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Por Que Falta Gente Pra Operar no Setor Plástico? Hilton Neto Revela | PodPlastico.

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Episódio completo no YouTube: Por Que Falta Gente Pra Operar no Setor Plástico? Hilton Neto Revela | PodPlastico.

Hilton Neto, CEO da Inovameta, revela por que faltam operadores qualificados no setor plástico e como isso trava a produtividade das fábricas brasileiras.

Principais insights

  • A Inovameta já formou mais de 3.500 profissionais certificados para os setores de plástico e metalmecânica em 11 anos de atuação.
  • O primeiro curso de Hilton Neto teve apenas 3 alunos, cujo pagamento serviu para cobrir o aluguel dele na época.
  • O setor de plástico responde por 8,13% do faturamento do Polo Industrial de Manaus e emprega cerca de 14 mil pessoas na região.
  • Aponta três causas para a escassez de mão de obra: evolução tecnológica acelerada, formação inicial defasada e falta de investimento das empresas em treinamento.
  • Um treinamento de RAF que aplicou numa fábrica zerou a não conformidade e aumentou a produtividade em 20%, segundo relato do próprio diretor da empresa.
  • Defende que a inteligência artificial não substitui o regulador de máquina: a decisão final no chão de fábrica continua sendo humana.

Perguntas frequentes

Quem é Hilton Neto, fundador da Inovameta?
Hilton Neto é CEO e fundador da Inovameta, mestre em ciências e, desde 2025, coordenador de indústria na CONAJE. Ex-professor e consultor do SENAI, atua há 14 anos no setor de plástico e já formou mais de 3.500 profissionais certificados em extrusão e injeção pela Inovameta.
Quais são as três causas da escassez de mão de obra no setor plástico, segundo Hilton Neto?
Ele aponta três causas: a evolução tecnológica acelerada, que exige qualificação cada vez mais específica; a formação inicial defasada, sem plano de qualificação atrelado à instalação de novas fábricas; e a falta de investimento das empresas em treinamento, tratado como custo em vez de investimento.
Qual a importância do Polo Industrial de Manaus para o setor plástico brasileiro?
Segundo Hilton Neto, o setor de termoplásticos é o quarto maior do Polo Industrial de Manaus e responde por 8,13% do faturamento do polo, empregando cerca de 14 mil colaboradores — mesmo concorrendo com gigantes como a fábrica da Honda motos.
Por que a contaminação de resina é um problema tão comum nas fábricas de plástico?
Hilton Neto afirma que a contaminação de resina costuma vir da falta de qualificação de quem alimenta a máquina: um operador sem treinamento pode misturar PP com PE em um silo sem perceber, comprometendo um lote inteiro de produção, já que a resina é um dos maiores custos do processo.
A inteligência artificial vai substituir o operador de máquina no setor plástico?
Hilton Neto acredita que não. Segundo ele, a IA pode trazer sugestões e caminhos, mas a decisão final no chão de fábrica continua sendo do regulador humano — especialmente na termoformagem, onde o tato do operador para perceber variações de espessura, cristalização e umidade do filme ainda é insubstituível.
Por que Hilton Neto defende que banir a sacolinha plástica não resolve o problema do lixo?
Ele lembra que, quando uma prefeitura de Manaus proibiu as sacolinhas de supermercado, o efeito colateral foi o aumento no preço das sacolinhas de lixo vendidas à parte, já que as pessoas ainda precisavam de algo para embalar o resíduo doméstico — o problema de descarte não desapareceu, só mudou de lugar.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura: quem é Hilton Neto, fundador da Inovameta

[0:00]E sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico e hoje eu tenho o prazer de trazer direto de Manaus o meu amigo Hilton Neto, ele é CEO e fundador da Inovameta, mestre em ciências e desde o início de 2025 também coordenador da indústria, Conag. Em pouco mais de uma década ele e o time já formaram mais de 3.500 profissionais certificados para o setor do plástico e metal mecânica, atendendo gigantes como Bikvalgroup, Tutplasti, Eslorn. Pra gente do plástico, ele é um dos caras que tá ajudando resolver a dor de todo empresário que reclama, que é encontrar gente preparada. Aí o Tom meu amigo manda pra gente, aí se apresenta, aí é o primeiro podcast assim, tipo live que a gente faz, um prazer imenso fazer com você, cara.

[0:57]Cara, que honra, né, Rui? Que honra. Obrigado pelo convite, né? Obrigado mesmo, é um prazer estar aqui falando contigo, depois da tua apresentação, não restam muito o que falar, cara, mas é isso, né? Basicamente, a gente... Tô aqui há mais de uma década, na... 14 anos, no segmento de plástico, especificamente, e aí, Nova Meta, tem 11 anos, né? Então, a gente tá a 11 anos aí, formando profissionais na rejeção, extrusão, tanto aqui no Amazonas, quanto outros estados aí do Brasil, e, cara, tem dado muito certo, é aquela metodologia aplicada na prática, é a teoria aplicada na prática, a realidade, que é o que o pessoal precisa de fato, e graças a Deus tem dado bastante certo.

[1:38]Cara, e aí já achou assim a pegada da pergunta sem aquecimento, é a pergunta de um milhão logo de cara. Se amanhã o Brasil acordar com 100 mil reguladores de injetoras a mais, formados, certificados, pronto para entrar na linha, o que muda no PIB no nosso país? por bastante coisa, né? Só em termos de oe, produtividade, parada desnecessária, porque assim ó, eu vou te dar um exemplo, muito legal a tua pergunta, né? A gente colocando esse pessoal preparado no mercado, Rui, as paradas de máquina, aquelas desnecessárias, aquele tempo de parada, né, que o cara tá pensando, né, tentando agir, isso aí acaba, né? Vou te dar um exemplo prático, a gente formou 80 operadores, operadores, numa fábrica aqui de Manaus, para a indústria automotiva. E aí eu cheguei lá com uma proposta de mentalidade diferente, eu falei, vamos criar uma coisa chamada de consciência operacional? O pessoal me olhou meu estranho assim, vamos pegar esse operador, vamos tirar o medo dele da máquina, vamos ensinar para ele como é que é uma máquina injetora, vamos ensinar ele a paginar, o pessoal tinha medo de paginar, mudar de página, de fazer uma besteira. Então, trazer essa segurança para o cara do que que é a máquina, como as coisas funcionam, só a gente trabalhando e tudo isso, Rui. A gente já resolveu o problema lá da fábrica e a gente aumentou a produtividade deles e o ES subiu. Por que isso aconteceu? O cara ficava lá, parava a máquina para tirar o galho assim, ficava preso, um canal de gêselo ficava preso no molde e ficava esperando o regulador ir lá. Então assim, a gente ensinou o cara, toda a operação e assim, pequenas coisas, cara, já fazem diferença. Imagine colocar regulador extremamente qualificado no mercado, e isso faz toda a diferença do processo produtivo.

