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UM BATE PAPO SOBRE MAQUINAS DE CORTE E MERCADO PLÁSTICO | Com Lucas 3MAK

1:04:5052 min de leitura
Episódio completo no YouTube: UM BATE PAPO SOBRE MAQUINAS DE CORTE E MERCADO PLÁSTICO | Com Lucas 3MAK

Lucas Moraes, da 3MAK, conta como a fabricante de prensas de corte migrou do calçado para o plástico e fala de NR12, treinamento e perspectivas do mercado.

Principais insights

  • Lucas Moraes, do Rio Grande do Sul, é o representante comercial da 3MAK, fabricante de prensas hidráulicas de corte criada em 2014 por ex-profissionais de uma indústria de máquinas para calçado; ele entrou na empresa em 2015.
  • O projeto da prensa para plástico nasceu em 2016, a partir de um cliente de Tubarão (SC), e ganhou escala em 2020 com cinco parceiros; a máquina de dois movimentos, com cilindro central, substitui o balancinho de ponte ou de braço, adaptado do couro.
  • A 3MAK atua em plástico, automotivo e eletrodomésticos, com projetos para John Deere e Caterpillar e uma máquina para corte de porta de geladeira, e diz que sua engenharia pensa especificamente em "como cortar melhor o plástico".
  • Na Plástico Brasil 2025, a empresa montou, com MTF, ClearPet e Mecalor, um estande com uma fábrica em funcionamento para mostrar que montar uma operação não exige investimento gigantesco.
  • Segundo Lucas, todo cliente que comprou a primeira máquina comprou a segunda; a barreira inicial é o preço e a cultura do balancinho. A segurança é prioridade: em alguns projetos, a 3MAK instalou quatro barreiras onde a NR12 pedia duas.
  • Para Lucas e Rui, os erros mais comuns do comprador são decidir só por preço, não treinar o operador, descuidar da manutenção e usar facas inadequadas ao material.

Perguntas frequentes

Quem é Lucas Moraes e o que a 3MAK fabrica?
Lucas Moraes é da área comercial da 3MAK, empresa gaúcha de máquinas de corte criada em 2014 por Luiz Carlos e outros dois sócios, que vinham de uma indústria de máquinas para calçado. A 3MAK fabrica prensas hidráulicas e soluções de corte para plástico, automotivo e eletrodomésticos, incluindo máquinas dedicadas e de grande porte.
Qual a diferença entre a prensa da 3MAK e o balancinho tradicional?
Segundo Rui e Lucas, o balancinho de ponte ou de braço foi uma adaptação de máquinas pensadas para o couro. A prensa da 3MAK foi projetada para o plástico: trabalha com dois movimentos, tem cilindro central, economiza o polipropileno da placa de contracepo, exige menos esforço do operador e atende à ergonomia e à NR12.
Como a 3MAK entrou no mercado do plástico?
A empresa fez um piloto em 2016 com um cliente de Tubarão (SC) e, em 2020, reuniu cinco parceiros em Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul para desenvolver versões da máquina. Lucas conheceu o setor de perto na Plástico Brasil de 2021, quando Rui o recebeu, e a parceria com a MTF acelerou a presença da marca.
Por que a NR12 e a segurança são importantes ao comprar uma prensa?
Lucas afirma que a segurança vai além da lei: um operador seguro e com menos esforço rende mais e se acidenta menos. A 3MAK instala mais barreiras do que o mínimo exigido em alguns projetos e entrega a documentação que multinacionais cobram. Ele alerta que compradores iniciantes muitas vezes só descobrem o que é NR12 quando há fiscalização.
Quais são os erros mais comuns na compra de máquinas de corte?
Os dois apontam decidir apenas pelo preço, sem avaliar assistência técnica e peças de reposição, comprar sem treinamento do operador e da equipe de manutenção e dar crédito a informações do concorrente. Rui cita também o uso de facas feitas para papel no corte de PET, que entortam a lâmina.
O que Lucas Moraes pensa do plástico e da reciclagem?
Lucas diz que o plástico "é transformador": dura mais nos alimentos, volta a virar produto e pode ser reciclado. Ele defende que quem critica a reciclagem leve soluções ao debate. Aponta o Instituto Soul do Plástico como exemplo de ação na base e se mostra otimista com o mercado em 2026, apesar dos juros altos para bens de capital.

Capítulos e transcrição

0:00Abertura: Lucas Moraes e a 3MAK

[0:00]e sejam muito bem-vindos a mais um episódio do PodPlástico e hoje eu tô aqui com o Lucas da 3MAK, fabricante de prensas, as vamos falar bastante sobre sobre a jornada do Lucas, sobre tudo que vem acontecendo aí na entrada do mercado do plástico. O Lucas, para quem não sabe, foi o cara que fez eu começar a fazer podcast, ele me encher o saco, nós gravamos o primeiro podcast, ficou ruim caramba, mas agora estamos aqui pra gravar um melhorzinho, um pouco mais evoluído.

[0:31]Lucas, você é presente pro pessoal, por favor. Olá pessoal, me chamo Lucas Moraes, sou do Rio Grande do Sul, da empresa 3MAK. É isso aí, o Lucas é fabricante de prensas, fabrica prensas hidráulicas, essas prensas eram usadas em couro, Lucas, a princípio foi você fez as suas máquinas pra couro, né? a gente vem da região do calçado, né, Rui? Então, segmento de máquinas para calçado e, no passar do tempo, a gente foi evoluindo para outros mercados, né, e a prensa foi uma que surgiu para o mercado do plástico.

1:02Do couro ao plástico: a prensa de dois movimentos

[1:02]É, e entrando no mercado do plástico, ela veio, ela se despontou como uma das melhores, eu digo a melhor prensa que tem no mercado hoje é dele, não é porque ele tá aqui não, é que ela é complemento do nosso equipamento e a prensa do Lucas trabalha com duas posições, ela se torna mais rápida, cilindro central, economiza o polipropileno que vai por cima, que é aquela placa que a gente chama de contracepo. E como é que foi a transição, Lucas, dessa máquina do coro pro plástico? Teve muita alteração, todo mundo vê a máquina pronta, e os caras acham que máquina é máquina. Então, como eu te falei, a gente veio de seguimento plástico de calçado, e em 2020, mais ou menos, a gente migrou de forma mais exponencial pro mercado de plástico. Foi uma máquina especialmente desenvolvida em parceria com um cliente de tubarão, inicialmente, que foi um projeto que nasceu em 2016, na verdade. A gente fez um projeto piloto em cima de uma necessidade dele, que essa é uma especialidade da 3MAK. A gente sempre procura receber o cliente e atender a demanda que esse cliente precisa.

[2:17]E a gente pegou, fez isso com ele lá em 2016, esse projeto ficou arquivado por um bom tempo, ele rodou, ele roda até hoje, na verdade, essa primeira máquina piloto e em 2020, aí sim, mais clientes procuraram a gente e já trouxeram outras necessidades em termos de velocidade, em termos de desempenho, em termos de agilidade que essa máquina precisava pra esse mercado. E aí foi aonde a gente acabou encontrando num momento oportuno no segundo semestre, naquele período pós-pandemia, ainda pandemia, a gente acabou encontrando cinco parceiros, dois em Santa Catarina, um no Paraná, um aqui em São Paulo e um no Rio Grande do Sul. E aí a gente fez máquinas um pouco diferentes pra cada um deles, mas foi os 5 primeiros parceiros e aí foi aonde a gente acabou conhecendo em casualmente um cliente em comum a MTF, onde a MTF entrou, a gente começou a se tornar parceiro, casamos alguns equipamentos e aí a coisa começou a ter um exponenciamento muito maior no mercado.

