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Maurício Carmim Filho | PARTE 2 — Um episódio não comporta esse nível de conhecimento 🎙️

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Episódio completo no YouTube: Maurício Carmim Filho | PARTE 2 — Um episódio não comporta esse nível de conhecimento 🎙️

Na parte 2, Maurício Carmim Filho derruba mitos sobre o oceano de plástico, explica embalagens mono-material e mostra por que reciclar depende da cola do rótulo.

Principais insights

  • O PVC foi abandonado nos cosméticos não por medo do plástico em si, mas porque o cloro presente nele era volátil e corroía as estruturas de aço no processo produtivo.
  • Já existem embalagens 100% mono-material — como válvulas-pump e bisnagas — que dispensam desmontagem para reciclar, porque não têm mola de metal nem esfera de aço embutidas.
  • Segundo Maurício, em 8 dos 9 critérios de avaliação de ciclo de vida o plástico vence vidro, alumínio e papel: uma garrafa PET de 1 litro pesa 12 gramas contra 560 gramas de uma de vidro.
  • Os "vórtices" de plástico no oceano não são uma ilha sólida do tamanho do Arizona — isso é mito, imagem gerada por IA; o que existe ali é concentração de resíduo de pesca profissional.
  • Copos de papel usados em companhias aéreas costumam vir plastificados ou revestidos com resina que contém PFAS — Maurício comprovou isso arrancando um pedaço de plástico de dentro de um.
  • Já existe projeto de lei tramitando em São Paulo para regular colas de etiqueta, porque um adesivo forte demais pode inviabilizar sozinho a reciclagem de uma embalagem inteira.

Perguntas frequentes

Por que o PVC foi abandonado por marcas de cosméticos como a Natura, segundo Maurício Carmim Filho?
Segundo ele, não foi por ser "vilão": o cloro presente no PVC era volátil e corroía as estruturas de aço durante o processo produtivo. O mesmo aconteceu com um aditivo do vidro branco (opalino) que evaporava e enferrujava equipamentos. Hoje as duas questões já foram resolvidas por outros processos.
O que é uma embalagem mono-material e por que ela facilita a reciclagem?
É uma embalagem — como uma válvula-pump, bisnaga ou tampa — fabricada inteiramente com um único tipo de plástico, sem peças de metal como molas ou esferas. Segundo Maurício Carmim Filho, isso permite moer a peça inteira sem precisar separar componentes antes de reciclar.
A ilha de plástico no oceano (o vórtice do Pacífico) realmente existe do tamanho que se vê nas redes sociais?
Não. Segundo Maurício Carmim Filho, as imagens de uma "ilha" sólida do tamanho do Arizona são geradas por IA e não existem de fato. O que há de real nos vórtices oceânicos é concentração de resíduos de pesca industrial, como redes, que prendem e matam animais marinhos.
O que Maurício Carmim Filho descobriu ao examinar um copo de papel usado em avião?
Ele tirou um pedacinho de plástico de dentro do copo, mostrando que era plastificado — ou continha uma resina com PFAS, substância associada a risco cancerígeno. Ele cita isso como exemplo de greenwashing: a troca do plástico visível por papel que ainda esconde plástico por dentro.
Por que a cola de uma etiqueta pode inviabilizar a reciclagem de uma embalagem inteira?
Se a etiqueta usa cola muito forte, à base de solvente, ela não sai da embalagem na lavagem — e a peça inteira acaba indo para o lixo em vez de ser reciclada, mesmo tendo sido projetada para isso. Já existe um projeto de lei tramitando no estado de São Paulo para regular esse tipo de adesivo.
Onde vai acontecer o Embalamundi 2026 e quem participa?
O evento ocorre em 17 e 18 de agosto de 2026 no Hotel Renascença, em São Paulo, idealizado por José Luiz de Paula. Reúne painéis sobre educação, smart packaging, biomateriais e acessibilidade, com participação de marcas como Natura, Boticário, L'Oréal, Granado e Unilever.

Capítulos e transcrição

0:00Por que o PVC saiu de linha nos cosméticos

[0:00]Agora eu preciso entrar num tema que é o coração do meu trabalho, o plástico. Diga aí. Você que passou décadas dentro de empresas como Natura Boticário, que são marcas com forte discurso de sustentabilidade. Sente que o plástico ainda carrega estigma de vilão entre os profissionais do setor, ou isso já está mudando? Olha, como vilão não, tá? Porque o pessoal que trabalha nessas empresas, eles entendem isso, né?

[0:27]No passado, eu me lembro, foi cortado o PVC. Naquela época, eu não entendia direito por que foi cortado o PVC, mas ele já não é, há muito tempo, utilizado no segmento. O PVC eles falavam que era por conta da missão de CFC. É, exatamente, quando daquecia, porque o PVC é um material de origem do petróleo e se acrescenta cloro nele. E esse cloro que ele ia, era volátil, da mesma forma...

[0:55]policlorete de vinila. Então, exatamente o PVC. Também na época, se usava plástico, plástico não, vidro branco, o palino se chamava branco, ele também tinha um aditivo ali que ele evaporava no processo e corruiu o aço das estruturas, então ele foi proibido. Hoje você pinta o frástico de branco, não é mais branco na massa, então não existe mais. Então Então certas coisas assim com o tempo foram descartadas e hoje não. Hoje o que eu vejo nas empresas, ele não é vilão. As pessoas só tomam mais cuidado no processo de identificar e dar endereço de retorno desses materiais. Mas eu acho que precisa evoluir mais ainda, sabe? Mas Eu não vejo ele tratado como um problema, não, dentre as empresas que eu conheço, tá?

1:53Embalagens mono-material: pumps e bisnagas 100% recicláveis

[1:53]Eu, com o Instituto Soul do Plástico, me coloco à disposição de todas essas empresas que você conheça, pra gente levar o Instituto lá dentro, fazer um dia de reciclagem, entender como funciona, até pro eco-designer, entender como funciona, pegamos embalagem, trituramos, transformamos em produtos ali, na hora, online, pra todo mundo... tampinhas, tudo. É mais legal é polietileno e polipropileno, que é o circular mais no mercado. É o material de domínio, né? Sim, sim. De domínio de mercado. E mesmo porque, né, Rui, não tem como substituir certos produtos numa empresa de cosmético, por um outro material que não seja plástico, não existe. Não, mas ele pode ser um mono-camada, né? Ah, tá. Existe no mercado válvulas-pumps, por exemplo, né? Que ela é feita totalmente de um único material. Ou atuador, descante, a molinha já não é mais molinha de plástico, é do próprio material, a esfera não é de aço, é de plástico material, então essa tampinha, na verdade, essa pump, ela pode ser moída totalmente, você não precisa se preocupar com o metal que teria ali dentro, então existe já seguimento mercado de bisnagas também, que o ombro e a tampa e ela é toda feita de único material, então se encontra já desenvolvimentos assim?

