O PIONEIRO DOS PLÁSTICOS BIODEGRADÁVEIS NO BRASIL! | EDUARD VAN ROOST
Eduard van Roost, representante da Symphony no Brasil, apresenta plásticos solúveis, rastreáveis e antimicrobianos e critica os compostáveis sem composteira.
Principais insights
- Eduard van Roost, fundador da ResBrasil, trabalha há 25 anos com plásticos biodegradáveis, foi membro do comitê D20 da ASTM por mais de uma década e representa a Symphony Environmental no Brasil desde 2023; as afirmações técnicas são dele.
- Ele demonstra ao vivo um filme de PVOH (álcool polivinílico) que se dissolve na água, com uso em embalagens de defensivos agrícolas e em sacos de lavanderia hospitalar que vão direto à máquina.
- A tecnologia de marcação D2T insere partículas invisíveis em tampas e rótulos, detectáveis por um leitor portátil, para combater bebidas adulteradas; segundo Eduard, o custo é de cerca de R$ 1 por quilo de filme plástico.
- Para Eduard, o plástico compostável é economia linear: custa várias vezes mais, depende de composteiras industriais que o Brasil não tem e, misturado ao plástico comum, atrapalha a reciclagem.
- Ele afirma que o plástico oxibiodegradável D2W biodegrada mais de 90% em 180 dias em ensaios por normas, sem microplástico persistente, e pode ser reciclado; a Europa, no entanto, restringe esses produtos.
- Apresenta ainda aditivos antimicrobianos, antiinsetos, absorvedor de etileno e retardante de chama, todos aplicados ao plástico, e o projeto do Instituto Soul do Plástico com a ETEC de Mairiporã.
Perguntas frequentes
Quem é Eduard van Roost e qual é o vínculo dele com a Symphony?
O que é o plástico PVOH demonstrado no início do episódio?
O que é a tecnologia D2T de marcação de tampas e rótulos?
Por que Eduard critica plásticos compostáveis no Brasil?
Como funciona o plástico oxibiodegradável D2W e ele pode ser reciclado?
Que outros aditivos funcionais Eduard apresentou?
Capítulos e transcrição
0:00Abertura: o pioneiro dos biodegradáveis no Brasil
[0:00]e sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico, o podcast onde o mito não sobrevive mais do que 30 segundos e dado bom, sempre tem cadeira cativa aqui com a gente e hoje eu tenho a honra de receber simplesmente o pioneiro dos biodegradáveis no Brasil, um cara que estava estudando biodegradação quando o mundo ainda achava que o plástico tinha mil anos.
[0:24]ro, Eduard van Roost, fundador da ResBrasil, inicialmente representante da histórica Novamont, idrolene e sinfone, membro do comitê da ASTM por mais de uma década e aluno direto de nomes como gerald scott, emuxelini, grand switch e até o Nobel mario molina, eduard que que posso dizer. Aqui vai ser a conversa que muita gente precisava ouvir, mas não tem coragem de perguntar e aqui nós temos coragem de perguntar. Eduardo, por favor, se apresente.
[1:06]Obrigado, Rui, pelo convite. Você já apresentou, né? Mas enfim, eu sou Eduardo, conhecido como Eduardo. Trabalho há 25 anos com plásticos biodegradáveis, lá no início com plásticos compostáveis, atualmente com plásticos que dissolvem em água, mas também com todas as tecnologias de inteligência plástica proporcionadas pela Symphony Environmental.
1:31Demonstração ao vivo do PVOH que dissolve em água
[1:31]E aqui a gente vai dissolver vários mitos, né? Vamos começar dissolvendo aqui esse plástico, que plástico que é esse? É um álcool polivinílico, o nome técnico dessa substância, mas é um plástico resistente com o asco comum, a manta plástica, o aspecto, enfim, parece um PBC sensível, né, exatamente, ele tem como característica, por isso que ele é procurado a sua rápida dissolução em água.
[2:03]Então nós vamos colocar ele aqui, agora no começo do podcast, na mexidinha, é água, tá, putz, eu nem bebi pra falar, né, eu vou beber, pera aí, que eu não tenho medo de plástico, então eu vou dar um golinho pra você dizer que é água, é água, não não é aditivo, vou jogar esse cara aqui dentro, ele já começou a dissolver, tá lá dentro, daí vamos ver o que vai acontecer daqui para o final do podcast. Então, esse é um álcool polivinílico, PVOH, e qual a utilidade dele? É isso que eu queria saber. Ele serve para embalar, por exemplo, defensivos agrícolas que vão naquelas bombonas contendo água para pulverização, de defensivos fritilizantes, etc. Também serve para lavanderias industriais, especialmente os hospitalares. Então, o serviço de quarto dos hospitais, coleta toda aquela roupa de cama, toalha, etc. Contaminado, um ambiente contaminado, coloca num saco desse e esse saco não precisa ser reaberto na lavanderia. Ele é colocado junto com as roupas numa máquina de lavar e dissolve. O mercado norte-americano americano, é muito grande para esse tipo de saco plástico. Não conhecia, nunca a gente ouviu falar de material, mas é bem resistente. Sim, é muito resistente, só não é resistente a água. Esse produto, se for parar numa usina industrial de compostagem que não é o propósito dele, ele também é biodegradável, porém o apelo dele é a solução em água, como e a gente está podendo ver aqui rapidamente. E um detalhe, esse filme, ele pode ser confeccionado para dissolver em água fria, com 15 graus, ou com água a 30 graus, 45 ou 60. Então, filmes programados para dissolver com água a 60 graus demoram mais, são mais resistentes à água fria, eles vão solver com água de 60 graus e ser mais resistentes à dissolução em água fria, é bem bacana isso.
[4:15]Muito bom, e me conta uma coisa, como você foi parar no meio dos plásticos biodegradáveis em uma época que ninguém falava de oxidação controlada, compostagem, ciclo de vida ou as normas como ASTM 6954? um amigo do meu pai de Luxemburgo que tinha res, Luxemburgo e trabalhava com universidades na pesquisa de substitutos materiais restos como casca de abacaxi, cascas de fruta, restos de vegetais orgânicos, etc, para produzir mesas, cadeiras, não com a intenção de biodegradabilidade, e esse apelo mais sustentável de usar resíduos que normalmente serão descartados, já lá de 1998. E aí também tem sempre uma parte romântica, os pesquisadores faziam seus ensaios na cozinha de casa, teve divórcio. Enfim, não só na universidade que eles faziam suas pesquisas.
[5:28]de vaca louca em qualquer lugar. Exatamente. E aí, conversando, a gente achou que a biodegradabilidade do plástico podia ser um assunto interessante. Então, começaram a fazer ensaios usando gelatina, bovina e algumas misturas com esses resíduos para criar um plástico biodegradável. E até que teve a vaca louca, merca, não sei se é alguém. Lembro, lembro, lembro. E a doença da vaca louca tava muito relacionada ao dozossos, na região dos ossos. E a gelatina começou a ser proibida, a gelatina animal, de origem animal por conta da doença da vaca louca. Foi substituída pela gelatina vegetal e continuando fazendo aqueles testes, quando a gente descobriu a existência, já Novamont já existia algumas outras indústrias que produziam plásticos resinas para a produção de plásticos biodegradáveis em ambiente de compostagem, isso é muito importante sempre salientar isso e aí a gente foi visitar a Novamont na Itália e se tornou representante exclusivo por um período de tempo, aproveitando a viagem na Itália a gente também descobriu deos plásticos hidrosolúveis, trabalhando com eles por dois anos até descobrir a Symphony, que a Symphony não atuava nos plásticos compostáveis, mas sim nos plásticos biodegradáveis e outras características. A Symphony tem origem em onde? A Symphony é uma empresa inglesa com ações cotadas na Bolsa de Valores de Londres, portanto qualquer cidadão pode comprar ações em uma público, ficado 18 milhas ao norte de Londres. E a gente é representante desde 2023. É uma coisa que vocês levaram para Feracá, que eu achei super interessante, foi essa tampinha que tem até o exemplo aí, né? Conta essa história dessa tampinha para a gente, por favor. Então, uma tampinha recebe uma partícula durante o processo de um aditivo que contém partículas e é adicionado a 1% numa resina compatível e transfere essas partículas para o produto.
7:58D2T: partículas invisíveis contra bebidas falsificadas
[7:58]Uma dessas duas tampinhas foi feita com essa partícula e com uma caneta, com um aparelho de tamanho de um chaveiro, você consegue detectar essas partículas que são invisíveis a olho nu. OK. E para que serve? A gente teve casos de cegueira, até de morte por intoxicação de bebidas falsificadas com metanol, né? Sim. Enfim. E como evitar isso? E evitar de uma forma barata e fácil de se perceber, de distinguir o que é falso que é verdadeiro. Então, a indústria da bebida, por exemplo, pode comprar tampas feitas de um fornecedor conhecido, correto, habilitado, feitas com esse tagging, que chama D2T tagging, e assim, dessa forma, usar essa tampa para fechar suas garrafas.
[9:05]para fazer uma tampa com o lacre dessa aqui, quando tira, quebra o lacre e, automaticamente, não dá para o cara substituir pela mesma, então, não vai ter identificação, né? Sim, ou no rótulo, mas, por exemplo, quando você abre uma parte desse plástico, fica no gargalo. Sim. Então, o cidadão, o dono do cidadão... Para falsificar, ele tem que tirar, né?
[9:27]Tem que tirar tudo, né? Teria que tirar. Ele não conseguiria. e, como essa parte que fica na garrafa, é possível, a qualquer tempo, o dono restaurante, da rede de hotéis, enfim, da distribuidora, saber que aquilo é uma bebida verdadeira, que não foi falsificada, e não fica só na tampa, pode ser o rótulo, se o rótulo é um rótulo laminado com plástico, esse rótulo pode ter, e o bacana é que é invisível, e não dá para reproduzir, são mais de 30 códigos já existentes e outros que podem ser desenvolvidos, então você tem um G em marca X, ele vai ter o código dele vai ter o código dele então conferindo o rótulo com esse equipamento ou a tampa por exemplo você vai saber não isso aqui veio direto da distribuidora né esse aqui esse material essa bebida não foi falsificada de reciclagem.
[10:27]Caramba, isso é fantástico, o cara conseguir fazer um código produto dele só e não ter como falsificar dentro de tantos problemas que a gente está tendo agora, são uma solução fantástica. Sim, é possível também colocar no produto, ele tem grau alimentício, por exemplo, falsificação de medicamento. Você pode pôr no blister, mas você também pode pôr no medicamento, não é necessário por que você já tá no blister, na farmácia vigilância, sabe?
[10:55]Mas aí o cara já do outro lado lá vai falar, é plástico, vai pegar um docre, vai falar, é plástico, tá colocando um plástico, então vai te matar, vai te dar câncer, né? Não, que bom, mas que bom que é plástico, não é? É, que bom que é plástico. Já imaginou se fosse outro material, não é? Isso eu acho que a gente vai falar ainda muito sobre a avaliação de seco de vida, mas que bom que é plástico.
