Vamos revolucionar a educação no Brasil! Junior Facin e Sidnei Nasser | PodPlástico
Rui Katsuno, Junior Facin e Sidnei Nasser contam como nasceu o Instituto Soul do Plástico e como a educação prática muda a visão sobre o plástico.
Principais insights
- O Instituto Soul do Plástico nasceu de uma palestra de Rui Katsuno na ETEC de Mairiporã: uma aluna perguntou como vender melhor as tampinhas que a turma coletava, e ele desenvolveu um moinho e uma injetora educacionais, depois de várias tentativas.
- No projeto, o jovem leva a tampinha limpa à escola, tritura no moinho, injeta uma peça (como um suporte de celular) e a vende para financiar a formatura, o que reúne educação ambiental, indústria, comércio, administração e inclusão.
- Os equipamentos são de uso educacional, com acionamento bimanual e proteções conforme as normas de segurança, e foram doados à ETEC; uma segunda doação, para a CUFA em Manaus, foi marcada para a Plástico Brasil.
- Os três defendem que a educação deve ser prática e construída com a escola, e criticam o discurso de banimento do plástico que, segundo eles, é impulsionado por meias-verdades nas redes sociais.
- Sidnei Nasser, da Terpol, cita um mercado mundial de reciclagem de cerca de US$ 55 bilhões, com projeção de US$ 93 bilhões em 2030, e diz que o modelo do instituto pode ser replicado em outros países.
- O instituto, sem fins lucrativos, aceita apoiadores com planos de patrocínio e uso do selo; participa da Frente Parlamentar de Economia Circular, de Bruno Zambelli, e tem a TalkPlast como responsável pela identidade.
Perguntas frequentes
Como nasceu o Instituto Soul do Plástico?
O que significa "Soul" no nome do instituto?
Como funciona o projeto nas escolas?
Quem são os parceiros e as próximas ações do instituto?
Por que os três defendem a educação como caminho?
Como uma empresa pode apoiar o Instituto Soul do Plástico?
Capítulos e transcrição
0:00Abertura: Rui, Junior e Sidnei apresentam o Soul do Plástico
[0:00]Fala pessoal, hoje com uma enorme satisfação, uma imensa satisfação, a cria do criador, então eu estou aqui com o Junior, com o Sidnei, dois amigos, nós vamos mostrar para vocês um projeto maravilhoso que surgiu, e aí vamos discorrer sobre o tema durante o nosso bate-papo aqui, que aqui não tem entrevista, a gente tem bate-papo, Então, vamos lá, Junior, vamos começar a falar do Soul do Plástico, isso aí, boa tarde, tudo bem, Rui, tudo ótimo, como é que você está, tudo bem, Sidnei?
0:39A história: a aluna da ETEC e a tampinha
[0:39]Tudo em ordem, um prazer estar com vocês aqui e hoje divulgarmos um sonho, né, que já é uma realidade. e já brotou. Tá surgindo aí o Instituto Soul do Plástico, uma ideia que o Rui teve inspirada num case real, Rui. Eu queria que você contasse essa história aí pra todo mundo, pra gente entender como é que nasceu o projeto, como é que ele entrou no teu coração, que você foi o grande propulsor de tudo isso. Então, o projeto foi assim, me convidaram aqui na na ETEC de Mairiporã para apresentar para os alunos de um curso de economia logística reversa o que é uma indústria, como funciona uma indústria, e eu falei eu posso levar o tema do plástico?
[1:28]Eu falou pode, cheguei lá para apresentar, tinham 200 e poucos alunos, entrei a primeira pergunta que eu fiz, o que vocês acham mais sustentável? Plástico ou papel? Todo mundo do papel, mas foi na hora, na lata, eu falei eu vou mudar o pensamento de vocês, e comecei a conversar com eles, eles faziam coleta de tampinha de garrafa e depois vendiam essa tampinha, e uma menina me procura, aí escorreu todo, a palestra foi muito legal, e dá de lista, tem, ah tem, começa acho que com 16 né, é que um 15 ou com 16, aí correu, e, então, acabou tudo, chamei as mesmas pessoas, falei vem cá agora, e aí? Plástico ou papel? Não, do jeito que o senhor falou, é plástico parar, então, eu cheguei no objetivo que eu queria, aí vem uma menina e falou, olha, a gente junta essa tampinha e vende ali no ferro velho, mas paga muito pouco pra gente, dá pouco dinheiro, não tinha um jeito de dessa tampinha melhorar, a gente conseguiu vender mais num preço melhor, falou, eu vou ver e te falo, e passou, aí eu tô viajando, agendo, olha pra cá, cutuca, vídeo de internet, vai mexendo, eu vi um cara na Europa que fazia umas máquinas pra cooperativas, mas assim, coisa bem artesanal, bem simples, e eu falei poxa, esse projeto, acho que cabe lá na ETEC, vou fazer, comecei a desenhar, fizemos uma, não deu certo, fizemos outra, não deu certo, fizemos outra, não deu certo, não dava certo porque tem que aplicar muita força pra injetar, o moinho deu certo de cara, de reciclagem agitadora, eu imaginei um adolescente franzino, falei não vai puxar, eu fiz uma menina, né, que de repente não tem a mesma puxar. Aí foi indo, foi indo, foi indo, aquilo virou uma máquina com motor que qualquer um injeta, falei bom, chegamos onde a gente queria. Aí voltei lá na escola, falei professor. O professor e o diretor da escola. O Leandro e o Miguel. Aí eu falei professor, eu consegui fazer um negócio assim que dá pra fazer, dá pra valorizar aquele produto que vocês acham achei legal, falei vamos lá na fábrica ver, aí tava tudo ainda desmontado vieram nossa adorar a ideia, falei então eu vou concluir o projeto, ok?