3:23A pergunta de R$1 milhão: 100 mil reguladores formados

[3:23]E na sua injeção, você sabe bem, no segmento de extrusão também, imagina colocar extrusores também preparados no mercado, esse tempo de parada de máquinas, esse tempo de resposta, essa ação rápida vai ser muito melhor, então se colocar esses profissionais não só de regulares de máquinas como operação também e outros segmentos do plástico, PIP vai ser absurdo né só de produtividade aí a gente vai bombar que o apagão tá feio né cara o negócio de mão de obra tá enrolado né como é que tá aí Manaus aí conta pra gente esse negócio de auxílio o nego não querer trabalhar porque tá recebendo auxílio que eu sei que vocês têm bastante problema aí assim como todo país né é o seguinte é agora ficou muito a competição muito grande né tem o Uber o cara já sabe que ele se fizer dois três vídeos ali no final de da semana e comercializar isso ele ganha dinheiro, mas não é só para o plástico, né, do mercado como todo. E quando a gente fala do nosso segmento, a gente fala de um segmento que precisa de uma mão de obra extremamente qualificada, né, que vai dirigir ali pilotar uma Ferrari, né, porque como eu digo, tem gente que traz maquinário, por exemplo, da Alemanha, é, o cara traz maquinário de fora, né, na Alemanha já é o Porsche, né, a Porsche, e aí coloca um cara que não tem qualificação, um cara que sabe, nunca viu uma extrusora na vida, nunca vi uma máquina injetora na vida, é complicado, né? Então, mas você dá uma Ferrari pro cara que não sabe dirigir, né? Exatamente, né? Exatamente, então assim, nosso segmento requer uma qualificação muito específica e já sofre com isso. E os outros segmentos também já estão sofrendo com isso, né? Então, realmente, tem a questão dessa competição aí, a questão das bolsas, os auxílios, ficou fácil ganhar dinheiro hoje de outra forma, né, Rui? Trabalho parece que ficou em segundo plano, a construção da carreira tem a questão da geração, da mudança de choc geracional, ficou fácil competir com TikTok, com YouTube, ganhar dinheiro de um nas formas, e garotada que é isso, é complicado. E assim eu queria começar por aí, porque essa pergunta está no centro do que você construiu, a inovameta nasceu exatamente do incômodo com essa resposta, Rui, volta uns 10, 12 anos comigo. Cara, é exatamente nisso. E aí eu tenho uma história curiosa, tá? Eu fui professor do SENAI por 5 anos, né? E consultor do SENAI. E naquela época que eu tinha acabado de sair do distrito, eu tinha acabado de voltar de Estados Unidos num projeto que a gente tava fazendo na Niterflex, né? E aí a fábrica fechou, deram descontinuidade na época da fábrica, eu trabalhava na parte de pesquisa e desenvolvimento, né? Fazer novos produtos, né? Fazer novas resinas, e mais, formulações e tal. E aí, e compound, né? Partiu de compound, e eu fui para SENAI. Então, eu percebi que ia ter uma transição, que a indústria não estava muito ainda engajada e que as coisas poderiam piorar. E aí eu falei lá na época, eu falei, gente, vamos fazer um curso de regulagem de máquinas, porque na época o SENAI só tinha operador de máquinas injetores, né? E a operação, você sabe que, cara, apertar botão, você pediu, até macaco treinado da NASA sim, né? Eu sempre digo isso. Saber o porquê é que faz a diferença. E aí eu falei, vamos fazer um negócio aí, aí, pessoal, vamos aí, vamos esperar aquela questão toda, vai, não vai. E eu falei, olha, então eu vou resolver essa dor do mercado, porque aqui, Rui Manaus, por exemplo, você só tinha operação, você não tinha regulador, né? E nem curso técnico tinha, nem plásticos na época, né? Então, como é que a gente ia resolver isso? Aí eu entrei no mercado, falei, vou resolver isso aí. E aí, e aí como eu sabia que o regulador é essa? Essa foi a sua virada, precisa desse aí, aí que eu vou entrar.

[7:11]Eu falei, vou trans... Não, eu primeiro tava olhando pro pessoal, né, falei, cara, como é que o cara vai morrer o operador, pô, não pode, e aí eu entrei no mercado, eu falei, vou fazer, formar bons reguladores. Cara, comecei a formar as indústrias, começaram a reconhecer o resultado e começar a cobrar do mercado profissionais com a nossa formação. e aí começou a rodar, cara, aí foi, eu falei, olha, como eu nasci na extrusão, né, e fui pra injeção plástico, tinha também injeção na fábrica lá onde eu trabalhava e fazia produtos pra injeção, eu tinha que saber de injeção plástico, né, e aí eu fui me aprimorando, estudando cada vez mais, fazendo especialização e tal, e aí eu falei, pô, agora a gente vai, vamos entrar agora nos outros segmentos. Lá atrás eu sabia que ia dar um boom aqui em Manaus, por exemplo, de indústrias do segmento de embalagens, de flexíveis, de sacaninhas e tal, de blo-film e tal. E aí eu falei, vou montar esse curso. Cara, o primeiro curso foram para três pessoas sem brincadeira. Elas pagaram meu aluguel na época, era R$ 1.500.

[8:07]Ah, que gato! Foi, foi R$ 500, 500, 500, né? E aí, cara, essas três trabalhavam na Valgroup, né? Foram para a Valgroup, elas fizeram depois, uma delas fez um relatório extremamente técnico, não vou me alongar muito, e aí o, depois do curso, e o gestor dela perguntou, e o cara, um dia que eu aprendeu isso e tal, ela falou, e aí, cara, entrou a parceria da Valgroup, e aí foi um efeito atrás do outro, cara, e a gente tá aí, 10 anos formam, fiz a conta aí, mais de 3 mil profissionais qualificados.

[8:35]A Valgroup é enorme, né, cara, os caras são super sérios, né? Super sérios. São muito sérios. E fala pra mim, você criou algum ebook, você tem ideia de criar um ebook, o seu material, como é que é, se o cara quiser comprar um ebook que tem no internet, ele encontra, ou você vai criar isso, conta essa história pra gente aí, para gente aí, que eu sei que você estava com uma ideia dessa aí, né? Não, isso aí, Rui, isso aí, obrigado até pelo espaço aí que você está dando a oportunidade de falar sobre isso também, porque assim, eu tenho um ebook, né, de regulagem de máquinas e injetoras, mas eu montei uma plataforma completa, insilo, Netflix, toda, fiz de um jeito diferente, porque eu tinha muita dificuldade, por exemplo, de fazer curso online, sabe? Então, eu não gosto nem de chamar de AD, eu aqui em Nova Meta não chamo nem de AD, eu chamo que é Curso Online, que é AD para esse negócio que é distante, professor, distante, eu não gosto disso. E aí eu montei uma metodologia que o cara consegue progredir rápido, de uma forma que ele consegue fazer isso. Aí eu montei essa estrutura com base nas minhas dificuldades com cursos online e fiz cursos rápidos, escalonáveis. E aí eu montei uma plataforma que eu não vou meter detec, e lá tem tudo. Tem os cursos online para extrusão, tem os cursos de injeção, tem os cursos da área de qualidade, eu estou ou tentando montar cada vez mais a maior plataforma de...

[9:52]Aí o cara vai acessar a tua plataforma e vai comprar o curso que ele quer. E isso, exatamente. Aí tem isso. Bom, nós vamos botar um curso de termoformagem aí dentro. Eu sei que você já me convidou e eu vou fazer isso aí com você. Eu quero você e quero chamar outros parceiros da indústria de plástico, sabe? Os parceiros que eu sei que tem aí bons nomes também.

