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TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE RECICLAGEM! (O QUE NÃO TE CONTAM) | Rui Katsuno #reciclagem

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Episódio completo no YouTube: TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE RECICLAGEM! (O QUE NÃO TE CONTAM) | Rui Katsuno #reciclagem

Rui Katsuno mostra a cooperados quais embalagens plásticas viram renda, por que etiquetas e plásticos transparentes misturados geram rejeito e uma solução simples.

Principais insights

  • Rui Katsuno fala diretamente a cooperados e catadores: embalagens plásticas limpas, sem etiqueta e sem sujeira, como as de ovos, têm comprador e viram renda.
  • A etiqueta colada que não sai e a necessidade de muita energia e água para removê-la fazem a embalagem virar rejeito, o problema, para ele, não é o plástico, e sim a etiqueta.
  • Embalagens transparentes de PVC, BOPS, PET e PLA passam muito rápido na esteira de seleção e não dá tempo de separá-las; prensadas juntas, contaminam o fardo, que vai ao aterro.
  • Ele propõe que cada material receba uma cor translúcida diferente, para a separação visual na esteira, e alerta para marcações erradas, como embalagem marcada como PET que é BOPS, ou sem marcação nenhuma, no caso de importadas.

Perguntas frequentes

Que embalagens plásticas viram renda para cooperativas, segundo Rui Katsuno?
As embalagens limpas, sem sujeira nem etiqueta aderida, como a bandeja de ovos exibida no vídeo, têm muitos compradores, e esse material faz falta na indústria. Rui diz que a prioridade é transformar tudo o que chega à esteira em dinheiro, e se oferece para indicar quem compra, pedindo contato por mensagem.
Por que a etiqueta transforma a embalagem em rejeito?
Porque a etiqueta fica presa à peça e não sai com facilidade: remover exige muita energia e água, então ninguém faz, e o conjunto vai para o rejeito. Rui afirma que a embalagem acaba descartada por causa da etiqueta, e não pelo plástico em si, e questiona por que ela precisa ser tão aderente.
Por que plásticos transparentes misturados contaminam a reciclagem?
PVC, BOPS, PET e PLA transparentes parecem iguais e passam depressa pela esteira, o que impede a separação humana. Prensados juntos, contaminam o fardo, e o conjunto vai para o aterro sanitário. Por isso, segundo Rui, cooperados e recicladores dizem que a embalagem não recicla, quando o problema é a mistura.
Qual é a medida simples que Rui sugere para resolver o problema?
Pintar cada resina em uma cor translúcida diferente, por exemplo o PET cristal e os demais materiais com cores distintas, para que o operador separe visualmente na esteira. Ele também pede que a embalagem seja projetada pensando na volta ao ciclo e que a marcação do tipo de material seja correta e legível.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura: o recado aos cooperados

[0:00]Esse vídeo é pra você que trabalha em cooperativa, que são catadores, que pega esses tipos de materiais, esses materiais viram rejeito, porque vocês não sabem o que fazer com ele e falam que não recicla. Não, a história não é bem assim, então assiste esse vídeo até o final, que eu quero explicar pra vocês como deve ser feito o manuseio pra que isso vire renda, que o intuito é isso virar renda na mão de vocês, não é pra criticar ninguém.