[3:56]eles falaram não tudo bem, a gente só vai falar com o S.Paula Souza porque precisa da autorização, falei tranquilo a ideia era a resposta positiva, vim pra cá e terminamos a máquina com um molde de dominozinho de reciclagem. Poxa, foi muito bacana, nós fizemos o projeto, daí nasceu o Instituto Soul do Plástico. O Soul de Alman, né? O Soul de Alman, é só estar vendo logo aí na tela, mas depois a gente vai divulgar, mas a ideia é a alma do plástico. A alma do plástico. E aí nós pensamos no Instituto, quando pensei no Instituto, convidei vocês, obviamente, porque ninguém faz absolutamente e nada sozinho, ninguém consegue fazer nada sozinho. Então nós fizemos de tudo, voltamos lá, fizemos a doação dos equipamentos e poxa, o brilho nos olhos dos adolescentes é maravilhoso e esse projeto traz consigo muito mais do que duas máquinas, traz consigo a reciclagem do material, então ele traz primeiro a economia circular, que é o que a gente fala todo dia, economia circular. Então eles montaram um projeto de economia circular dentro do projeto de Lua de Caerbera. Ele tinha uma ideia nessa fase, Rui, do que quer economia circular? Mais ou menos que eu já tinha passado por...
5:24Educação e o discurso de banimento do plástico
[5:24]Mas por você, eles tomaram conhecimento da economia circular pela tua apresentação. É, na verdade todo mundo quer banir o plástico, né? Então a ideia dentro da escola é o banimento. No começo da conversa acho que é muito importante a gente passar isso, né? Cada material tensua seus bons, boas características, a gente comentamos aqui do papel, né? Que é fantástico.
[5:54]e é ruim, é bom e ruim. Exatamente, agora tudo no seu lugar, a gente já conversou sobre isso, de pedir uma pizza em um embalagem de plástico, aí acabou a pizza, tem que ser papel ou medo. Pra transportar isso aqui tem que ser em um embalagem de papel, mas vamos podendo uma caixa de papel. Sim, uma caixa de papel exatamente, então tudo tem seu lugar certo, mas o que é importante de tudo isso os jovens de 16 anos ou talvez no futuro até com menos idade né menor idade que a formatação da educação né e isso é extremamente importante o que eu penso e o que nos engajou e o que nos conectou até foi é as bobagens que falam do plástico, então é muita bobagem, mas é todo dia, né, todo dia tem um cara falando bobagem, então a gente falou precisa de uma voz para defender isso aí, então a gente se misturou e a gente tá falando o que a verdade, a gente só conta a verdade, não tá falando nem mais, nem menos, nem que um é bom, nem que um é ruim, a gente tá falando a verdade, até que no começo, quando a gente começou a falar, a gente falava mais de de outros materiais. Agora a gente fala menos. A gente fala quando precisa de uma comparação, que, por exemplo, o cara vai e me coloca uma colher de papel para comer um sorvete. Pô, ridículo, ridículo, isso é ridículo. Aquilo não é a função da colher de papel, não é aquela.
[7:34]Ela transfere o próprio canudo de papel, você começa a tomar uma caipirinha, não chega nem no terceiro. Então, mas ele transfere o gosto e a portaria da Anvisa fala que e não pode transferir gosto. E transfere, ninguém fala nada? É, educação, eu acho que o nome já diz, nós temos países, aqui todo mundo ficou surpreso durante a Copa do Mundo há dez anos, quando os japoneses deixavam o estádio limpo.
[8:00]É que as escolas no Japão, com dois anos, três anos de idade, limpo a banheiro. Exatamente. Então já vem isso, intrínseco na educação. Então, a gente já abriu e falou educação. No meio, a gente vai falar de educação. E no final, tchau todo mundo, é educação. Então, o que nós optamos por fazer? Vamos trabalhar na educação. Que projeto de educação que tem? Eu não conheço. Se tem, referente ao plástico, eu não conheço.