3:21Plástico Brasil: do primeiro contato à fábrica no estande

[3:21]E aí Lucas, e aí vocês foram para o Plástico Brasil nesse ano aí, é uma feira, a maior feira do setor da América Latina, a quinta maior feira do mundo, o que que veio de lá pra você, que experiência que cê levou? É, na verdade, a minha primeiro contato com a Plástico Brasil foi em 2021, na verdade, se não me fale a memória foi a edição de 2021, que foi a onde ampliou meus horizontes, né? Sejente o mente lá cedeu o espaço da sua estande lá, Ed, só, Lucas, senta aqui. Na verdade, foi a primeira vez que a gente se que a gente se conheceu pessoalmente, porque a gente se falava por telefone e a gente acabou nos conhecendo antes disso, se conhecemos no evento e eu confesso que eu me surpreendi com o tamanho, porque como a gente veio de um outro segmento, a gente não tinha noção do tamanho desse mercado, por isso que eu te falei, a gente realizou aquele evento, aquele projeto em 2016, 2020 aconteceu mais algumas situações que foram os primeiros que eu citei aqui e 2021, quando você me convidou ali para estar na, conhecia sua estante, conhecia sua empresa, conhecia você pessoalmente ali, aí sim eu tive uma dimensão muito, muito, muito ampla do que era o mercado de plástico, né? E voltei para a empresa depois dessa edição e falei pro, pro Luis Carlos lá que não pode estar aqui hoje, né? Queria estar aqui e também não pode estar aqui. Alguém tem que trabalhar? Alguém tem que trabalhar, certo, né? E ele tá fazendo isso.

[5:00]Luiz Carlos, só pra vocês entender, é o diretor da 3MAK lá, né? Então ele queria estar aqui também presente. E eu voltei pra lá e disse pra ele, cara, a gente precisa olhar com mais carinho pra esse mercado. E aí você foi um parceiro, né? Muito importante nessa etapa aí, nos trazendo cada vez mais pra São Paulo, abrindo as portas da tua empresa, pra gente poder entender como esse mercado funciona, compartilhando a tua experiência com a gente desse mercado, nos mostrando um pouco de como funciona, como seria dinâmica e tudo mais, e aí a gente começou a trabalhar nesse mercado, e aí a gente não ficou de fora da edição de 2025, é uma coisa que eu disse que a gente precisa participar da Plástico Brasil 2025, o Luiz Carlos comprou ideia na hora também, vamos lá, trabalhamos parceria para ele estar lá e fizemos uma feira onde MTF foi parceira, teve mais outros parceiros também, fizemos uma estande na plástico Brasil muito, muito, muito, muito bacana, que foi uma fábrica com o seito, quem entrava na estante da 3MAK, e uma fábrica funcionando, teve ali de parceiro a clear pet, a meia calura e a MTF, e isso aí, então toda a pessoa o que chegava na nossa estante, ela olhava isso aqui, uma fábrica de plástico, e isso ali trouxe uma visibilidade muito grande e uma esplanação para os clientes muito grande, porque eles olhavam ali o material da ClearPet, o mecalor funcionando, a MTF atuando, a 3MAK, eles entendiam que aquele projeto ali, eles poderiam montar, era o projeto de uma fábrica, e aí a gente consegui ali passar para esses clientes também a ideia de como isso ia se repercutir, de como isso ia acontecer, porque às vezes as pessoas têm a noção assim, eu preciso montar uma fábrica de plástico, tem que ser algo gigante, tem que ser algo enorme de embalagem e não precisa.

[7:00]Pra começar não. Pra começar não precisa, o investimento não é tão alto e o resultado é muito grande. e isso pra 3MAK foi uma janela enorme, a gente posa feira ali, expandiu demais a nossa marca nesse mercado, a gente já vem trabalhando desde 2021, muita estrada, muito quilômetro rodado, trazendo a nossa ideia, o nosso projeto, a nossa tecnologia, porque as prensas da 3MAK, quando a gente chega num cliente, ele consegue enxergar na forma que a gente pensou esse projeto na forma com esse projeto ver evoluindo desde lá de 2020, 2016, que foi o primeiro, então ela evoluiu muito, porque o cliente ele abre a porta, a gente conversa, a gente escuta, a gente entende o que precisa ser feito, o que que é necessidade e isso foi evoluindo ao longo do tempo, né? E esse projeto ele foi atualizando e hoje o cliente ele quando ele chama a gente que a gente consegue conversar, consegue falar sobre o nosso equipamento, é uma coisa que ele vê o quanto ele vai ter um ganho de qualidade e produtividade, o resultado pra ele vai ser muito importante, sabe? E a Plástico Brasil foi só uma extensão desse, nessa jornada toda que vem, a gente vem trabalhando desde 2020. Legal, você falando dessa jornada aí, já pegando a daí, conta pra gente como é que surgiu a 3MAK? Qual foi a qual foi o estalo, vou abrir a 3MAK?

8:29Como surgiu a 3MAK e onde ela atua

[8:29]trasmac que ela nasceu na ideia do Luís e mais outros dois sócios em 2014. A gente trabalhava numa indústria então de 70 anos de de máquinas para calçado e a ideia inicial era trabalhar na parte de reposição de peças e assistência tecânica para essas máquinas. Então você já tinha um no ral técnico, né? Sim, sim, sim. Principalmente o Luiz Carlos, né? Eu já só era da parte comercial, então não tinha tanto conhecimento tecânico. Hoje já aprimorei bastante, né, através da a vivência do dia a dia, mas na ideia eles eram três pessoas que saíram com essa ideia, e em 2000 e logo após ali, ela já foi um sucesso porque eles conheciam muito bem o mercado e logo após ela já se tornou uma quase uma obrigatoriedade fabricar máquina, o próprio mercado foi exigindo isso da 3MAK naquele momento. Eu ingressei na empresa em 2015 e e aí eu já ingressei com o foco no comercial dessa empresa e logo após eu ingressar ali a gente já começou realmente tendo a necessidade de fabricar máquinas. Comecemos na fabricação de máquinas pra calçada e aí posteriormente a gente vai expandindo porque como a 3MAK ela vem se especializando em soluções de corte, então o nosso mercado é um pouco mais amplo e não fica tão restrito a polos e a mercasa, né? Então a gente atua em vários segmentos, plástico, automotivo, p o automotivo faz o que? O automotivo a gente trabalha na linha de corte, principalmente baseado na solução de corte de óleo, a gente trabalha ali na linha de cortes de isolantes, cortes de materiais como bancos e alguns acabamentos de plástico que o automotivo também tem muito aplicado né, então algumas coisas, quase tudo na verdade, então algumas coisas ali, as nossas máquinas, as nossas soluções de corte fazem esses recortes, fazem esse e aí você acaba fazendo máquina dedicada também, você faz máquina grande, não tem limitação de tamanho, nós fizemos um projeto junto agora para uma empresa grande, fabricante de eletrodomésticos, nós fizemos uma máquina para fabricar porta da geladeira e você fez o corte.

[10:46]rassos que foi um dos primeiros a adquirir nossa máquina. Posso falar o nome? Posso falar o nome? Posso falar o nome? A EXC Plas? A EXC Plas, do Rafael e do Rafa e do seu Odemir. Um abraço pra vocês. Foram um parcerasso, sim, que acreditaram no projeto lá em 2020 e eles são um grande fabricante, um grande cliente da gente, dessa parte de torneiros que você citou. E eles são muito técnicos.

[11:44]muito, muito, muito, muito. Colaboraram muito pro evolução do nosso equipamento, né? Às vezes a gente tem brinco que lá é uma empresa laboratória pra gente também, né? Cada vez ir aprimorando isso, né? E lá foi um desafio, que foi uma máquina que mexeu no projeto inicial, em medidas, impressão, em desenvolvimento de desempenho e a gente foi junto com eles lindas lá, desenvolvendo, escutando, ouvindo e evoluindo esse equipamento. E assim funciona em números projetos, tá? A gente tem como eu tava falando de sua automotiva exige muito isso da gente, né? A gente teve um projeto que a gente fez pra John Deere e pra Caterpillar, que exigiu muito dessa parte de reuniões, sentar, desenvolver, trazer outros parceiros também pra esse negócio, que é a parte de facas, trazer essa gente.

[12:32]E aí quando você entra no mercado desse, o equipamento ele tem que cada vez está a melhor, mais seguro, a questão de segurança é, no mercado do coro eu não vejo essa segurança toda, não, porque eles usam algumas prensas lá que nem NR12 tem, mas quando você entra para o automobilístico, no nosso mercado termoformagem, as impressões são muito mais exigentes.

