consegue, vamos dizer, chegar num delivery, um Shining Box da vida da ganha, o propagando, vai no Shining Box, chega lá para fazer a vistoria da cozinha e automaticamente vão existir as embalagens lá, elas vão ser verificadas se são as embalagens corretas, se estão acondicionadas de maneira correta, não? Isso, isso sim, né?

[10:08]e aí mesmo a embalagem também tem que ter a procedência, a empresa que fabricou, mesmo que sejam embalagens de papelão, que hoje é muito utilizado o papel, né? Mas ele tem que ter laudo também, tem que ser certificado, que na verdade o papel certificado é o papel platicificado, né? É. e, na questão de saúde pública, também faz fiscalização de postos de saúde?

[10:42]Sim, todas as unidades de saúde são monitoradas, tem programas de controles, de contaminação em cada unidade, todas as unidades tem um responsável técnico que vai preservar por por toda a higiene da unidade e os procedimentos adotados. Muita preocupação com os resíduos, resíduos contaminados. Cada área tem a sua complexidade. Da saúde deve ser bastante complexa.

[11:14]As indústrias de produtos para a saúde são as mais complexas e nós temos no município umas quatro empresas que trabalham com produtos estéreos, então nesse segmento, muitas vezes a gente pede até o apoio do estado para fazer uma inspeção mais específica, mas é tudo sobre o controle da vigilância. E a questão de prevenção de doenças é a atribuição também da vigilância.

[11:47]A vigilância tem uma estrutura, a vigilância em saúde, e dela sai três alças, que é a vigilância sanitária, que é um órgão mais de fiscalização, a vigilância epidemiológica, que faz a notificação de todas as doenças compulsórias, então nós já passamos pela covid, adengue, mas tem também a tuberculose, outras doenças que são de notificação. e a vigilância ambiental, que nela também tem a alça das onoses, então o controle de vetores, todo o trabalho que a equipe faz de prevenção, fiscaliza os locais que tem pneus e acúmulo de água, então já tem uns pontos específicos que a equipe está sempre monitorando.

[12:39]Eu sempre vou puxar aqui a conversa para o lado do material plástico, que é o meu dever no PodPlástico. Na questão da saúde, tudo é descartável e mais de 90% dos itens utilizados são de plástico, e tem que ser assim. Tem, por exemplo, tem indústrias aqui, na área da saúde, que você chega lá, é uma indústria de plástico, então são potes, né, que eles usam de coletores hospitalares, biotech, meu amigo Reinaldo Tem os tubos, então lá é uma indústria de plástico, mas é tudo voltado para a área da saúde Então, só que todo esse material, depois ele vai ser finalizado com esterilização, é uma empresa muito séria no município que atende os grandes hospitais do Brasil.

13:39Como funciona a certificação da Anvisa

[13:39]Ele passa, eu vejo o processo lá, o processo é bem severo de controle, de qualidade, ali o rastreamento é desde a chegada da matéria-prima para fazer a parte da injeção, para depois entrar na linha de produção. Então, veja, é tão maluco, assim, o que as pessoas estão falando na internet, eu faço um post, alguma coisa, e falo que a ANVISA certificou, pra ANVISA certificar o negócio, é muito chato, né?

[14:11]É, está por um processo demorado, quando envolve alta complexidade, vem, por exemplo, falando dessa empresa de Mairiporã, ela já sofreu inspeções com técnicos que vieram de Brasília para fazer a certificação da empresa. Então, não é um processo que acontece do dia para a noite, é um processo bem criterioso. É que nem eu falo, se a gente tivesse que certificar essa colhera que não visa, isso aqui não é do dia para a noite, isso demora muito para fazer.

[14:46]É um processo lento. Passa na mão de muitas pessoas. Muitos técnicos, é. Não é uma pessoa que vai lá e fala, tá certificado? Não, não, não. Existem processos, né? É, e a nossa equipe a gente sempre costuma falar, é multidisciplinar, né? Então hoje o município conta com o farmacêutico, com dentista, médico veterinário, fisioterapeuta, todos estão enfermeiras, né, dentro da vigilância. Caramba.