[10:12]Para a gente construir uma comunidade forte no segmento de plásticos e unificar isso. e cada vez mais a gente crescer o nome do plástico aí no nosso no nacional, sabe o legal o que está acontecendo cara que está tendo um movimento diferente agora por exemplo tem outras pessoas em outros estados outros lugares tem tanta coisa legal que as pessoas fazem mas o nosso mercado do plástico ele é gigantesco e ao mesmo tempo ele é muito pequeno porque o pessoal se fecha naquela bolha e não quer passar conhecimento porque acha que passar conhecimento você está dando um pulo do gato pro cara e eu acho que isso é um motivo também da gente estar na Pagão de Mônio de Obra, parte da culpa é nossa, porque a partir do momento que você injetou um talhé, você foi lá, apanhou, injetou um talhé, você aprendeu.

[10:58]O cara fala, aí eu não vou ensinar ninguém a injetar o talhé, porque vai ter, aí o operador do cara se machuca, vai o cara para a boca da máquina, né? Isso é um problema que a gente tem no setor, e estão vindo várias pessoas, e já trouxe pessoas aqui que estão com o mesmo pensamento de gerar formação, porque o apagão, ele já está aí para todo mundo que quer ver, todo mundo reclama, nós temos o problema dos auxílios aí que também acabam com a gente, então eu acho que quanto mais mão de obra a gente puder gerar de qualidade, né, com qualidade dicas de passagem, melhor será, né cara, eu acho que é essa pegada, não tem nada o que resolve o país é não ser educação, não é? Perfeito, perfeito, perfeitamente colocado.

[11:48]E é o que as empresas têm feito, Rui, eu tenho percebido isso, porque eu estou no mercado de educação, há pelo menos 13, 12 anos, eu acho, diretamente, profissionalmente falando assim, né? Então, cara, as empresas começaram a verticalizar seus treinamentos, né? E aí, por isso que a gente está muito forte, por exemplo, a ABI que a gente tem, eles têm escolas de multifatura e a gente gerencia e toda a formação de todo o corpo de trabalho da BIC, por exemplo. Então, eles começaram a verticalizar por causa disso. Vou pegar o cara que está preparado no mercado, não está encontrando. Então, vou fazer o seguinte, eu vou pegar o dinheiro aqui do CAPEX, vou deixar aqui, destinar aqui para que treinamento e capacitação forte e vou elevar esse cara. E os resultados vêm. Então, as empresas já começaram a fazer isso por conta disso, exatamente. Está osso, como pessoal de erruizão.

12:39O plástico responde por 8,13% do Polo Industrial de Manaus

[12:39]e aí tem um número que ninguém conhece né o termo plástico responde 8,13% do faturamento do pin mais de 2,5 bilhões por que ninguém fora da homazônia conhece esse número pois é ruim cara você falou um outro ponto que é super importante bacana da gente trazer isso aqui o nosso subcedor de termo plásticos ele é o quarto maior subcedor do polo industrial de Manaus e e olha que a gente está competindo com duas rodas, que é gigante, a gente tem a motor Honda, só a motor Honda aqui emprega praticamente todo em termos de números, né, tem quase 10 mil colaboradores, é uma cidade do motor Honda.

[13:21]Assim, no número macro, assim, serve mais ou menos quantos colaboradores dentro do mundo do plástico e na Amazonas? Eu te passo a esse dado agora, 14 mil, 14 mil colaboradores. 14 mil famílias, né? 14 mil famílias. Exatamente. E tem empresas regionais aqui que já estão também saindo, indo para Paraíba, indo para São Paulo também, expandindo, já saindo. Empresas nativas do segmento de plástico aqui, indo para outras regiões. Mas é um segmento fantástico. E aqui a gente tem um fato interessante, que como a gente tem um polo industrial, diferente dos outros cantos do Brasil, A gente tem as indústrias uma do lado da outra, né? E aí eu te trago um dado super legal. Aqui as empresas, elas, mesmo segmentos de plásticos, pela distância, às vezes pela dificuldade logística, olha que interessante, às vezes uma tem um equipamento, elas são concorrentes no mercado, uma tem um equipamento aqui, a outra tem um problema, elas entram em contato, elas se ajudam, porque o mercado daqui, aí tava faltou um pouquinho de resina daqui, não, eu tenho, cara, depois você me paga lá na frente, cara, é muito bacana isso, mas por que?

[14:28]porque é uma questão de interesse do mercado, cara, assim, ninguém quer que uma empresa feche, sabe, mesmo sendo concorrente, o cara tá lutando pelo seu mercado ali, então esse respeito que existe aqui, eu acho que é um ponto muito bacana. É muito legal, eu conheço o Manaus, já viajei muito pra ir, adoro esse lugar, foi fantástico, tem o meu amigo aí, o Márcio Reze, doutor garaná, puta, cara legal, tá com a gente sem puta aí, é demais, cara. E aí eu pergunto pra você, 4.0 ou 1.0 pintado de azul? Quem entra numa fábrica, quem entra numa fábrica do PIN hoje vê de verdade, 4.0 ou 1.0 pintado de azul, o que mais tem aí? Cara, olha, vou te falar uma coisa, Rui, é, tem muito 1.0 pintado de azul, mas tem algumas que têm mais maturidade, na 4.0, que conseguiu se destacar mais. Mas a gente sabe que algumas coisas ainda são complicadas na mais no segmento de plásticos aqui, né? Então, Rui, a maturidade para 4.0 ainda, a gente ainda tem muito muito chão ainda aqui, tá? Muito chão, muito chão. Conta aí uma história pra gente aí, sem citar nome, sem falar nada, o erro mais comum dos gigantes da indústria que cometem no chão de e aí sabe aquele zerrinho que você olha, você bate o olho, você vai, puta, o cara tá fazendo, né, meu?

15:57Contaminação de resina e a cultura do 5S na fábrica

[15:57]Cara, primeiro, eu desperdício, cara, Rui, tem uma história que é legal o seguinte, eu quando fui para Estados Unidos, eu fui para uma fábrica lá chamada Zaharra e casei, né, um grupo grande que tem lá nos Estados Unidos. E aí eu cheguei, era novo, cheguei lá com sede, né, falei, cara, vou sugar tudo que eu posso de informação aqui para aprender e tal. A primeira coisa que eu perguntei para o cara foi o seguinte, qual é o maior problema, e o problema número um que vocês tem aqui, aí o cara me respondeu. Contamination. Eu falei, putz, aqui também, bicho? Então, assim, eu falei, pô, sacanagem lá, né, de longe, para o cara dizer que é mesmo, mesmo problema. E aí, eu fui vendo que é uma dor real, né, muita gente sofre com a questão da contaminação, e cara, resina, a gente sabe que é o crítico para o negócio, porque responde por boa parte do custo de produção. E muitas vezes, Rui, sabe o que acontece? É falta de qualificação, entendeu? O cara está e está alimentando a máquina, mas assim, alimentador de máquina, fiz um A e um B, treinei o cara e joguei o cara já para alimentar a máquina. E olha que louco, porque eu estou dando para o cara o custo absurdo, imagina, o cara misturar um silão daquele, um silo grande, aqui ele misturou com, bom, um PP e PE, aí vou rodar na produção. Já era, né? Então assim, isso acontece muito, então eu vejo muito, muita questão nesse sentido, tá? E outra que eu vejo é a parada de gente necessária, que é pedra de produtividade, também por falta de conhecimento. Tudo, cara, acaba batendo o que eu vejo na falta de conhecimento. E também, Rui, eu bato muito na questão do Lima no Factory, né? Tem muita empresa que ainda não entendeu que o linha é essencial, cara. O linha é essencial. E eu já fui em vários clientes conversando e falo, não, mas agora, não, a gente sabe, mas depois, a gente vê isso depois. A linha é bom pra caramba. Cara, a base do tionado pelo seu negócio sem ser o limpo. Eu vou te falar aqui na minha indústria de máquina, eu estou colocando primeiro o ISO, né. Eu estou quase enlouquecendo, porque você é fábrica de máquina, cara, normalmente o chão, ele não é aquele chão limpo, é limpo, mas não é limpo. E agora nós estamos virando a chave pra fábrica limpa. Você deve saber o que é essa virada de chave, né? Eu estou quase enlouquecendo, né? Se o cara me veja passa um pano no chão, porque o negócio por que? Nós vamos fabricar máquina ambiente limpo, vai ser um negócio muito legal, massa, não isso é isso é legal cara, isso é legal Rui, eu digo, eu sempre digo nos treinamentos, eu digo, não se acostumem, fábrica de plástico ela não tem que ser suja não, tem grão no chão, sabe, a máquina tem cara limpa, pega, eu falo com todos os operadores também, eu falo com o pessoal quando eu vou dar consultoria também, eu falo cara, pegava a sua hora cara, não custa nada não, junto aqui, entendeu, separe esse material, né, vai pra lavagem, depois reaproveita, mas assim, não se acostumar, costuma com a ideia de fábrica suja. Não é porque é de plástico grão, tem que estar no chão. Você é dinheiro também, né?