[12:54]Certeza. A gente agora, o ano passado, fechou um projeto numa grande, não vou falar um nome aqui, mas numa grande fabricante de panelas, talheres e tudo mais. a maior do segmento. Não é MTF. E nem a 3MAK. E lá também já foi um projeto especial para eles, umas particularidades que eles precisavam e a gente foi muito parceiro nisso. Eles se surpreenderam e aí eu vou fazer uma ressalva aqui, conheci eles dentro do teu estande mais uma vez na Interplast do ano de 2020, de 2 ou 24 que a gente se conheceu lá e de lá nasceu com essa grande empresa do segmento que eu destaquei antes e lá foi uma máquina realmente bem particular, bem especial para eles assim, uma coisa que a 3MAK faz isso, que é quase estar dentro da nossa rotina lá, né?

13:52Uma prensa pensada para o plástico

[13:52]É, e você vê o estilo de máquina que vocês fabricam é inovador aqui, não tem ninguém fabricando isso. o máximo que você tinha era o balancinho de ponte ou o balanço de bandeira, essa prensa que trabalha com dois movimentos, ninguém tinha. Eu sempre venho conversando nas oportunidades que eu tenho com os clientes, que o balancinho, tanto de ponte quanto o balancinho de braço, ele é um equipamento que sim produz, é o que melhor atendeu o segmento da cadeia de plástico, a indústria, por muitos anos, funciona até hoje, vai continuar funcionando mas ele não foi uma máquina pensada e projetada pra isso.

[14:30]Não, ele foi pro couro, né? Foi a melhor adaptação que se encontrou naquela oportunidade. E hoje o mercado do plástico, aí vocês têm uma indústria que pensa no plástico, pensa no corte pro plástico, sabe? Então a 3MAK é uma empresa que ela vem pensando. Dia a dia, nossa engenharia lá, ela tá pensando em soluções pra melhorar o processo, oceço, em como melhorar o desempenho, em como trazer mais rentabilidade, em como trazer mais conforto para os operadores, então, tem uma empresa hoje pensando em como cortar melhor o plástico.

[15:05]É que na verdade, quando você veio com a primeira máquina, eu sei aonde está a sua primeira máquina, quando você veio com a primeira máquina, a solução de automação também era tudo muito mais simples, né, que vocês estavam desenvolvendo aquilo ainda, a questão de automação desse equipamento, né? Hoje você tá com uma automação robusta no equipamento, né? Sim, hoje a gente tem um parceiro aí da parte de automação que esse posso falar aqui, né? É uma parceira que a WEG... A gente fez um podcast aqui também.

[15:37]Ah, é verdade. E a gente tem, né, conversado, a WEG tem participado de todos os projetos ois novos que nas dentro da empresa, a equipe dele está lá participando com a gente e tudo mais e isso ajudou muito a melhorar o desempenho, a melhorar a qualidade e a 3MAK por cultura da gente lá. A gente acaba usando muito esses parceiros de primeira prateleira. Se tu olhar hoje, se desmanchar a minha máquina que agora você vai ver que os componentes são tudo de altíssimo nível de primeira linha porque é uma coisa que a gente se preocupa e até porque a gente tá entrando em grandes marcas. Mas falando como fabricante de máquina, cara, quando quebra, enche o saco. Então a gente faz pra não quebrar. Exatamente, a gente já usa essas marcas pra não quebrar e depois que também máquina, máquina sabe disso, acontece, tu tem esse suporte, que eu acho que é uma das coisas assim que te deixa mais tranquilo. É, o cara tem que saber pra onde correr.

[16:35]Exatamente, então os nossos equipamentos eles vêm assim nesse perfil. E aquela relação assim, de comparativo, comparativo com a máquina tua, com o teu estilo de máquina, não tem porque só você fabrica esse tipo de máquina no mercado nacional. Mas, assim, o que que você sente depois que o cara compra a primeira? Ele fica reclamando do preço, porque não sei o que, porque tá muito caro, ou você vê que o cara já entende que aquilo ali substitui alguns funcionários, né? Não, reclamar todo mundo reclama, né?

17:10Preço, cultura do balancinho e a segunda máquina

[17:10]hoje o meu desafio inicial realmente é o preço, é uma barreira muito distante, pra entrar, pra entrar, é uma barreira muito distante, porque hoje ele tá, como a gente tava falando, ele tá familiarizado, ele tá culturalmente trabalhando com o balancinho de braço, o bandeiro que foi a melhor opção que o mercado cresceu, e aí chega 3MAK com essa proposta completamente diferente, e aí eu tenho quebrar uma cultura de pensamento ali, na hora do inicial, que o cliente passa a entender e aí eu falo isso com muita propriedade e com muita segurança porque felizmente todos os clientes que compraram uma máquina da 3MAK já compraram a segunda, já tem que comprar a terceira, já tem que estar comprando a quarta, então isso me credencia a dizer que sim, o fator da 3MAK vir pensando num produto pro segmento de plástico mostra que a gente vem acertando nesse projeto e por isso credencia os clientes comprar mais e não ficar em apenas uma, né? É, você tem toda uma questão, quando você trabalha com bandeira, hoje nós temos normativas bem diferentes do que eram no passado, né? A tua máquina tem ergonometria, né? O cara não tem movimento, o que ele precisa puxar a cabeça do martelo, bater, tem empresa com problema com isso já, então a tua máquina ela vem de encontro a norma vigente de ergonometria também, né?

[18:33]uma coisa que a gente pensa muito na hora de construir qualquer projeto, seja ele já na nossa linha standard ou seja ele de forma especial, a gente sempre se preocupa com o operador, como vai funcionar a operação, porque a gente, tu já foi funcionário, eu já fui funcionário, a gente tá sempre e um operador fazendo menos esforço e estando seguro na operação que ele tá fazendo, a tendência de e motivacional dele de trabalhar, é muito melhor. E isso é, hoje, quando a gente instala uma máquina, né, quando a gente faz uma instalação numa empresa e os operadores, aquele contato inicial ficou meio assustado, que agora chegou algo tecnológico, agora chegou algo inovador, quando eles fazem a primeira, a gente teve aquele exemplo lá na empresa de velas, que a gente fez um, mais uma parceria entre 3MAK e MTF, né, quando a gente instalou oitolá, eram pessoas já na Beatriz, na Beatriz, isso da Velas Domingos, e quando tava aí o Rafa lá que o seu técnico, eu tive junto lá, quando a gente fez a instalação, já eram, os operadores já eram pessoas que estão há muito tempo lá na empresa, sabe, e teve essa época, eles tinham um equipamento desmanual, é exatamente, e teve então esse, aquele primeiro contato assim, meu Deus, agora é algo tecnológico, eram pessoas aí com uma idade um pouco mais, né, e quando eles começaram o funcionamento? Nossa, é só isso, né? É só isso. Eu não quero mais fazer aquilo lá, sabe?

[19:59]Isso acontece muito, entendeu? E não só nessa parte de dos operadores como nos resultados de números na dentro de indicadores, né? Nós tivemos um retorno da Beatriz, ela me ligou pra falar que tava tudo... É difícil um cliente ligar pra falar que tá tudo bem, né? É quando liga, você fala, puto, quebrou a máquina do cara, né? Aí ela ligou, oitura, falou, nossa, está rodando tudo muito bem, está melhor do que eu esperei, e brigado, valeu, o investimento foi ótimo, então, isso a gente gosta muito de escutar, né? É um troço que enche o nosso ego, né? É verdade. É, e é pra isso que a gente trabalha, né, Rui? Tu tem a MTF aí e tu acorda todo dia com esse objetivo, né, de as tuas soluções que tu cria aqui realmente atender a demanda do mercado e a 3MAK não é diferente, a quanto mais a gente cresce, cara, mais chato a gente fica na questão de segurança, né, porque você acaba colocando mais equipamento na rua, você acaba se você não faz um troço seguro dentro da legislação, você pode ter problema, então isso alguns compradores ainda não entenderam, não os de multinacionais, de multinacionais eles exigem que você tenha tudo de documentação do equipamento, mas o o cara que tá começando normalmente, ele vai começar, ele nem entende o que é uma NR12, né, o que que ele precisa, a parte do documento, ele compra uma máquina aí, tá bajada, coloca lá pra funcionar, bate uma fiscalização, liga pra vorada, né.