[3:12]Eu vi um desenvolvimento, não sei que evento que eu fui da Valgrup, que eles estavam desenvolvendo um pautimônio camada com barreira. Bom do camada aí, com barreira. É, então isso é uma evolução, isso é um negócio maravilhoso. Sim, com certeza. O que precisa ser desenvolvido aí talvez seja um estojo de batom. O batom, ele é muito cheio de detalhes e peças, não sei hoje, porque faz tempo que eu não vejo isso, e isso, mas antigamente existia até um peso dentro do batom, um pezinho mesmo, um defeito de, não sei se era Zamaque, que liga que era, mas era para dar assim, é, valor, porque quando você pega duas embalagens, a mais pesada, a mais pesada, intuitivamente te remete que essa aqui é mais valiosa, mas era uma questão de percepção psicológica, enfim, é loucura, né, a embalagem é uma coisa de louco, né, mas aí o cara já pode colocar que e a dele é mais leve, porque a dele é eco, é eco, por isso que ela é mais leve. Então, aí vem a jogada do marketing. Aí o marketing entra, é isso que tá faltando. A minha é mais leve que a do concorrente, porque a minha é ecológica, porque ela não leva a isso, ela não leva a isso, ela não leva a isso. Exatamente. Aí o pessoal começa a migrar pra ela. Aí o marketing tá trabalhando junto com ecoditário. Exatamente. Linkamos EXATAMENTE! Porque eu te digo que eu vejo do meu lado, o plástico é atacado por narrativas sem base científica, como falamos, quando você compara o ciclo de vida completa do plástico, há alternativas como vidro, alumínio, papel, em oito dos nove critérios de avalação de ciclo de vida, o plástico vence. Isso não é opinião, isso é ciência, quando chega cliente pedindo para tirar o plástico da embalagem, o que você responde? Eu responderia e o seguinte, só se for possível, né, você não pode tirar o plástico implemente por conta que ele foi rotulado, ele vai contra o meio ambiente ou ele não é circular, não é assim, né, você tem que, como nós falamos, cada material dentro do seu quadrado, então, existe possibilidade de mudança, existe, eu posso fazer, por exemplo, um frasco de perfume e em PET, mas perde-se a qualidade, perde valor, é de valor, isso não se vende, então não adianta, eu posso fazer um vinho em PET, posso, mas perde o valor, da mesma maneira que eu posso engarrafar água em plástico ou em vidro, só que o de vidro vai ficar mais caro, não que não seja bom, é bom tanto quanto, mas o gasto que você tem em transporte, em em logística, em combustível, faz o vidro, eu vou te dar um dado, uma garrafa de vidro de 1 litro, ela pesa 580, 560 gramas e uma garrafa de 1 litro de PET, ela pesa 12 gramas. Então, aí na análise círculo de vida, você vai ver quanto você gastou na emissão do seu dois. Emissão do seu dois, pneu gastando no seu raon. Peneu, pneu, né? Ninguém fala muito, mas o pneu produz muito... Microborracha. Microborracha.

6:22Os vórtices no oceano e o mito da ilha de plástico

[6:22]que cai na conta do microplástico. Que é o micro-termoplástico, né? É, não é. É, então. E vai pro rio. E o rio, na verdade, são dois rios, né? Que mais polui o mundo, né? São dez rios. São dez, né? É na Ásia. São dez na Ásia e na África. Então. Eles representam 93% da poluição dos oceanos. Então. Só que a narrativa de proibido tá aqui, não tá lá. É. Que lá eles tem medo de ser preso. Então. E esse lixo, muitas vezes, é parar lá no arquepélico de...

[6:52]Fernando de Noronha, embalagens ali. Eles pegam embalagem e vêem que não é daqui. Não é daqui, então não sou. Navios de cruzeiro também tem o hábito. Eles poluem bastante, eles poluem bastante. Isso são coisas que são assim, na minha opinião são muito simples de resolver, tudo tem que ter vontade, engajamento e coragem política. Política? Por quê? O pescador sai, estou falando de pescador profissional, ou não? O cara é lá, o pescadorzinho que vive do sustento. Tô falando de pesca profissional.

[7:23]O cara saiu com 5 mil metros de rede. Se ele voltar com dois, ele tem que tomar multa de três. Porque ficou lá. Que é onde tá lá no vortes, tem muito resíduo de pesca. Vortes, explica pro pessoal que é que talvez eles não saibam. É a vulga ilha de plástico. Que fica numa região. Do pacífico, que falam que tem uma ilha é do tamanho do Arizona, que é tudo mentira, isso é mentira, são imagens de IA, não existe, você não consegue enxergar, só que lá tem muito resto de pesca, muito, e muitos lugares tem, muitos animais, como leões marinhos, tartarugas, e outros peixes, eles se enroscam e morrem em restos de pesca, muito mais do que com um canudo que fizeram mais de mil e mil fotos com um canudo que não era canudo no nariz de uma tartaruga, que o próprio cara que pegou a tartaruga falou que não era canudo, então por aí vai, e aí se vocês tiverem dúvida no nosso site do PodPlástico, nós temos lá os dois livros do Chris DeAmit detonando do mitos, e o paradoxo dos plásticos, você pode entrar lá no nosso site e baixar de graça esses livros, eles contam a história perfeita. Um outro livro que eu indico muito é o livro política, o guia politicamente incorreto do meio ambiente do Leandro Narlok, também maravilhoso para você ver, são três livros maravilhosos, só que o do Leandro tem tem um link, eu não ganho nada, com isso tá gente, vai te direcionar pro link dele, você compra, é um livro que não é caro e é muito bom, o valor é irrisório perto do que ele traz de conhecimento, e ambos os três livros, eles têm todos os estudos científicos, embasado, não é científicismo, não é si, então eu indico muito, agora na sua opinião, existe e realmente embalagem sustentável no Brasil, ou ainda estamos muito no campo do green washing e em brulho bonito as pessoas pensando mais na beleza do material ainda, porque nós estamos em uma transição, nós não passamos ainda para circular.

[9:44]Não, olha, para circular mesmo eu não sei se tem, eu não conheço um caso porque a circular ela depende de vários participantes, né? Então, o alumínio chegou lá. e o alumínio. Isso aqui está chegando. Então, esse também. Isso aqui já está no 70. Já está no 70? Já. O alumínio é 96. O alumínio já está quase em 100. Aliás, quase não sobra alumínio, né? Então, quase em 100. Mas o alumínio tem a extração da balshita, que é pesada, então ele tem mais é que reciclar mesmo. Tem, tem que reciclar. É, porque consome muita energia, inclusive, energia elétrica, né? Agora, eu acho, tirando esses dois casos, alumínio e o PET, ainda, e a gente está crescendo, não chegamos no nível que a gente quer, e eu acho que esses três, esse resultado que você me informou, me passou, nós estamos a caminho, não chegamos, existem ainda muito greenwashing, fala, se não fala empresas, é óbvio, mas aqui não vou falar, mas Fizemos tal, tal, divulga nas mídias, no LinkedIn, todo mundo dá ok positivo, tal, só que você vai esperar no mercado, não vem.

11:04O copo de papel do avião que é greenwashing

[11:04]Ó, fui viajar, né, companhia aérea, que tá trocando tudo pra papel. Os copinhos? Os copinhos. Aí eu sou um pouco curioso, pedi um copinho pro atendente, ele me deu, e eu tirei um pedacinho de plástico de dentro do copinho. Ele é plastificado? Ele é plastificado. Ou ele é plastificado, ou ele tem uma resina que tem dentro o FPAS, que é um contaminante cancerígeno também.