8:31Redes sociais, meias-verdades e a presença do plástico
[8:31]e eu acho que é importante a gente contextualizar e eu tenho falado isso muito na TalkPlast e já falei isso em congressos, em palestras, as pessoas elas acabam tendo uma visão muito superficial de alguma coisa, mas o que também que potencializou tudo isso? As redes sociais, o fenômeno das redes sociais, vamos dizer, dessa explosão de redes sociais dos últimos 15 anos, ela traz algo que não é, pode não ser mentira até, mas pode ser uma meia verdade, só que uma meia-verdade quando viraliza e daviu a pessoa não faz mais a coisa porque ela é verdade ou não a pessoa ela aposta a polêmica porque aquilo daviu e as pessoas não estão muito interessadas se aquilo realmente tem fundo científico tem fundo de verdade ou não vide vamos pegar um exemplo para ficar mais claro no caso da pandemia na pandemia as informações era louca sai de casa não sai de casa e desce. Faz isso ou não faz isso? Toma ou não toma vacina? Não tinha teste. Não, mas não tem ainda ciência falando que pode tomar, mas aqui todo mundo já falou que pode, então vira do que podia. Só que os resultados que estão saindo agora de laboratórios, de pesquisa, de cientistas, porque isso tudo tem protocolo, isso tudo demora 10 anos, 15 anos para você saber se o medicamento, a aspirina tem quantos dos anos aí que todo mundo tá tomando e quanto coisa diverso e agora tá sendo resultados ó não tome mais essa essa parou de produzir e e muitas pessoas falavam isso lá atrás e todo mundo não o problema das redes sociais é que elas também elas fazem isso ela pega uma informação e pufa e o plástico do mundo é entendido de tudo é o plástico a pessoa que nunca viu um negócio do dólogo como é do dólogo entende tudo e o plástico a questão do plástico é e que ele está em todos os lugares. Não tem onde você não tocar. Mesmo quando você olha, ah, isso aqui é madeira, não, então até essa mesa que você está vendo aqui, não é madeira.
[10:33]E junioria, ele flutua. É, não tem jeito. Ele é leve, ele é bom, ele flutua. E por que ele está em todos os lugares? Justamente porque ele foi uma das maiores descobertas da humanidade. E é real, e a gente tem que tomar isso para nós e falarmos. A humanidade ela e o tanto em termos de tecnologia, também por causa do plástico. Para a Fernália que nós temos aqui hoje, nesse podcast...
[10:57]Sim, só plástico. É só plástico. Não, você vê área médica, ou um avião, você acha que poderia voar a gente ter aviões? Autonomia tão grande. Autonomia, escala. Indústria automobilística. Levar tanta gente, indústria automobilística, construção de rio. Carro para 30 km com litro. Sim. Eu tenho uma veria que faz três. Era só ferro, né? Era só ferro. para o perro. Então o plástico é moldável, ele é leve e ele foi ganhando espaço de todas as indústrias, não é de uma indústria ou outra. Ele substituiu metal e um monte de metal, ele substitui papel, ele substituiu tudo, porque ele é moldável, ele se faz a cor que ele quer ir outra. O que as pessoas também dão muita confusão é que quando fala plástico acha que plástico é plástico, não, você tem milhões, não é nem mais milhares, milhões de blendas, milhões de tipos, porque o negócio que deu certo foi pesquisando, pesquisando, pesquisando, pesquisando, por exemplo, há 10 anos atrás, hoje a gente está falando muito sobre bioplástico, há 10 anos atrás você tinha 10, 11 tipos de bioplástico, gente, você foi pesquisar hoje, tem muito, é muito, e todo dia parece uma coisa nova, então assim, por que que a gente criou o instituto e está mostrando? Porque as redes sociais promoveram algo que é meia verdade ou mentiroso, ele está em todo lugar, ele acaba pulando, poluíno, sim, nós temos um problema de poluição, mas isso tem solução, tá sendo trabalhado isso em todos os lugares, mas a gente, quando reparte pra estatística, é um volume muito pequeno. Sim, mas me fala uma vez que a indústria foi desafiada, foi, foi colocar da prova e que não veio a solução.
[12:41]sempre tivemos um produto que era vilão o petróleo foi vilão nos anos 70 e 80 o pneu foi vilão, tantas coisas foram vilões e depois a tecnologia veio o nosso ponto aqui do instituto, eu vejo assim, cada um nós três estamos na direção o Rui é o líder do instituto e foi uma honra ser convidado para participar, e a mesma coisa estarmos juntos aqui em junho com a TalkPlast.