21:36NR12, ergonomia e segurança do operador

[21:36]É, eu vejo assim que a parte de segurança, essa normativa, os principales da NR12, ela virou lei, né, ela era uma normativa, ela virou lei, acho que 2010, 2011, né. e, culturalmente, o brasileiro, a gente tem... se a placa é sem, a gente anda a 110 e por aí vai, né? E eu vejo, sim, que as pessoas olham primeiro pra lei, né? A gente olha pra lei. Mas estou a olhar pro fator inverso. Começo olhando pro que o teu colaborador. O fator desse teu colaborador nunca se machucar. Já mostra que a lei...

[22:08]e aquela plaquinha do SIPa lá, ela é só subindo rumo, ela é a irmã melhor. Já mostra que, realmente, essa segurança, ela não é só uma lei, só uma exigência do Ministério do Trabalho e tudo mais. Realmente, ela tem um zelo humano ali, né? E o fato de ninguém perder um dedo, de ninguém esmagar uma mão, então... E isso, as nossas máquinas, a gente se preocupa muito na hora de construir, né? A gente se preocupa muito nessa parte de respeitar as normativas que são exigidas, né? E, às vezes, cor de a gente pensar até além, já teve empresas aí que a gente conversando junto se pensou além do que realmente a nossa prensa se qualifica na normativa. Ela precisa ter, vamos dizer, duas barreiras. A gente botou quatro barreiras, porque num bate papo com lá a equipe de segurança se entendeu que opa, quatro barreiras seria muito melhor pra gente aqui. Então, vamos embora nela. Vamos embora nela, entendeu?

[23:01]Bem isso, assim. Então, a segurança acho que é uma coisa que é bem interessante, assim, muito importante para a cadeia da indústria brasileira. E você acha assim no seu ponto de vista andando no mercado pra caramba agora que você tá rodando todo o nosso mercado de plástico, você tá já figurinha carimbada, né? Onde os caras mais erram você ver é o cara comprar o equipamento por preço, é o cara não ter, ele comprar o equipamento e não ter um bom treinamento, às vezes ele oque o equipamento por preço, as vezes ele compra por preço e não tem treinamento, a manutenção, o cara não é orientado a fazer manutenção, ou seja, cai na parte do treinamento de manutenção. O que que cê vê nos concorrentes por aí que o cara joga máquina no chão e fala toco fileteu? Eu vejo sim, eu acho que começa por dois pontos. O preço ele é uma briga minha, ele é uma briga sua, eu sempre digo, eu gostaria de fazer essa o que eu vejo às vezes é a desinformação, do concorrente desleal, o cliente escuta uma coisa e quando ele chega em empresas como MTF, 3MAK, a nossa turma toda aqui e ele tem a oportunidade com a nossa equipe comercial, com o nosso time técnico, ele começa a enxergar coisas que a gente passa de conteúdo para ele, que realmente as nossas máquinas não são caras, é que ele está se baseando numa conversa que ele teve com o concorrente que só quer empurrar a máquina, depois ele não tem assistência técnica, depois ele não tem peça de reposição.

[24:49]O resultado não é o mesmo. O resultado não é o que venderam, então eu vejo assim, a desinformação às vezes dessa concorrência desleal, ela acaba atrapalhando mais do que ajudando. É que nem você vê faca, faca é um negócio simples pra caramba uma faca, né? O cara tem uma dobradora CNC lá, uma maquininha de cortar, ele faz faca, né? Aí a gente tem no mercado aí, quem hoje eu acho que atende 90% do mercado é o Antônio da Perfil, né?

[25:16]Aí chegou outro dia uma faca aqui pra cortar de um cara, nós demos, tinha uma máquina tua aqui, e nós damos duas batidas na faca, a faca entortou a lâmina. Aí você fala, porra, mas como é que a faca entortou a lâmina? Aí vai lá os besta lá, abrir a faca para olhar o que que aconteceu, né? Porra, meu, o cara usando faca de papel para cortar o PET. É, eu ainda achei que ia entortar na primeira, né? Porque, a hora que eu abri, falei, nossa, aguentou duas batidas, que é diferente, né? Você tem tipo de lâmina diferente. A perfil ela tá já puz faz só muitos anos, entende muito bem o que o mercado precisa também, então não adianta o cara comprar uma boa máquina e lá e comprar o mais barato que a faca no Z da esquina, que faz faca pra cortar folha sulfite, né?

[26:06]É, por isso que a gente aqui tanto 3MAK quanto MTF, né, a gente vai reunindo um um time de parceiros e porque é pessoas que passam confiabilidade pra gente, a gente sabe, a gente conhece as empresas, eu hoje falar, por exemplo, da MTF, não é porque tu tá aqui na minha presença, e eu não vou, eu até não vou nem ser ele via nem dizer, eu não conheço as outras, isso é uma falta de conhecimento meu, eu não conheço muito bem os teus concorrentes, mas eu conheço muito bem a MTF, então e o que a MTF me mostra até hoje me dá a segurança de te indicar nos lugares, entendeu? E eu acho que da mesma parte é você com a gente, se conhece a gente, conhece a nossa empresa, então você tem essa segurança, como tá falando agora do Antônio, né? Então são esses parcesos que a gente tem na nossa volta que a gente acaba indicando e os clientes ficam muito felizes e seguros com isso, né? Isso é uma coisa que é legal fazer porque os clientes e depois ligo para eles porque eu tenho essa cultura, foi atendido lá pelo pessoal da MTF, cara, obrigado, me deram atendimento, foi atendido lá pelo pessoal da perfil, valeu, sabe, isso é muito gratificante, então por isso que a gente acaba fazendo essas parcerias porque é aquilo que eu estava falando antes, eu acho que a desinformação às vezes ela é muito desleal, sabe, e aí tu tá do outro lado, tu não tem tanta conhecimento técnico, tá só na vitrine ali tentando buscar, sabe? E aí eu acho que isso influencia muito na hora da compra, sabe? Então, agora falamos um pouco de máquina, agora vamos dar uma virada de chave, vamos dar uma virada de chave, vamos falar de assunto polêmico, que aqui é o PodPlástico, a gente fala de plástico, é assunto polêmico, né? A tua mulher gosta de assunto polêmico também, né? Adora. É, isso é bacana, né? A minha já não oitavais é falar de plástico, cara, e a mulher é uma santa, cara, assim vendo o mercado, muita gente evita falar de plástico, né, você vê, você vê no mercado do couro, você atende outros mercados também, e muita gente evita falar de material plástico, porque tá na hype aí de microplástico e de tudo isso, a sua vivência no mercado, a sua vivência dentro das fábricas. O que você vê do material plástico?

28:30O plástico visto de dentro da indústria

[28:30]Rui, primeiro eu quero falar assim, esse espaço aqui do PodPlástico, eu acho que ele nasceu, ele foi evoluindo, está crescendo, hoje estamos alcançando outros números já, nem se pensava nisso lá atrás. Sem visualização, falava não, está sem visualização. Eu acho que o dia que a gente fez aquele primeiro lá lá tinha três pessoas e isso a gente tem que agradecer é claro a todos vocês aí que nos assistem aí porque seguem o canal e você que ainda não segue o canal por favor deixe seu like aproveita pra seguir ativa o sininho sempre que tiver um podcast novo vai lá vai isso aí e e cara eu sou de todo o time que passou aqui pra falar de oitocináculo, né? Eu sou a pessoa que humildemente admita o que menos entende do assunto, tá? E foi um timaço, né? Se você ainda não assistiu os vídeos, assistam, vai lá, assiste, cara, é um timaço. E todos que passaram aqui, falaram e uma coisa que eu notei até eu tava comentando, citou a minha esposa aqui, né? Eu até comentei com ela esse final de semana, esse pra ela. O legal é que passaram aqui pessoas assim, ó, de conhecimento técnico, monstruoso, monstruoso, pesquisadores, pessoas que estão há anos no mercado, que vivem isso há muito tempo e a conversa é direta para o público geral. Isso eu falei para minha esposa, principalmente a minha esposa que ela gosta de olhar muita coisa, ela se nossa, como o pessoal fala direto para o público geral.