[15:17]e eu sou engenhar civil, né, e eu iniciei na vigilância para fazer a avaliação de laudos técnicos. Então, quando vai abrir uma empresa no município, eles apresentam um projeto que consta o fluxo de produção, os equipamentos que eles vão utilizar. Então, compete a parte de engenharia, verificar se esse fluxo é unidirecional, tem contaminação cruzada da entrada da matéria prima, passando por todo o processo produtivo até a saída do produto final, então é o que caracteriza ter uma engenheira civil dentro da vigilância sanitária. Apesar que ao longo do tempo eu fiz outras especializações em vigilância para atender as diversas áreas. Eu acho um barato, as pessoas criticam e muito, assim, por conta, essas críticas, elas vieram por conta da pandemia, aí veio críticas à Anvisa, uns gostaram do que foi feito, outros não, cada um tem a sua opinião, eu jamais vou colocar a minha aqui, mas as pessoas, algumas pessoas acham que é duvidoso, mas assim, são muitas pessoas envolvidas para a emissão de um laudo, para a emissão de um documento, é muito sério, é muito criterioso, isso é um negócio que não é simples em nada, não é nem não tão simples, não é simples em nada inclusive durante a pandemia, eu costumo dizer que nós da vigilância nós não vivenciamos a pandemia como a maioria da população porque nós não paramos de trabalhar um dia, muito pelo contrário.

[17:07]E quando chegou a fase de vacinação, a vacina também faz parte da vigilância em saúde. Então, foi uma operação de guerra mesmo, né? Para a gente poder informar a população, fiscalizar, porque muitos estabelecimentos insistiam em funcionar. foi uma pressão muito grande, mas eu falo, nós sobrevivemos, saímos mais fortes, graças a Deus, e passamos por tudo isso, tem algumas sequelas, como você falou, não vamos dar opinião pessoal, mas fizemos o possível foi a operação de guerra mesmo e eu vejo que lá na pandemia não se falava nada sobre o material plástico todo mundo bem quietinho, todo mundo queria tudo embalado ele sendo pró, sendo contra, ficava quieto, fingia que não estava vendo acabou a pandemia, começou tudo de novo que é o que a gente tenta trazer aqui com dados técnicos com pessoas como a senhora, conhecedores de legislações, e que emitem os certificados, as licenças, né, a parte da educação, por exemplo, existe uma notificação quando um estabelecimento não está trabalhando de maneira adequada.

18:37Orientação, notificação, multa e interdição

[18:37]O fiscal da vigilância chega lá e fecha o estabelecimento, ele notifica o estabelecimento, Existe a parte educativa que vai lá dar um treinamento? Isso, normalmente a gente inicia com orientação, a gente faz até uma notificação do que foi visto, já aconteceu de você chegar no estabelecimento com uma situação muito grave, aí você pode lavar um alto de infração e o alto de infração ele gera uma penalidade, que é o alto de imposição de penalidade.

[19:12]Quando o local toma as medidas imediatas, faz as adequações, ele encerra com uma divertência. Caso contrário, pode ser uma multa ou até a interdição total do estabelecimento. Então, a gente já passou por diversas situações no município. Desde a maioria acaba acatando as orientações, faz as adequações. Quando não são pontos, assim, muito críticos, a gente consegue dar um prazo para a pessoa, a pessoa apresenta um cronograma de adequação, a gente sempre avalia o risco à saúde.

[19:52]Então, por exemplo, ah, o teto está faltando uma placa. É ruim, é muito ruim. Mas dá para aguardar uns três dias para que a pessoa possa arrumar? Ou vou fechar o estabelecimento? Não, a gente aguarda. e sempre faz orientação e nós tivemos também, ao longo do tempo, muitos treinamentos. Então, a gente fornece cursos de boas práticas de manipulação, foi feito na área de açougues, na área de alimentação em geral, foi feito para cabeleireiros, manicures, no setor de estética.

[20:30]O ano passado, inclusive, eu participei e a gente fez uma orientação para as academias, porque antes a academia, ela atava na alta complexidade Então, nós temos a CVS, que ela descreve todos os quinais, as atividades que são pertinentes à vigilância com atualização, que teve da CVS 1 em 2024, algumas atividades passaram para médias e baixas complexidades.

[21:00]Então, hoje você abre uma academia e não é obrigatório a licença prévia. Então, você vai, a vigilância vai, se for para fazer um monitoramento, se tiver uma denúncia. Um ano passado, como aumentou muito essa área de atividade, a gente fez um treinamento, convidamos todas as academias do município para fazer as orientações pertinentes. A questão da higienização dos aparelhos, quando, falando de academia, quando sai uma pessoa que está praticando aquele determinado exercício e entra outro, tem que ter uma higienização?