[13:17]Então, cada um tem seu negócio e, deixar claro, nós estamos hoje e dedicando o nosso tempo não às nossas indústrias e estamos aqui de uma forma sem lucros, sem nada, deixar muito claro. é a nossa missão de educarmos os jovens e transformarmos essa ideia aqui de Maíli Poran, onde estamos nesse momento e onde tem ETEC que começou o primeiro trabalho, pro Brasil, nós aqui pela nossa empresa, falando agora particularmente do Terpol, nós estamos já no mundo inteiro, então vamos ter a oportunidade de agora em março, durante a Feira de Plásticos, de recebermos pessoas do Oriente Médio, da Ásia, dos Estados Unidos, da Europa, e mostrarmos essa ideia também, porque isso aqui ele é replicável para o mundo inteiro, não estamos falando só de Maioriporã, Estado de São Paulo, Brasil, é uma ideia de educação mundial, e que hoje...
14:23Como o projeto funciona dentro da escola
[14:23]Hoje é um pontapé inicial. Estamos começando a escrever na pedra hoje a nossa história. e o... a questão do... isso é completamente escalonável, por isso que nós pedimos a ajuda dos empresários, já tem vários empresários que vão colaborar conosco no instituto, vão ser assustados. Explica a ideia, Rui. Então, a ideia do instituto, vamos lá, vamos voltar um pouquinho. O instituto, o que que ele traz consigo? Ele traz a parte ambiental que o adolescente, o jovem, vai levar a tampinha e o potinho de iogurte, por exemplo, para a escola, já lavado e higienizado, então ele já fez a parte ecológica, aquele não foi poliço, foi lá para a escola, ele vai colocar no moinho, que nós vamos doar esse moinho, vai pegar esse material moído, Moinho para os leigos é um triturador. Ele vai pegar esse moinho, esse material moído vai jogar direto na injetora e vai apertar dois botões do acionamento bimanual, segurança, tem NR12, tem tudo, aí vai injetar o produto.
[15:35]Novamente pessoal, porque dois botões, se você aperta um só, pode esquecer a mão lá no meio e larençar a sua mão. Rui, ele tem portinha, tem tudo, mas é bem lacrado, em segurança mesmo. Tudo foi pensado nas normativas de segurança dos equipamentos. Sim, e pensado esses equipamentos, eles são só para cunha educacional. Não é para alta produtividade, é para educação, é para valorizar aquela tampinha que aquela menina me perdia. Mas olha, ele já traz conhecimento, olha a sua educação, o equipamento que o Rui está comentando, ele já traz dois botões, ele já traz educação de segurança, não é isso? Olha só, nós não estamos falando só de ambiente. A primeira ideia de grande educação, porque eu tenho certeza absoluta que tem criança lá, que não sabia que o plástico podia ser reciclado. Desculpa, e não tem criança lá, é adolescente, é adolescente, é que a gente já, a gente já tem tudo cabelo bústalo, você vê que 16 anos já é adolescente, mas a ideia é, porque tem adolescente, tem jovens que acha que o plástico não é reciclado, e por isso a gente tem que banir, porque ele vai parar no oceano e não se recicla, o que está se batendo é, você produzir o plástico, usou o plástico e ele vai e cem anos, vai pro aterro, porque não tem o que fazer, não, não é não tem o que fazer.
[17:04]Fui convidado ontem a fazer uma apresentação pro pessoal da faria Lima sobre a nossa tecnologia, que não é o caso aqui de... e... ela... nós estamos aqui, acho que nós também temos um diferencial cada um de nós, né? Então, o nosso caso é borracha que sai da seringueira, natural, modificar e regenerar o plástico e descarbonizar o mundo. e aí me chamaram por uma apresentação na Faria Lima, pessoas formadas nas melhores universidades aqui de São Paulo e não vou citar o nome aqui por razões éticas, mas me fizeram essa pergunta, todo o plástico é reciclável?