[30:07]Quem assistiu o PodPlástico, cara, ele vai entender a mensagem que está muito direcionada. A ideia do PodPlástico é essa, fala simples, não é técnica. Exatamente. a gente fala lá nas nossas palestras e responder na tua pergunta que eu não vou fugir dela eu fui eu fui avançando dentro desse mercado de plástico e eu sempre eu não sou da turma que é plástico não né essa coisa de plástico não mas é eu sou um cidadão comum normal que vem eu tenho 38 anos então nesta ideia, nesta narrativa de que plástico tá acabando com o planeta, que plástico isso, que plástico aquilo, enfim, é o malvado, né? Enfim, e hoje ele é meu malvado favorito, cara, usando, né? Por que que eu falo isso? Porque, e principalmente, no último evento que a gente teve junto, inclusive, que foi o evento da, que teve na Faria Lima lá, e reciclagem do futuro. Cara, eu ouvi uma coisa que me perdoe agora, eu não lembro quem foi que falou com relação aos alimentos. Aquilo ali, eu cheguei em casa, foi a melhor coisa que eu comentei com a minha esposição, sabia que hoje o alimento dura mais porque ele tá numa embalagem de plástico, porque essa embalagem de plástico foi pensada para isso e tudo mais. E ela foi atrás, porque ela gosta de pesquisar, né? Ela foi atrás dessa informação, ela não pega um Lucas falando e, ó, essa agora é e verdade, não, não, ela foi atrás da fonte e realmente ela leu a matéria e disse nossa que coisa impressionante e ela sim a gente pensa né a gente foi criado porque ela também tá nessa facetária de idade que eu tô a gente foi criado numa faixa da idade aqui que essa narrativa é completamente ao contrário né e hoje Rui eu não tenho propriedades técnicas admito isso pra falar sobre plástico mas falar diretamente assim nesse bate pop que a gente tá aqui cara o plástico ele é transformador. E agora, nos últimos tempos, com o nascimento, com o surgimento do Projeto Soul, cara, ele ainda está fazendo mais sentido, porque a gente está vendo o plástico transformar ali na base. Transformar a vida da molecada. A vida da molecada, sabe, na base. Pra quem não entendeu o que o Lucas falou, o Projeto Soul é o Projeto Soul do Plástico do nosso oituto, que a gente atende crianças e adolescentes, crianças do primeiro ou quinto ano do fundamental e do primeiro ou terceiro do médio. Então nós temos projetos bem bacanas, agora estamos indo para obras assistenciais também, para ungs de animais, enfim, nós estamos abrindo o leque do instituto para atender a mais mercados, né? O qual eu, 3MAK, patrocinador, patrocinador, pra vocês que não conhecem, devão conhecer, olhem esse projeto, sejam patrocinadores também, né Rui, sejam apoiadores desse projeto, é mais força a gente tem, né, e voltando a falar ali, quando eu cheguei na indústria eu vi o quanto o plástico ele é transformador, sendo redundante, o que eu falei antes, porque ele vira um produto, ele volta, ele ele vai virar outro produto ou ele vai poder virar o mesmo produto novamente e isso aí cara, olhando a longo prazo, olhando pro futuro, olhando pro, aí eu vou entrar um pouquinho na parte ali do meio ambiente, isso aí não tem nem discussão.

[33:44]O que você fala pro cara, qual recado que você daria aproveitar disso aí pra não perder? O que recado que você dá pro cara que entra lá na minha página, que tem um monte que e entra, e fala assim, a reciclagem, ela é, ela não vale nada, a reciclagem não existe, a reciclagem é um, é só falácia. O recado que eu tenho para reciclagem é simples e direto, sabe? Venha, venha pro debate, senta, conversa, discute, entende, vem numa indústria, sabe?

[34:19]vai na indústria automotiva que hoje usa plástico pra caramba, olha pra sua vida, a minha esposa fala uma coisa assim, ela olha pra você, sua roupa tem plástico, o celular tem plástico e isso tudo é muito bom, isso tudo é muito bom, e se você tem ideias melhores que vão transformar a vida o dia a dia, que vão mudar esse meio ambiente, que vai salvar o planeta o salvador. Traga pra mesa do debate. Venha colabora. É porque todo mundo fala, mas ninguém mostra.

[34:55]Exato, colabora. Venha aqui, senta. O Rui aqui é um cara que ele tá aberto a sentar aqui, discutir isso. Eu adoro conversar, é comigo mesmo. É, eu penso assim, eu acho que o recado que eu dou é esse, sabe o Rui? Venha pra cá, vem pro nosso time de cá, senta com a gente conversar. Eu fiz um podcast essa semana com o pessoal da Lonax. Foi muito bacana o podcast, tá no ar lá no YouTube da Lonax.

[35:17]e a gente tava falando ontem né cara os ambientalistas eles eles tão lá e eles tem motivo pra tá lá e eles tem patrocinadores pra estarem lá né e falam muito muita coisa que é sem sem dado científico tudo que a gente fala que a gente rebate um rebate outro a gente rebate e mostra o dado científico o estudo aprovado ares, tudo que a gente fala tem estudo, tem validação de anvisa, tem validação de FDA e o que eles tem, cara, é só narrativa, porque quando você não tem métrica você tem opinião, então eles só tem opinião e narrativa, eles não conseguem debater sobre o material plástico com números, com fatos, com estudos, isso a gente vê o material plástico sendo agredido sem que tenham isso e se você os confronta, cara, parece que você está batendo neles, ele fica bravo, fica bravo, ele levanta da mesa e sai, vai embora, não tem diálogo, cara, não tem diálogo, e você mostra a valiação do ciclo de vida, você mostra a pegada do material, que todo material deixa uma pegada negativa, qualquer um, cara, qualquer um. Eu costumo dizer que o nosso problema hoje está resumido numa palavra só, que é conforto, você tem conforto, você está poluindo.

[36:37]oitura, boa reflexão, eu rodo muito, eu uso toda, eu sempre digo, eu uso toda a estrutura logística, eu ando de carro, eu ando de taxi, eu ando de Uber, eu ando de avião, eu frequento aeroporto, enfim, rodoviária, eu uso a estrutura toda e não tem como, a gente vê plástico por todo lugar. E esse plástico, ele bem direcionado, e aí entre o poder público também, ele tem que ser um parceiro pra caminhar junto. Ele tem que ser um parceiro pra caminhar junto, porque sem usar, como eu digo, como ele tá em toda a estrutura, a estrutura toda precisa olhar pra ele, né?

[37:18]É a única coisa que eu achei estranha, que teve um decreto do presidente da república, que eu achei que era um decreto de economia circular, um decreto, antes de eu ler o decreto, decreto, né? Eu tava até numa reunião da CNI quando saiu o decreto e eu fui ler o decreto, cara, ele só fala de plástico. O decreto, o decreto não tem papelão, não tem aço, não tem alumínio, não tem vidro, não tem nada, só tem plástico. Então o plástico representa um 1% do que é produzido no mundo. Cara, ele é responsável pelos outros 99%. Então você vê que louco, isso é lobe, né cara, isso é lobe, e é o lobe dessas ONGs que a gente tá falando, que a gente sabe quem são, sabe quem patrocina e assim, a gente tem que trabalhar, a gente não tem o tempo deles de ficar lá, né, e o setor do plástico não paga ONG pra ficar lá, então é difícil mesmo combater. E o que eu vejo assim, aí a narrativa é sisamos educar, educação, sabe? Vem, petituto! Então, tipo assim, busca, falar é fácil, eu dizer assim, nossa, eu acho que o resolver o problema do plástico é educar na escola, educar na base, a pessoa não tem cultura, eu frequento a praia com uma certa regularidade, né? E lá eu vejo muito disso, jogar canudinho, é jogar bituca de cigarro, jogar isso.