[21:41]ou não. É o ideal, a maioria das academias não tem esse profissional para ficar lá fazendo isso o tempo todo. Então eles fazem a limpeza periódica, três, quatro vezes ao dia e disponibilizam para o próprio... Os materiais para o usuário... Um produto, um utensílio ideal seria uma atualinha descartável para que você possa higienizar e usar. Então, mas assim, uma legislação para isso não obriga E aí, nós estávamos falando também sobre as proteínas, né, esses suplementos alimentares, eles vão vir para a vigilância sanitária agora?

[22:25]Também, não, eles já fazem parte, né, porque hoje eles são classificados como alimentos, são alimentos não convencionais, né, mas eles são classificados como alimentos O município, hoje, tem duas empresas fabricantes nesse segmento. Então, a gente... são duas empresas licenciadas, cadastradas. Como até o ano passado, os alimentos não eram obrigados a terem um registro na Anvisa.

[22:57]Então, as empresas fazem um comunicado de início de fabricação. para desenvolver um produto novo. Ela tem um documento formal que a Anvisa disponibiliza e eles apresentam na vigilância. Quando a gente faz a inspeção anual e participa de todo o processo produtivo da empresa, normalmente a gente escolhe um produto e fala para o empresário, nós vamos acompanhar, desde a chegada da matéria-prima, até a saída do produto, para poder acompanhar cada etapa de fabricação, como que está sendo controle de qualidade desse produto, e as duas empresas que nós temos estão certificadas, agora teve uma legislação nova, então Então, a partir desse ano, as empresas estão se preocupando em fazer o registro desses produtos na Anvisa.

[23:56]Então, a partir de agora, nós vamos ter esse novo trabalho, ver se os produtos que eles estão comercializando estão registrados na Anvisa. Então, veja que é bem complexo pegar desde a entrada da matéria-prima, produção do proteína, química, a embalagem também, que é um ponto importante, é verificado se é a talkponon, né? Nesse segmento também eles usam muito plástico. É mais plástico do que produto, né?

[24:30]É, eu costumo brincar que a primeira vez que eu abri um pote de whey, eu fiquei decepcionada, porque eu abri o pote e falei, mas só tem metade. E eles me explicaram que é marketing, que as pessoas gostam, e já faz parte dos segmentos a esses potes, que são bonitos. A etiqueta também é certificada? Também, a rotulagem é muito importante. Não sabia. Anvisa controla muito os dizeres, porque você não pode sugestionar a pessoa com um rótulo.

[25:07]e, por exemplo, vamos dar um exemplo do whey, então, para aumentar a massa muscular, deixar você forte, aumentar os músculos, você não pode usar dessas palavras para induzir a pessoa a comprar um produto. Você tomar um whey e não praticar o esporte, não adiantou nada, né? Nós temos também aqui em Mairiporã, uma empresa no segmento de ervas, então eles têm todas os de ervas, mas é uma indústria de alimento. E eles também já passaram por inspeções em que os técnicos, nós ficamos uma semana na empresa. E hoje a gente inclusive brinca com essa situação porque você chega lá e fala pro responsável técnico. Essa camomila serve pra quê? E ela fala não serve para nada, porque é um alimento, porque a Anvisa não permite que você classifique um alimento.

[26:07]Então, você vai tomar um chá de erva cedreira e vai ajudar a não ser calmo, para dormir. É um alimento, ele não pode ter uma função. Apesar que aí a gente questiona, você entra em uma loja como uma casa do Norte e lá tem todas as especificações, esse você compra pra calmar, esse pra deixar alegre, esse pra tudo, né, e é mais cultural do que qualquer outra coisa, né, você não tem como controlar isso, né, é um barato, e me perguntam muito, essa é uma dúvida que várias pessoas têm, inclusive eu, vou montar uma empresa de embalagem, vou montar uma indústria, então é necessário que os cantos sejam arredondados, para as pessoas. É necessário que eu tenha uma forração para que não caia a poeira, só o telhado já pode. Qual é a orientação da vigilância?