[18:53]E no teu mercado de... você atua bem dentro da injeção, bastante, né? A gente tem um amigo, que é o Marcel da Visura, que faz os gravimétricos. Esses gravimétricos, eles ajudam muito vocês, né? e muito, cara, muito, muito, tanto na injeção quanto na extrusão, né, é super importante a gente falando dessa questão aí da contaminação, da alimentação de máquina, né, eu vim de uma fábrica, Rui, que eu tinha duas situações, eu tinha a fábrica, a máquina que eu trabalhava lá, que era do laboratório, que era uma Kraus, porra, perfeita, dupla rousca, sabe, com e para a Bender também, um negócio... tipo, veio um negócio montadinho. Já outra realidade é o seguinte, eu tinha que ficar fazendo misturas, né? Aquelas misturas, uma da por operador pra jogar no, no, no, no, no range, ou logo, o celular do tipo range para poder fazer, então assim, era carregar resinha, né? Rapaz, era cansativo demais. Então assim, eu conheço essa realidade lua e quanto que um gravimétrico te ajuda, né? Na segurança da, da dosagem, quanto que na, na questão dos visores são muito bons, na verdade, né? Eu tenho tido, o pessoal tem falado bem.

[20:02]sim, pelo que eu tenho rodado, né? Quem usa, quem usa, né? Tem me dado feedbacks positivos. Marcelo é um grande amigo nosso aqui, é grande parceiro, ele tá lá na ABIMAQ com a gente também, cara sensacional. Eu falo aqui, eu não ganho nada pra falar de ninguém, é que são os amigos que a gente vai fazendo ao longo da nossa jornada, como você, a gente se conheceu, um negócio, a gente se bateu rápido, né cara, foi um negócio legal, te deu bem, foi. Fui muito feliz de estar fazendo a primeira live com você, foi fantástico, cara. Aí o segredo que o Sui e o Sudeste não copiaram ainda, inverte a moeda, qual segredo de operação existe no PIN que o test, ainda não copiaram. Rui, eu vou dizer bem, bem, bem preciso. Eu acho que tá bem equivalente, tá? Eu acho que não tem segredo ou despontamento. Eu acho que a gente tem um problema logístico aqui, né? Os custos operacionais, assim, logísticos são mais complicados. E aí até a gente conversa de, de com relação à logística reversa, né? É um pouco mais complicado aqui, porque se manda pro interior, já é difícil pra ir, pra voltar. Já é muito mais e, então, quando a gente fala de aproveitar essa embalagem, PCR, enfim, para fazer um PCR, é um pouco mais complicado, mas, Rui, eu acho que a gente está bem equiparado, sabe? Eu vejo que a questão da mão de obra sempre tem a particularidade dela que a gente sabe e as dores, mas em termos de tecnologia no chão de fábrica, eu acho que, eu estive na Bahia até recente, estava visitando uma outra fábrica, um segmento de extrusão, então, assim, eu já estive também em São Paulo, cara, eu acho que a gente está bem tem equiparado, em termos de tecnologia, em termos de xão de fábrica, de processamento, acho que a gente tem um nível bom nesse sentido. Então, eu acho que a grande diferença e que muita gente tem feito à conta é que os benefícios fiscais aqui da região, que muita gente debate, que é ruim, que é não só que, e é bom pra todo mundo no final das contas, acaba ajudando muitas empresas a manter sua operação, ainda mais quando a gente e alguns empates, mas isso é uma discussão que eu não vou entrar, porque tem duas frentes, sabe, muita gente tem um lado A e um lado B e eu não sou tributarista para estar falando disso, mas eu vejo que é que a gente está preparado. A polêmica disso aí, a polêmica de você acabou de falar, porque eu sei que você aguenta. Na sua visão, o subsídio fiscal do PIN cria uma certa preguiça de inovar? Não, pelo contrário, Rui, pelo contrário, aqui tem muito incentivo, tem ecentivo para inovação. Inclusive, tem fundos, as empresas, inclusive, tem uma parte do...

[22:53]Porque assim, o governo do Estado fala assim, eu vou abrir mão aqui para você instalar a sua fábrica aqui, mas eu também vou querer que você aporte um recurso no fundo. E nesse fundo tem o fundo de tecnologia. então qualquer empresa que estiver instalada aqui, quisesse associar o Instituto, né, ou alguma, perdão, MCT, o Instituto de Ciência e Tecnologia, e fazer um processo de PDI, aí essa máquina lógica não vai usar pra produção, e não pode, mas pra desenvolvimento, pra desenvolver testes, sabe, inclusive usando insumos amazônicos, pode, também, tem sentido.

[23:40]para isso. Então, eu particularmente tenho um desejo de trabalhar com bioativos amazônicos para fazer bioaditivos para bioplásticos. Isso eu tenho vontade de fazer. Eu até que falei com o Dr. Guaraná e falei, bora trabalhar nisso, a mente dele já explodiu. Cara, conecta com o Sidnei da Terpol, o Sidnei é um baita cientista. Cara, vamos fazer essa ponte, certamente isso vai dar muito certo.

[24:02]O que eles estão fazendo com o Terpol, você não tem noção, tudo louco, cês. você me apresentou ele lá na feira do Pláforo Brasil, o cara foi fantástico, muito bom, mas agora eles estão mais louco ainda, eles estão com um laboratório lá que eu vou falar um negócio, pô cara, essa ponte vai ser super boa, vamos fazer essa triangulação assim, vai ser ótimo Rui, a gente voltando pra escassez, três causas pra escassez de mão de obra, uma é a evolução tecnológica acelerada, a outra é a formação inicial defasada e qual é a terceira, porque você fala muito das três e forma de escassez, né? É, a gente, pegando esse gancho que você falou, né, a falta de uma qualificação, o plano de qualificação, assim, eu acho que o plano de governo, digamos assim, né, eu acho que peca muito isso, né, então, por exemplo, você falou, vamos falar da região, né, vou trazer indústrias pra cá, mas como é que fica essa qualificação, né, pega e te vira, né, monta a sua fábrica aí, eu não te dou subsídio, ele não te dou a mão de obra que você precisa.