[11:35]Ou anda em contato com um chá, por exemplo. É o calor? O chá libera, por causa do calor, ele libera. Então você tem alguns problemas e isso é um greenwashing e a empresa, eu tenho certeza do que eu vou falar agora, eu não tenho dúvida nenhuma. A empresa compra pensando o que tá fazendo a coisa certa. Sem saber. É o engenamente. É o designer, junto com o marketing, fazendo merda. Ou fazendo as coisas propositalmente, enganando. Agora, você pode pegar de novo o copinho. A gente até podia falar um pouco do nosso amigo Marquinhos, marquinhos, né? Mostra a marca. Tá. O nosso amigo Marquinhos, nós falamos com ele hoje. Já pensou Marquinhos, você revestir essa parte interna aqui com um aditivo proveniente de Alga, que é biodegradável, não é um plástico, é um material que ele está desenvolvendo. Isso tudo, gente, se vão encontrar no Embalamundi, em agosto agora, dia 17 e 18. E nós temos a outra solução, é uma, e aí eu venho pro meu, a solução do plástico, que tudo era servido em copo de plástico e os copos de plástico são totalmente recicláveis, se você por exemplo vai fazer uma festa na sua casa, isso foi um dado que eu tive a semana passada, se vai fazer uma festa na sua casa, você vai ter 100 convidados, 150 convidados e vai usar pratos, italieres recicláveis que não pode ser chamado descartável porque não é, é descartável se você descartada maneira incorreta. Se descartar corretamente eles são recicláveis. Aí você vai lá e contrata com bosa seletiva, ela retira todo o seu resíduo da sua festa. Com bosa seletiva? Com bosa seletiva do bispo, o cara genial. O bispo que você falou agora? Genial, você contrata e tem outras empresas, vai vir uma outra aqui, acho que daqui umas duas semanas para fazer um podcast que faz a mesma coisa, ele vai lá, retira todo o teu reciclável, ele separa tudo e destina tudo para reciclagem. Então, tem jeito, tem, basta querer fazer.

[13:46]Sim, tudo tem jeito, não é? Tudo, até para o isopor tem jeito. E da grana. O isopor é um caso um pouco mais... É, do volume, né? O volume falta de peso. É um problema. Mas também tem jeito. Que nem a dona Teresa na cooperativa Viva Bem, ela tem uma máquina lá que uma empresa doou para ela, que ela joga os isopores lá dentro e aí tira todo gás, porque o isoporé é 98% gás e 2% plástico. Então, é um negócio extremamente tecnológico.

[14:16]Então, você tem polietileno expandido com 98% de gás e 2% de plástico. Aí ela joga aquelas bandejinhas tudo lá e ele vai saindo degasado embaixo, vai saindo o tarugo. É sensacional. Só que é uma máquina que ela é cara, não é? A gente, agora vou falar como indústria, nas nossas indústrias, elas cada vez mais têm dificuldade de comprar máquinas. E me fala uma coisa, Rui, você que tá na... produz máquinas, o mercado brasileiro na área de plástico tá defasado há mais de 15 anos, não está?

[14:48]Eu te falo que hoje não, nós recuperamos muito por conta da pandemia. Na pandemia, os caras de fora pararam e o brasileiro acelerou. Eu cheguei até 16 meses de prato de entrega. Nossa. e o meu amigo Gordo, lá da G4, estava trabalhando com 16 meses até poucos meses atrás. Então nós aceleramos muito as tecnologias. Tanto que a última K que eu fui, aonde a gente vê tudo, a cara tem o desenvolvimento. A última K que eu fui eu fiquei até decepcionado.

[15:20]porque você não encontrou novidade? Pô, não tem nada aqui que eu posso tomar, né? Eu não tenho nada pra eu aprender, pra eu aprender? Não tem! Então, CVAs, nossas velocidades, elas já estão muito próximas das velocidades das máquinas europeias. Então, era um dado errado que eu tinha. E CVAs na Europa, ela custa, eu vou te falar que uma boa custa um milhão de dólares. Uma máquina nossa boa custa dois milhões de reais. É uma disparidade de preço enorme, né? Sim.

[15:49]e, então, são dados, assim, que o pessoal acha que você vai comprar uma máquina de 1 milhão de euros para fazer copo. Quantos copos você tem que fazer para pagar essa máquina? Ah, já copo. Você vai trabalhar a vida inteira e não vai pagar a máquina. Com certeza. Então, é um investimento que você tem que ter muita grana para ir lá fortalecer. Agora, existem conceitos de embalagem, existem linhas de produções que eles têm em que nós não temos. Sim, existem coisas sofisticadas para certo tipo de coisas que a gente não tem, tá. Mas na sua grande maioria, no caso da termoformagem, injeção plástica acabou no Brasil, eles mataram a injeção plástica, não tem mais fábrica de injeção. Quem tem é a Rome, que fabrica o. Isso, é a Rome, é a única, é a única. Mas é a única. Nesse mercado que eu queria falar sobre a falta de investimento. A Rome tem fomento de quem tem grana, né. É, normalmente as indústrias MAGNA, não tem o fomento que tem a ROMI. A ROMI é uma baita empresa séria, eu tenho o centro de usinagem da ROMI. É uma baita empresa legal pra caramba, gosto muito das pessoas de lá e assim o produto é muito bom, só que a ROMI tá ela inadando as tecnologias que ela tem hoje, elas não são as mesmas tecnologias que você já vê lá fora, porque mataram a indústria aqui, o que que fizeram?

[17:14]meteiro, ex tarifário nas injetoras, então todas as fábricas de injetora nacional morreram porque não tem imposto para trazer de fora, então aqui você tem NR1 agora, você tem NR10, NR12, NR13, NR34, NR31, INR, INR, INR que te regula, você tem que ser homologado pelo CREA, a sua empresa, seu responsável. É tudo pra facilitar, né? É, você tem hoje aí 14% de 14 ou 15 de selic, mais 5% de spread por ano, então você tem 20% de imposto por ano, você compra uma máquina em 4 anos pra pagar, você paga 1.8 vezes mais a máquina, e ao contrário ao passo que lá fora você tem Jura Anual de 1,5%, 1%, 2%, então eles querem nos colocar em paridade com o cara que trabalha lá, por exemplo, visitei a China já algumas vezes, o cara que trabalha de chinelo, de cócoras de bermuda dentro de uma fábrica com uma chave de fenda na mão, assim, e se ele não trabalhar direito você tira ele, põe outro, põe o cara vai trabalhar e vai procurar seus direitos lá no INFERNO. Sim. E aí, como que a gente trabalha em paridade com isso? Não tem como. Então, se o cara quer vender máquina aqui, eu concordo, você pode comprar máquina em qualquer lugar do mundo.