[17:42]É isso aí, as pessoas pensam no tal. E pessoas que eu estou falando da lida de uma região que manda no Brasil, a nível econômico, financeiro. e perguntaram, então falta informação, falta muita, então aí nós vamos pegar, vamos moer esse material, esse material vai para a injetora, vai injetar um produto, esse produto, o molde, vai ser escolhido pela escola, o que eles acham melhor, na minha opinião, tudo é desenhado junto com a escola, mas na minha opinião tem que ter um concurso para ver quem ganha o design dessa embalagem, que foi o que nós fizemos dessa peça, né, e desafio do negócio. É, você traz pra dentro do negócio, você constrói, você não impõe, você constrói. Então tudo que é construído é melhor do que o imposto. Então aí eles fizeram a parte da industrialização. Então eles pegaram, moeram, injetaram, pronto, tem a peça. Aí eles vão precisar comercializar essa peça. Então eles vão ter toda a parte de comércio e administração. Então e todo mundo que não pertencia ao grupo de formatura, que aí o dinheiro vai ser destinado para a formatura, eles vão comercializar, como é que essa ideia então vai ter uma formatura do terceiro ano? A ideia surgiu disso, que eles não estavam as tampinhas para recadar dinheiro para ajudar a bancar sem valor agregado, sem valor nenhum, era 3 reais o quilo, então eles vão pegar agora esse dinheiro que eles vão fazer com esse produto, a ETEC aqui ganhou dois modos, ela ganhou um molde de dominó e um suporte celular, que é o que vai estar na feira plástico Brasil, então eles vão vender esse suporte celular a 10 reais cada peça, por exemplo, 50 reais o quilo, 60 reais o quilo, olha, revalorização, então ele saiu de três para 60 e e todo mundo vai se formar, então não importa se o cara tem a capacidade financeira ou não, ele vai se formar lá no novo ano, vai pagar, porque a gente tá falando do novo ano, ele é muito bom, trabalho deles que eles já faziam, eles só foram direcionados, então eles têm educação ambiental, eles têm indústria, eles têm comércio, eles têm administração e eles têm inclusão dentro de um projeto que nós podemos proporcionar da indústria, e o melhor para a indústria é educar, mas para a indústria é que a visão do plástico fica no lugar correto, ele vai ser visto da maneira correta, ele é reciclável e você não deve jogar fora.
[20:41]Rui, tudo que você explicou essa sequência tem um outro detalhe, eles saem da academia e vão para a indústria. Exato. pulam o muro da escola, não é um negócio teórico que fica lá dentro, então ele é bem bacana porque ele é motivante porque envolve recursos, um objetivo a cenoura está plantada na frente deles e eles vão desenvolver isso e com muita coisa envolvida e é o primeiro passo e vale O negócio desses às vezes vale mais do que uns dez anos de curso.
[21:20]Vale. Não, não. É porque uma coisa é você fazer palestras e ir nos lugares, como a gente já fez tantas vezes, e você fala most slide, fala most slide. Quando o jovem chega lá, ele pega a tampinha, ele põe, e ele faz, e ele vê, é muita diferença. É muita diferença. Então é uma educação na prática, né? É muito diferente. E a economia circular é o que a gente deve pegar.
21:45Da economia linear à circular e o mercado de reciclagem
[21:45]e a gente está saindo agora... Nós estamos no linear, não é? A grande cultura que está sendo mudada é você mudar de tipo de economia, uma economia de consumo linear que tudo que você produz não é só o plástico, é tudo. Você produz, a ideia era produzir e usar, e descartar. O fora não existe mais. É, na realidade, extrai, isso, produz e descarta. Exato.
[22:11]esse é o linear essa essa cultura ela tem que mudar tem que mudar urgente porque não tem fora ninguém o fora é o que a indústria foi provocada a indústria foi provocada e ela não foi provocada por conta do brasil quem polui aquela ilha de plástico que tem lá que não é só plástico tem mas que tem muito muitos lixos lá no oceano é verdade e aquilo lá foi feito pela ase pela áfrica não foi por nós e não não não é justo nós sermos os primeiros penalizados com tanto projeto de lei vindo, então para rebater essa discussão a gente vai pela educação que é o caminho, se o adolescente faz num ambiente micro daquele, ele faz a transformação, a valorização, imagina pessoal o que a indústria está pronta para fazer, tem indústrias e indústrias especializadas em reciclagem, nos conhecemos, só que o nosso mercado está evoluindo muito e todo dia o o mercado mundial de reciclagem ele tá hoje na ordem de 55 bilhões de dólares a projeção para 2030 são 93 bilhões de dólares mundial né mundial então nós estamos falando do dobro de 5 anos o tamanho do mercado de reciclagem no mundo isso aí né e isso não é moda Não, é realidade. Isso é realidade perene, isso aí vai ficar.
[23:41]Porque o plástico não tem volta. Essa ideia de banimento, ela não existe. Quem toca isso é mais para rede social, gente, deixar claro. Essa ideia, quando você vê alguém falando, tem que acabar, tem que banir isso, gente, pra vio de rede social. Não é possível, igual a gente dizer que a partir de agora não vai ter mais água, o que eu não me conforme.
[24:03]Eu não me conforme, eu fico revoltadíssimo com o poste de médico. eu tenho um amigo médico e a gente fala sobre isso eu não vou mudar por meus médicos não eu não aceito eu eu fico muito revoltado com post médico porque você entra num hospital você entra num centro cirúrgico você entra em qualquer lugar cara é só plástico tem que ser descartável precisa ser descartável e seguro né é descartável porque é seguro é descartável ninguém leva uma para a seringa de vidro mais, eu tenho plástico na minha vida do coração, tem dois estentes. Se não fosse o plástico, eu já tinha ido. Então tem telinhas que colocam em cirurgia.