27:05Cantos arredondados, forro e sala limpa na indústria

[27:05]No caso dos cantos arredondados, é uma especificação mais para a área da saúde, de hospitais, de atendimentos médicos, porque ele facilita a higienização. Agora, para as fábricas, não é obrigatório. Dependendo do segmento, o forro liso, impermeável, lavável, paredes e teto, é obrigatório. Agora, muitos equipamentos na área de embalagem, eles já protegem a embalagem. A embalagem praticamente entra por um túnel e sai pronta.

[27:46]então também é aceitável um telhado, mas desde que também seja higienizado e no caso dessas empresas elas precisam de muita altura, de calor, então você não tem como controlar, agora uma linha de montagem, uma sala limpa, de produtos hospitalares por exemplo, tem que ter o controle, aí tem que ter até um controle do ar, utilização de pressão positiva, é um controle muito específico, depende do segmento.

[28:23]Para a embalagem também? Não, para a embalagem não. Para a embalagem é um pouco mais... Se eu for fazer, por exemplo, uma sala limpa, eu vou vender produtos para a embalagem cirúrgica, para a embalagem para a medicina. Aí tem que estar forrado. Eu posso montar uma sala limpa, climatizada apenas? Não precisa ser com controle de pressão? Não precisa, aí não precisa. Pode ser só uma sala limpa, que tenha paredes, tetos e pisos adequados e climatizados.

[28:55]Pode ser de drywall? As paredes? Pode ser. Tem um drywall impermeável, que aceite uma limpeza. e limpeza. Ah, o importante é que aceite a limpeza para a gente tirar a limpeza. É a mesma situação que a gente fala do plástico. A gente não indica o material, mas tem que ser liso, impermeável e lavável, né? Então, pode ser diversos materiais, né? Oh, e agora estamos recebendo a ilustre presença do nosso secretário do desenvolvimento econômico internacional, Jorge, estalomão, chega aí, Jorge. Tudo bem? Tudo bem. Tudo bem, Jorge.

29:41Jorge Chama: a cadeia produtiva ESG do plástico em Mairiporã

[29:41]Estava na reunião lá na prefeitura? Estava na reunião lá no secretário, sexta-feira é reunião do secretário. Ali, tá com o bottom do Soul do Plástico, né? Soul do Plástico e SG, é o que eu ando junto aqui. Ah, tudo bem. Poxa, aproveitando que você chegou aí, conta pra gente um pouquinho como é que tá andando, a questão do SG do município, o que foi, o que recebeu de certificação.

[30:05]É, a gente vem desde o início da gestão do prefeito, a gente identificou essa grande motriz do município, que é o plástico Nosso amigo Eduardo, nosso ex-secretário, hoje que é vereador, identificou isso e passou de uma forma bastante contundente para o prefeito, para a gente que vem seguindo e a gente conseguiu, ano passado, a certificação, hoje nós somos uma cadeia produtiva local do plástico que foi contemplada pela Secretaria de Estado de São Paulo, que é a SP Produz, e a gente tá aí, trabalhando para que realmente a gente consiga trazer todas as empresas do plástico no ambiente favorável para que continue se desenvolver cada vez mais.

[30:59]e a CPL. Se eu tenho uma dúvida, ela quer dizer o quê? A cadeia produtiva local é que existem as empresas, mas ganha alguma, o município tem alguma vantagem com isso, ou os fabricantes de plástico tem alguma vantagem com isso? Sim, ela tem, dentro do hall, por ela ser uma cadeia produtiva, a gente entra como preferencial em algumas situações. situações na questão de infraestrutura que o governo do estado pode nos oferecer enquanto o distrito terra preta com o ESG do plástico para o próprio empresário quando ele está credenciado, ele está dentro dessa área, ele também consegue linhas de crédito com a Investe SP, do Paulo, próprio BNDES, com valores mais atrativos, em taxa de juros, do que se tivesse solto aí, em uma região que não tem a visão focada para isso, então essa é a grande vantagem, a gente está junto com o prefeito Aladin, solicitando uma linha intermunicipal, que é a IIMTU, para atender ali próximo da da galvão, próximo de guarulhos, esse já é uma demanda que a gente, a ideia é que, como lá também tem muita questão de mão de obra do plástico, a gente tá indo pra lá pra poder buscar alguma, ter mão de obra, ter mão de obra pra cá, exatamente. Então essas coisas a gente consegue, devido, tá credenciado pela São Paulo Produz.