[18:41]Tenha as mesmas exigências que nós temos aqui. Porque fica totalmente impossível, né? Porque se o Brasil, se você tira tudo isso que o Brasil, que colocaram embutido no Brasil, ninguém pega o Brasil. Ninguém pega. O brasileiro é extremamente criativo. e se vira, né? Se vira. O europeu não tem essa capacidade. Não. Eles trabalham tudo tão certinho, é tudo tão feitinho, tudo bonitinho. É certinho, mas manda extrafário pra cá, fora da nota, tá? É certinho, mas nem muito certinho, também não. É certinho lá. Lá, né? É, pra vir pra cá não é não. Tem coisa errada que vem também. E todo mundo sabe, todo mundo vê. Só que aí o cara fala, pede a prova. Aí, como é que eu vou, você comprou uma nota com, com, com extrafário? Como é que eu vou ver? É, é da, me dá tua nota para eu levar lá na receita, você vai me dar? Então você não vai saber nunca, né? Então a gente tem esse tipo de problema. Então o empresário aqui nessa área de injeção ele tem que ser mágico. Tem que ser mágico. Ele tem que fazer das máquinas deles, um upgrade da maneira que ele consegue para ele ser competitivo. O chinês veio para cá agora, o chinês tem fábrica no Brasil, fábrica no montadora no Brasil, tá? Então o chinês já está alocado aqui, ninguém tira mais e você combater chinês, meu amigo.

[19:58]Rigo, é muito difícil. Então, o que tem que fazer, tem que ter protecionismo de mercado. Eu falo que sim, tem que ter protecionismo de mercado. Se não, o nosso vai... Mas é por conta da legislação que pesa sobre nós e por conta da que não pesa sobre eles. É desigual, não é a mesma moeda, não é a mesma regra, então a gente fica defasado numa situação bem delicada.

20:26A economia circular começa no catador, não na fábrica

[20:26]E aqui eu faço uma provocação. A economia circular que eu defendo começa no catador, que apanha a embalagem na rua, passa pela cooperativa que separa, pelo reciclador que transforma, chega até quem projeta e produz embalagem. Se o designer não pensa na reciclabilidade, na rastreabilidade e na logística reversa desde o início do projeto, ele está até trabalhando contra a cadeia, para cadeia que deveria sustentar. Você concorda que é o que falamos?

[21:02]Plenamente. Tem que nascer na plancheta, não é mais na plancheta, mas é no CAD, né? É ali que tem que nascer logo no início. O briefing já deve estar contemplando essas exigências. Já é de ful, né? Da mesma maneira que economizar, fazer um embalagem mais fina. Isso já faz parte, né? Se ele não pensa assim, com certeza, ele está fadado. deitado a um sucesso nesse processo circular, né? Então, vamos lá, novamente, designer, fórmice, eco-designer, sempre, isso, seja o protagonista do seu projeto, é isso aí, e você que manda no projeto? Maurício, vem duas aí agora, eu tava te pesquisando, meu Deus, pesquisei ali e tal, e duas coisas me chamaram muita atenção, você, não só como profissional, a primeira, você ministra um grupo de pessoas cegas para avaliar embalagens em busca de acessibilidade. Como nasceu isso e o que te fez olhar para esse universo? Ah, você me pesquisou mesmo, né? Eu dei uma olhadinha.

[22:11]Deu uma olhadinha. Eu tenho um grupo de cegos, Adelor, deixa eu ver se me lembro Manoel, umas 5 ou 6 pessoas que eu regimentei por conta do seguinte. Eu sempre me preocupei com o cego desde da época que eu fazia faculdade, né? Eu fiz um projeto, uma vez, de um joguinho que era, como é que chamava? Era um joguinho tabuleiro que tinha um canhãozinho aqui, tinha outro aí, eu tive que aprender um pouco sobre elétrica para fazer o solenoide para ele impulsionar as esferinhas de aço e tinha um disco no meio, um disco no meio com aquele ímã forte, como é que chama? É tipo um pebolim. É, só que era um canhão. Pebolim não, desculpa, um...

[22:55]Fliperama, era um canhãozinho que acertava nessa esfera central, essa esfera central tinha um ímã de nióbio, aquele ímã forte, que ele puxava embaixo, cara, um monte de contatos que eu fiz, assim, tudo com os fiozinho-pino, que encostava nessa chapa que era de circuito-impresso, cobre ficava pra baixo, que dava passagem, e quando você fazia assim com canhão, ele apitava na direção, pra você você jogar no seu gol, pra eu fazer, e você pra mim, né, era um só de cada lado, e esse jogo eu concebe pro cego, porque faz um barulho, né, e pra pessoas também que quisessem jogar, então eu me preocupo, eu consigo desde essa época de faculdade, e quando eu criei esse grupo, eu criei por conta das embalagens, né, embalagens mais acessíveis que na gente não vê, o pessoal se preocupa por código Braille, código Braille você não consegue colocar em qualquer lugar, Existe a possibilidade de você colocar em uma embalagem? Existe, até AB Plástico coloca silkscreen em relevo, alguma coisa que você possa ler, depende também do shape da embalagem, que é algo que o design tem que preocupar, se ele for pensar na inclusividade, que é outra coisa que ele tem que se preocupar, não é só na sustentabilidade de material plástico, também na sustentabilidade social, é outra coisa que tem que ser preocupar, e se preocupar, né? Então, você pode colocar código Braille, você pode colocar código Braille também, em frasco de vidro, ao item já faz isso, você pode colocar código Braille em cartucho, que é a parte que a caixinha, né, de papelão, e ela admite um relevo, esse relevo às vezes tem uma durabilidade, porque a fibra ela vai voltando ao normal e o Braille se apaga e o Braille você não pode aumentar nem diminuir, tem que ter o tamanho certo e a altura do relevo certo para você ter o TATO, e nem todo cego sabe lembrar ele, tem cego que fica cego depois, quem sabe lembrar ele é aquele que aprendeu desde quando, desde que entendeu que nasceu assim, até um deles, aí o Manuel, uma vez eu perguntei, Manuel, você é cego desde que nasceu e ele me falou, eu sou cego desde que nasci, graças a Deus, eu falei, mas no Manuel, graças a Deus, por quê? Maurício, se eu tivesse a capacidade de ter enxergado uma vez na vida e ficar cego depois, eu não sei como eu e eu me sentiria hoje. É verdade, né? Ele ficou pensando assim, eu fiquei até emocionado.

[25:24]Você entendeu por uma ótica completamente... É, por uma ótica, né? Aqui, encraçado, pela ótica, um cego. Pela ótica desse cego, ele falou pra mim que ele é cego desde que nasceu graças a Deus, porque ele conseguia ler praticamente tudo, tudo, tudo, tudo, porque ele aprendeu desse criança. Então, Fácil. Eu também tenho uma cega ali, que é a mulher de um deles, a Delor, que é, os dois são cegas, um casal de cegos, e ela sonha colorido, como? Ela fala que sonha colorido, que tá correndo e sonha colorido. Eu fiquei assim, mas como? Você já enxergou? Nunca enxerguei, mas eu sei. Então você vê cada COISA LOCA, e esse mundo dessas pessoas, quando surge algum projeto, porque eu busco, pra eles avaliarem, eu filmo, como tá aqui filmando, aí eu ponho a embalagem pra eles avaliarem e darem um parecer, então esse vídeo é filmado, eles falam pra câmera, com a aprovação deles, e entrego pro cliente, eu cobro todos os valores deles e pago pra eles, pra eles terem um retorno, porque é muito chato, ato, isso acontece com muita frequência, chamar uma pessoa cega a tal para avaliar, muito obrigado, até logo.