11:20A história dos biodegradáveis e o problema do compostável
[11:20]muito, muito, muito, muito. A história verdadeira dos biodegradáveis, vamos lá, o início, como você é pioneiro, você trouxe tecnologista ou com os maiores nomes do planeta, ainda foi votante do Comitê D20 da ASTM por 11 anos, o que era mais difícil naquela época, explicar a tecnologia ou explicar o que você estava vendendo plástico-mágico que some? plica, implica que plástico mágico que some, ele só é um plástico biodegradável, um plástico compostável se ele atende normas, as normas existem para por ordem na bagunça, se você não tem normas, qualquer um pode rotular como bem entende, mas a dificuldade inicial que permanece no Brasil era em relação ao primeiro material que a gente trouxe que que era o compostável. E o compostável é um material caríssimo, que usa, geralmente, materiais derivados da agricultura, ou seja, desviar um compétito com alimento e que só vai biodegradar conforme norma. Lembra que existem normas que especificam o quanto que tem que biodegradar daversos tempo, num aterro sanitário. Então, é como eu estava comentando. É um produto caro. Para Brasil, não existe uma coleta seletiva e destino para compostagem, não existe toda essa rota. O que eu sempre falo desse material, eu faço uma analogia muito simples. Eu sou leigo em plástico. Eu pego isso aqui na mão. Para para mim é tudo igual. Como é que eu vou segregar isso aqui? Para um ir para uma composteira, que não existe, e o outro ir para a reciclagem. Então a segregação dele já na... vamos falar que isso aqui caísse numa estreia de seleção, vai tudo para plástico.
[13:28]E já contaminou tudo. Já contaminou um quanto a menos outro, né? Porque esse aqui é alta, o polipropileno é altamente reciclável e o compostável não tem essa característica, né? Não, compostável não pode ser reciclado junto com plástico compostável. Então, além dele ter saído da economia circular, no meu ponto de vista, ele gerou um problema maior, porque ele é mais caro a pessoa que compra achando que está fazendo um bem danado comprar um material compostável.
[13:58]Ela está sendo, na minha opinião, ela está sendo enganada, essa opinião particular é minha, ela está sendo enganada porque ela está pagando cinco vezes mais caro no produto, que a eficiência em ter o sanitário dele é pífia também, vai demorar para caramba, quando ele for nas camadas de baixo, vai demorar muito para degradar, não é como seria no ambiente de composteira que são 180 dias, então teríamos que ter fazendas de compostagem em um país que falta 45% de saneamento básico no país inteiro, então a gente ia ter que criar composteira, e cria segregação de materiais para que esse cara fosse parar no destino coeto e tivesse um final feliz, né? Olha, isso é um típico exemplo de economia linear. Esse é linear? Então, você extrai recursos naturais, desvia recursos na área de produção de alimento, você produz aí o seu ami e do seu PLA, mistura como material de origem fóssil como o PBAT, você não consegue flexibilidade sem acrescentar o PBAT, põe para uso, ok, vende como compostável por um preço que é elevado, porque esse é caro, o consumidor usa, percebendo, sendo convencido, acho que é melhor, que é um herói para o planeta.
[15:29]o cara que compra ele compra na maior boa-fé do mundo, mas ele não sabe a verdadeira história que há por trás disso, e aí ele descarta como você se toa e mistura com o outro prejudicou a reciclagem, mas vamos imaginar esse hipoteticamente esse cenário que existe, uma coleta de resíduos orgânicos e esses talheres vão seguir de reciclagem para um lugar que não existe. É como eu comentei um pouquinho antes, é como você comprar uma passagem caríssima de avião e esse avião não vai levar para o destino que você queria ir. O plástico compostável não tem um destino, que é a usina de compostagem e não atende norma alguma, indo para o aterro menos ainda.
[16:16]é um assunto bem delicado na verdade esse porque esse material ele está entrando no mercado não com tanta força não tem representatividade ainda de mercado mas ele está entrando como solução do problema global né e na verdade nós estamos vendo que não é a solução o caminho não é esse por enquanto a menos que alguém invista em usinas de compostagem primeiro para depois entrar no material primeiro você tem que criar o ambiente para depois soltar o material, eles fizeram diferente, primeiro criaram o material e agora estão correndo atrás para ver se alguém cria um ambiente de compostagem e a segregação que eu falo é importante, então se você vai entrar com compostável e já tem um ambiente, tem que proibir o outro material, porque se um está no outro, mata o efeito um do outro, então ou trabalham com cores diferentes, um é azul e o outro é roxo, aí tudo e tudo bem também. Mas não é o que ninguém quer, não é o que ninguém busca.
[17:19]E quando existem os dinâmicos compostagem, os compostadores não querem. É o que acontece nos Estados Unidos. Eles tiram mesmo o saco de lixo para resíduo compostável, eles rasgam o saco de lixo, descarregam o composto e jogam o saco de lixo compostável para o atero. isso não tem nem o que discutir ainda muito desse desse tipo de bioplástico porque é bioma não é bio né é bio mas dentro do nosso país da nossa realidade hoje ele não é bio né não faz sentido nós temos ainda esse tipo de material porque ele existe desde 1984 né os placos compostáveis é o eu Eu tenho o lido que o PLAA vem desde 1984 e até hoje não me placou algum motivo tem, né?
[18:21]Preço. Porque plástico nunca precisa, já viu o cara pegar e fazer uma tampinha como essa, por exemplo, e ele para a televisão fazer uma propaganda que ele fez uma tampa? O plástico se vende, o produto é bom, ele se vende. Se o produto não é bom, ele está andando desde 84 para cá Se ele não é bom, ele não vende, se ele é bom, ele vende Então ele tem que ser bom, bonito e comerciável, ou seja, não vou nem usar a palavra barato, mas ele tem que ter um valor comerciável Que outro material que pode ter essa característica detectável e visível?
[19:01]Não conheço Não conheço, achei incrível essa solução Mais um gol do plástico plástico, não tem, põe no ferro, põe no alumínio. Você pode pôr até na forma de tinta, mas tinta você pode até remover o plástico, você não remove da alma dele ou o detector. Não é incrível, isso é realmente incrível e eu achei muito incrível também essas etiquetas, conta um pouco pra gente desses tags. Então essas etiquetas são de plástico, mais uma vez embalada em plástico.
19:34Etiquetas que mudam de cor e o custo da marcação
[19:34]para proteger, e a função dela é o seguinte, ela muda de cor, é uma tinta especial aplicada sobre essa etiqueta adesiva de plástico, que muda de cor se, por exemplo, a cadeia de refrigeração for rompida. Então, imagina o seguinte, uma rede de fast food que serve salada, tá? Saladas lagem no seus restaurantes, essa salada sai de algum lugar e vai chegar lá na loja do fast food. E essa durante o trajeto, por algum motivo, é desligada a refrigeração. Essa salada vai chegar, muxa, menos fresca, etc. Colando-se um adesivo na caixa, lá de fora, quem está recebendo já consegue perceber que aqui houve uma ruptura da cadeia de refrigeração, visualmente não, não quero isso, estou devolvendo, pode até registrar com uma imagem por conta da quebra de cadeira de refrigeração, isso desrespeita a qualidade, isso desrespeita a redução de despediço de alimentos, perde muito alimento, enfim, e pode ter outras funções que a gente falou sobre temperatura, mas pode ser por tempo. Por exemplo, estetoscópios usados em hospitais, ele tem um tempo de esterilização, de pós-esterilização, da validade daquela esterilização, acho que vamos chutar aqui que seja duas horas, tá bom?
[21:17]pois daqui a tempo ele tem que voltar para o novo processo de serialização. Isso pode ser um mesmo mecanismo de mudança de cor, pode ser fixado no estetoscópio quando ele sai da serialização e vai mudar de cor com uma hora, duas horas. Então visualmente quem controla isso vai poder dizer, opa, isso tem que voltar. e possibilidade de sons gigantescas. Sons gigantescas. Tem também, por exemplo, vazamento de gás, de CO2, qualquer gás, você põe uma fita na tubulação ou próximo de conexões, ela muda de cor se está vazando o gás.
[22:02]Caramba. Você tem um aviso visual. Então aqui nós estamos aqui com duas tecnologias que inibem até fraude, né? e essa aqui inib fraude e essa aqui inib você comprar o produto estragado já chegando do do produtor né uma outra coisa que eu acabei não mencionando da tecnologia d2t né das partículas é que você consegue colocar em material reciclado então para quem faz um apelo por exemplo a essa sacola contém 30% de material reciclado será que tem será que não tem não é ora se foi feito com aberte, reciclado, que recebeu esses elementos. Vai dar leitura. E custo disso. É sempre a gente fala, mas é importante falar. Olha, para filmes plásticos, o mais utilizável, são 100 reais para 100 quilos. 100 quilos faz quanto? Não, 100 quilos de plástico. Ah, para 100 quilos de plástico, 100 reais, 1 real por quilo. Para você ter essa característica de combate e falsificação? É pouco, é pouco dinheiro. Em vista do que está acontecendo agora, quanto a indústria de bebida não perdeu? Muito. Deixou de vender quanto? Quanto que isso vai para custar um real numa garrafa, não sei, precisa calcular. É a mesma questão de escala. Conforme foram aumentando a produção, porque isso foi um lançamento nem na FERACA, foi pós-FERACA, isso aqui conforme o volume, o consumo, tudo tende a se tornar mais econômico. Mas e toda a forma, como é que você tem um decreto recente aí do uso gradativo, de material reciclado entrando no produto?
[24:05]Como é que você vai procurar? Só que você tem um problema muito grande nesse decreto, que ele obriga você a ter material reciclado. Só que, por exemplo, um fabricante de polipropileno, de polietileno, quentro contato com alimento, ele não pode, a Anvisa não permite que você coloque material reciclado de polipropileno e polietileno para contato com alimento novamente, então esse cara é obrigado a comprar crédito de reciclagem, então eles levaram o cara, você continua podendo produzir, mas você tem que comprar o crédito de reciclagem, porque ele não pode introduzir, se o cara pudesse introduzir, putz, o mercado de economia circular ia ficar violento, ia ficar muito e melhor. Então, eu acho que ainda falta um pouco de entendimento nesse decreto que anvisa a participa desse desenvolvimento e libera o uso, obviamente, que se não houver contaminação.
[25:00]Eu conversei aqui com o pessoal do Cetea e tal e eles fazem as validações. É muito reciclagem, e esse material, por ele não poder entrar de volta na cadeia do alimento, ele gera um problema, que é o crédito de reciclagem. Então faça, mas compre crédito. No meu ponto de vista, está errado. Você não tem que vender o crédito, tem que fazer o cara usar o reciclado mesmo, que isso acontece já em outros países, né? O Brasil ainda não.
[25:36]É, pessoalmente eu acho que o crédito de reciclagem é que como a igreja vendia no passado um passaporte para você ir para o céu quando você morresse. Ah, sim. Tem um nome que fugiu, uma palavra que define isso que fugiu agora. mas enfim, é verdade, isso tem que ser estudado, ter critérios pra uso de PE, PP, reciclado, aí é um boom, né, a chance de dar certinho é que o PET deu muito certo, né, o PET, nossa, o Brasil é espelho pro mundo hoje em reciclagem de PET, né, o Brasil tá reciclando muito, quando a gente fala de garrafa, eu escutei um número aí que a gente vai chegar a 85%, é um baita número, né terro, né? Então, quando a gente fala de garrafa PET, o volume é absurdo. E aí, vamos falar do microplástico, né? Tem muita gente que fala que o oxibio gera microplástico, por isso ele é ruim, ele é danoso, porque quando começa a degradação, ele gera microplástico e, no caso do peixe, vai comer um microplástico.
[26:52]ro, enfim, tem um monte de falácias de pessoas que não conhecem de materiais plásticos, nem de tecnologias como essas ainda mais inovadoras que você está trazendo aqui para a gente, que falam muito sobre microplástico. Eu já de cara já falo do microplástico de uma maneira meio rústica assim, porque essa mesma pessoa que fala que o microplástico existe, ela fala que o plástico dura mil anos. Se ele dura mil anos, como é que a gente tem microplásticos e ele foi inventado a 100? Então, e que o PET, por exemplo, tem menos que 100. Então, como é que a gente está gerando microplástico se ele dura mil anos?