[25:01]então o primeiro ponto eu acho que é isso e aí a gente entra como o primeiro player o avanço tecnológico de fato é um gap né cada vez mais as máquinas eu digo que as máquinas daqui a pouco elas vão chegar no nível eu já falava isso antes né Rui vai chegar num ponto que ela vai perguntar assim oi qual é o seu nível operacional aí tem uma escala lá o cara fala assim meu nível é zero é máquina vamos fazer o set up inicial então aí o primeiro set up a máquina vai treinar daqui a pouco vou chegar nesse ponto que a operação vai ser treinado e nada, igual a gente está até o celular, não vem mais de comandoado.

[25:35]Você fala em três causas de escasseis de mão de obra, você sempre fala que a evolução tecnológica acelerada, a formação inicial defasada e qual é a terceira? Perfeito, Rui. Então, vamos falar desse ponto aí, vamos escalar essa questão porque ela é importante. O primeiro ponto é de fato a escasseis de mão de obra e o que a gente está falando da região, o auxílio do governo seria super bacana se tivesse uma formação direcionada. Você vai colocar sua fábrica aqui, você tem um projeto aprovado e eu vou fazer então a pré-preparação dessa mão de obra. Mas isso não acontece. É o país do futuro, a gente sabe que o país do primeiro mundo talvez isso aconteça, mas a nossa realidade ainda não acontece.

[26:18]Acho que também não que eles estão com problema também. É, aí chamam a gente depois para ajudar nesse questão. Mas enfim, o segundo ponto O que você falou exato, que é a questão da evolução tecnológica, que é super importante, eu acho que daqui a pouco a máquina vai começar a conversar com os operadores, perguntando, qual é a sua nível operacional?

[26:36]Aí o cara vai lá, meu nível é zero, aí a máquina vai estar sozinha, os steps ali, ensinando o cara a fazer a primeira preparação, ou seja, acho que a máquina já vai treinar a pessoa para a operação, eu acho que isso é um passo legal, e porque a gente SELULAR, você não lê mais manual, você vai fazendo operação nesse ponto. Algumas máquinas vão ver com o manual dentro. E o cara aprende rápido de mexer no celular.

[27:02]O cara aprende rápido. E a terceira, Rui, que eu digo, é a questão do investimento de fato também na qualificação profissional. Não sei se é essa que tu pegou o gancho da e a última vez que eu falo, mas se não for, tá tranquilo. É questão das empresas e das pessoas entenderem que o investimento em treinamento, de fato, é investimento. Não é custo, tá? Então, isso traz um retorno absurdo. Eu vou te dar um exemplo muito bacana, tá? Que isi nosso, eu gosto de falar isso porque é real. Eu vim da fábrica, cara. Então, assim, minha realidade é fábrica, é resolver problema. Então, eu não treino por treinar, né? Então, o que que a gente e a gente fez um diretor maluco, o atua assim, gente boa pra caramba parceiro meu, ele falou assim, eu tô tem uma proposta, falei, oh meu Deus, eu quero fazer um treinamento aqui, treinamento de Rafa, nunca eu tinha feito treinamento de Rafa, aí eu falei, cara, Rodrigo, eu não, não trago, eu conheço extrusão, pô, mas nunca trabalhei com Rafa, só se tu me der, duas semanas eu vou fazer uma engenharia reversa do teu processo, me dar os manuais de máquina, eu vou acompanhar duas semanas aqui no teu processo, direto, vou vir de manhã, ficar só o dia aqui, vou dar uma analisada e aí a gente Rui, a gente segue, top, o desafio é top, beleza, ganho e ganho, fui lá, fiquei duas semanas na fábrica do cara, aí finalizei, dei o treinamento, montei o treinamento de RAF e tal, problema, tal, o que ajuste, porque que eu te falei, mas apertar a botão, todo mundo sabe, né, porque que ajusta, né, aí entra engenharia, fui lá, cara, pá, pá, pá, pô, dei o treinamento, Rui, sem brincadeira, eles tinham os indicadores lá, aí tinha parada, problema, né, tal, não conformidade, depois do treinamento, Rui Katsuno mostrou dia 15 de antes, zero na conformidade, só teve um dia que deu problema porque o pp entrou molhada, aí não dá, né, aí realmente não tem, não é cristão, não é para resolver, que a resina está lá do lado de fora e tal, enfim, mas, zero na conformidade, a produtividade da Fabi comentou em 20%. O Rodrigo me chamou depois que o diretor da Fabi me chamou lá e falou assim, bicho olha isso aqui, olha aí, tá, isso que, pô, deu certo, feliz da vida, né, e eu fiquei muito feliz também, porque esses dados às vezes não chegam para a gente, o dado chega quando não tá legal, o cara liga para, né? Então a gente já sabe, o cara ficou calado, significa que tá bom, né? Então é isso, eu acho que o investimento é importante, o cara separar o budget dele ali mesmo para ter um investimento e treinamento e entender que aquilo é importante, ainda mais na nossa área cara, segmento de plásticos, né? Do reciclador até o cara que faz a matéria-prima, é super importante, né?

[29:45]é super importante ter isso. Todo mundo sai ganhando, né? Todo mundo sai ganhando. Ou Rui, te contar uma história engraçada? Rápido. Manda, manda, ouve. Eu cheguei numa fábrica, os caras me chamaram lá, um cara que tinha feito o treinamento comigo e foi virogênico dessa fábrica e me chamou lá. A fábrica tinha acabado de abrir. Aí eu entrando com o carro, cara, era uma fábrica de flexíveis, né?

[30:09]e eu cheguei, na hora que eu cheguei, cara, a quantidade de aparato tava fazendo uma volta assim na fábrica. Eu olhei aquilo e falei que, pô, tá, desculpa, labrando, né, falei, cara, pô, né, e não dá, né, aí eu peguei e dei a volta e já tava assim, né, aí fui lá conversar e conversando com o dono, aí o cara falou, e aí, como é que foi? Eu falei, a gente montou a fábrica e aí, já treinaram o pessoal antes de iniciar o processo, como é que tá? Não, cara, não, aqui os caras estão aqui rodando, tá, a gente tá passando um pouquinho, mas já melhorou muita coisa. E eu falei, como é que eles e colocar o cara para rodar, os caras não tem experiência, instrução, simplesmente, um ou outro ali que tem mais experiência, instruzou mais experiência, aquela história que a gente já conhece, né? Um passa para o outro, passa errado, e vai seguir errado.

[30:50]O cara tá passando com a façona do corredor, vem aqui, olha a máquina aqui. Exatamente, assim mesmo. E aí eu falei, cara, e a quantidade de aparas ali fora. Não, mas a gente já foi muito maior, olha a visão do cara, já foi muito maior. Eu falei, não, cara, nem pra ter essa quantidade de aparas, entendeu? Tudo bem que você no startup da fábrica, ter. É normal, né, Rui? Você tá ali ajustando a máquina, você tá setando, você tá sentindo, pegando feeling da máquina, né? E da resina, testando formulação, pô, normal. Mas, pô, aquela quantidade de volta ali coberta, eu falei, quanto o cara não gastou na curva de aprendizagem podendo ter economizado uma grana nisso, cara?