[24:48]Eu tenho os dois. Quero aqui entrar nessa concorrência, mas eu tenho os dois. Eu não tenho nenhum e não quero ter. Vou até contar uma história aqui. Aí tá, mano. Assim que eu fiz uma cirurgia, pouco grande, eu tive que por uma tela de polipropileno no abdômen. Você tem PP dentro de você? e muito uma tela de PVC. Então você é o mais notificado de nós dois. E logo em seguida eu fui para Estados Unidos e fiz tipo assim, acho que eu desci em Atlanta e de Atlanta eu ia para Houston. E aí você tem aquela que passar no raio X dentro dos Estados Unidos para fazer a conexão. A hora que eu passei no raio X eu tinha dois meses de cirurgia, a tela estava limpinha lá, a polícia me grudou, é grudou, me pegou, encostou na parede e queita a carreira.
[25:35]de cocaína. Eu falei, eu não to carregando nada. Aí me trouxeram no cario X, mostraram e uma faixa amarela no meu abdômen, porque ele mede por densidade. Um baita de uma faixa amarela e eu falei, sabe o que que é isso? É uma tela de polipropileno que eu fiz uma cirurgia e ele falou, você tem que andar com o laudo da cirurgia porque a gente ia levar preso.
[25:57]Não, eu te achei aquele saquinho de cocaína. E assim, você tava falando da ilha, gente, e semio, todo mundo sabe, há dez anos aquele avião da malase, Maleija, que até hoje não sabe onde foi parar, porque ele é ferro, é pesado, ele é fundo, quantos navios, quantas bombas, quanto eu não sei o que, tem lá embaixo, mas muito mais pesado, que trouxem tantas vezes de plástico, só que o plástico é bom, ele é leve, leve, é bom que consome de menos combustível na logística, da para limpar, da pra limpar, porque flutua é só usar tecnologia. Essanto. E o principal, educação, porque ele não sai o canudinho que usa o canudinho como exemplo, né? Ele não sai da paulista para o mar, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí.
[26:51]e era ele, achei um cara traficante, o plástico picado, traficante, esse cara que leva todo mundo essa não estava preparada, ele que leva por cenas plásticas, explica aí, esse cara aqui todo mundo fala que plástico não tem perna, tem perna, óculos escuros, ainda tem um reservatório interno talibão, tá? Tá aqui, ó. Então assim, gente. É o mascote. Gente, a parte de educação, pouca gente sabe, isso é outro detalhe, pouca gente sabe, Rui, que a hora que você joga alguma coisa no ambiente, seja lá o que for, né? E o plástico por ser leve, ele é facilmente levado pela água, a hora que isso aí cai na avenida paulista, passou lá pelo boeiro, não sei o que, o fim dele, e vai ser no oceano, porque ele vai cair num rio e todos os rios no final das contas, mesmo Tietê que segue sentido interior, eu acho que eu não faltei nessa aula de geografia, eu acho que ele encontra o Paraná e volta, é o único rio que segue sentido interior, aí ele volta, e uma hora ele vai cair no mar, então o plástico com a perninha e você e deixar que ele vai ficar parado. Então essa educação, pouca gente sabe, que ele vai descer a serra por algum rio e vai chegar no mar, ou seja, ninguém, ele por si só, pela falta de educação nossa e nós somos responsáveis por isso, ele acabou chegando lá. A nossa educação e hoje é o primeiro passo, o instituto já está registrado, tudo certinho, o primeiro passo de educação e essa brilhante ideia de começarmos com jovens e depois vamos reduzir a faixa etária que eu acho que é muito importante começar com seis anos, cinco anos, oito anos na ideia da educação.
[29:03]Mas é, o nosso projeto, a princípio do Soul do Plástico, o que está pronto, formatado e funcionando, é o da ETEC, mas nós temos um que vai pegar agora, que vai começar em Mairiporã, tudo começa aqui, que é mais fácil pra mim, viu pessoal, é perto pra fazer a primeira vez, então pega do primeiro ou quinto ano do ensino fundamental, vai ter um projeto de economia circular, também envolve financeiros, e inclusão, tudo isso, nós vamos mostrar e falar bastante sobre isso, é mais um projeto que está dentro do instituto, só que como a gente falou lá no começo, não se faz nada sozinho, nós precisamos de apoiadores, e apoiadores, nós esperamos que os apoiadores sejam os nossos pares da indústria do plástico, se não houver, já tem apoiadores, mas mas se não houvessem apoiadores, a gente iria fazer uma escola por ano, e a ideia é fazer uma por mês, duas por mês, três por mês, acelerar o processo, é o quanto a gente conseguir implementar essa educação que a criança leva essa educação para casa, então não é o pai que vai falar, filho, não pode jogar essa bala no chão, o efeito não é igual o filho fala, pai, você não pode jogar essa bala no chão, e o lixo que a gente que a gente estava falando lá. O maior lixo que tem no oceano são dejetos de pesca, pedaços de rede, e nem por isso quiser proibir a pesca. O que prende tartaruga, o que prende baleia, o que prende rede, tem resto de rede. E um cara fala uma vez numa entrevista que o jeito mais fácil de acabar com esse problema é o cara saiu com mil metros de rede e voltou com 500, ele vai tomar de uma 100 mil dólares de multa. Acabou o problema? Ninguém mais vai voltar a ser rei.