0:25Embalagens limpas, etiquetas e transparentes misturados

[0:25]esse tipo de embalagem, do jeito que está na minha mão, tem um montão de empresa que compra recicla, são embalagens limpas, veja que não tem sujeira nenhuma, não tem etiqueta, não tem nada, aqui esse material tem quem compra, manda no direct aqui que eu vou falar pra vocês quem é, aí nós temos aqui a etiqueta que não recica, esse material está com etiqueta aqui, que até hoje eu não entendi, pra que que coloca uma etiqueta que perpetua na peça, então você coloca aqui ó, e essa etiqueta e saia de jeito nenhum, não tem, não tem quem tira, isso aqui é rejeito, mas não é por conta do plástico, é por conta da etiqueta, como é que vai separar essa etiqueta, gasta muita energia, muita água, então fica enviado para as áreas de reciclagem, agora veja essa aqui, embalagem de ovos, tirou, embalagem talimpa, essa embalagem recicla, ok, isso aqui tem muita gente que compra e precisa desse material, que esse material faz falta, veja essa embalagem aqui também que foi, já foi criada no conceito da reciclagem, da economia circular, olha aqui ó, reciclou, material limpo, agora outro problema que vocês encontram também e que esse problema é o pior deles, todas embalagens transparentes, ok? Então nós temos aqui o PVC, nós temos aqui o BOPS, nós temos aqui o PET e nós temos aqui o PLA, se eu catar tudo isso aqui na estreia de seleção que passa muito rápido e humanamente não dá tempo de reciclar, você não consegue separar, você vai separar o transparente e eu vou preençar todo esse material, contaminou, isso aqui vai para terro sanitário nós temos esse material aqui, que é um bioplástico que colocado aqui nesse meio também vai ser prejudicado, prejudica todo ele se eu misturar esse com esse, esse com esse, esse com esse esse material vai parar em até o sanitário, aí sim os cooperados, os recicladores que estão falando que as embalagens não reciclam e que são descarte, sim, por esse motivo de contaminação.

2:27A medida simples: uma cor para cada material

[2:27]Medida simples para resolver esse problema. Nós pegamos aqui, imagine que isso aqui fosse o PLA, imagine que isso aqui fosse o PVC, imagine que isso aqui fosse o BOPS, e imagine que isso aqui fosse o PET. O que aqui ia acontecer na esteira de seleção? está separado já, cada foi para um lado, separou, medida simples, objetiva, fácil de fazer e remunera o cooperado, remunera o cara que está lá na cadeia, pegando esse monte de material e jogando no lixo, em vez de fazer renda.

3:02Circularidade, marcação errada e embalagens importadas

[3:02]Ele podia fazer renda, claro, simples e fácil. O intuito desse vídeo é falar de circularidade e ajudar você cooperado a fazer renda. Vocês têm que fazer renda, nós estamos trabalhando muito forte para ajudar vocês a melhorar o fluxo de dinheiro do material que entra, o material que entra não pode ser rejeito, ele tem que entrar na economia circular, só que nós temos que fazer por onde, o cara quando pensa idealiza uma embalagem, ele tem que pensar que aquilo vai voltar, ela não tem mais o consumo de economia linear, que é fabricação, consumo e descarte, não há mais o descarte, ele tem que voltar, então nós temos que fazer mecanismos, criar mecanismos de que esse material volte para cadeia e fora, faça renda pra você, que o mais importante é que tudo que você pegue, tudo que você colete, tudo que caia na esteira de seleção, vire dinheiro, então nós estamos trabalhando muito forte em relação a isso, o editor coloca só aqui no vídeo que eu esqueci de falar e é importante, pessoal tem um outro problema, aqui está marcado como PET e não é PET, isso aqui ó, é BOPS pelo barulho a gente sabe, e essa aqui já está marcada certa, então o que que acontece, na seleção mesmo que tiver o numerozinho, que é muito difícil de você enxergar, tá marcado errado porque o cara usou outro material no mesmo molde e aqui é uma embalagem importada, veja, todo mundo fala muito mal das coisas, né?

[4:25]mas isso aqui é uma embalagem importada, ela chegou, cadê todo mundo que faz homologação do produto, ela tá lisa? não tem uma marcação de que tipo de material que é então ninguém vai descobrir o que é pra separar aqui é a mesma coisa, tá marcado como PET e é um polipropileno então sofre muito esse problema na esteira de seleção ou nas pessoas vão fazer separação e você que tem dicas e pode agregar alguma coisa esse conteúdo por favor mande mensagem pra gente que a gente vai atrás a gente grava estamos indo em esteira de seleção, estamos indo em mais lugares entendendo como funciona vocês vão ver muitas publicações nossas agora referente a equipamento de reciclagem também que nós estamos desenvolvendo pra melhorar a vida do cooperado E você que gostou do conteúdo, curte, compartilha e deixa aqui a sua mensagem, e se não gostou, deixa a sua mensagem também, que a gente vai responder a ideia de sempre estar melhorando de um vídeo para o outro. Valeu, obrigado, até o próximo vídeo.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.