[26:45]O cara não sabe se o projeto vingou, não vingou, não sabe se serviu, se não serviu, o parecer dele, eu acho horrível isso. A pessoa já é cega e você não dá o retorno, é triste, é lamentável, né? Então eu tenho esse grupo, tá um pouco difícil conseguir, gente, passem para mim algum projeto que vocês queiram que seja avaliado. e os cegos vão agradecer porque toda a renda é pra eles, eu não fico com nada, só se eu for ter que levar de cá o e trazer, aí eu só vou gastar de gasolina, mas eu não fico com nada.

[27:16]E Maurício, quando você leva essa proposta pras empresas de acessibilidade como parte estrutural do projeto de embalagem, qual é a reação, ainda é visto como custo ou já tem e enxergue como diferencial competitivo real. Olha, tá começando a mudar esse conceito, sabe? Antes era a preocupação básica, era somente aplicar num cartucho, o código Braille, e muitas vezes é um caso engraçado, né?

[27:45]O perfume geralmente vem o frasco dentro de um cartucho, cartucho gente tem a caixinha de papel, de papel, de cartão, e depois vinha um plástico, um celofane fechando tudo PELACRA. Só que quando vem o celofane, ele impede que o cego, eu falo cego, gente, antes de mais nada, eles preferem serem chamados cegos. Como nós enxergamos e nós somos conhecidos por eles, por videntes, eles acham que eles não gostam, que chamam eles de deficiente visual. Então cego é a denominação que eles querem que sejam chamados. Então quando eu falo cego aqui, não é uma e uma maneira indelicada de chamá-los, é porque eles mesmos preferem ser chamados assim, então voltando ao cartucho com o encelofanado, eles não conseguem ler, porque por baixo está o Braille e por cima o encelofanitão perde-se o tato, então a preocupação básica sempre foi aplicar Braille, mas nem todo cartucho é possível aplicar Braille, imagina um cartuchinho de batom, não tem espaço, porque você não pode alterar...

[28:55]Mas, se você pega, por exemplo, uma garrafa dessa aqui, dá para o cara tranquilamente soprar com brane. Dá na decoração. Ou por no rótulo, sabe? Porque é possível também por. Mas, só vai falar o que é um refrigerante, diet ou não, porque eles precisam saber isso, né? Basicamente, são essas poucas informações. Mas, eu já venho observando no mercado de cosmético, preocupação NAMU, desenvolvimento de balagem para que ela seja utilizada por deficientes motores como visuais, porque também existe a pessoa que tem pouca visibilidade, então eu tenho observado no mercado de cosmétrico, que é o mercado que eu mais tenho interagido, que já existe sim a preocupação, mas ainda está em brioonária, está bem em brioonária, precisa crescer muito, aliás, uma das maneiras mais práticas e mais objetiva, mais lógicas, mais plausível, mais viáveis de serem atender esse público que cresce, né, é o seguinte, QR code. O cego tem uma facilidade muito grande de manipulação de celular. Existem cegos que ensinam o cego ou usar celular. Eu tenho um dente. O QR-Code, inclusive, vocês vão encontrar isso no embalamonde, nós estaremos lá falando, vai ter na parte de acessibilidade uma pessoa falando exatamente sobre o QR-Code. Na parte de Smart Packaging lá, teremos o Rubião, que ele vai falar as possibilidades que existem hoje de aplicação de QR-Code de quinta geração, se eu não ANO. Então, o QR code circulado ou não por um relevo, para ele saber onde o lado que está o QR code ele aponta, dá leitura e o celular vai falar, vai em áudio, para ele ouvir o que tem, o que é, o que não é conduvente, que compõe o que não é, também para os mudos, surdos, que muitas vezes não lém, porque a linguagem deles é libra, expressa sentimentos, emoções, não é ABC como a gente faz assim, né? Isso é para quem não sabe, mas eles expressam sinais que transmitem cenas, emoções. Então, para uma pessoa que não sabe ler, porque é surdo e mudo, ela vai ter dentro do próprio QR Code um vídeo falando em live, em Libras. Então, é possível também fazer isso, né? Então, o QR Code é a solução. O QR Code, gente, é uma e o QR Code hoje, aí eu imprimi um produto lá e agora eu vou ter que fazer o novo rótulo porque mudou a formulação, não, você não precisa fazer, você só altera o QR Code, o mesmo QR Code ele vai ser alterado na fonte, os componentes, o mouse porque mudou alguma coisa ali do componente e você muda ali, você não muda o QR Code, então você não precisa retirar do mercado tudo que já foi produzido em preço com o QR Code, então é muito, além disso, pelo que é rico, você vai saber onde está o seu produto, quantas vezes foi acessado, quantas vezes foi visualizado, você vai ter um rastreamento legal e saber onde não chega o seu produto.

32:15Por que a cola da etiqueta pode inviabilizar a reciclagem

[32:15]E uma informação para os designers também e para a equipe de marketing, tome muito cuidado com as etiquetas em embalagens plásticas, essas etiquetas elas têm que levar cola que saia com facilidade. Ela cumpriu o seu papel, ela tem que sair dali. A etiqueta não pode permanecer na embalagem, porque quando você pega uma garrafa como essa e faz uma etiqueta com uma cola à base dissolvente, que ela gruda muito, inviabilizou a reciclagem da garrafa, a garrafa vai para o lixo, e o que seria dentro de uma economia circular, um circo reciclável, ela vira greenwashing por conta da da cola por conta do adesivo, então isso é muito importante, tome muito cuidado com o tipo de cola que usem, já existe um projeto de lei tramitando no estado de São Paulo pra legislar sobre isso, sobre essa cola que vai nas embalagens, às vezes uma embalagem de bolo não é reciclada, às vezes não, muitas vezes uma embalagem de bolo não é reciclada, porque o seu Zé da Padaria pega a etiqueta que vem da balança, e pau, pois em cima são cinco lavagens à quente, para sair aquela cola, então você inviabiliza a reciclagem do produto.

[33:34]Não tinha pensado nisso. E como a gente está falando em economia circular, a gente tem que bater muito em etiqueta, etiqueta cumpriu a função, tchau. Tá, bem lembrado, porque você pode nadar, nadar e morrer na praia. É isso aí. O que adiantou todo um projeto bem concebido com design, com a parede fina, inclusive colapsável, uma cor adequada para reciclagem, e chega na hora do rótulo, matou o produto, porque...

[34:00]E o cara nem me percebeu. Ninguém falou. Ninguém falou, passa batido. Então está tendo já uma busca, está melhorando, mas precisa melhorar muito a inclusividade, não só do cego, como do deficiente motor e do idoso. O idoso vem crescendo muito a taxa de idosos. Muito, muito. Aliás, é um segmento mercado muito bom para se explorar, cuidados de idosos. Mas enfim, é uma outra fatia do mercado que deve ser estudada, porque ele precisa abrir uma garrafa. Muitas vezes ele não tem força porque ele tem artrite. Muitas vezes ele não consegue ler, e casas aliás, até com óculos eu não estou conseguindo ler. Então ele não consegue identificar um produto na prateleira, o peso, a ergonomia, tudo tem que ser pensado para um idoso porque vai servir também para uma criança e vai servir para você que está projetando lá na frente quando você tiver idoso. Então você está pensando em você também, né?