[31:26]É antes, né? Esse pensamento é muito comum. É pior que é aqui, a gente vê um monte de fábrica começando assim também, tem e um monte. O cara começa a fazer extrusão de PET, cara, você vê toneladas e toneladas jogadas, porque o extrusor do cara não é um cara bacana, não entende muito bem. A gente tem que acabar com aquele limito, que eu sempre digo, é que o pessoal diz assim, não, mas operação só operar é importante, cara, isso muda a mental. Não é mais extrusão, porque eu digo que é um processo range-on, você tem que estar ali, né? Eu detesto, por exemplo, eu sempre falo isso nas empresas, falo, cara, engenheiro que vai ficar Rui, Rui, Rui, Rui, Rui e muito técnico é fundamental, você precisa ter a teoria aplicada prática, se você não tiver isso você não evolui, você vai apanhar muito e plástico dói, Rui, quando muda a resina, meu irmão, como dói?

32:44Reciclagem e o desafio da logística reversa na Amazônia

[32:44]A questão aí, como é que é o polo industrial de Manaus em relação ao material reciclado, utiliza bastante material reciclado aí, tem uma economia circular forte aí? sim, vamos lá, vamos por partes, tem muito a evoluir, tá? Nós temos os recicladores, nós temos as cooperativas, tá? Tem algumas empresas que trabalham com o pós-industrial, mas o pós-consumo é um problema ainda. Primeiro que eu vou te falar, que você sabe do decreto do ano passado e tudo, que deixa você mais que ninguém ou especialista nisso, eu digo para todo mundo. Traz a responsabilidade para o transformador, só que a gente tem um problema.

[33:31]A nossa logística aqui é complicadíssima. A logística reversa é muito complicado, Rui. A gente tem o centro que é o polo industrial de Manaus, mas eu tenho, o estado do Amazonas é do tamanho da Europa praticamente. Então você tem ali um, não tem estrada, não tem ferrovia, é tudo e o Marcos Marcos falou pra mim que ele vai pra Moés lá buscar guaraná, é não sei quantos dias de barco, né? Exato, imagina tu mandar um produto, olha só, o custo de você mandar um produto pra lá, certo? Beleza, mandou embalagem, mandou tudo pra lá. E o custo de você mandar isso de volta. A logística reversa é caríssima, é absurdo conta distância Rui. Então, são um dos fatores que eu vejo aqui muito complicados da gente fazê-los reversa. Municipalmente, cara, a gente tinha ali até o município, deu uma força, né, aí depois descobriram que é tudo pro pro aterro sanitário depois que era só maquiagem, é uma história, né, então assim, isso nos outros no sim, eu digo uma coisa, Rui, é minha visão, eu não sei se é a mesma da sua, eu acredito que sim, eu acho que jogar tudo na responsabilidade, na costa do transformador é complicado, porque o empresário já tem o custo de contratar, já tem o custo ambiental de glóxido, naturalmente ele tem que seguir, e ainda ter que lidar com esse resíduo daí da volta, eu estou dizendo que não tem que fazer, que eu eximindo da responsabilidade 100%, mas cara, o PodPlástico precisa ajudar se não fica impossível, e aí a gente vai buscar outras alternativas, é e melhor, produzir lá no Paraguá em outros lugares do que ficar aqui, né? Agora a gente vai dar um, se conhece o Instituto, óbvio, você veio, visitou, você entende o que é, a gente já tinha que estar com um ciclo funcionando aí na Cufa, mas infelizmente o projeto que nós fizemos com a Cufa não deu certo, porque a Cufa acabou rejeitando o equipamento, não sei por falta de estrutura, para... nós não entendemos muito bem, mas o equipamento está pronto no chão para ir para a cúfa tem um ano. E agora nós estamos arrumando um parceiro aí que faz cursos, treinamentos também, para a gente levar esse circuito de economia circular para aí. E eu acho que, cara, isso é um caminho para ir para uma cidade como... eu vou falar o nome que vocês têm, trouxentos nomes aí, mas eu vou falar mal-esque, é longe pra caramba, você colocar um circuito lá, você deixa de jogar as onde não deve, ou deixa de enterrar, porque eu acredito que o município desse tamanho pequeno também não deve nem ter aterro sanitário, deve ser lixão. Então se a gente começar a dar destino às prefeituras, começarem a terem interesse em fazer reciclagem, porque é muito barato reciclar plástico, né cara, eu brinco muito, eu falo assim, você pega uma máquina de plástico, põe na tomada, está funcionando, portanto, você vai mexer com papel, você precisa de água, precisa de lenha, tímico, você vai mexer com outros materiais, o único material que você liga uma máquina na tomada e tira produto é plástico, né, então o instituto eu tenho um desejo enorme, cara, que o instituto entre Manaus com tudo e vai pra dentro dos interiores, porque vai resolver muito problema de logística reversa, o próprio e o cara da BIC, por exemplo, que precisa fazer a logística reversa, ele pode colocar uma numa cidade, o outro cara da Valgrup pode colocar em outra cidade, e isso fazer economia circular. Nós fizemos a transformação de um paut, é que o...

[37:13]Sou a volta comigo para isso, viu? Se você precisar disso aí, Não, nós vamos colocar, nós vamos subir o instituto, tem que ir para Manaus, porque a gente quer ir para Manaus, a gente quer ir para Belém, que é o lugar que a A gente sabe que precisa mesmo entender um pouco melhor, porque aqui no Sudeste a gente tem um pouco mais de facilidade de acesso, né, que não estava discutindo essa noite passada aí com um ambientalista que entrou lá metendo o palno plástico, caramba, né, é aquele cara que olha, eu deixo isso aqui na mesa, cara, que eu acho um barato isso aqui que eu fiz, ó, isso aqui é o jeito que o ambientalista vê a sacolinha, o canudo, e eu tenho aqui também GARRAFINHA, é com braço, perna, olho, que eles vão correndo pro rio e se joga lá, né, o agente humano tá fora da parada, né, então é o plástico que é o culpado, é o plástico, o plástico nunca foi culpado de nada, se você vê os benefícios que ele trouxe, eu vou ficar falando até amanhã de benefícios, e ainda só para o assunto podia ser o seguinte, e essas pessoas não enxergam, porque eles tem um enfoque completamente limitado, e não é o que a gente vive, né? A gente vive de produção, de reciclagem, de criação, de equipamento, de novos polímeros, de soluções, vamos falar assim, né? E eu te fiz a pergunta do reciclado exatamente por conta disso, né? Então existe um mercado pungente aí de reciclagem Manaus, bem forte, vocês trabalham com economia circular aí e eu queria que você deixasse uma reciclagem, para o cara que olha para você e fala, reciclagem não vale nada, reciclagem não existe, eu queria que você falasse um pouquinho do seu conhecimento para esse idiota, não tinha como não falar idiota. Eu sugiraria para ele pegar um ticket e ir para a Marte, acho que seria o melhor caminho, né, ficar sozinho lá, né, vai para longe, porque, cara, é absurdo, né, e assim, o plástico é reciclável, tem a questão da propriedade mecânica, o aditivo e o métil palpo, mistura material do tal, tem coisa mais sustentável do que isso, de você produz uma vez e extrai a matéria-prima e fica reutilizando, eu não conheço outro material que a gente consiga fazer isso, então dentro dos que a gente conhece industrialmente, então assim, o cabeça de geló que a gente chama, que é o cara que pensa que isso não vale a pena, está completamente fora da realidade, e agora é questão cultural, a gente precisa de fato trabalhar exatamente isso, o trabalho que você faz no Instituto Soul do Plástico, que é isso cara, de levar consciência, desde os jovens ali, já levar essa consciência né, o plástico ele não é mal, ele é bom, né, então eu gosto muito da tua pegada, gosto muito do instituto, sou fã do instituto de fato realmente, eu preciso ficar rasgando ceda pra você porque a gente é muito direto com o outro, mas é verdade cara, eu acho que o futuro tá aí mesmo, né, e esse cara e o cabelo de geló, mas não vai dar pra marcha, vai falar pela manza que a gente tá um jeito, né, porque não faz sentido nenhum.