[32:42]E aqui a gente agora tem o SENAI também, que ele tá bem focado no plástico, né? e um investimento, inclusive contando com os empresários, já é muito importante ressaltar essa parceria que a gente tem com o pessoal da empresa de plástico, inclusive a MTF é uma grande colaboradora, a gente fez um investimento ali na hora de mais de 7 milhões de reais entre prefeitura, SENAI e as empresas, para a gente poder realmente estar recebendo a questão da mão de obra, qualificando a mão de obra para o setor, Hoje são mais de 125 empresas do plástico aqui no distrito Mairiporã também, acaba entrando também uma parte ferramental que às vezes consegue fazer lá na sede Mas o Forte é aqui e o SENAI é um grande parceiro, a gente está realmente conseguindo melhorar a qualidade de mão de obra que é um problema muito sério, mas que a gente está tentando, a gente fica meio que cada dia remando um pouco para poder melhorar essa questão de qualificação.

[33:52]Eu tive na Secretaria de Educação do Estado semana retrasada por conta do Soul do Plástico e eles estavam falando para a gente que eles vão efetivar mais ainda a formação de jovens concursos técnicos. Eles têm um trabalho já, que hoje é atendido no Nideszain e no Hermelina Aqui nós vamos ver se a gente consegue no distrito, na Petro-Petre, que é a questão do segundo grau Que é o segundo grau, é conformação profissional Já tem lá embaixo, tem administração e vendas A gente está querendo trazer para algumas questões que ficam mais próximas do nosso dia a dia então logística eles têm então ajudaria a gente bastante nisso daqui tem algumas questões até de turismo que daí a gente acaba entrando lá lá para o mariporã também e a gente esteve semana passada lá na sede da fiespe e a gente está buscando junto com o SESI a eja profissionalizante também é importante a gente observa que a eja em si eu estava até a gente estava conversando com a Líneca, a nossa secretária de educação e o eja normal, às vezes, apesar de a gente achar que poderia ter uma procura bastante grande infelizmente não tem, as classes não são, parece que são sub-aproveitadas então a gente quer ver agora com a questão da eja profissionalizante que inclusive a eja profissionalizante é uma outra vantagem que a gente vê é que é 20% só em sala de aula e o restante pode ser online, então acho que vai facilitar também para o pessoal poder se formar, porque às vezes você conversa com as pessoas, a gente identifica isso muito em alguns comércios, até algumas atividades sociais também, que a gente vê, questão de igrejas, a pessoa fala bem pra caramba, a pessoa se expressa bem, só que daí é a hora que você vai, Às vezes pedir um currículo a pessoa nem tem um segundo grau, então a gente percebeu isso e é por isso que a gente estava indo buscar essa questão do eija profissionalizante.

[36:08]Ah, mas é bem bacana hoje a conversa aqui, porque nós tiramos um monte de dúvidas, né, que o cara fala, tem que tirar vigilância, o cara fica pavorado, eu falo, nossa, e não é nem tão complicado, é só seguir algumas diretrizes básicas, né. Aqui no município, a gente tem como princípio, assim, a questão de orientar, de atender bem o município, sempre que é uma empresa nova, e a gente escuta muito isso, que, como as pessoas têm características próprias, que em outros municípios, eles enfrentam muitas dificuldades, então...

[36:48]Eu enfrentei. Às vezes você escuta a pessoa falando, nossa, eu passei dois anos esperando a vigilância, a vigilância não apareceu, e aqui vocês atendem a gente de uma forma diferente. Então eu fico contente. Ontem mesmo eu estive também em uma outra empresa e a pessoa já demonstrou interesse em crescer no município, abri até em outro segmento, uma nova empresa e ele falou que a minha empresa seria boa para estar em São Paulo, mas só pela situação aqui, a prefeitura acolhe, a vigilância também orienta, então você fica feliz, né?

[37:32]É que vocês, na verdade, têm que ter uma sinergia de trabalho, né? Ele quer abrir empresa, quer abrir 200, né, Jorge? 500. e a vigilante tem que ir ali, ó, é, ó, mas bom que ir, ó. Mas assim, isso aí é interessante mesmo, porque, mas isso também eu acho que, assim, a gente já teve a oportunidade de trabalhar em outras ocasiões, mas isso também vai muito do gestor, né, eu vejo que o prefeito Aladin, ele é muito, assim, ele é muito empolgado, a pessoa vai conversar com ele e já se empolga com ele.