[27:37]Então, não fecha a conversa, a conta deles, não bate, eles não são um bom de matemática. Mas vamos lá na sua avaliação sobre essas falácias, vamos lá. mas eles são bons de manchete, né, vai engajar, né, tem ganhar dinheiro, né, tá, na água que a gente bebe, tá, no ar que a gente respira, tá na comida que a gente come, tá no nosso cérebro, coração, etc, embora eu não conteste isso, tá, não tenho capacidade pra contestar isso, eu não vi nenhuma prova que isso possa ser danoso, mas de todo jeito, microplásticos são gerados pelo desgaste pela degradação solar, fricção, térmica, fricção do sapato que as pessoas usam, da vassoura que usam, das embalagens das redes de pesca, enfim, tem toda a maior quantidade, né, da maior gerador dos aos menores.
28:37Microplásticos e a norma ISO 24187
[28:37]Há do pneu que cai na nossa conta, mas é borracha, mas vamos lá, né? Pois é, dá uma vagem de tecido sintético, enfim, tá lá, a embalagem plástica ocupa a sua posição, mas não é top 10 nem nada, mas está lá. Acontece que existe desde 2023, desculpe, bem recente, a gente está falando de dois anos, uma norma ISO, de número 24187, que serve para medição de microplásticos. Ela define microplásticos, qualquer partícula intencional ou não, intencional no sentido de cosméticos, etc, e outras degradação com as suas medidas, enfim, micro e nanoplasticos, e ela define um método para você saber se existe detectão de microplasticos. Então os plásticos D2W, biodegradáveis da a Symphony, foram submetidos a testes seguindo normas, como eu disse, a gente segue normas, principalmente porque o Symphony é membro de ASTM, eu fui membro da ASTM, então que comprovou degradação, biodegradação acima de 90% em 180 dias, sem resíduos nocivos e pegou-se aquele solo composto onde ocorreu a biodegradação de PE e PP, importância a alientar, e e se examinou seguindo essa norma, isso, mencionei, encontrou nada, zero, zero. Então plásticos D2W, PE e PP, biodegradam de forma efetiva, não são ecotóxicos, nem para minhoca, nem para plantas, são essas as normas citadas, e não geram microplásticos pesadinhos.
[30:30]Quando ele está em degradação, ele emite CO2, CH4, ele solta que tipo de gases? Na presença de oxigênio, CO2, na ausência de oxigênio, CH4, metando. Tá, mas numa condição muito menor do que do papel, né? Ah, sim! Mesmo porque uma arterial plástico ele é mais leve e leva menos, né? Sim, mas ainda tem que levar em conta que plástico é uma das porções menores contidas num ateosanitário, por exemplo, tá?
[30:59]o ateosanitário é principalmente constituir de matéria orgânica, tá, desde as sobras das nossas cozinhas, dos restaurantes, das podas, etc, passando por outros materiais, materiais de embalagem, que eu acredito que papel, papelão, enfim, o plástico está lá em baixo, então mesmo que o nosso plástico, D2W, biodegradável, já comprovou uma biodegradação em ateosanitário de 90% em dois anos, e tanos, porque não tem silencero interno em condições de ir a Nairobi, é mais lento. Não é o principal contribuinte para geração de metano. O principal contribuinte, por exemplo, é jet.
[31:43]Sim. E como o Narloch disse, as florestas inundadas. Também é... Caramba. Então, ninguém a favor de metano, ele ocorre. Ninguém a favor ois, ele ocorre. O NARLOC está sendo chamado de terraplanista. Toda vez que você vai contra... O cara põe um dado científico e é terraplanista. Sim, sim. Eu comentei com você da mangueira do quintal da minha casa, secou, mas a mangueira de 20 anos secou de um mês fracar. Mas o o que que aconteceu? Aquecimento global. Aquecimento global eu podia me sentir, testemunhando o aquecimento global, aqui uma catástrofe da mangueira, etc.
[32:33]Foi um raio que cai desde a criação do planeta, enfim, a terra foi formada. Mudando de assunto, você vê o que foi essa COP 30, né? Essa COP 30, os caras gastaram milhares de litros de combustível fóssil para manter os seus barcos, os seus iates, os seus... até navios que tinham lá, eles... deu até incêndio, né? Teve incêndio. Elis gastaram muito, fizeram muitas emissões de gases, eles fizeram muita poluição pra falar de ecologia, abrir uma estrada no meio da selva pra falar de ecologia, não que eles não mereçam a estrada, a estrada eu acho que merece ligar um ponto ao outro, que eles não tem que ficar isolados da outra de jeito nenhum, eu sou completamente favorável a fazer estradas, tem uma estrada lá em Amazonas que ela é todos buracos, da casa, que quebra tudo que é caminhão, que vai levar carga, as cargas são caríssimas indo para lá, porque quebra muito, mas essa, nesse ponto o governo não olha, mas a estrada para abastecer a COP30 foi, foi feita muito rápido, ou seja, eles poluíram muito para falar de meio ambiente, então você polui para falar que não deve poluir, né? Primeiro você polui, pra caramba, e continua poluindo durante a COP, aí você está lá dentro da COP falando que não pode poluir, eu acho que é uma coisa que presta atenção, presta atenção nas falácias, eu falo muito das falácias porque o cara vai, fala, fala, fala, chega em casa e faz tudo do avesso. É, é uma vitrine em busca de doação. É, nada mais é que isso. Então você foi na copa 30? Ó, que bacana, né? Olha só, então você deve ter alguma ação em prol do meio ambiente, não importa o que você gastou, e fez o seu discurso, muitas vezes, por sentimento, não, por baseado em fatos, e é sempre assim, e o que é que você tem? Muitas ongs, dentodas, não vamos generalizar, em busca de verba, do ação, dos governos.
[34:51]Mas são fáceis de identificação essas ongs, né? Você primeiro vê a ong e o que essa ong produz. por exemplo, você tem honges que cuidam de animais, aí você vai lá, os caras realmente estão cuidando de animais, eles precisam de doação, porque eles cuidam dos animais, tem honges que elas cuidam de pessoas carentes, isso existe, agora tem hong, por exemplo, que está instalada lá em Brasília, tem duas em específico, e vocês sabem que eu não gosto de vocês mesmo, eles estão instalados em gabinetes em Brasília, falando mal do plástico, querendo proibir o plástico, o plástico é o problema do mundo, humidiço, sendo que ele é 1% de tudo que é produzido no planeta. Eu não acredito que 1% de tudo que é produzido no planeta pode corresponder por todo, por todos os outros 99, né. Então essa ONGs elas são de faça identificação porque eles não produzem nada, além de mentira, que nem você come, você acredita que você come um cartão de crédito por semana? São 200 mil anos né, 20 mil anos. Você come um cartão de crédito por semana, segundo da ONG. É, então eu fiz a conta lá, eu comi dois mil e poucos cartões já, olha que caramba você se tiver crédito, né? Opa, tá carregado o cartão e depois eu preparo. Então, mas isso é uma coisa que não devia. Mas olha só que curioso, né? Eu vejo ONG, que eu e puxando de pseudo-ongue ou em busca de doação, que diz proteger os oceanos. Mas eu não vejo essa ongue, por exemplo, com bater as redes fantasmas, as redes de pesca. Ninguém nem fala.
[36:40]Então, qual é a pauta? A pauta é vamos batendo plástico. E é estranho que essas homens, por exemplo, promovam plástico compostável num país onde não tem compostagem, como uma alternativa para os plásticos comuns. Então, é estranho, é curioso. Eu acho que a indústria plástica tem grandes iniciativas, ótimas iniciativas, no sentido da reciclagem. Eu tenho de reciclagem. Aqui, particularmente, a ResBrasil tem da proposta do D2W, tem da proposta de outros que podem ser combinados com o D2W, etc., para promover o desenvolvimento. O desenvolvimento é a chave de tudo, para distribuir riqueza ao final, para as pessoas terem mais conforto, um bater um material que representa 1% em todos os materiais e os outros 99, é uma coisa inacreditável, um microplástico, tá, mas tem que ter a pauta da vez daqui a pouco o plástico passa e vem outra pauta porque a um que tem ela tem que se modernizar também né ela não pode falar sempre da mesma coisa porque aí cai no mesmismo ele para de ganhar dinheiro aí ele pega outro alvo agora o alvo é em 80 foi o pneu, lembra do pneu? Peneu apanhou tudo que o plástico está apanhando agora, só que agora tem mídia social, é mais, né? Já foi gordura vegetal, ovo, leite, cara, é interminável, né? Porque o mundo é diverso, cheio de materiais, etc., mas cansa esse foco e aí o seu trabalho, o trabalho de todos os do setor plástico é esclarecer, levar essa informação baseada em fatos, na ciência.
[38:37]Então, mas eu assumo a culpa também, enquanto fabricante de máquinas, eu assumo a culpa também de ter ficado quieto com os outros que teriam que assumir essa culpa também. O plástico, ele nunca se posicionou, porque eu nunca vi ninguém fazer propaganda de plástico na TV e nem no rádio. O plástico, você faz uma embalagem boa, ela vende, você faz outra, ela vende e ela vem substituindo outros materiais.
[39:02]Então ela substitui muito vidro, ela substitui o papel, ela substituiu a fibra de vidro, e a fibra de vidro praticamente está extinta, né, e ela substituiu muitos produtos que compunham, que compunham tintas, e aí você vê uma cadeia tão grande, gigantesca, você vê aquele monstro com a boca aberta tingulindo, você tem que ter uma reação, então eu costumo falar que os fabricantes dos outros materiais eles estão desesperados, porque eles têm que fazer e é normal que eles façam alguma coisa, só que tem que fazer coisa embasada em dado científico.
[39:39]O plástico de tanto apanhar agora, agora está parecendo o dado científico de tudo que é lado, tá todo mundo fazendo exame, todo mundo fazendo testes não migratórios, a falácia do bisfenol que a gente tem aí, que tudo tem bisfenol, poxa, isso é uma coisa mais ridícula que tem, que tem disruptor endócrino. Aí eu pergunto para o médico. Você acredita na anvisa? O médico fala isso. Você acredita na anvisa? O cara fala anvisa valida tudo que você usa. Você acredita nela? Você acredita no Cetea? Você acredita no Itaú? Você acredita no FDA? Aí o cara fica, fala então, se você acredita nesses órgãos, são os mesmos que homologaram esse material. Aí o cara fala, porra, mas aí você põe lá, você termina a discussão, fala, a roupa anvisa, você marca anvisa. Por favor, e se posicione, e a falácia continua, mas agora está diminuindo um pouquinho.
[40:33]Além de tudo isso, vamos para dinheiro, sempre siga o dinheiro. É, o dinheiro. A indústria do PET, da garrafa aqui, da garrafa d'água, feita com material de PET, ela precisa colocar bisfenol? Não. Então, por que ela colocaria? Não tem na formulação. Então, não tem, porque não precisa. redes. que esse material, ele é um material bem bem fechado, as moléculas dele são muito fechadas, tá uma água com gás aqui, não vaza nada, e ela não vai vazar por muito tempo, então isso indica que não tem passagem de oxigênio. Como é que um cara desse vai gerar microplástico aqui dentro dessa garrafa? Então fala que aí no calor, porque libera, poxa, isso aqui foi feito o teste e os testes, eles são estressantes ao máximo quando vai fazer e uma validação, tudo, tem coisa que demora anos até para fazer validação, não tá bom, mexe aqui, mexe ali e o cara vim falar um monte de besteira dessa de disruptor endócrino, bispenol, aí é preguiça, né?