[38:48]oce, você vê bituca de cigarro no chão, cara. Ninguém fala de bituca. Ninguém fala de bituca, né? Você vê madeira, você vê cara, você vê tudo, vê tudo. O cara que joga bituca, ele joga a garrafa, ele joga a garrafa do plástico, a garrafa de vidro, ele joga o papel, ele sai jogando tudo que tiver. Tudo, ele joga, ele tem rede, enfim, tem de tudo lá, tudo, tudo um pouco. E isso é da gente, é da nossa cultura. Só que a gente precisa não só discursar aqui que a precisa mudar a educação, desempregado. Exatamente. Tem muito desemprego e tem pouca mão de obra, né? Falta mão de obra, falei errado. E é uma coisa que a gente precisa e tá todo mundo agarreado. É a mesma coisa nesses projetos, eu ver sim, que nem falou. Ninguém vamos fazer. Nós temos que fazer.

[40:05]Nós temos que fazer, cara. A gente tem que ir atrás, tem que ir buscar e não ficar sonado na narrativa. Corrigindo aqui, eu tomei uma bronca, fala o Bolsa Família, ele é muito bom para quem precisa, mas tem gente que precisa, que não precisa e tem o Bolsa Família, são dessas pessoas que eu estou falando, porque o Bolsa Família, se o cara começar a trabalhar, ele perde o Bolsa Família, então o cara trabalha de maneira informal para não perder o auxílio, não que quem precise, eu não acho que tem que ter, que precisa, eu acho que tem que ter mesmo ajuda assistencial, mas que nem nós industriais, nós não podemos pensar em assistencialismo. Nós temos que ir em frente e fazer o governo não tá fazendo. Vamos mostrar pro governo como é que faz e chamar ele pra participar, que é o que nós estamos fazendo no instituto e nós estamos fazendo e o governo está vindo participar junto com a gente. Isso que é o legal, tá? Então, pra não ficar o mal entendido de que o Rui é contra o Bolsa Família. Não, cara, não. Pra quem precisa tem que ter, mas quem e não precisa, não tem que ter. E eu vejo, falando ali um pouquinho do instituto ali, ele tem que expandir, ele precisa. Eu acho que você tem que conhecer primeiro o instituto.

[41:17]Eu falar que você tem que conhecer o instituto e você vai ver que ele tem que expandir, porque ele é um projeto muito bacana, é um projeto muito estruturado, um projeto muito sério, e ele tem que expandir, ele tem que ir para Santa Catarina, ele já está indo para o sul, já tá indo pro grande do sul e já tá indo pro nordeste, pro norte, ele é um projeto muito legal, por isso que o poder público também tá comprando a ideia, porque é um projeto muito bem estruturado.

[41:43]E vai comprar mais agora, que nós vamos mandar pra Carolina do Sul e vai ser um barulho danado lá. Estados Unidos? Tá indo um projeto pra Carolina do Sul, pra uma universidade enorme lá, eles escreveram até uma tese sobre o instituto, agora eles vão publicar, falaram que eu só posso publicar depois que eles publicarem. já tem o texto, ficou maravilhoso, mas assim, a gente fica liso angiado, o cara tá lá do outro lado, vendo o que a gente tá fazendo aqui, sinal que a gente tá tendo alcance, né? Maravilha, maravilha. É, e é uma coisa assim que, pô, agora até fiquei, fiquei surpreso, virando internacional, então, né? Isso é muito bacana, porque, e assim, ó, eu acho que é o caminho dele, né? É o caminho, ele vai, ele vai realmente virar da internacional, porque ele é um projeto, olha, eu arrisco dizer eu não conheço outros aqui no Brasil com essa, com essa organização, né? Nessa pegada não tem, com o empresário bancando, empresário se juntando, empresariado se juntando. Pensando junto. Não tem, não tem, porque você tem normalmente muitos egos envolvidos, né? E o instituto não tem instituto para ajudar, é um instituto educacional, todo mundo que quer falar de educação de plástico ou tem um projeto ou faça parte de um, senão não tem o direito de falar. Se você só ficar falando que é falta de educação, você é só mais um que está falando e não está resolvendo absolutamente nada. Então, apoia da maneira que puder. Se não pode apoiar financeiramente, apoia como onde obra, mas apoia alguma organização que esteja fazendo bem. Vocês tem lá no Rio Grande do Sul, Tampinha Legal, Tampinha Legal é um baita projeto, é muito legal, eu tive o prazer de conhecer as pessoas que têm a liderança desse projeto, é maravilhoso, atende várias obras assistenciais, é um braço de assistencialismo, nossa, é maravilhoso cara, só que tem que provar que você precisa, né, que é o certo, né? Que é o certo, que é o certo. E agora o que é um gancho legal pra falar, que é a parte do ego, né? E aí eu vou quebrar um pouquinho o protocolo. O que na verdade não tem protocolo, né? Não tem protocolo.

[43:58]Às vezes o gancho sabe os palavrões sem querer. É, e cara, falar aditivo um pouquinho assim, esse projeto aqui do PodPlástico é mais um que tu vai, tu toma a frente, né cara? E isso é legal assim, porque eu te conheci quem eu falei em 2021 com essa tua pessoa e aí aqui vai um depoimento um pouquinho pessoal meio obrigado pela forma como tu me recebeu aqui, né, hoje pela envergadura que tem MTF no mercado, pela envergadura que tem o Rui Katsuno no mercado, né, tu é um cara muito bem respeitado, isso é notável assim, e eu falo aqui com muita simplicidade porque quem eu falei, eu te conheci, né, assim, então não tinha noção de quem você ser, e tudo mais. E, cara, tu me trouxe pra dentro da tua fábrica, tu me trouxe pra dentro da tua família, né? E isso, cara, isso é muito bom. E tu é um cara que tu não caminha à frente de ninguém, tu caminha ao lado das pessoas.

[44:52]Mas é? E isso, isso é muito raro, esse tipo de per... E por isso que as coisas estão tomando a proporção e o caminho que estão tomando. Tu vai, tu vai, como é, tu vai ancorando vários parceiros pra caminhar contigo, não é pra caminhar atrás de você. e isso, mano, isso é muito bonito de ver, sabe? Eu comentei isso com a minha esposa até, eu falei assim, po, é muito bonito conhecer, eu tenho a oportunidade de conhecer a pessoa, né? E não é de graça esse sucesso todo aqui, isso aqui, esses números vão subir cada vez mais, a velocidade, eu fiquei, eu não fiquei surpreso, se eu usar para lá a surpresa aqui, eu tô sendo irônio, eu não fiquei surpreso com a velocidade que isso cresceu, mas quando a gente sentou lá atrás, lá a gente não tinha noção, né?

[45:33]o que a gente está trazendo para as pessoas de informação e as pessoas que estão vindo aqui se propondo a vir aqui, são pessoas extremamente técnicas que conhecem muito bem o mercado, mas a gente fala de maneira simples para que possa alcançar a todas as pessoas. Não adianta eu discutir com você aqui a fórmula do polipropileno ou a fórmula do polietileno.

[46:20]Não é isso que a gente quer. A gente quer desmistificar o que estão falando de bobagem sobre os materiais plásticos, trazendo certificadoras, a gente trouxe duas certificadoras de SG, nós trouxemos gente da Visa, que faz parte da Visa, que a Visa é o municipal, nós trouxemos aqui a diretora do ETEC, o vice-presidente do ITAL, nós trouxemos o presidente da Abiplast, nós trouxemos o presidente da ABIMAQ, da CSMIPE, né, o Hamilton, e assim, e muitas outras pessoas, nós trouxemos professores, nós trouxemos, putz, foi muita gente que veio, dono de indústria, que você pega um dono de indústria, por exemplo, você pega o Luiz da Ruli, cara, o cara entende a máquina dele de fio a pavêu, ninguém é melhor que ele pra explicar pra você o que é um sistema de extrusão. Então, eu trouxe o Ulisses da MultiBlo, trouxe o... Puta, trouxe tanta gente, perdão por não lembrar de todo mundo, mas foram vários podcasts ao longo desse ano.