[38:05]É, eu vou trazer ele aqui. é muito empolgado. E às vezes tem algumas situações que a gente até já vivenciou, que a pessoa chega lá, começa a conversar, aparentemente é uma coisa muito complicada. E aí quando a gente se faz a força tarefa, porque o que ele pede, né, vamos trabalhar para que não deixar o empresário na mão. E aí a vigilância sanitária, a gente tem até um caso interessante, que a gente sempre comenta, que nós temos aqui, mais de por ano, dois laboratórios, de fracionamento de cannabis, né? Às vezes a pessoa não sabe, né?

[38:43]Falou, chame, que coisa interessante. E a gente acabou fazendo isso porque a pessoa veio, conversou com a gente na desenvolvimento econômico, obviamente que não tinha toda a expertise, nós marcamos uma reunião com o pessoal da vigilância sanitária, nós fomos lá e o rapaz falou justamente isso. não vou falar o nome da outra cidade, mas ele deslocou até uma outra que tava indo pra lá e ele veio procurar uma e instalou essa uma e ele acabou trazendo a outra empresa também, ele era um engenheiro que fazia esse tipo de instalação ele vim, instalava, deixava funcionando e embora, porque ele já tinha...

[39:21]e ele falou justamente isso, que às vezes ficava... não conseguia nem resposta e ficava mandando de e-mail para vigilância e e-mail para vigilância e a turma lá foi super atenciosa, eu até brinco, tava eu e o Sandro, que é o nosso diretor de indústria de comércio, eles começaram a falar uns códigos lá, que a gente não entende nada que estavam falando, mas aí eles se acertaram e o rapaz trouxe essa empresa e uma outra logo em sequência.

[39:48]Na verdade, é mais outra, então hoje nós temos três. Então, tem três, tá vendo? Elas são distribuidoras de medicamentos nesse segmento da Canabis Que a gente percebe que é um futuro muito positivo no tratamento de várias comorbidades Agora, essa parte de licenciamento é muito complicada porque eles se instalam no município Então tem todo o processo do licenciamento que a vigilância municipal elabora um relatório esse relatório vai para a Anvisa, Anvisa analisa, concede autorização, mas aí tem todo o trâmite de importar esse medicamento, no caso uma das empresas escolheu importar da Colômbia, então a Anvisa monta uma equipe, tem que ser custiada pelo empresário, eles vão para a Colômbia para fazer uma inspeção na indústria farmacêutica de lá, depois de tudo aprovado essa empresa do município está nessa fase já foi aprovada a fábrica da colômbia e então tem todo o tramitido processo de importação para depois que o medicamento chegar, aí essa empresa tem que registrar na avisa é um processo...

[41:10]e é lento, né, ele demora Ele vai encontrar o Aladin e ele vai perguntar e quando é que você vai começar? e aí preju, já abriu, já tá trabalhando, já tá faturando já tá vendendo né é, mas é, basicamente isso mesmo, gente é, muitas, eu tava falando, muitas pessoas eu coloco nos postos, o material tem que ser laudado pela Anvisa, tem que ser laudado pela Anvisa isso aqui é laudado pela Anvisa o cara fala, pô, mas você acredita na Anvisa?

[41:37]caramba, se eu não acreditar na Anvisa, eu vou acreditar no que? é, é a certificadora nacional, né e é muito séria, comparada até com outros países, aqui as leis são bem rigorosas e bem fiscalizadas eu vejo quando a gente viaja, o cara tá numa cozinha, tá com a camiseta assim, camiseta normal, tudo engordurado fazendo comida, embalde, aqui se pega um negócio desfecha na hora, é muito diferente imediante. Aqui a legislação ambiental é pesada pra caramba. A vigilância na Itália também fiscaliza forte nesse sentido, né, de higiene, dos estabelecimentos e a Secretaria de Desenvolvimento Colombo quer abrir empresa, cara. Então você vem pro município, abre a empresa aqui, fala com o Jorge. E a gente tem a preocupação, né, é importante a gente ressaltar até agradecer química, oportunidade, porque assim, eu acho que Mariporella tem uma particularidade ímpar, né? Todo mundo sabe do que a gente recebe na parte de esporte, de aventura, a nossa atividade é ligada à natureza e a gente vende isso, né? A gente tem essa característica e às vezes tem gente que ainda não entende por que houve essa associação com a questão do plástico, né? Primeiro porque totalmente hoje quem sustenta o município principalmente na parte de CMS mais 60% é a indústria, e dentro delas a indústria do plástico da show, então a gente tem essa preocupação de mostrar que em outros países você pega uma cidade que tem reserva ambiental com água, com serra, enfim, mata nativa, às vezes em outros países recebem recursos para isso, do próprio governo, enfim.