[41:49]Tem que ler porque é muito mais fácil um influencer, digital, falar uma bobagem, ele vai atingir milhões de pessoas que vão replicar aquilo Se eu xingar alguém aqui, esse podcast tem um milhão de visualizações, fácil, então a gente está informando, é óbvio que não vai ter um milhão de visualizações ainda, mas ainda chegaremos lá. O que eu gostaria de te perguntar é que para quem está nos assistindo, que não conhece o oxi-biodegradável, como é que se dá a degradação do material? Príncipe meio e fim.
42:29Como se dá a oxibiodegradação, passo a passo
[42:29]muito bem, oxidação, quebra das ligações carbono-idrogênio, perda de peso molecular, incorporação do oxigênio, esse material já não é mais um plástico, ele gera setonas e, vamos lá, setonas e, nossa, preciso procurar, fica a vontade, fica a vontade, tranquilo, ro, setonas e aldeídos. E o que são setonas e aldeídos para o público em geral? Onde eles se encontram? Em frutas, fruta e mel. As setonas, nós produzimos quando a gente fica em jejum, grupos setônicos. Aldeídos, em frutas, maduras, alcoóis também gera etanovinhos, cervejas e ácidos carboxílicos, por exemplo, vinagre e limão. Tudo isso que está presente na natureza no nosso dia a dia. Aquele plástico inicial, quando recebe o sujeito aos processos de degradação acelerada, pede em peso molecular, tem a cadeia polimérica quebrada, se tornam hidrofílicos, atrai água, porque a água é necessária para a formação de biofilme, e geram esses elementos aqui que são biodegradáveis.
[44:12]OK, usei a minha embalagem que ela tem oxi-biodegradável. Qual é o código do seu, o nome do seu produto? D2W. Usei o D2W na minha embalagem termoformada. Ela pode voltar para a economia circular? Sim. Normalmente, sem problema nenhum. Aí ela tem que ser aditivada novamente e depois. sim. Os testes que comprovam a reciclabilidade foram feitos seguindo o protocolo norte-americano dos recicladores de plástico, APR, que é um dos protocolos mais hígidos, com reciclagem pura de produtos com D2W, não é misturado com plástico comum e formou um novo material, novo pellet, um produto novo com as características iguais a um plástico comum reciclado.
[45:01]Isso é incrível, né? E tem tanta gente falando besteira. Pessoal, dá uma olhada aqui, ó, sumiu, sumiu o material, derreteu, tem mais nada aqui. Tem uns pedacinhos aqui que daqui a pouco vão sumir. Mas é incrível, né? solução, existe a solução aqui, ao vivo, pode plástico também a cultura. Isso é muito bacana, né? Toda vez que a gente faz essa demonstração espantosa, você come que pode ter um plástico, porque é um plástico. Esse cável é termoformado, enfim, moldado termicamente, produzido pelo processo de extrusão e olha só.
[45:52]Você sabe o negócio que eu não entendo? É um negócio que eu não entendo, realmente eu não consigo entender. Normalmente vegano é contraplástico. Normalmente. E deveria ser o contrário. O vegano, ele deveria ser favorável ao plástico. Porque o plástico, ele trouxe a possibilidade de não matar animais. Como você arrancar o dente do elefante para fazer marfim.
[46:17]como você arrancar o caspe da tartaruga para fazer acessórios de cabelo, peentes, enfim, vários acessórios faziam, o plástico, ele não mata, você não mata animais hoje para arrancar pele do cara para fazer estolas, como era na década do 80 tinha muito ainda né, então o plástico trouxe todos esses benefícios para os animazinhos ficarem vivos, e o cara é contra-animal, é uma coisa também que é igual à conta do cara de mil por anos, é conta que não fecha, eles deviam ser completamente favoráveis ao material plástico.
[46:52]Exatamente, o plástico salva animais. O plástico salvou, salvou tá aqui, eu tenho aqui, isso aqui eu estou mostrando toda vez porque eu achei um barato isso aqui, eu vi no livro do Leandro e eu saí correndo atrás para comprar. Aqui é um abridor de cartas de casco de tartaruga, que era muito comum aqui, a tartaruga legítima indústria brasileira, um item de coleção, a caixa original, a tartaruga legítima é ótima, hoje você escreveu um negócio desses, está morto, mas por que você está morto? Você está morto porque apareceu o plástico, aqui igualzinho, não é? Sim, é plástico, substituiu, segue o padrão, resistência, pode ser reutilizado, só que é que você não reciclou, eu estava com um amigo ontem que eu falei para ele, você está com óculos, casco de tartaruga, que, nessa tonalidade, as armações de óculos, elas são chamadas, ainda hoje, de óculos, armação, casco de tartaruga, porque ela imita o casco da tartaruga. Então, você imagina, fazia pente, fazia prendedor de cabelo, fazia um monte de coisas, botões, tudo com casco de tartaruga e parou de matar a tartaruga com a vinda do plástico. Então, ele salvou ou não a tartaruga?
[48:10]hava só brugada né? Que savou! E olha só, mas tem pente de madeiro, né. Tem. OK ó, ela é 94% biodegradável, essa é a para mostrar essa escova. Ela vem na embalagem de papel, maravilhosa embalagem de papel que vai gerar CH4 no aterro, vai gerar metano, ela vem com uma cílica por dentro aqui, se eu não me engano tem polímero aqui, ela vem com a cílica aqui dentro.
[48:59]e o envelopezinho deve ter sido não ter sido que é polipropileno. É, então nós temos aqui alguns polímeros, né? E nós temos a escova, que é uma escova de bambu, com cerdas de carvão ativado. Está escrito aqui que as cerdas são de carvão ativado. Aí eu entrei na página para entender o que era, né? É nylon. O carvão ativado nada mais é que nylon. Então, aí volta a pergunta da segregação.
[49:28]como é que você grega o nylon daqui para reciclar o nylon? Acabou, né? Então isso aqui é greenwashing, isso aqui contamina, polui, fora que absorve, você não vai usar o mesmo tempo que usa uma escova de plástico, né? Porque isso aqui vai pegar bactéria, não tem como não pegar. Aí você pega uma embalagem dessa aqui, que é uma embalagem de plástico, que ela pode ser reciclada desde que destino correto, sempre bom se alientar, que o plástico só recicla se ele for para o destino correto, se não é lixo, e o plástico que você compra na sua casa, ele é de sua inteira responsabilidade, assim como o seu telefone celular, assim como o seu computador, o seu tablet, o seu telefone, enfim, né, o plástico é de responsabilidade sua, essa escova por aqui eu jogo ela inteira no moinho e reciclo. Essa aqui não. E é ecológica, né?
[50:23]Existem escovas de dente fabricados com aditivo D2P anti-microbiano e antiviral vendido no exterior, aqui ainda não. Ou seja, além do plástico ter todas essas vantagens, ele ainda pode ter características anti-fungo, anti-microbiano, porque se você guardar uma escova de dente, de gente humedecida, não importa que material, vai criar um bolô, um mofo, alguma coisa assim, o clássico, olha propagando aqui, mas enfim... Não, mas pra isso a gente está aqui pra falar de novidade.
[51:01]Antimicrobiano, com uma eficácia de eliminação de 99,99% de fungos bactérias e até o coronavírus, não existe 100% porque na ciência não existe 100%. Então o plástico, ok, estou relacionado com a indústria plástica, meus clientes pertencem a indústria plástica, mas independente dos nossos aditivos, independente da biodegradabilidade e tal, ele por si só ele é mais verde do que outros de outros materiais, e se reciclado, ele se torna ainda mais. Sim, a emissão de gases é extremamente pequena, né? O propósito da tecnologia D2W aqui é biodegradar de forma rápida, segura, sem geração de microplásticos persistentes, aquele tipo de embalagem que escapa com mais frequência da coleta, né? E eu queria comentar com você, não sei se você até ia abordar, sobre a e sacolas de supermercado na cidade de São Paulo. Quero abordar, não quero que você fale.
[52:15]É o seguinte, aquilo é uma coisa espantosa. A partir do momento que você compra, ele deixa de ser poluente. Então não se trata de ecologia, se trata de economia. O supermercado tinha umas sacolas no centro de custo e esse custo era dividido entre todos os produtos que a gente compra disponíveis na gondola. Usando uma fantasia de ecologia, que eu chamo de ecovigaristas, culpou os supermecas, culparam as sacolas, adoraram o projeto de lei banindo as sacolas ou proibindo, fazendo aqueles dois modelos e passou a vender. Então ficou Bom, mas ele se esquece, por exemplo, que aquelas bobinas lá da ferinha, né, frutas, legumes e verduras, são de plástico também, mas ali pode, assim como 80% dos produtos ali pode, tá?
[53:27]E por que ali pode? Porque é pesado junto com o limão, com a laranja. de reciclagem reciclagem. Fala com ele na mão. Fala com ele na mão para ter mais firmeza. Assim? Ok. Tomar qualquer coisa nisso aqui não é nem questão de dissolver. Eu sei que você já citou isso em outros episódios, mas isso aqui é como lamber o corrimão. Isso aqui é horrível, muda o sabor, etc.
[54:30]que não pode, segundo a portaria da ANVISA. Acontece o seguinte, pelo ódio despertado nas pessoas pelo esse canudo, de papel, as redes e fast food passaram a comprar menos canudo, economizar o dinheiro. Sim, claro, óbvio, eu não quero o canudo. Exatamente, pronto, então, de novo, siga o dinheiro, a bom, canudo de papel tem essas características, esses problemas já descritos, etc. Não vou nem até pro aterro, né? Que é...
[55:06]Sim, até é pior ainda. Tá? Mas é o seguinte, a rejeição dele fez com que as redes de fast-food... Obtiver-se economia. Economia. Ponto. Eu fui pro cinema esse final de semana. Na semana, fui no cinema com a minha esposa e me deram dois canudos para o estilo filme. Eu comprei aquele copão de coca-cola, coca-cola diet. Eu tava lá o canudo e eu usei os dois canudos, tá? Um canudo amoleceu, aí eu usei o outro canudo.
[55:40]Por que o refrigerante ferve quando você põe o canudo de papel? Ah, porque tem algum aditivo químico aqui que faz ele ferver, né? É. É, né? Será que é a cola que está aqui? Será que é o ácido? Será que é a placificação para ele não dissolver? Não. é esse cara que eu não sei o que ele tem não sei, eu sei de copo copo de papel ele não desmancha e não vaza que eu sei, dura um pouquinho mais porque tem uma lâmina de plástico lá dentro ou faz, né?
[56:09]e aí não recicla, quem recicla papel laminado com plástico nos não, mas é tudo o que é consumido que nem o mito do cano do reciclável do biodegradável do copo sumiu, aquilo não vai para reciclagem, aquilo vai para a terra, tudo que a gente mela, caixa de pizza vai para a terra, isso tudo é produto, para aí para a terra, mas que nem a caixa de pizza, ela tem que ser de papel, porque se ela for de plástico, ela vai chegar a pizza parecer não elástico em casa, então comida quente normalmente ela vai no papel, é agora você pega um arroz numa embalagem de polipropileno, putz é muito melhor, agora você pega uma na pizza, não tem como, a pizza tem que ir na embalagem de papel, assim como defendo as caixas de papel para embalagem de segunda área. Agora, para coisas primárias, não faz sentido utilizar o papel, não tem sentido absolutamente nenhum, ele é mais pesado, ele vai emitir mais CO2, ele vai gastar mais pneu, estão cansados de ouvir o falar aqui e implaca-se que é sustentável. Como é que você é sustentável poluindo mais? Isso que não que, em fecha-conta, você polui mais e é sustentável. Aí como você entende isso? Quem tem mais dinheiro é mais sustentável. É o caso da TETRAPAC, TETRAPAC é sustentável hoje. Você vê alguém fazendo, falando alguma coisa de TETRAPAC, com aquele material multi-camadas dele lá, recicla o quê? Deve reciclar 15%, 20%, mas você não vê ninguém falando mal de TETRAPAC, porque eles estão patrocinando tudo que é evento, tudo que é feira, então quem tem mais dinheiro é mais sustentável no campo de mídia, e sim de mídia, não tecnológico e sim de mídia. Eu não gosto nem, eu fico até nervoso.