[31:02]Na minha indústria química, nós temos um balanço de massa. Eu tenho que justificar o que está entrando e o que está saindo. E hoje, inclusive, a pegada de carbono, as emissões vão ser cobradas de todas as empresas. Você vai ter que fazer um balanço de massa de quanto você está emitindo, de gás carbônico. para justamente começar a normatizar isso e não cada um faz o que quer. E quando você estava falando exatamente dessa questão da normatização, estão saindo leis agora recentemente no Brasil e no mundo, inclusive a proibição de exportação de plásticos. Ou seja, essa ver o que o organismo tem de tudo!
[32:07]A máquina fazia, para você ter a ideia, a máquina de vá conforme, a primeira que nós fizemos, fazia uma peça a cada minuto e meio. Hoje nós temos máquinas fazendo 45 por minuto. Nossa, a diferença. O Junior começou a TalkPlast na pandemia, outro pouquinho, é interessante, porque é importante falar porque nós três estamos aqui. de reciclagem. É, eu sou da indústria do plástico, desde que eu nasci, meu pai sempre tem envolvido, teve muitas indústrias dentro do mercado, mas a gente percebeu a necessidade porque não tinha realmente uma voz, um interlocutor que falava das mídias, que cobria a feira, que conectava. Acho que a grande missão da TalkPlast é a gente conectar as pessoas, mostrar os trabalhos que estão sendo feitos. Quando vocês estavam lá em indústria, o Dorf, há três anos, exatamente, quase três anos, a primeira feira ao vivo. O pessoal pro aqui do Brasil assistindo, e assim, ele trabalhando, eu encontrava ele de manhã, pro Sidnei, porque imagina você pegar todo o conteúdo de mídia de um hotel, wi-fi, wi-fi com bomba, a palhinha de aço, já fiz a propaganda, a palhinha de aço na antena ali pra captar...
[33:21]Ó, eu não fiz propaganda não, mas se quiser pra transformar, tá bem-vindo, tá bem-vindo. e o Junior falava, Sidnei, dormi duas, três horas e quem acordava no Brasil tinha acesso a todo o conteúdo da feira, né? Olha que disruptivo que foi isso. E olha hoje, vai ter uma feira agora na... É você que me apresentou, Junior. Fui eu? Foi. Você que falou, você precisa conhecer um amigo meu que está injetando as... Tava até aqui, ah, não sei onde está.
[33:51]e, na verdade, o carro, primeiro o carrinho, o carro que você estava formando, a Ferrari, mais um aí, pode entrar também, olha quantos nomes nós estamos, são conexões, né, que vão ser, sozinho como o Rui formador, mas o importante é que assim, quando você começa a juntar um grupo de pessoas que têm uma finalidade e a nossa finalidade aqui não é lucro, Deixá-lo. Novamente, frisar isso aí, que é muito importante.
[34:22]Lucro, nós temos com os nossos negócios. Os negócios, que sustentam, que nos permitem estar aqui, né, mas o objetivo é educação, né, e uma educação holística. Nós estamos olhando vários pontos diferentes, né, quando de reciclagem e retorno. e tal. A gente espera que exista adesão de empresários da mídia, importantíssimo, nós temos que ter vários alto-falantes transmitindo o que nós estamos pensando, porque nada começa gigantesco. Nada, você vai ver a história, eu tenho visto muitas histórias hoje.
35:26Segunda doação: a CUFA em Manaus e a Frente Parlamentar
[35:26]o Soul do Plástico começou tem um ano, tem um ano que eu que eu tô trabalhando desenvolvendo o equipamento então ele saiu agora em dezembro nós fizemos o lançamento do primeiro equipamento com o Soul do Plástico mas o Soul do Plástico não estava nem registrado ainda então veja isso agora o Soul do Plástico registrado nós temos o segundo lançamento que nós é a segunda doação de equipamentos que eu não ia falar e tal, mas eu vou falar. Ele vai ser doado na feira, a ETEC vai passar o bastão, vai doar o equipamento para a... A feira que nós estamos falando é a Plástico Brasil na semana de...