[35:05]Desculpe, você já viu quanta coisa tem que se pensar? e muita coisa. É um universo. Que não se pensava antes. Não se pensava. Hoje a maneira de se pensar hoje é completamente diferente do que 60, 70, 80. É outra pegada. Maurício, você está ajudando a construir o meeting em Balamund, de 2026, que já falamos dele, que vai ocorrer entre 17 e 18 de agosto, no hotel Renascense, São Paulo. Eu fui convidado para participar de dois painéis, o que me deixou muito honrado, mas antes de falar da minha participação, apresenta o evento para quem está nos ouvindo agora. O que é o embalamundi?

[35:46]O embalamundi vai ser o primeiro embalamundi, foi concebido pelo José Luiz de Paula e o José Luiz de Paula também é design, é design de perfume, ele inclusive vai abrir a aula da magna do meu curso mês que vem, e ele me convidou para ajudá-lo a montar o embala-monte. Eu participo mais do dia 18, que é o dia que o próprio Rui vai estar falando, nós seremos mediadores de um dos grupos de painelistas sobre matéria-prima.

[36:20]Depois eu passo o site aqui para o pessoal acessar, conhecer o conteúdo. Ele está focado na parte de educação, da herança, do protagonismo que está sendo e o perdido pelo profissional do embalagem é um projeto, é um meeting buscando o protagonismo do profissional porque embalagem, gente, é o que move. Tudo embalado. Quando a gente fala embalagem, como eu já comentei aqui, nós falamos de pessoas. Tudo foi concebido por uma pessoa para pessoas. Então, sem embalagens no mundo, a gente não conseguiria viver na sociedade atual. Tem um amigo seu que tem uma frase que eu guardei, eu capturei essa frase para mim. Embalagem é um sistema. Ah, embalagem é um sistema? É do Antônio Cabral. Já esteve aqui, né? Então Antônio Cabral está certo, porque para fazer uma embalagem, o que tem por trás, né? É incrível, né? É isso que nós estamos que vender também no EmbalarMundo. A busca do EmbalarMundo é conscientizar trazendo ali um grupo de profissionais capacitados, um grupo de profissionais com em conhecimento de causa, dentro desses cinco painéis vão ser discutidos sobre educação, sobre smart-packing, sobre materiais, biomateriais, tudo viável, factível e em produção de larga escala, vai ser falado também sobre o consumidor cego, sobre acessibilidade e teremos outro grupo também que vai falar sobre embalagens, queis de embalagens, são profissionais, porque trouxemos esses cases? Para mostrar para o público o quão é importante a capacitação e o envolvimento de um profissional embalagem no projeto desde o início, pensando já na economia circular, e eles vão estar mostrando para nós cases como o Malbec, como a caixa de pizza, a caixa de pizza não, a lasanha, a canetinha dessas de emagrecer, tem mais 1 ali, que é, que eu não me lembro agora, mas enfim, são projetos pensados, estruturados, envolvidos por profissionais competentes para a gente avaliar como é importante este profissional de embalagens, né?

[38:33]Ó, quem toma o zempi, que não gosta de plástico, morra, tá, morra, porque olha quantas peças de plástico tem dentro da caneta, meu Deus, eu nunca tinha, eu não vi ainda, mas depois eu quero ver com detalhes. eu abri só para tirar minha curiosidade. É, vocês vão ver isso lá, né, e esse é o intuito do embalar o mundo, fazer com que o profissional fique mais próximo do fabricante, do fornecedor e do produtor que usa das embalagens, então é um mito para reunir as pessoas, para que unam, para ir desmistificar também Aquela, aquela, eu sou o melhor da embalagem, o meu produto, a minha, a minha matéria-prima, é para juntar, porque vai ter gente lá, expositores de cartucho, o Rui vai estar espondular com o equipamento que vocês vão ver lá, enfim, é para unir todos esses profissionais, todos esses fornecedores, porque não tem o melhor, é a junção de todos que vai contribuir para que forneça matérias-primas, mais condizentes com os projetos, mais reais, com a expectativa dos clientes, dos fornecedores, da empresa, enfim. Essa é a intenção do Ibalamund, unir conhecimento. Muito bom, e você vê como a gente falou do professor Cabral, puta pessoa fantástica. Adorei conhecer o professor Cabral. Ele é o seu. É, ele é mesmo. Muito, fantástica, fantástica. E aí eu vou explodir a síntese dele, né? Sim.

[40:03]Eu vou explodir que está dentro do manifesto lá, que eu li o manifesto, eu lembrei dele. Aqui no manifesto fala, a embalagem nunca foi apenas um invólucro, ela é cultura, tecnologia, percepção de valor, estratégia industrial, sustentabilidade aplicada, experiência sensorial, economia e movimento, quando você leu isso pela primeira vez, o que passou na sua cabeça?

[40:28]No caso da minha, que embalagem não é embalagem, é um sistema, isso reúne tudo que... o eu que escrevi o manifesto, porque... E dá assim ter sido para ver se foi cabral. Então, é, tudo isso, né? E mais até, né? Porque quando você recebe uma embalagem, você recebe um produto embalado, muitas vezes embrulhado, porque embrulho também embalagens, né? Sim.

[40:53]Vem ali emoção, vem ali um presente, muitas vezes ela transporta sentimentos, muitas vezes... Muitas vezes. embalagem. Ao desembalar, que você recebe um produto, você vai desembalar, aquilo traz toda uma sensação de prazerosa, isso vê na sua cabeça, o cheiro combina tudo isso, então a embalagem está dentro da nossa vida como nunca. Eu me lembro de muitas embalagens, até a primeira vez que comecei a me interessar por embalagem de vidro, me lembrei agora e aqui foi na casa de uma tia minha que lá no quarto dela ela tinha antigamente tinha aquelas penteadeiras com espelho assim, eu me lembro que entrei no quarto dela e estava brincando esconde-esconde e naquela prateleira naquele quarto escuro que estava fechado tinha ali vários frascos de perfumes, não era davão, eram outros perfumes com um design diferente e a luz batia e riluzia, aquilo me chamou muito a atenção, né, é a primeira imagem de, o primeiro de despertar por uma embalagem foi nesse momento, na casa minha tia que já faleceu e que era um perfume com as características de design de vidro grosso, né, que era muito bonito, aquilo me chamou a atenção, e ó, eu nunca esqueci, né, marcou.

42:15O que é o Embalamundi 2026 e quem vai estar lá

[42:15]Então em Balamundi eu vou estar lá em dois painéis no dia 18, já aviso aqui que não vou chegar quieto quando a pauta é sustentabilidade, nova cultura do consumidor e designer como instrumento de desenvolvimento social, o plástico vai aparecer no debate, eu tenho dados para defender e o que você espera que saia de concreto no embalamundi no final dos dois dias.