[57:53]Rui, você falou sobre o saco de arroz, e eu não vou perder a sábola pingando. Saco de arroz lá é um saco de plástico, enfim, acho que é o material mais apropriado, leve, barreira, enfim, mas o arroz ele tem um problema, como vários outros alimentos, principalmente grãos, que é o caruncho. Sim. E o caruncho, ele é insistente, ele tem que procurar comida e lugar aconchegante para desovar. Sim. Então, o arroz é um dos preferidos, eles vão e furam o saquinho de arroz e tem outros alimentos aí que também são suscetíveis. É o feijão, é bastante também. Muito bem, Symphony tem uma tecnologia anti-inceto, mas não é inseticida, e ontem eu participei de uma conversa com uma indústria de panificação, que eles têm um problema, que o pão, principalmente o pão branco, ele é infestado por insetos, larvas, esse aditivo chamado D2P anti-inceto natural, ele pode ser colocado em contato com alimento, ele pode encontrar dos médicos, medicamentos, enfim, e na produção do filme, esse filme vai ter uma característica de ser muito ponteagudo contra os insetos, mas não contra a mão, sem mudanças de transparência, etc. E o inseto, quando rasteja na superfície ou tenta penetrar, ele é desidratado pôr essas lâminas. É como se fosse uma lixa. Uma lixa. Ele morre desidrata. Ele desidrata e morre. Caramba.
[59:43]Olha que bacana. O que você está salvando todos os impactos da produção do arroz, do feijão, daquele pão branco, etc., para chegar na sua mesa, chegar na sua cozinha livre dos insetos. Fale a pena não, a indústria do arroz perde 2 milhões, um número qualquer aqui por causa do caroncho Olha, com um investimento de 500 mil você resolveu isso aí Poxa, ganhou um e meio, acabou Soul Plástico faz isso, mais uma vez, você conhece algum outro material de embalagem que faça isso?
[1:00:22]não. Então, olha, eu acho que essa, essa, nosso bate-papo tem que ser muito útil para as pessoas entenderem o óbvio, né, substituir, por substituir sem uma avaliação dos impactos etc., não se está fazendo, tendo um resultado pior do que aquele que você esperava, né, ou o que você já tinha. A Valiçã de Ciclo de Vida mostra, por exemplo, da Franklin Associate.
[1:00:58]A gente tem um canalzinho no Spotify que foi transformado numa conversa. Ah, que legal! Vou te mandar o link. Quero, por favor. Ele mostra o seguinte. Para você substituir o plástico, numa hipótese, substituir o plástico por outros materiais para a mesma função. bom então é uma sacola para transportar xquilos tá então de plástico vamos substituir por um outro material para transportar o mesmo xquilos é extremamente mais pesado você vai usar muito mais material né fora impacto de consumo de água que é mais elevado de energia e volume de lixo é muito bacana eu vou compartilhar com você e você disponibiliza no site bom uso disso é muito bacana. Isso é uma avaliação feita por uma entidade para mercado norte-americano e canadense.
[1:01:52]Na hipótese de, vamos substituir o plástico por outros materiais, sempre o resultado será pior. A gente pega hoje, por exemplo, pela garrafinha de plástico. Numa carga de refrigerante, por exemplo, ela representa 2% do peso da carga. Quando a gente vai para a garrafa de vidro, ela representa 56%. ou seja, isso ninguém percebe, não é que não percebe, é que as pessoas falam tão mal do plástico que quando a pessoa escuta uma informação contrária, parece que ela tá envolvido pra não escutar, ou a informação passa batido, né, quando a gente carrega 56% do peso da carga, na embalagem a gente tá gastando obviamente muito mais combustível, o caminhão tá andando mais lento, o pneu tá gastando mais, você tem mais hora de funcionário, você tem um monte de problema que carrega e a emissão é o GE, a emissão de gás de efeito estufa e que ninguém fala, as pessoas não gostam de falar sobre isso, porque o problema da camada de osônio ele foi sanado, diminuiu, está em nível aceitável já, então parar de falar da camada de osônio que falava muito, que é o tema, né, o leite, é o ovo, é o osônio, é o pneu, agora a bola é o plástico, e a gente tá com essas conversas, esses bate-papos que a gente tá tendo aqui com pessoas como você, ter, tem alguns cientistas que vieram aqui, veio o Naroque, um escritor extremamente estudioso e a gente tá transferindo esse conhecimento que todo mundo tem porque eu não sei tudo e nem quero saber tudo, eu quero trazer as pessoas que sabem e falarem com propriedade cada uma do seu produto mostrando que existem soluções que é o caso do que nós estamos fazendo aqui agora, eu não sabia dessas soluções, então aí a pessoa escuta lá do outro do lado, e não absorve, aí o problema já é dela, já não é meu. Por que que na Inglaterra a nota é de plástico? Porque ela dura mais, eles imprimem menos, as pessoas cuidam mais.
[1:03:58]Agora, já viu uma nota dessa jogada no chão, 20 libras no chão? Não, né? Nem um cartão de crédito, nem um telefone celular. Agora a garrafinha a gente vê jogada no chão, né? Então, só que o cara que tem uma nota 10, tem um celular e tem outro, a garrafinha tem o mesmo, a responsabilidade é a mesma, né, aí nós precisamos entrar na questão do cashback no Brasil, que é o caso do fã de lá da Europa, né, que funciona muito bem, e aqui nós ainda não temos, mas eu acredito que em pouco tempo está implantado isso aqui também, olha só, falando ainda sobre como o plástico salva, isso aqui são um saquinho que é vendido no Reino Unido, né, com Zip, e a função dele é você guardar alimentos vegetais, banana, chuchu, um pepino, frutas, enfim, em geral.
[1:04:57]Grande parte dos alimentos vegetais são chamados de alimentos climatéricos, porque eles são sensíveis ao gás etileno. Gase, eles emitem, e outros emitem, muitos, alguns emitem muito, outros menos, alguns são mais sensíveis, outros não, você monta aquela sua fruteira, né, maravilhosa, um jogando para o outro, um jogando para o outro, um mais sensível, tal, banana é campeão de sensibilidade, né, muito bem, essa tecnologia de novo é uma tecnologia aditiva, que você introduz aqui na fabricação do filme, que vai da origem. Você tem uma pequena alteração na transparência, mas é o elemento que faz a absorvação do gás etileno. Você coloca um caixa de banana aqui dentro, ele vai durar o dobro de tempo que é fora. O cara vai na feira, compra o caixa de banana, tem o saquinho e, na casa dele, ele coloca, ela vai durar o dobro.
[1:06:09]Vai durar o dobro, tá? Porque são minerais que estão impregnados nesse filme que adsorvem, e o Eduardo não tem problema de D e de B. Adsorver é alguma coisa que você pega e fica, tá? Então ela fica incorporado, Brasitileno, na superfície do filme. A absorção é le, esponja, semolhe a esponja, mas se você apertar, ela elimina a água de novo, então por isso que é um adsorvedor de etileno. Salva alimento, salva todos os impactos que foram gerados na produção daqueles alimentos vegetais. São polietileno? É um polietileno. E esse polietileno eu posso pegar ele com esse aditivo e transformar-lhe em sacola depois? Pode.
[1:06:58]Tudo que estamos falando com exceção do retardante de chama e do quenibe e corrosão são recicláveis junto com os clássicos comuns. E vamos falar desse saco bonito aí que está embaixo? saco de lixo, isso aqui é muito usado, isso é D2W, biodegradável, zermicroplástico, é usado na coleta de lixo de vários municípios e condados norte-americanos, porque ele é bonito, dois porque ele é biodegradável, então o que que os municípios, os moradores coletam e o seu lixo que foi ali no jadim, foi na calçada esperando a coleta.
[1:07:49]Ele já é verdinho gramado, ele é bonitinho, gramado e ele se confunde e destaca menos do que aquele saco azul, preto, enfim. Ele, lógico, tem um sistema de fechamento com alça e tem essa característica. Isso aqui é campeão de vendas nos Estados Unidos, feito nos Estados Unidos, com D2W. Vou deixar até um exemplo aqui com esse aqui pra você. Muito legal. E tem uma estampa de, acho que é ficos, né, esse tipo de abuso. Não sei. Saco de lixo não precisa ser feio. Não. Ele pode ser alguma coisa. É, mas já tá, tá mudando o conceito de muita coisa, né. O plástico é aquilo, né. Você muda ele a hora que você quer e coloca ele do jeito que você quer. Você quer mais flexível, você deixa, você quer mais índice, dêja, então eu acho que é o único material que tem a capacidade de você fazer o que quiser com ele, né? Inclusive retardar a chama, né? Os aviões, a gente vai embarcar no avião, todo o plástico dele. Retardando de chama, vamos fazer alusão a outra coisa? As barracas lá na copa 30 que pegaram fogo. Luizé, olha só, não é? Não, foi uma desgraça, não é possível, só faltava isso também, um monte de colapso, colapso de estruturas, falta de energia, de comunicação, de água, enfim, só foi o final, e se tivesse o antichama, conta para a gente, o antichama ele é retardante, chama o nome correto, né?
[1:09:38]e não impede a chama, mas ele aumenta o tempo de fuga, demora mais para pegar fuga, por exemplo, essa espuma aqui, se ela tiver desse microfone, se ela tiver um retardante de chama, você vem aqui, incêndio, uma chama vai demorar muito mais tempo para a ignição, ela vai gerar menos gás, o incêndio tem fase de gás e que retroalimenta, então ela bloqueia essa formação de gás, ela forma uma casca de carvão que impede a proliferação e ela não derrete tão facilmente em gotas de de 3 fases, então a sólida, formação do carvão, a gasosa, redução de gases que retroalimentam e a fase gota. Eu aprendi isso pra ferar cá com bom bem.
[1:10:34]É igual o PVC. O PVC é assim, né? O PVC, você põe fogo nele, ele vai e apaga, né? Sim. aviões, você não entra com um plástico no avião, um equipamento plástico, não passageiro, o serviço de bordo ou os maleiros, enfim, que não tem um retardante de chama, para dar tempo para as pessoas fugirem. A gente teve uma tragédia lá na Boatikis, enfim, eu não sei se o revestimento tinha retardante de chama ou não, mas se tivesse, talvez tivesse, mas a pagação, retarda de velocidade e evacuado de sac contenta, sombrio.
[1:11:28]Eu nao conheço um meio paguei de remédio Everylook por exemplo, mas que mais? Esse produto, qual é o produto da Symfony? Esse é o retardante de chama, chama D2P-VC-FR Flame Retardant, aprovado, de acordo com todas as regras, não tóxico, com uma fumaça menor, é um aditivo, e a gente pretende fazer algumas parcerias para a distribuição no Brasil. Muito legal. Dessa aditivo. E agora vamos falar dessa etiqueta aí.
[1:12:09]Ah, tá. Essa etiqueta aí que... Muito bem. Essa etiqueta é feita... A gente criou essa marca, doutor Antigermi. Ela é feita com aditivo antimicrobiano antes da pandemia que foi criada, tá? Para por isso perfis onde várias pessoas tocam por dia, por exemplo, botão de elevador, maçaneta de porta, enfim, você consta, ou uma mesa. Ah, eu podia pegar um adesivo deles, colocar na frente do teclado do elevador.