40:42A ilusão da máquina nova e o papel da IA na indústria

[40:42]Aí fala pra mim, vamos voltar pro teu tema aí, que esse tema de reciclagem, eu gosto muito, e se deixar a gente só fala dele. A ilusão da máquina nova, cara, tem dono de fábrica achando que vai comprar uma máquina nova com IA e resolveu todos os problemas da vida dele, né, ele vai por ela com IA no chão lá e pau na máquina. o que ele está deixando passar? O principal, que é o cara que vai fazer o negócio de fato funcionar e já não resolve tudo, não adianta, ele pode ter uma máquina que traga ali os caminhos e soluções, mas o tomador de decisão ainda continua sendo ser humano. Tu sabe, a Whitman, a Butterfield, lá você conhece, eu tive com o Michael Whitman na segunda edição da e aí ele estava discutindo aquele roadmap da indústria 4.0 com o pessoal da VDI e tal, e aí eu perguntei para ele, sr. Michael, na tua visão, eu trabalho com treinamento, qualificação, a indústria 4.0 aí, qual o impacto você acha que vai ter na sua mão de obra? Eu falei, cara, a gente não quer um cara que só plug e desplug e cabo, a gente quer alguém que tenha know-how, que tenha entendimento e que vai lá trabalhar na máquina e fazer alguma coisa, a gente não quer AIA já vai trazer boa parte dessa inteligência, mas a tomada de decisão final vai ser o regulador que tá ali, o cara que tá ali, entendeu? Então isso não resolve tudo, né? E todas as árvores, no atendimento, entendeu? Não adianta, não é perfeito, pode ser que um dia melhore bastante, mas quando a gente fala de processo produtivo eu duvido muito que a IA vai substituir um bom regulador, um bom operador com uma boa qualificação ali, com um bom conhecimento.

[42:23]eu vejo mesmo na termoformagem, o operador é insubstituível, porque agora você vem com um filme que ele tem diferença de espessura, você vem com um filme que ele cristaliza mais rápido, você vem com um filme com umidade, você vem com um filme, cara, o operador ele é indispensável, é o tato, né, esse tato aí, ah cara, pode ser que daqui a muitos anos tenha, mas é muito difícil, né, é muito difícil.

[42:51]Rui, é muito frio né, mesmo que você coloca sensores, câmeras e tudo, é frio, esse frio é super importante né, esse contato com o plástico ele é... Às vezes a peça é bonita e ela tá bonita e a leu que tá bonita e ela quebra na saída né, porque o material tava sei lá tava sem borracha, tava sem plasticante alguma coisa assim né, aí cara assim o futuro do o Plástico no Brasil é o que? Maior desperdício que você vê em chão de fábrica, o conselho que você daria pro Hilton de 24 anos, tecnologia que vai mudar o setor de 2030, Manaus é o futuro ou o passado da indústria brasileira? Uau, o estúbio botou agora uma responsabilidade absurda, né Rui? Fazer a previsão, olhar pro passado e dizer se é o futuro, ou acho e aqui assim, pra gente apontar o futuro não do Brasil, eu acredito que passa pelas políticas públicas nacionais, sabe, de incentivo à indústria, eu acho que acima de tudo é isso, e eu acho que o futuro do plástico, ele passa também pelo PodPlástico, pelo incentivo, sabe, pela discussão técnica, eu acho que por esse caminho, eu, aqui a gente passou por algo parecido, né, só pra encerrar que, pra ser bem breve, quando a prefeitura na época proibiu as sacolinhas de supermercado, proibiu, simplesmente do nada, um dia pra noite, proibiu.

[44:18]Aí eu falei assim, tá bom, acabou o plástico, então, resolveu o problema, acabou o plástico, não tem mais sacolinhas de supermercado, acabou o problema. Aí o que acontece? Sacolinhas de lixo, sobe o preço, sobe o preço, porque o pessoal vai usar pra jogar o lixo. Resolver, não resolver as pessoas pararem de usar o plástico, não parar de usar o plástico, mas precisa ter uma consciência, e eu vou te falar mais uma do Poder Público.

[44:42]por exemplo, fizeram um evento aqui em Manaus com incentivo à economia circular, que era incentivando as pessoas a levar a garrafa PET para o evento para abaixar o valor do ingresso, eu falei cara, só incentivo, não sumo, e então é só para você ter uma ideia, né, onde a ideia ideal o certo seria, olha, vou comprar uma garrafa de água, vou voltar com essa garrafa de água lá na onde eu comprei, na barraquinha, e vou ter um desconto nessa próxima água, é o pensamento, sabe, ou então eu vou ganhar 2 centavos, 5 centavos, um crédito, NÃO Sabe o que é que, eu vi um negócio, tem uma empresa aqui em São Paulo que faz grandes eventos, chama Ciclo, eu entrevistei o Vicenzo, saiu ontem o podcast dele, cara, sensacional, sabe o que eles fazem em eventos que eles querem realmente ter economia circular?

[45:28]Você entra, compra o teu copo por 10 reais, beleza, aí a gente dá o copo e o cordão pra você ficar com o teu copo, aí no bar você vai beber, o cara, ou vidro, ou normalmente e um pote-vídeo é lata, o cara abre a lata, despeja a lata no teu copo e você fica com o teu copo, se você quiser, você leva o seu copo pra casa por 10 reais, se você não quiser, você pega o cashback de volta na saída dos 10 reais, fechei, agora tem que ir de casa pra deixar a puta, tá pago, né, e tá valendo ainda o negócio dessa cola aí, do gênio?

[46:05]sim, agora é paga, né, 500 era gratuita e depois foi obrigatulidade de ser paga e tudo mais. Mas não, isso aí é outro motivo, isso aí não é para economizar a bosta nenhuma, mas é outro motivo. É, é um motivo extremamente político, né, entre associações. Mas aqui também acontece, é, aqui também acontece muito isso, o Rui, eu acho que no Brasil, eu acho que se a gente precisa, você é um cara importante, eu acho que você dá voz ao plástico, isso é muito bom.

[46:28]Aos termos formadores, as pessoas, eu sei o cara que dá liga nisso tudo e Rui, pra presidente, né, vamos lá um dia, né. Mas, mas você dá liga nisso e é super importante, cara, e teu papel é fundamental, Rui, porque essa voz precisa chegar nos tomadores de decisão, né, que, infelizmente, não escutem, tecnicamente, num setor que é extremamente técnico e que precisa dessas mentes, essas, nessas vozes aí que você acaba ecoando, aí, levando, né. Foi poético.