[43:37]E nós não, então, colocaram uma série de situações, vocês vão preservar a água, vocês vão preservar o ar que respirem, na mais tanto, próximo de São Paulo, mas é uma coisa que a gente tem essa preocupação e está fazendo essa junção. tanto é que a cadeia produtiva, ela é uma cadeia produtiva ESG do plástico, ou seja, a gente segue a questão de governança, a questão ambiental e a questão social então isso é muito importante a gente ressaltar, porque realmente a gente acredita no segmento do plástico e assim, algumas frazinhas que eu já estou virando meio chavão, né, para nós é o vilão que é a solução, né e você fala muito aquela história, que se o plástico está no lixo, está no lugar errado então essas coisas a gente está juntando, tem vários projetos que já está até a CPL do ESG do plástico esse aqui é o 1, né?

[44:38]é, está junto com a CPL do evento da natureza escola partideira, educação empreendedora o evento da natureza é a parte de bifeia, a parte de eventos de trilha e tal então a gente já tem uma junção, né? e já tem um programa ali. E o bacana é a geração de resíduos, por exemplo, dos bifesas, a gente estava falando sobre isso, eles vão destinar o resíduo para as escolas, vai virar renda para a APM da escola, investir em educação nesse projeto do Instituto Soul do Plástico, em parceria com a Prefeitura, em parceria com o Cebrae. Então, a gente está mostrando no município que tem um monte de proteção ambiental, aqui é pesado né, a proteção ambiental, aqui o cara derrubar uma árvore é pior que matar uma pessoa então a gente está mostrando que dá para conviver e conviver muito bem e ainda fazer renda com isso para as crianças, no caso são crianças mesmo, do primeiro ao quinto né e muitos projetos vão vir ainda, estão vindo, estão a caminho e vai ser muito bom, muito divertido que a gente já aproveita para deixar o convite. Nós vamos estar na feira empreendedora do Sebrae do dia 15 ao dia 18, vamos estar lá com o Instituto Soul do Plástico, vamos estar lá com o Instituto Soul do Plástico, lá no ExpoImmigrantes, vamos estar dentro da parte de sustentabilidade da feira, o Rui vai ficar todos os dias lá comigo, Vai ser um ano passado quando eu fui olhar e escolher o local que a gente ia fazer parte Eu fui nessa área de sustentabilidade e as cadeiras do auditório são de papelão Então é aqui que eu tenho que colocar o meu negócio Então vamos pra lá, tá o convite feito É, vai ser muito interessante, porque onde tem cadeira de papel, pratinho de papel é interessante e a gente está até conversando sobre isso também antes do podcast o interessante é que essa garrafa aqui ela precisa ter uma certificação para colocar água dentro, né?

[46:53]Cara, aí a base do ovo, que ela é de poupa de papel, o que tem ali? Por que que não tem certificação? Então fica a pergunta aqui, né? Por que não tem certificação? A tampa tem que ter, e a base não, ele respira só por cima, por baixo, não? Então é meio maluco isso aí, né? Mas fica aí. para o próximo assunto. Gente, estamos chegando ao final de mais um PodPlástico maravilhoso. Muito obrigado.

[47:22]Muito obrigado por ter vindo. Muito obrigado, Jorge. Muito obrigado, Sola Valderez. Muito obrigado a você que ficou até o final desse episódio do PodPlástico. Se gostou, deixe seu like, seu comentário. Se não gostou, deixe aí nos comentários também porque não gostou que a gente está aqui para melhorar. Então, um podcast vai ser melhor que o outro e assim vai e vai ficar muito bom. Obrigado e até o próximo episódio.

[47:50]Obrigado.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.