[1:12:43]Exatamente, do elevador e você evita contaminação cruzada, eu estou doente, apertei ali, você foi o passageiro seguinte, apertei ali, pôs a mão no nariz, na boca, não tinha no Brasil, Não. Isso a gente trouxe o aditivo D2PAM da Symphony para o Brasil em 2017. Criamos essa marca e promovemos venda dele sempre para revestimento de superfícies. Muito bem. Quando é que começa a pandemia de 2020. Em 2020, aquela coisa louca, a gente mandou testar na Unicamp contra o coronavírus e a redução foi de 99,99% do coronavírus em cinco minutos. É, porque era a TOC, né? Então, até essa cola Faba foi fabricada no Brasil com o D2P antimicrobiano e com efeito virucida. Enfim, pra que serve esse aditivo, além de proteger essas superfícies, usado em balagem de pão de forma? Pão de forma, mofa no mofa? Mofa. Você dobra o tempo de vida útil daquele pão. Caramba, que já é alta, né?
[1:14:15]já é alto, mas imagina quanto de economia se não traz para panificação, no sentido que eles não precisam mais recolher o pão, o fato que é recido, se aumenta esse espaço, esse tempo de jantar, na sua residência, de novo, você salva todos os insumos usados na produção daquele plano. aditivo entre em papel, não? Não. Pergunta provocativa. Não, ele só entra em plástico. A maior panificadora do mundo utiliza sem contar pra ninguém esse material. No sentido de economizou em logística reversa, economizou em perdas, enfim, não é bacana? É, muito. Dá pra para pôr no vidro, isso? FANTÁCICO! Não dá! FANTÁCICO isso aí! Dá para pôr no metal, isso? Não dá, não aceita. Só o plástico é assim, né? É, tem bisphenol? Ó, gente, não tem bisphenol, nada que está aqui tem bisphenol. Não, tem um componente presente em shampoo. Ah, é? É. O legal é isso, né? Você tem componentes consagrados, sabe, assim, D2W está presente a substância ativa em complexo vitamílico complemento alimentar, esse que desidratos insetos, está em um monte de cosméticos, esse aqui do antimicrobiano, ele está presente do shampoo, né? Enfim, então, coisas, a inteligência da sínfona é tirar substâncias permitidas para contato com alimento que são usadas para outras finalidades e incorporar num master para a indústria plástico utilizar, não é? Muito bacana. Perfumes e essências, odores? Sim.
[1:16:34]e já viem em sato de lixo, lá vanda. Tem 30 essências e fragrâncias já desenvolvidas , mas a marca de chocolate está abrindo. Voilà, o cheiro. É, ou a sacolinha de plástico que o e consumidor level enxerga em casa com aquele cheirinho exato daquele chocolate. Ou mesmo o cara do cosmético quer que o cheiro esternalize para o cara não precisa abrir. Sim, é possível, não é? Bom, o anti-inceto natural, que eu já falei da morte lenta por desidratação do carunjo, ante-inceto, inseticida, aí já não é para contato com alimento, é o masterbatch e que mata o inseto. Para que serve? Telas musquiteiras, telas musquiteiras, dengue, os mosquitos, etc.
[1:17:52]Mas você não tem problema de ter contato com as mãos e levar a mão? são inseticidas domésticos, só não tem grau para usar em contato com alimento. Então, em tela, em vez de ficar só uma barreira física, ela se torna uma barreira química, tocou o inseto pernilongo, tocou ali, morreu. Formigas e outros insetos que perfuram tubos plásticos de irrigação.
[1:18:17]reciclagem, porque lá tem que parar a irrigação, ir lá no local, consertar, trocar, enfim, economia de água e de manutenção, porque os insetos não conseguem perfurar. E dura bastante isso. Pelo tempo de vida útil do plástico. Caramba! Tem empresas já consagradas mundialmente utilizando, isso, empresas de tubulação de água. polietileno, já falei. E vamos falar desse polipropileno aí, é PEP expandido, né?
[1:18:57]Espuma de PEP. São caixas, como você pode fazer, você dá área, né? Total, total. Da mesma forma que faz com polisireno, sim, tá? Só que isso aqui é feito com espuma de PEP, no lugar de poliesireno com D2W. Portanto, é biodegradável, tira um pouquinho o poliesireno, poliesireno é meio alvo de controvérsias também. Não há como negar. Então, é um desenvolvimento da Coreia do Sul, está sendo exportado para os Estados Unidos, por exemplo, e eu estou a procura que no Brasil não encontrei ninguém que faça espuma de PP.
[1:19:46]é que os equipamentos normalmente que fazem o poliestireno não fazem o PP, o que faz o PP faz o poliestireno entendi o sistema é diferente de rosca, de canhão de rosca, é tudo diferente mas veja, é possível você ter todas as qualidades do esfolante mas isso aí pode vir a caminho de fabricante de máquina destrusoura para ver se faz o teste, faz o teste da chapa quando eles forem testar uma máquina. Mas essa exlusora, será que trabalha com PS, trabalha com PS?
[1:20:21]É, esse é o expandido, né? Eu não sei como é que é, não sei como é que é o processo. Esse cara ele é bem pesado em relação ao poliestireno. É, poliestireno é quase ar, né? Quanto que é por cento de? 2% de plástico. Olha só, e o bandidão, o resto é ar. o plástico é bandido, mas ele vai deixar de ser, daqui a pouco para isso aí, então vamos lá, agora mito verdade, meu Deus parem de falar isso, então eu pergunto e você me dá uma dessas respostas, o plástico oxi-biodegradável vira microplástico mito, biodegradável tudo igual, bobagem, tem normas diferentes, depende de acordo com o ambiente plástico compostável resolve o problema do lixo?
[1:21:26]nenhum vidro é mais ecológico que o plástico de jeito nenhum se biodegradar rápido, não pode ser reciclado é possível programar o tempo de biodegradação para que ele seja usado, você quer uma embalagem em dois anos, três anos agora essa é polêmica, hein O problema é o material, não o comportamento humano. Não, o problema não é o material. O problema é o comportamento humano em todas as esferas.
[1:22:05]Da educação, em parte, tá? E do estado, da ausência do estado. Em fazer valer as leis de munição contra quem joga lixo. Jesus, por que não se aplica? O estado é responsável pelo saneamento básico e limpeza pública porque ele deixa acumular resíduo. É como janela quebrada. Uma janela quebrada, uma indústria na sua casa, parece que incentiva os outros a quebrarem as outras vidraças, pichar, etc. Então, quando você tem um ambiente de abandono, não é?
[1:22:53]com já um lixo ali que não foi coletado por quem pelo Estado, né, que recolheu os nossos impostos, né, o que que só incentiva ainda mais, ah, alguém já jogou aqui, né, eu queria compartilhar com você uma coisa recente sobre um relatório da Alder Bio Insights do Reino Unido que mostrou o seguinte, lente, uma pesquisa. O comportamento de jogar lixo é motivado principalmente por fatores de conveniência e citos acionais, e não pelas propriedades do material. Então, respondendo a sua questão de material. O que parece mais determinante do lixo que é jogado é e o seu tamanho. Itens menores são mais prováveis de ser descartados na natureza. Eu to falando Reino Unido, não to falando Brasil, porque lixo ta em todo lugar o descarte correto. Do que aqueles maiores, porque os maiores denunciam. Isso aqui é bem bacana, é um trabalho bem interessante.
[1:24:23]e que mostra, ilustra a minha resposta aí quando eu falo, não tem nada a ver com o material, tem a ver com a educação, que eu vejo que você sempre insiste, mas é a ausência do Estado. E eu vou te falar que a ausência do Estado, eu percebendo agora, eu estou mexendo bastante com o público, falta muita informação, falta muita informação. e o pessoal vai lá e vende um produto, vende uma ideia para o Estado, que a ideia é uma ideia mentirosa, mas o cara não é técnico naquilo, então ele acaba comprando a ideia que não é verídica, que ela é mentirosa, por exemplo, eu vou voltar nos, os casos compostáveis estão querendo me matar, mas eu quero que se dane, eu vou voltar, voltar nesse produto, que eles vendem com a ideia de que se você jogar na rua, isso vai sumir, isso não vai sumir, não, então só que tá escrito aqui que é biodegradável, usuário, ignorante, ele vai jogar em qualquer lugar e fala é biodegradável, joga, que nem caixa de papelão, o caixa de papelão é biodegradável, só que ela também top bueiro, não é o plástico que top bueiro só, ela também top bueiro, então o cara tem que tomar muito cuidado quando ele fala que um produto é biodegradável, porque isso eu acho que insita a pessoa a não tomar cuidado, então é biodegradável, aí tinha que ter uma outra frase junto, mas a responsabilidade é sua.
[1:25:59]É, meu ponto de vista, não é preciso rotular como biodegradável, mesmo sendo biodegradável. É porque você insita o cara, né? Se isso fosse o caso, isso foi desmentido nessa mesma pesquisa, tá? que não existe maior propensão, são anedotas, foi resultado de anedotas, percepção de maior descarte de materiais ditos biodegradáveis, seja até papel, em relação a outros que não são. O fato é assim, primeiro você não precisa rotular, a rigor, você pode fazer com dedo dedoedade, pode fazer com compostável, não rotula. Mas acontece que todo mundo quer rotular.
[1:26:49]Claro, tá? Olha como eu sou ecológico. Então, as marcas, os brand owners querem rotular, querem mostrar, tá? E eu entendo o seu posicionamento, mas eu não vou falar de compostável porque eu já falei da inutilidade e falta de sentido dele. Eu vou falar do dedoedade. A gente e desenvolveu um QR code. Onde o consumidor, todo mundo tem um smartphone, vai lá, pode ter acesso à informação e diz o seguinte, plástico é fantástico, mas isso não te dá o direito de descartar, etc. Como funciona isso aqui? Mas sempre falando, não é porque funciona que você deve descartar de forma equivocada. Então, essa é a nossa responsabilidade de de comunicar direito. Só que a gente vende para a indústria, e a indústria vende para o Brenoner, se ele vai aceitar isso, isso é um outro aspecto. Do compostável, eu volto a insistir, a gente já conversou bastante a respeito disso, não faz sentido. E outra e a coisa que a gente ouve, vai virar adubo, né? É, vira adubo. Tá, a norma dos plásticos compostáveis exige que o carbono contido nele vire CO2, diógrafo de carbono, 90% dele vire CO2 em 180 dias. O resto é água e biomassa, não gera fertilizante, adubo, nada disso.
[1:28:28]impulsivo, que virou-se a dois, é um gás, não pode ter gerado adubo. Então, ok, tem o seu espaço num lugar que tem lógica, que tem coleta, mas comunique certo, não comunique esse plástico é compostável, não, ele é biodegradável num ambiente de compostagem industrial. Perfeito. Ponto. Perfeito. É a informação que falta, que a informação de reciclagem, ela vem pela metade, que eu falei, tinha que ter uma segunda frase pra completar o texto, né?
[1:29:06]Eu tô participando da revisão da norma ABNT, NBR, não lembro o nome, tá bom? Mas de compostagem, essa norma foi criada em 2008, tá sendo revisada agora, né? E muita coisa tá sendo corrigido, principalmente em relação à comunicação, um plástico plástico, compostável, e aquele plástico que biodegrada x por cento, tantos dias, em um ambiente de compostagem industrial. Mas essa informação, ela tem que tá clara, ela tem que tá muito clara, porque eu já acho muito errado o plástico de 1 a 7, sendo que a gente tem centenas, milhares de tipos de polímeros e restringir de 1 a 7 é...