[42:41]Eu espero que exista muito Networking, porque é para isso que ele existe, basicamente, porque as pessoas trocarem figurinhas, e ocorra também muita despertar de informações, porque vocês vão estar trazendo informações de mercado precisas, corretas, idôneas, para as pessoas se localizarem, entenderem que mundo é esse, que universo é esse da embalagem, que se fala muito, terão no primeiro dia também, no dia 17, terão muitos palestrantes de empresas conceituadas no mercado, como Kotil, Unilever, não me lembro de todos agora, né? São vários, são acho que uns 8, 10, não sei, até o...

[43:26]Dia 17, temos a Loreal, a Kotil, Boticário, Granado, Tânia Bullões, e no dia 18, teremos painéis como Instituto Malva, tecnologia, SENAI, Natura, Algas For You, uma programação séria, Rui Katsuno estará lá também. Então, para vocês verem, são empresas de peso que utilizam a embalagem como meio de divulgação do seu produto, de vendas, de cultura, de engajamento, de empregos, então é um misto de tudo isso, cuja interesse é levantar o profissional como um profissional de embalagens, ele é fundamental na sociedade que a gente vive, levantar o protagonismo da embalagem como uma ferramenta de alavancar vendas, de saúde TÉ, porque você precisa de uma embalagem para se alimentar, você precisa de uma embalagem para se perfumar, você precisa de uma embalagem para se alimentar e tudo por trás de tudo isso aí, existe tecnologia, existe conhecimento, existe um engajamento, existe um trabalho muito grande de profissionais de várias áreas, porque quando você desenvolva uma embalagem não é só o setor de IDE de embalagem que está envolvido, é a fábrica, é o fornecedor de matéria-prima, para o bulk, para o que vai ser invasado, é o fornecedor da própria embalagem, são os funcionários, é o equipamento de invase, é o equipamento de selovanagem, de montagem da embalagem, de fechamento, de acuplamento, de reclave, é o mundo, é um universo do controle de qualidade, do controle de qualidade que vem atrás, né, é muito grande isso, gente, é muito grande.

[45:22]o que o Cabral falou é um sistema. Isso aqui o sistema antigamente, por exemplo, era o cara pegar e desculpir uma peça. Era um artista, né? Porque isso aqui é feito de, isso aqui é feito de marfim. Isso é marfim, né? Proibido hoje. Proibido. Aí tem de coleção. Da mesma forma que o binocus na época era feito de marfim. E hoje pode ser um baquilite? Então MAORICIO, antes da gente encerrar, papo ótimo, a gente podia ficar aqui 10 horas falando, mas temos o tempo para que o povo nos consiga nos seguir, então antes de encerrar, onde as pessoas te encontram, como acompanham o Pactalk, como garanta em presença no embala-múndio, como é que o cara vai conseguir entrar lá?

[46:14]E aí vocês vão editar, vou passar aqui embaixo o meu contato, vocês podem entrar no site www.pectalk.com.br, que lá inclusive vocês vão encontrar meu telefone, o próprio curso de desenvolvimento de frasco de vidro para perfumaria, também vocês vão estar aqui embaixo o acesso ao meu site, ao meu canal do YouTube, que vai ser colocado e o link do Embalamundi eu também vou por aqui embaixo pra vocês acessarem tá todos esses três endereços vão ser colocados aqui também talvez no descritivo que você possa colocar lá vocês me encontram nesse eu vou colocar no meu site também tá vocês vão me encontrar nesses três endereços conto com vocês também se vocês tiverem interesse em participar do nosso grupo o grupo WhatsApp de profissionais de imbalagens, lá tem... é um grupo eclético, tem gente de todas as áreas, de todos os segmentos de...

[47:11]Tem uns lá que tá louco, você nem tem que ler. Tem um... recentemente tem um egípcio lá. Ah, tem? Tem, coloquei a semana passada, ele trabalha com fibras naturais, né? E ele se interessou, e tá lá, ele vai tentar entender traduzindo, né, porque ele... Você viu um lá que entrou dando pancada no plástico, falei eu não vou responder, que foi uma confusão.

[47:32]Ah, entendi, já sei quem é. É, essas coisas acontecem, a gente tem que ser bastante flexível muitas vezes, né, mas enfim... É, ele é um daqueles ali, olha, pega ali para mim esse canudo aí, Mojo... Esse aqui? É, aquele cara que fez um comentário lá no canal, ele é um dos caras que enxerga o canudo dessa forma, com pernas, braços, olhos... Ah... Que ele está correndo...

[47:56]E pula no nariz... E pulando... E ele é homicida... Ele pula no nariz... Ele tá atarugicida... É... impula no nariz, não é possível, enfim, esses são os links que vocês podem me encontrar. Então perfeito Maurício, muito obrigado, foi uma conversa que eu precisava ter há muito tempo com você, trouxe o outro lado da cadeia para dentro do PodPlástico, isso é exatamente o que esse canal precisa.

[48:25]Para quem está ouvindo a cadeia do Plástico, não começa na máquina e não termina na prateleira. já começa no projeto, passa pela máquina, chega na gôndola, vai para o consumidor e volta pelo catador, pela cooperativa, pelo reciclador e recomeça o Maurício cuida de uma parte essencial dessa cadeia, eu cuido de outra e em agosto a gente se encontra no renascente para discutir o futuro de tudo isso junto, inscreva-se no PodPlástico, inscreva-se no Pactalk e garante o seu lugar no Meeting em Balamund, de 2026. E é isso aí, eu gostaria que você deixasse as suas considerações finais. Olha, vou repetir novamente aquela frase, porque eu também fiz um concurso de frases de embalagens, acho que você não chegou a conhecer. Eu pulei ele. Não, mas não tem problema, eu falo aqui, né? Eu parei, esse ano não deu para fazer, porque muita coisa, mas é, dentro desse concurso de frase de embalagem, que ele é aberto. Muitas pessoas participaram, pessoas que não têm nada a ver com embalagem, porque a embalagem, ela encanta, né, quantas pessoas não têm uma embalagem guardada em casa de alguma coisa, né, muitas vezes você compra o produto, principalmente por causa da embalagem, você não está nem se preocupando se o produto é bom ou não, mas você gostou da embalagem, né, mas o produto tem que ser bom para ter a recompra, né, e vice-versa. Mas enfim, dentro daquelas frases eu fiz uma que é quando a gente fala de embalagem, embalagem, a gente fala de pessoas. Então quando a gente está desenvolvendo embalagem, quando a gente está pensando na embalagem, imediatamente na sequência nós estamos pensando no consumidor. E por isso que eu falo, você, designer, você, profissional de embalagem, você tem que ser protagonista.

[50:13]Você tem que, eu sei que muitas vezes é impossível dentro da estrutura da sua empresa, mas dos que isso, porque é você que vai defender esse projeto, é você que vai construir esse projeto, de nada adianta você fazer um projeto que vai quebrar a cadeia circular, o processo ecológico, você tem que ser o ecodesign também, então é você que tem que trabalhar, você que tem que buscar o seu protagonismo, porque embalagem é coisa séria, não é para qualquer um, não é para pessoas que não entendem nada, imagina que embalagem só tem que ter e conter, não é isso não, embalagem é um instrumento de vendas, muitas vezes é o único instrumento de vendas que o fabricante, o produtor dessa emca-água, por exemplo, tem como divulgar o rótulo, muitas vezes é só esse, o meio, o veículo de vendas, porque ele não tem dinheiro para pôr em mídia, em revista, em autidor, é aqui.