[47:25]Não, eu vou dizer pensar assim, foi um time março, né? E cara, todo mundo guerreiro pra caramba, todo mundo lutando muito, e todo mundo de boca aberta com a desinformação, todo mundo querendo falar, e aqui eu dou espaço pra quem quiser falar e o contraditório se quiser vir aqui também tá aberto o espaço pro cara vir aqui porque a gente não tem esse negócio de não com você eu não falo eu falo com qualquer pessoa e se eu tiver errado eu foi puto obrigado que você me ensinou porque eu tô aqui pra aprender eu aprendo todo dia eu saio de casa querendo aprender então quando você sai já fala não eu sei tudo esquece que você não sabe nada não vai aprender que cada um que vem traz um ensinamento pra você, né? E a gente, falando um pouco mais sobre um mercado de trabalho nosso, nós trabalhamos com bens de capital, essas taxas de juros tá matando a gente, né cara? Por cara pegar um financiamento, tá matando, né?

[48:23]Tá, tá. E essa estabilidade, essa segurança também, né? É uma coisa que tá ajudando muito, sim, tá deixando... Ele foi um ano muito bom, né? Foi um ano muito bom, a patriz MAK foi um ano de números. É um ano bom que você tá rampando. Você tá ficando mais conhecido, cada vez mais você tá assumindo. Exatamente, nossa empresa lá que eu falei antes ela tem dez anos ali, um pouco mais de uma década na verdade e os nossos números eles estão em uma crescente, a gente vem superando cada ano porque o mercado tá cada vez comprando mais a nossa ideia, entendendo mais a nossa proposta, o nosso projeto, mas ainda ele foi um ano de desafiador assim que eu digo assim de insegurança das pessoas, né, o empreendedor hoje ele sabe que ele precisa investir, ele sabe disso, ele tá sendo empurrado para investir porque o mercado tá fazendo essa exigência, não tem como ele fugir disso, só que essas taxas de juros, essas coisas tão, cria essa certeza, cria essa insegurança, e isso prejudica bastante, né? Mas eu vejo sim com muito otimismo, 2.026 pessoas, olha pra mim até louco, cara, pensar desse jeito. Mas eu vejo. Eu vejo com otimismo. Eu vejo com otimismo. Eu acho que o mercado do plástico, ano que vem, ele vai ter um alta muito grande. Hoje, casualmente, né, a gente viu uma pessoa, um cliente falando, né, em crescer, em aumentar, em expandir, tá ansiosa pelos novos projetos, os novos clientes e eu acho que aquele espírito ali que a gente acabou vendo hoje de manhã e em comum a gente viu em comum cliente falando eu acho que eu acho que isso vai sim se proporcionar o ano que vem entende então isso que você tá falando que é o maior problema do material plástico é ele ser tão bom cara é e tomar mercado de outros materiais eu costumo falar eles não gostam muito mas eu falo os os concorrentes do material plástico, eles estão desesperados, porque o material plástico ele só toma espaço, e vai tomar mais espaço, você não consegue tirar o material plástico da vida hoje, tudo que você olha tem plástico, eu tava falando essa semana inteira eu falei porque eu achei tão interessante, até fiz um post lá no meu Instagram, você sabia que o pexinho do avião, aquela parte é de plástico? Cara, era alumínio aquilo, eu não sabia.

[50:49]A hora que eu vi, eu falei, putz, que negócio legal, aí entendi a explicação o porquê que foi para o plástico. O alumínio você ficava com a cabine, tinha que ser seca. Você não podia ter umidade porque dava problema de corrosão no alumínio, né? Como se fosse uma ferru... não é ferrugem, mas é como se fosse uma corrosão no alumínio humidade, então a cabineira seca e agora com o peixinho do avião, com a parte do avião toda externa em plástico você pode meter humidade no avião, então você tem um voo mais confortável aí que aconteceu, você aliviou o peso porque o interno está todo de plástico, externo de plástico, o avião fica mais econômico, você voa mais rápido e te traz mais conforto que o cara estava frisando mais, te traz um conforto melhor.

[51:39]agina, olha o quanto se economizou em combustível, né? E é um item natural, vem proveniente de um fóssil, né? Então esse negócio de automóvel com plástico, maquina agrícola, maquina agrícola é toda na fibra indivíduo, hoje tudo no plástico. Eu tive num evento agora esse final de semana ali na cidade onde eu moro ali, em Santa Catarina e me chamou a atenção e aquilo que eu o que eu falo assim, da questão, das coisas serem direcionadas e cuidadas e tudo pro seu devido lugar.

[52:13]Um evento que deveria ter ali, eu acho que umas 30 mil pessoas devem ter juntado, era um show, eles fizeram um teste dos fogos pra virada do ano. E aí chamaram dois cantores ali no palco e fizeram de como vai ser nas duas baías. E, cara, banheiro químico, uma estrutura gigantesca de banheiro químico, tudo de plástico. E nenhum deles foi pro oceano. Nenhum deles foi pro oceano. Eles vieram, foram bem estruturados, e ele tava a penareia. Vamos falar de oceano de coisa leve. Você quer, você surfa, né?

[52:51]oitão, você tá sempre dentro do mar, né? Você já viu uma nota dessa aqui, cara? Boiando dentro lá, uma nota de 20 libras, por exemplo? Certo. Você já viu a nota dessa boiana assim, ó? Eu vou te contar uma história. Não viu, né? É plástico. Eu vou te contar uma história. Vocês vão lembrar, quem já é um pouco mais velho, os mais jovens não vão lembrar, mas busquem no Google, vocês vão ver que a docheti também é plástico. Eu acho oque isso aí em 2000 anos 2000 talvez você criou uma nota de 10 reais de plástico e maravilha pra praia não aí e eu e eu jogava futebol de areia campeonato de futebol de areia e estava lá uma história bem curtinha rapidinho e cara moleque eu tinha 10 anos 12 anos na época ali e aquela coisa de dinheiro contado família né a coisa só pra ir voltar tio dinheiro por comer um almoço e acabou, né? E tamo lá e coisa tal, dava, acho que, né, que um pouco eu olho, acho que alguém bíbado na época, né? Deve ter entrado no mar e perdido o dinheiro e tinha notas de 10 reais de plástico. Então você já achou plástico? E eu achei uma nota de plástico na época e, cara, aquilo foi o meu dia, né? Que naquela época 10 reais dava picolé, dava milho verde, dava o que você quiser, isso, né? Então mas ela não ficou lá, né? Ela não ficou lá, entendeu? Então eu acabei juntando e, sabe, mas que nem eu tava falando do evento ali, tinha cônies de plástico, tinha um monte, a estrutura toda de plástico, né, as grades que nos eventos tem muita grade que ela de ferro lá, era umas grades tudo de plástico, né, e cara, terminou o evento, a prefeitura foi, recolheu, guardou tudo, não tinha nada no outro dia boiando no mar, não tinha, então tipo assim, assim...

[54:30]Você já viu um desse aqui boiando no mar, assim, com perninha, com bracinha, já educação, educação. Ele não sai andando de dentro do shopping center, ele par lá. Então eu acho que voltando só um pouquinho naquela soma que está falando ali, eu acho que o ano que vem o mundo do plástico e aí o pode plástico aqui, o soul do plástico, a gente tem e muito importante pra cada vez mais trazer esse debate direto, essa fala direto pro público em geral e que nem os projetos do Soul dentro das escolas, jovens falando a linguagem com jovens, isso aí vai ser...

[55:48]Eu vou trazer jovens aqui o ano que vem pra fazer um podcast. Eles falarem a linguagem deles. Eu vou trazer eles aqui pra eles, eu quero que eles contem a experiência deles dentro do projeto. bacana, porque eles falando pra eles, né? E eu acho que cada vez a gente precisa mais disso. Esse espaço aqui, que nem a gente falou antes, a gente não tinha noção que ia tornar esse tamanho, né? Mas hoje já que ele tomou esse tamanho, cara, ele tem que ser usado.