46:58Por que banir a sacolinha plástica não resolve o lixo

[46:58]mas foi verdade, foi verdadeiro. Com todo respeito ao administrador público, com todo respeito do mundo, sabe, como é com o coração rasgado, é burro pra caramba o cara que proíbe uma sacola plástica pelo seguinte. A sacola plástica hoje ela representa um problema de sanidade pública, o sistema de, A gente não tem saneamento básico primeiro, tem uma de fazer saneamento básico incrível, ela resolve um problema público que ela coloca o lixinho, o cara amarra o lixinho ali e põe na rua, na sacolinha, ele não vai vazar o resíduo, vai ser transportado para o aterro e tudo mais. Você pode colocar um oxibio nele para ir para o aterro, você tem o oxibio que ele trabalha em aeróbico e hoje você também tem o que trabalha na aeróbico. A diferença aeróbico, é que ele emite o mesmo CH4 que a caixa de papelão emite. Agora, o cara que não dá sacolinha no supermercado, ele dá uma caixa de papelão pra você. Ele quer se livrar daquela caixa de papelão. E aí, o que você leva? A pessoa leva pra casa, vai comprar um salto de lixo? Não, vou pôr o lixo na caixa de papelão. Quando o coletor de resíduo vai pegar e pega, metade do lixo fica no chão, o cara se lasca inteiro pra pegar, joga, a caixa vai para o atento sanitário e vai virar metano. Então, Qual é a diferença de você dar uma sacola plástica com oxibio que gera metano?

[48:30]Nenhuma, ele vai gerar menos metano porque ele é mais leve do que a caixa. Então, eu tinha um ranço do oxibio degradável e eu estou começando a entender o oxibio de outra forma. Porque o oxibio, o material volta para a cadeia de economia circular. Por exemplo, quando você pega e aditiva o material com oxibio degradável e ele vai para a rua. E você trouxe essa sacola de volta, quando ele passa no canhão da máquina de novo, ele morre. Então ele perde o efeito. Se você quiser que ele seja, tem que aditivar de novo. Ou seja, ele volta para a economia circular. Aí vamos falar da sacolinha que se perdeu, que o porcão jogou fora. Aí aquela sacolinha, ela se perdeu, o oxibio vai ter feito nela. Então, eu comecei a enxergar o oxibio de maneira diferente. E aí, eu já comecei a enxergar o compasso.

49:21Oxibiodegradável, compostável e o risco do greenwashing

[49:21]compostável de forma diferente, porque o compostável, quando eu vi a primeira vez, falei, nossa, que coisa maravilhosa! Eu não conhecia, né? Eu fui estudar o compostável. Existe desde 1984, até hoje, não implacou. Por que que não implacou? Porque você precisa de composteira certa, você precisa de valor certo, bactéria certa, você precisa de tudo certo. Aí, se a gente fala que a gente não tem nem saneamento básico, como é que você vai ter composteira industrial em INICIPO DO PAIS. Primeiro, resolvi o saneamento básico, né? E quem que banca as composteiras? Quem que vai fazer a segregação do material para ir para lá? Então, para mim, Rui, opinião específica minha é greenwashing, hoje, por falta de estrutura. Não material, é greenwash por falta de estrutura, né? Esse é o que eu tenho relação a isso aí. Concordo? Concordo Y-liters contigo, concordem. E aí cara, eu queria que você recebeu uma cadeira agora na Conag, né? Em uma frase assim, o que muda no setor do plástico brasileiro com você nessa cadeira? Ah, legal, Conag, a Conag, olha que interessante, eu fui convidado para entrar na Convederação Nacional de Jovens Empresários, né, na parte de indústria, na coordenação de indústria, pela Gabriela, que o pai dela tem uma fábrica na Bahia, que é, tu vai conhecer o camarada que também trabalha com eles, que é SOS, que é o Giscardi, né, Giscardi, meu parceiro, e tá lá na Bahia, que é a Plasquem, a Gabriela, mas enfim, eles têm uma fábrica, ela me convidou, ela do segmento de plástico, então são duas pessoas representando o plástico, e na Federação das Indústrias da Bahia também. Então a gente tá lá, cara, que tende pegada pra gente defender os interesses e levar conhecimento que eu acho que é o mais importante, né, a gente tá fazendo dentro das reuniões, das participações aí.

[51:22]Pô, que legal. Cara, assim, a gente tem papo aqui que vai longe, né, tem muita coisa pra falar, o Plástico é um assunto muito extenso, só tem coisa boa, e puto, eu queria te agradecer muito por a gente. e muito por a gente ser feito esse papo hoje eu tô muito feliz de ter aberto a primeira chamada a distância com você e eu queria que você deixasse um recado pro espectador aí do PodPlástico, pro seu cliente, deixasse suas redes sociais, por favor, como é que o cara te acha? Uma pergunta que eu não fiz também, já responde aí, você vai vir pra feira de joemvilha em agosto? Rui, deixa eu só falar uma coisa pra ti, eu jutei já um milhão de vezes com convite de participar do podcast, comprar uma passagem, e só pra São Paulo sentar contigo e trocar uma ideia, de verdade, eu falei isso pra minha esposa já várias vezes, só que a rotinha e as coisas aqui acabam atrapalindo a gente. Eu vou te agradecer por essa aproximação, você é um cara que eu tenho um extremo carinho, sim, admiração profissional mesmo, acho que a vida liga boas pessoas e eu acredito nisso, e você foi um grande presente nesse último ano, obrigado pela sua amizade, parceria.

[52:33]O Rui, o que quiser conhecer mais no negócio é Inovameta, está no Instagram, rouba Inovameta, tem no Youtube também, e a plataforma de curso Inovameta e Detec, mas se entrando em contato com a gente, a gente passa o link, que é o www.inovameta.edec.com.br, e a gente vai nos outros canais já conversando aí, eu quero muito Rui, eu estou Rui com essa questão da guerra né, do Irã e tudo, isso mudou muito o meu cenário nesse ano, eu acho que de todo mundo um segmento de plástico, e eu como consultor, sabe muito que a gente me chamando, eu abri uma rota com Portugal pra ver se conseguia trazer resina, sabe, reciclada inclusive de lá pra abastecer os parceiros aqui e tão assim, tá muito dependendo desse cenário estabilizar um pouco ainda, acho que as coisas estão começando agora a se dar uma calmada mesmo, sem ninguém aprontar mais nada, e se Deus quiser estaremos juntos aí nas próximas feiras e os próximos eventos em agosto, mas vamos esperar aí pra ver como as coisas ficam fura aqui, né, tão bem agitado.

[53:30]na Interplast a gente vai estar com, eu vou montar o podcast dentro do meu stand, vai estar eu junto com a TalkPlast, ele faz um, eu faço outro, ele faz eu faço outro, vai estar bem dinâmico, vai estar legal, se você for estar convidado pra gente falar que aí ao vivo é legal pra caramba, mas cara, muito, muito obrigado mesmo por ter participado aí do nosso episódio do PodPlástico, e a você que ficou com a gente até agora, meu muito obrigado também, se gostou deixa o seu like, se não gostou deixa o comentário, oitário, fala porque não gostou, se não nos segue, nos siga, ativa o sininho e até o próximo episódio do PodPlástico, agora temos chamadas online também. Um abraço a todos.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.