[51:10]Então, fazer a embalagem certa da primeira vez é como aquele velho ditado que diz A primeira impressão é que fica na área gráfica, né? Então é aqui também, a primeira embalagem é que fica, então, construa um projeto desde o início, direitinho, certinho. Dona Helena do Cetea fala que embalagem por embalagem nunca deveria existir. É verdade. Eu também concordo com ela, né?

[51:36]Você vê que eu gravo umas frases. Tem uma outra que eu falo muito, que é me desculpe os embrulhos, embalagem é fundamental. é isso aí, porque embrulhos no sentido ruim da palavra não dá, embalagem é fundamental, porque sem embalagem a gente não estaria bebendo essa água, o cafezinho que você me fez ali atrás, então é isso, a gente vive, acho que a embalagem acompanha o homem na evolução sempre, eu li um artigo só pra finalizar aqui gente, porque a gente tem tanta coisa ao falar, o primeiro INLATADO, entre aspas, que se tem notícia, foi uma descoberta de um osso numa caverna na Israél, esqueci o nome da caverna, é difícil eu lembrar o nome de uma caverna em Israél, mas foi descoberto lá um osso de homens pré-históricos e se osso eles fizeram a pesquisa, sabe o que era esse osso?

[52:30]Era um osso do fêmor de um servo que eles capturavam o servo, comiam e guardavam esosos, e esses osso serviam para eles no traslado, nas distâncias, longas, como alimento, porque ele mantinha o tutano, que é rico em proteínas, para longas distâncias, dependendo de onde eles estavam, aí eles quebravam o osso e comiam, e comiam, então é o primeiro enlatado que se tem notícia, o próprio femur do servo, maluco, é uma engagem totalmente biodegradável, né? Enfim. É isso aí e a gente tem aqui agora o nosso, tá ali no Backstage. Ah, é!

53:13Por que 1 barril de petróleo não faz 1 barril de plástico

[53:13]Vou fazer uma pergunta aqui, que ele tava louco pra fazer uma pergunta, manda lá! Manda lá Vladimir, pode falar aí que a gente tá aqui pra responder. A questão lá, se pisaria só já pra confecção Rui Katsuno, PodPlástico, MTF Termoformadoras, MTF Termoformadoras, COTIDIANO, principalmente do brasileiro. Mas a soja, o milho e os outros grãos, sim, eles são alimentos do nosso cotidiano. Então, é a coisa, na minha, sim, gelo opinião, é a coisa mais burra que pode se fazer, é pegar um alimento e transformar em plástico, que já existe o plástico fora do alimento. Pegue esse alimento e nutre quem passa fome. O alimento foi feito para nutrir quem passa fome, e não para fazer plástico e ao contrário do que muitas pessoas pensam por falta de conhecimento porque ninguém falou, um barril de petróleo não faz um barril de plástico, o plástico ele é proveniente de mais ou menos 4% do rejeito que é chamado de nafta e se ele não fosse transformado em plástico ele seria um combustível mais poluente com a nafta agregado a ele, porque ele não seria jogado fora. Então, pra você que fala, isso é petróleo, rapaz, isso aqui é 4% do petróleo, portanto, o petróleo jamais deixaria de ser extraído por conta dos materiais plásticos, que isso fique muito claro a todos.

[55:31]Eu quero fazer um grancho, posso? Obviamente. Da pergunta quando você falou de petróleo, existe estudos, fala-se muito do petróleo como origem fóssil. Existem muitos estudos que vão contra isso. Que o petróleo não é fóssil, de origem fóssil, tanto é que existem postos de petróleo na Rússia, que seco, e depois começa a brotar petróleo novamente. E também eu não lembro qual é dos planetas, se não me engano é Plutão, que existem luas em Plutão, ou Saturno, não me lembro, depois a gente pesquisa isso, que existem mares de hidrocarboneto, que é o petróleo, ou ou seja, lá não tinha dinossauro, ou seja, então essa falácia, essa parte, essa informação não é correta, o petróleo não é fóssil. Mas é narrativa implacada, né? É implacada, virou uma lei, então isso tudo precisa ser clarificado, que não é de origem fóssil, é só buscar e pesquisar. Pusque, pesquise você, se você está duvidando de mim, que e você vai ver, eu já fiz até uma matéria sobre isso no meu canal falando sobre o petróleo, até a vinheta é engraçada, sabe, vê um dinossauro que fica questionando com o dinossauro de plástico, se eu vim do petróleo, e esse aqui veio do petróleo, de onde, sabe, ele ficou confuso, se ele viu o dinossaurozinho de petróleo, de plástico, e ele, o dinossaurozinho veio dele, ele veio de onde, sabe, então é uma brincadeira que eu fiz ali.

[57:00]é porque se a gente começar a ficar paranoico, a paranoia que estão tentando emplacar nas pessoas, porque assim normalmente isso é pessoal não generalizando, eu tenho um instituto que só faz o bem, tá? Eu conheço várias ONGs que trabalham com o bem, com o bem muito bem, mas tem ONG que ela nasceu para arrancar dinheiro de besta, tá? o cara implaca uma narrativa e no final me dá um dólar, me dá uma contribuição, me dá não sei o que, e não está fazendo nada, e se você for a fundo pesquisar quem são essas ongs, vocês vão ver que elas não são sérias, e que elas são ongs que estão aí pra bater nos outros e pegar dinheiro por estar fazendo isso, então, se a gente partir pro lado do tecido, por exemplo, o tecido, ele é altamente contaminante, agente, ele é altamente consumidor de água, então aí a gente vai falar do algodão, mas o algodão, o algodão usa água pra caramba, ele usa uma energia pra caramba, então se a gente ficar na paranoia do que vai usar e do que não vai usar, nós vamos andar pelado e você andando pelado, se você soltar gases você vai poluir também, então tem que pensar muito naquilo que você absorve, pesquisa, quando chega uma informação, não vai de cara seco naquilo, ah aquilo é isso, aquilo é aquilo, aquilo, aquilo, todo o material deixa uma pegada, pra mim a palavra que corresponde à poluição é uma só, ela se chama conforto, quanto mais conforto, mais polução, e acabou.

[58:45]é isso aí. Acabou. E tudo deixa uma pegada. Qualquer material que está em cima da fase da terra deixa uma pegada. Sim. E o cara que fala que não deixa, ele tá mentindo. É isso aí, concordo com você. Aliás, busque saber tudo que nós falamos aqui. Não acredita na gente não. Vai atrás. Vai atrás. E hoje os meios são válidos. É, tá fácil. Mais uma vez, muito obrigado. Eu o que agradeça a sua oportunidade aqui.

[59:12]Então se encerrando o PodPlástico, para você que ficou com a gente até agora, meu muito obrigado, para quem não segue no siga, ative o sininho, segue o Pactalk, ative o sininho, quando tiver notícias novas, nós temos o site do podplástico.com.br, lá você pode entrar nas nossas inquietes, baixar livros interessantíssimos, tem o nosso canal do Instagram, que é e a rouba Rui Katsuno no Instagram e muito obrigado e até o próximo episódio do PodPlástico.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.