[1:29:51]e as pessoas que relacionam o número de 1 a 7, a toxicidade daquele plástico, uma coisa maluca, cuidado com o plástico, com o número X aqui, que ele é tóxico, não, não, não é pra isso que serve aqui. Tem um monte de gente que fala isso, ah, e o número 7 ele te mata, ele te dá um câncer, porra cara, tem cada material, você pega um multicamada, por exemplo, que preserva um alimento ali congelado por um ano, que você faz ATM nele ou que e você faz vácuo nele, coloca no freezer, ele é número sete, porque ele é um multi-camadas, ele é número sete, e na verdade ele não transfere absolutamente nada porque ele não tem nenhuma toxidade, isso é, esses mitos aí são mitos que tá louco mesmo. Agora, conhece o Instituto Soul do Plástico? Já viu alguma coisa do Instituto?
1:30:45O Instituto Soul do Plástico e o projeto com a ETEC
[1:30:45]nas redes sociais. Então, no Instituto, a gente está tentando levar para nossa molecadinha, tanto para do primeiro ou quinto ano do ensino fundamental quanto do primeiro ou terceiro do ensino médio, a importância do material plástico e o que o material plástico pode fazer e inclusive por eles, porque todos os projetos que nós temos no Instituto, eles são baseados em recompensa. Então, com você trabalha e você tem sua recompensa pelo seu trabalho, que eu acho que é o justo, não é você ficar parado enquanto o outro trabalha e você recebe recompensa pelo trabalho do outro, então você trabalha e recebe recompensa, claro, estou falando de trabalho de uma forma lúdica, não vou colocar uma criança de 7 anos catando latinha no meio da rua, obviamente que não, então mas eles fazerem um grupo de consciência ambiental, o fim do de tudo isso, eles terem a consciência ambiental pra eles não serem corrompidos por essas ONGs que tem espaço em televisão, tem espaço no governo, tem espaço em tudo que é lugar e todo mundo acha bonitinho agora, né? Agora tá na moda, né? Essas ONGs estão extremamente na moda, estão se unindo com algumas associações que vivem do plástico e não estão entendendo que elas estão sendo usadas agradas por ONGs, tem um monte de instituição que as ONGs estão abordando falando mal do plástico e o plástico é 60, 70% da receita daquela pessoa que acabou falando mal do plástico porque ela foi induzida àquilo, tá? Que é a pessoa que você pega a pessoa no momento de fragilidade, vai lá, conta uma história bonita pra ela, envolve e faz ela falar mal do produto que traz renda e que se acertam. Não quero mais ser explícito nisso. Mas eu vou dar um exemplo. Pode, por favor.
[1:32:47]A fundação Alema Carter, você já ouviu falar? É muito. É muito. Enfim, ela tem signatários que apoiam ela. Indústrias gigantes, líderes de alimento, bebida etc., mas também tem entidades ligadas ao plástico, assinaram os documentos da economia circular do plástico, sendo que Ellen MacArthur odeia plástico. É, eles buscam o banimento dentro da 25-24. Então é mais ou menos o seguinte, quando eu vejo uma coisa dessa, vendo a entidade relacionada ao plástico apoiar isso, é como se os frangos apoiassem o manifesto do KFC.
[1:33:35]é isso aí a mesma coisa é a mesma coisa e é espantoso e você vê que é muito envolvente porque toda hora tem alguém de uma alguém que foi usado de uma cooperativa ou algum catador que foi pego no momento ali de ele foi usado para gravar um vídeo que dá milhões de vios, ele falando mal da receita dele, porque hoje a receita de uma associação de recuperação de materiais, ela é entre 60 e 70% derivado de materiais plásticos, o resto são dos outros materiais, porque, por exemplo, o papel tem volume, mas não tem valor agregado, o que tem valor agregado é o plástico, é o alumínio, o alumínio não chega em cooperativa, aluminum antes, os catadores catão antes, separam, segregam, aquilo não vai parar em cooperativa, o que vai parar em cooperativa normalmente é plástico, papel e vidro, isso para bastante, e lixo, que tem um monte de gente que não lava embalagem, manda sujo e putz, dá uma raiva disso quando você vai numa esteira de seleção, o pessoal abre essa cola, aquele cheiro horrível na cara, eu acho desumano, quem não faz a limpeza do seu material antes do descalamento, cartes, é porque vive alienado a outro mundo, mas gosta de falar mal dos produtos, enfim, são coisas que não dá para entender.
[1:35:08]Parece que tem um ser humano como ele lá na ponta, que tem que abrir o saco. E o Instituto surgiu por conta da desinformação, o Instituto surgiu porque eu fui num lugar e a pessoa falou tão mal do plástico pra mim que ele surgiu naquele momento, ainda não era instituto, eu fui, a pessoa falou mal, aí plantou uma semente na minha cabeça, fui dar uma palestra na ETEC, dar uma palestra, não fui conversar com os alunos da ETEC, aí no final da conversa nossa, que foi muito produtiva, foi excelente, a menina veio com uma tampinha e falou, olha, você, você saberia me dizer como é que eu pego mais dinheiro nisso, como é que eu valorizo isso pra vender, que a gente junta pra fazer uma festinha de fim de ano, de ano. Você saberia como eu poderia melhorar o preço disso? Eu não sei, mas vou ver. E anda para lá, anda para cá e vi Précios Plástico, tem um outro cara lá na Europa que fabrica umas máquinas manuais, só que esse tipo de equipamento que eles fazem, inclusive o da Précios Plástico, eles não atendem as normas de segurança brasileiras. Então, você não pode levar um equipamento desse para dentro de uma escola, porque quem vai e operar aquilo, se fosse adulto já não podia, que a gente tem NR12 que não permite, mas se você vai levar para sua casa o problema é seu, agora se você vai levar para um ambiente onde várias pessoas vão trabalhar, ele tem que atender NR12, NR10, NR13, enfim, todas as NRs, né? E aí eu fiz uma máquina que puxa de alavanca, não deu certo, fiz uma quigíria, não deu certo, foi um desenvolvimento, até chegar numa que eu falei, bom, aperta o botão e faz digetar peça. Então nós fabricamos um moinho dentro das normas vigentes e fabricamos uma injetora de cunha educacional com as normas vigentes. O aluno leva a tampinha para a escola, que aí é a parte dele, é a parte do trabalho do aluno. Então o aluno leva a tampinha limpa para a escola ou embalagem de sabão ou polietileno e polipropileno. Ele faz a trituração no moinho, pega o moidinho, joga direto na getoura e tira o molde que tiver lá, se tiver uma armação de óculos, se tiver um chaveiro, se tiver um suporte celular, por exemplo, eles fabricam esse suporte celular aqui, então tem o suportinho de celular que eles fazem e eles vendem isso durante o ano deles, então ele leva pro pai, pra mãe, pro tio, em festas, junina ou outros eventos que tem na escola e eles vendem e eles conseguem e, sem fazer valor, aqui, por exemplo, a tampinha, ela é vendida a 250 quilos. No projeto da ETEC, está valendo 700 reais, um quilo da tampinha. Então, eu consegui, sim, valorizar o que aquela menina me provocou. Por quê? Porque eu sou industrial. Então, o industrial, quando provocado, ele sempre toma uma ação. É normal de qualquer industrial isso, né? Então, eu fabriquei e consegui validar. Daí partimos para conhecer o mercado e produto feito, trouxe apoiadores sem os apoiadores que a gente tem no instituto hoje não estaria do jeito que está, então nós já tivemos entrevistas com alguns canais de TV, vários canais de rádio, já teve várias publicações e várias reportagens. O Instituto está indo muito bem e, obviamente, os nossos apoiadores vão junto conosco em todas essas ações. A partir do ano que vem, nós estaremos dentro de vários planos, de vários eventos. Nós vamos estar dentro de eventos como Detown, Lollapalooza. Os maiores eventos que tem no Brasil, nós vamos estar dentro, porque e tem uma empresa que faz ecologia, serviços de ecologia dentro desses eventos, que vai levar o nosso kit de máquinas para apresentar o Instituto Soul do Plástico.
[1:39:15]Então isso vai divulgar mais, porque quando a pessoa vê a transformação do material, é diferente de você falar. Você chama a pessoa que não acredita, você fala, vem cá, aperta o botão aqui. Pum! Ela aperta o botão, dá 20 segundos, cospe, duas pecinhas dessas aqui. Ela fala, nossa, o plástico virou isso, você virou, você viu que coisa? e, então, você mudou a cabeça da pessoa. Então, essa é a ideia. E aí, o aluno faz a parte ambiental que ele leva, o resíduo limpo, ele faz a parte de industrialização dos equipamentos, depois ele faz a parte comercial, que ele vai vender, o que ele produziu, depois ele vai administrar, ele tem educação financeira, que ele vai administrar aquilo que ele vendeu, e você tem a inclusão de todo o grupo, porque todo o grupo está dentro do projeto, e o e final, que é a formatura paga pelo projeto. Então, o projeto desse aqui larga 100 mil no fim do ano na mão do aluno, do aluno não, dos alunos, né? Então, 100 mil, 150 mil, depende do tempo que eles vão trabalhar. Se não trabalhar nada, também não vai ser ver nada. Mas, enfim, o projeto é para levar a educação ambiental, aí ele leva introdução na indústria, introdução no comércio, ele leva educação financeira, ele leva agregação do grupo, ele leva todo aquele grupo envolvido com emoção dentro do negócio, com aquele sentido de pertencimento e você tem o prêmio no final, que esse prêmio pode ser a formatura, a escola define o que vai ser o prêmio, os alunos definem, aí você tem o primeiro, segundo, terceiro ano, o primeiro e o segundo trabalham para o terceiro, porque no ano que vem o que é o segundo vai ser o terceiro e no outro ano vai ser o primeiro então eles trabalham a o colégio inteiro dentro de um projeto que a ETEC já tem de logística reversa então nós colocamos um projeto de economia circular implantado dentro do projeto de logística reversa deles e você vê hoje os alunos falando já a máquina tá lá faz tempo os alunos eu eu levo eles quando eu vou pra feira para fazer palestras pô eles falam muito bem do plástico exato e absorveram excelente a ideia do que é a circularidade, e a circularidade a gente fala não é só do plástico, a circularidade ela está em todos os materiais, todos os resíduos tem circularidade, a gente focou no plástico porque obviamente do mercado do plástico eu não vou falar da circularidade do papel, mas o instituto ele é baseado nisso e eu agradeço muito a todas as empresas que são patrocinadores torres do Instituto, porque sem vocês hoje o Instituto não existiria e a gente tá fazendo agora daqui pra janeiro nós vamos entregar vários kits de máquinas em várias escolas, em várias entidades agora, pra começar o ano já do zero.
[1:42:12]Parabéns, mas é fantástico mesmo. É legal, as palestras a gente faz tão bacana. Não imaginava que fosse tão abrangente. Esse é só do primeiro ou terceiro, do primeiro ou quinto é outro projeto que também envolve o plástico, mas demora para explicar. A parte a gente tem as palestras que a gente faz também nas escolas, tem o itinerante, por exemplo, a escola do seu filho, fala mal de plástico. Putz, você tem um diretor que não gosta de plástico, mas ele não gosta porque ele não tem informação. Ele só não tem informação, ele não gosta só por não ter, porque a hype da internet fala mal. Então, o que ele absorve é aquilo, luto, então ele não tem informação que nós temos. Quando você pega esse tinerante, bota lá na escola, leva a molecada para pedalar na bicicleta, a gente tem um muinho que é na bicicleta, pedala a bicicleta lá, moa e cai lá na frente, ele cato moidinho, joga na máquina, aperta o botão e sai o suportinho do celular que ele fabricou, você muda a cabeça do pai, da mãe, do tio, do avô, da professora, da coordenadora, da diretora de todo mundo. Claro, claro, mas, olha, sério, parabéns. É muito bacana. Parabéns. Isso deve deixar muita gente que você se relaciona orgulhosa, né? Ah, deixa, deixa, deixa. É um negócio que a gente começou pensando um pouquinho, devagarzinho, a gente foi indo, foi indo, foi indo. Aí, como eu tenho a indústria de máquina, a gente foi desenvolvendo sem falar nada com ninguém, foi fazendo, a hora que ficou mais ou menos pronto, eu convidei os meus parceiros e continuo convidando quem quiser vir para o instituto a porta está aberta, está de boca aberta esperando você chegar para a gente conseguir ampliar ainda mais essa rede de educação e aqui eu falei bastante puxa até me desculpa e visão de futuro com tudo que você conhece normas de biodegradação compostáveis, resinas naturais, oxi-biodegradáveis, tecnologias e hidro solíciais lúveis, qual é o futuro realista dos plásticos sustentáveis no Brasil? O que você enxerga de futuro para esses plásticos?