[56:13]Ele tem que trazer gente comum que nem eu aqui, e ele tem que trazer gente que nem foi, que nem veio aqui professores, técnicos, né? Tem que trazer pra isso realmente criar uma familiaridade e falar pra todos os públicos, falar pro público que vai escutar isso aqui, o empresário, o técnico, né, o professor que vai ouvir e vai dizer se nossa realmente que eles estão falando lá faz muito sentido, me agregou, eu preciso trazer isso pra perto de mim como professora-geral.

[56:42]Você usa iFood? IFood eu uso. Você acredita que o iFood faz apologia contra o plástico? Tô falando sério, você acredita? Como que pode, cara? E o bag deles é de plástico. como pode? Não, como pode que eu falo isso aqui, ó, a garrafinha? Sabe, a onde a marca dele está estampada? A garrafinha, cara, ela representa 2% do peso de uma carga de um caminhão. Você pega aquelas embalagens de papel que vai parar na terra sanitária e vira metano e eu não sei como não tem uma pessoa lá pra falar, gente, pera aí, para, breca, vamos estudar, vamos olhar a avaliação ação de ciclo de vida, não tem, cara, a equipe de marketing dos cara é assim, ó, eles estão contra os materiais plásticos. Mas sabe o que que é, Rui, eu vejo assim, agora eu falando de novo como leigo do um pouco do assunto, como consumidor, né, eu consigo enxergar os dois lados, como a minha carreira profissional me botou dentro da indústria do plástico, hoje eu vejo o quanto a indústria do o diálogo no debate técnico, não conversa muito, tem muito desenvolvimento, tem muita tecnologia, tem muito estudo, tem muita coisa acontecendo dentro daquele núcleo, um dia eu tava num evento e alguém falou a palavra convertidos, estamos falando para convertidos, realmente, ali nós falamos para convertir defácio e até foi um pesquisador que falou essa palavra, esse o que está sendo feito aqui no PodPlástico é exatamente isso, falando que não são convertidos.

[58:27]E realmente, hoje eu consigo, claro que nem eu falei com o meu acesso dentro da indústria, eu vi o quanto é monstruoso, a preocupação, a ClearPet pegando exemplo ali que é um parceiro nosso, o quanto eles se preocupam na fabricação lá da bobina eliminada, o e o quanto os recicladores, que é uma parte que a gente discute bastante, o quanto se preocupa com o destino disso, quanto tem toda essa cadeia envolvida. O Brasil hoje é um dos países que mais recicla, acho que no mundo, né? Então, tipo assim, o Brasil tem já essa preocupação.

[59:02]Só que isso, ela tá muito dentro do campo do debate da indústria, técnico, e as oplástico está proporcionando essa extensão. A indústria do plástico nem um jeito falou, a gente nunca e vai ser assim, vai ser assim, tu mesmo a gente tá falando ali de 2020 e de 2020. O cara hoje na cabeça do moleque, na cabeça do jovem, tem gente que não gosta de falar moleque, jovem, aí a gente tem o jeito de falar. Mas na cabeça do jovem, você cata um balde de petróleo.

[59:47]petróleo, lá no suegurita, no piá, lá é piá e gurí, então você pega um balde de petróleo, vira e ele vira uma garrafa de plástico, né, e não é, né cara, é 5%, a NAFTA, que se ela não fosse usada para plástico, ela voltava para a queima e ia fazer gás de efeito estufa, ela ia por GE, porque ela ia queimar junto com os combustíveis, então se você vê o nível de desinformação aí não é falta de educação, é falta de de informação, porque nós, quando começamos a ser atacadas 10 anos atrás, mais ou menos, que eles vieram intensificando os ataques, a gente tinha que ter começado uma ação e rebatendo aquelas falácias junto com eles, né? Então, a gente tá 10 anos atrasado e agora é correr atrás pra informar e mostrar que o plástico não é isso que estão falando.

[1:00:41]É, e falar do plástico é, eu sou suspeito para falar, né, mas falar do plástico é muito simples, é muito fácil, porque o plástico por si só lhe se prova sua eficiência, sim, o seu resultado, as suas competências, né, então eu vejo assim que esse espaço aqui ele é muito importante, essa turma que vem falando aqui tem um papel importantíssimo nesta dimensificação desse assunto, na derrubada dessas narrativas sem contextos, sem base, sem estrutura, eu participei de um evento ano passado na Marina ali de Santa Catarina de Tajaí, que é um evento feito por, como é que se fala ainda, me fugiu a palavra agora, mas são barcos a vela, acho que se não me falha a memória. E cara, eles, a apresentação é linda, um evento bonito, gigante, monstruoso, e lá tinha um, tu entrava dentro de uma sala escura, um megatelão, passavam lá, enfim, as tartarugas, as tartarugas, as coisas todas e tal e tal, e tipo assim, nossa o plástico é o malvado do mundo, deu, a gente saiu dali, minha esposa de novo, né, ela rebatela assim, meu Deus, eles falando um malvado do plástico, mas a lona que nós tava dentro, porque era uma estrutura de lona, então ela falou assim, a lona que nós estamos dentro era plástico. E a telão também. A tela também, ela oque que está aqui é plástico. Os barcos dele são plásticos. É uma coisa que precisa realmente ter uma informação mais direta para as pessoas entender e eu acho que esse é o papel desse canal aqui. Eu acho que é realmente cada vez trazer mais pessoas e que nem falou, trazer para o debate. Traga aquele que não consegue falar, aquele que só briga, aquele que isso. É um espaço aberto. Não vem. Eu só bidei um monte.

[1:02:25]ois não vão vim, né? Mas enfim, eu acho que é por aí, eu acho que esse espaço aqui ele tá de parabéns, a tua pessoa tá de parabéns por ter coragem, que precisa ter coragem, né, cara? Se você tem coragem pra táque, é, você toma umas porrada, precisa ter coragem pra tá aqui, cara, precisa ter, mas é aí uma coisa que eu te conhecendo pessoalmente, tem bastante isso, né? Tem um cara que gosta de desafiar e vou falar pra vocês, cara, estuda muito, viu? Nos bastidores, esse cara aqui, ele oce busca a informação e busca o conhecimento e é isso cara, é por isso que é o sucesso que tá, vai ser muito sucesso em 2016, vai ser um ano monstruoso, o principal de cash aqui.

[1:03:04]Amém. É, vai ser monstruoso. E é isso aí, bicho, eu acho que... É isso aí. Tem alguma pergunta que eu não fiz, que você queira abordar? Olha, ruim. Acho que não. Então, suas considerações finais. Então, primeiro, falamos de tudo aqui e uma coisa que eu queria destacar assim, cara, foi um ambiente aqui de timaço de pessoas, voltando, né, falar, os cara, tudo de alto nível, eu me sinto um privilegiado, cara, me sinto honrado, assim, de estar sentado aqui nessa cadeira, né, porque a gente começou, o cliente falou lá com zero seguidores, dizer assim, né, numa resenha nossa ali, um dia, poli, com os microfones, e vão bater um papo pra ver o que dá esse negócio aqui, e hoje eu volto aqui com uma estrutura completamente montada, isso foi muito rápido, foi um negócio bem profissional, e tá sentado na cadeira que já sentou todas as pessoas que tu citou antes, enfim, é muito prazeroso, eu me sinto realmente honrado de dar aqui, espero voltar outras vezes aqui pra gente bater um papo e tudo mais, acho que é isso, obrigado, para. Obrigado, parabéns, né? Obrigado, cara. A gente tá aí. E chegamos ao final de mais um episódio do PodPlástico, você que ficou com a gente até agora, muito obrigado, deixe seu comentário, deixe seu like, você que ainda não segue, por favor, aperta aí pra seguir a gente, ativa o sininho pra receber notificação e a gente gosta também do contraditório.

[1:04:41]então, se você não gostou, deixe um comentário. Se gostou, deixe um comentário também e até o próximo PodPlástico.

Rui Katsuno

Apresentado por

Rui Katsuno

38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.