[1:44:32]Reciclagem, aumento do conteúdo reciclado. Porém, lembrando que não existe reciclagem sem matéria primavígem para nenhum material, seja para plástico, seja para papel, enfim. mas são plásticos com inteligência plástica, seja aqueles programados para uma biodegradação acelerada, selecionados, esse tem um maior risco de descarte inadequado, esse tem um valor muito baixo para a reciclagem, ou esse está contaminado, muito bem, vão para o D2W, e agregar características antimicrobianas que ninguém, nenhum outro material pode ter, mas na área da biodegradabilidade, é o biodegradável em ambiente aberto, em aterro sanitário, no mar, 1D2WE, comprovadamente, até comprovado pelo governo da França, pela agência nacional lagem de pesquisas, não veja espaço para compostagem, pelo menos nos próximos 20 anos você tem que ter, para os plásticos compostados tem que ter um sistema, senão é puro desperdício e coisa cara, mas enfim, reciclagem, educação, o Estado participando, assumindo suas responsabilidades e jamais o banimento. Nunca. Não se pode banir algo que representa um porcento, algo circular, que tantos benefícios trazem.
[1:46:22]Que o banimento, ele vem na verdade no meu ponto de vista, no meu singelo ponto de vista, o banimento ele vem por ineficiência de material e ele vem sozinho. Como, por exemplo, vamos falar de profissão, hoje não existe Office Boy. o correio está quase acabando, ninguém manda a carta mais, né? Então, são bonimentos que eles veem sozinhos, a fibra de vidro diminuiu absurdamente, mas é absurdo que diminuiu de fibra de vida, por conta dos materiais plásticos, mas o material plástico não surgiu pedindo o banimento da fibra de vida, o saco do sedex, ele era de papel, hoje ele é de plástico, por quê? Porque se molhar, o material vai chegar a íntegro ainda, lá no no outro ponto. Mas o saco de plástico, ele não veio pedindo banimento do saco de papel.
[1:47:16]Ele sumiu porque ele deixou de ser eficiente para que ela tivesse aplicação. Quando você tem materiais incapazes de fazer o que o plástico faz e cuja indústria está sendo afetada pelas ótimas qualidades do plástico. Acho que é normal, né? De novo é o dinheiro, né? É o dinheiro. Olha, tá me prejudicando disso aqui. Eu vou soltar que esse plástico aqui tá amarrado na cabeça de uma tartaruga, pelo contrário, né?
[1:47:54]Tartaruga foi salva pelo plástico. Foi salva. Tá aqui, ó. Tá aqui. Eu comprei só pra mostrar pra vocês isso aqui. Se a indústria dos outros materiais parassem de falar besteira e atacar o seu concorrente, já seria tão bom, não é? É, vive em harmonia, trabalhar em tecnologia, não é? Tem espaço para todo mundo, não é? O plástico, ele é culpado do sucesso dele agora, não é?
[1:48:28]Você vai condenar você. Não, mas é, o problema do plástico é exatamente esse, é ele ser bom. e, mas, também, passam, as coisas passam, acho que o próximo, esquecer muito isso aqui. Ah, tá, isso aqui é uma parceria pra Brasil e a América do Sul, isso aqui é de uma empresa francesa chamada Era Nova, tá, que fez uma parceria com a Symphony, a Symphony é distribuidor, assim, nós seremos distribuidores exclusivos, contém 30% de Amido e 70% de mas não é um amigo que veio do milho, não é um amigo que ocupou terras para virar copo, substituiu o alimento, tirou do alimento, é de alga, são algas verdes, são muito parecidas com alface, mini alface, são poluentes, então se criou na França e pode acontecer aqui, fazendas de criação de alga para extração extração do amido, e esse amido substitui aqui em 30% o uso de polipropileno. Penas isso, não é um apelo de biodegradabilidade, é um apelo de parcial substituição de resinas, plascas por amido. Mas é bacana isso aqui da Feracá. E aí agora ficou faltando a gente falar da sua sacolinha da Feracá, o que que tem nessa sacola aí?
[1:49:59]bom, essa cola que foi distribuída na feira cá, ela contém no mínimo 30% de material reciclado, ok, economia circular, ela é reciclável, porém ela é programada para biodegradar sem deixar resistos nocivos e zero microplastica ao final do processo, né, ela leva a certificação ação da Biodegradable Plastic Association, tá bom? Plástico Sul aí, tá, porque a gente ganhou o prêmio Plástico Sul em 2021. Enfim, lembrando que a Symphony é uma empresa que recebeu selo verde, da economia verde do Reino Unido, né, da Bolsa de Valores de Londres.
[1:50:48]Enfim, isso aqui foi distribuído junto com todos os catálogos de todas as tecnologias da Symphony que a gente representa. Que bacana! É isso aí! Então vamos chegando no final. Obrigado por essa aula, né? Você nos deu aqui apresentando esse monte de soluções tecnológicas que muita gente não conhece, assim como eu não conhecia. do plástico. Tem alguma pergunta que eu não fiz e que você gostaria de falar sobre o tema?
[1:51:23]Nossa, acho que a gente foi tudo coberto, né? Mas enfim, qual é o, gostaria só de comentar, qual é a dor do plástico? A gente percebe isso, a gente tem mais de 400 empresas que já produziram ou produzem plásticos D2W no Brasil ou com alguma outra tecnologia, e seus clientes muitas vezes entram em contato e a dor do plástico é uma dor inexistente, mas ela afeta a indústria e afeta os Brenoners, as marcas que utilizam plásticos, a dor é uma dor de consciência quando ela não deveria sequer existir por tudo o que a gente conversou aqui, falando plástico comum, não é? Estou falando de plásticos com características de biodegradabilidade, etc. E a indústria plástica tem que ter ferramentas, eu sinto essa necessidade da indústria plástica, nossos clientes, e explicar para as marcas que estão querendo trocar plástico por outros materiais, mesmo inacreditáveis, né, assim, todo migrando, não só para o papel, mas estão migrando para o vidro, para o...
[1:52:44]Mas quando você pergunta porquê, ele fala assim, eu não sei, ele não sabe te responder, eu não sei, mas é mais ecológico. Esse eu não sei, é muito complicado. Mas não sabe racionalmente, mas ele sabe emocionalmente porque se você colocar no Google, numa inteligência artificial como eu fiz, quantas mensões existe em língua portuguesa no Google para o termo microplástico?
[1:53:15]Você faz ideia? É só muito assim? 3.8 milhões. Ah, isso aí. E nenhuma tem comprovação, né? não, mas isso multiplica, essa é a dor inconsciente, sabe assim, mas virou uma palavra plástico, virou uma palavra proibida, e aí a marca entra em contato com a indústria, a indústria falando-se, olha, se você não melhorar isso, eu vou substituir, mesmo por um material mais caro, mais pesado, mais impactante, como o papel, e aí eles e entre em contato com a gente, a gente tenta ajudá-los para conversar com o cliente ou marcar uma reunião.
[1:54:00]Eu adoro fazer isso. Adoro fazer isso. Adoro ajudar o cliente a explicar para o cliente dele. A indústria plástica precisa disso. É isso que eu sinto. É uma dor, como eu disse. É objetivo. porquê? Porque se você colocar lá sacola plástica, tartaruga qualquer coisa, tem sempre um plástico. Se você falar de, por exemplo, tem uma grande indústria de cosméticos, que eu conversei com uma pessoa do ESG dessa indústria, que foi uma das pioneiras aí a levar tudo para o papel, falando de papel, eu não vou falar o nome da indústria, é o nome da pessoa, mas eu conversei com ele há pouco tempo e ele falou pra mim que ele já entenderam que o papel não é o que pintaram de ecologia e eles já estão repensando novos tipos de embalagem voltando pros materiais plásticos, então a cabeça tá mudando do pessoal porque tem já bastante gente falando de plástico, que nem a gente assim que fala abertamente, fala umas besteiras de vez em quando são poucos Mas tem bastante gente falando de plástico e dando explicações, e já tem gente querendo ouvir essas explicações, isso é o mais importante, então quando a gente vai com o instituto, trabalhar na base, com essa molecadinha, e eles saem de lá com a cabeça, eles saem com entendimento correto, eu não quero converter ninguém, eu quero que eles saem com entendimento correto, a cadeia produtiva desse cara aqui é assim, a cadeia produtiva desse cara aqui é assim, você escolhe o seu produto, . Então, a gente não vai lá para converter ninguém. A ideia não é essa. A ideia é explicar, que é coisa que não tem de explicação. E já aproveitando o que estamos no podcast aqui, eu vou indicar para vocês mais uma vez o guia politicamente incorreto do Leandro Narloch. Esse guia é espetacular para você entender várias coisas que vêm lá de trás, lá do passado, referente a muitos mitos e aqui tem todos os estudos que ele fez no final do livro aqui indico muito pra vocês esse livro é um livro de cabeceira meu e a gente encaminhando pro final suas considerações finais por favor também recomendo li num dia comprei sexta-feira passada e li no sábado né em a saudação final é agradecer cemento para a indústria plástica que entendeu a nossa proposta, que vem entendendo a proposta da biodegradação acelerada, das tecnologias de inteligência plástica para sempre elevar para agregar valor e sentido para o plástico tornando essa indústria cada vez mais forte para se defender desses ataques e contem com a Symphony, contem com a gente nos 25 anos, a Symphony tem 30 anos para desenvolver sempre novas soluções para problemas comuns, às vezes e a solução está no próprio plástico. Agradeço você, agradeço todo o seu time, pelo convite, foi muito legal a gente conversar, mostrar que tanta coisa que o plástico pode ser e que outros não podem, mas vamos focar no plástico, vamos ajudar a indústria a se comunicar bem e com ferramentas que a gente possa oferecer. Foi um prazer conhecer todos os materiais que a Symphony oferece. Aqui tem uma caneca do nosso podcast. Essa é a primeira caneca que eu dou.
[1:58:05]Esse aqui é o paradoxo. Esse é da sua filha, esse livro. e aqui nós temos o luminoso do nosso PodPlástico que todo mundo que vem aqui ganha um desse aqui só o do Marcel da Visura o Marcel seu tá aqui cara eu esqueci de te mandar Holá, então ele fica assim… Olha que bacana, legal, muito legal, obrigado Rui. E aí chegando ao final de mais um episódio do PodPlástico, você que ainda não nos segue nas redes sociais, por favor deixe seu like, deixa seu comentário, se gostou comenta se não gostou comenta também, aqui a melhoria continua como eu sempre falo.
[1:59:03]agradecido Eduardo de você ter vindo ao nosso podcast e pessoal não esqueça de deixar o seu like no final muito obrigado por ter ficado até o final do nosso episódio esse episódio foi longo e até o próximo PodPlástico

Apresentado por
Rui Katsuno
38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.