[36:09]24, 28 de março. Isso, no imigrante. Expo imigrante. Então nós temos lá o Dr. Guaraná, que é um amigo que fabrica o EnergyShot, ele que nos linkou, ele virou nosso embaixador em Manaus, então é o Márcio, Márcio Reis, ele nos conectou com Abitracing, que é quem faz toda a parte de identificação, eu não vou saber falar muito bem, uma hora nós vamos falar mais, mas rastreabilidade de tudo, tudo digital é com ele, e a CUFA, a CUFA é a central única das favelas que é quem vai ser beneficiado com esse equipamento. Então a ETEC vai entregar para a CUFA lá na feira e vai ser um negócio bem bacana porque a CUFA trabalha. A CUFA é nacional.
[37:05]A CUFA é nacional e tem braço fora do Brasil, mas ela é daqui. Se eu não me engano, ela nasceu do Rio de Janeiro. Só para o pessoal entender o que é CUFA. Central única das favelas. Então eles vão, e eles vão receber esse equipamento lá em Manaus, nós vamos dar o treinamento, fazer a cobertura, vai ser um negócio fantástico, a gente vai estar lá dentro do Amazonas, onde nasceu a borracha natural, é o lugar onde precisa cuidar muito, eu adoraria fazer lá e poxa, o segundo projeto já caiu no colo lá no Amazonas, para nós é uma satisfação imensa, fazer ainda mais com a CUFA, que é uma manaus bem séria, vou falar outro nome que a gente chama Disneylandia né, manaus é a Disney do plástico reciclado porque o que aquas ou na Franca e os produtos eletrônicos e tudo isso é empresas gigantesco, uma concentração uma concentração muito grande ali de empresas plásticas e que necessitam fazer economia circular do plástico. Então aí você veja que o Instituto foi formado, agora a nossa documentação saiu em dezembro. Nós estamos, finalizou janeiro com a informação da doação pra CUFA, nós já temos também em dezembro que o Instituto Soul do Plástico está presente também na frente parlamentar da economia circular que acontece na Alesp e quem encabece essa frente é o deputado estadual Bruno Zambelli que nos acolheu, entendeu a necessidade a gente discutir economia circular com o público, que é difícil, então foi um negócio muito bacana, estão acontecendo coisas muito boas pra nós, e pra nós todos, que eu falo quando eu falo nós, eu falo o setor do plástico, cadeia do plástico, e nós precisamos de envolvimento do setor inteiro, porque o plástico sempre foi muito acomodado, porque nunca precisou de propaganda, o cara se envolveu uma embalagem e aí tira uma embalagem de papel, tira uma embalagem de alumínio, tira uma embalagem de vidro, pô, os caras ficam voltados, cara, aí não tem, aí você vai ter a propaganda negativa vindo, a gente não sabe da onde, mas a gente sabe e vai fazer o quê? Nada como educação, eu acho que nada como educação e você falar um negócio importante, todos o público privado, o trabalho é sério, tem que estar todo mundo envolvido, envolvidos, justamente de levar informação correta, filtrarmos e levarmos a informação correta, como você falou, ah, microplástico, não sei o que e tal, eu estou com uma tonelada de plástico aqui no abdômen e tenho um instante também, ou seja, o médico que, só para contextualizar o que eu falei, o médico que fala mal do plástico, plástico, ele não trabalha em consultório, ele só trabalha em rede social, ele não atende consultório, ele não atende cêntese urdico, o médico que fala mal do plástico, ele não como qualquer outra profissão? Porque ele usa pra caramba como é que ele vai falar mal do produto que ele precisa usar? Então, mas é que eu volto nessa mesma tecla, ele por que que ele acaba falando mal? Ele ouve alguém falando, não tem um trabalho científico por trás disso, e ele vai lá e ele reproduz, porque quando ele reproduz a visualização dele explode ele percebe que ele tem muito porque é um lugar de interesse não tem jeito quem não manipula alguma coisa de plástico no dia a dia vamos lá os aventais que se utilizam em cirurgia polipropileno mas vão para uma coisa até um pouco mais técnica vão falar um pouquinho até dos microplásticos tem estudado isso tem me aprofundado um pouco de reciclagem mecânica. É químicamente, o plástico é completamente inerte, ele é inerte, ele não faz troca no ambiente, por isso que ele entrou tão pesadamente na indústria médica. Por exemplo, bolsas de sangue são produzida há mais de 50 anos, no mínimo, em todos os lugares do planeta já passaram por um bilhão de revisões, e continua sendo o PVC. Aí vem o médico das redissões, sociais, pegou um filme e fala, não embala o seu...
[41:37]Ali bem, não tem filme de PVC. Não tem filme de PVC porque você vai ter fitalato, entrando e você vai morrer de câncer. Ah, você fala isso para uma senhora, que pega o lanchinho do filho e embala. É isso aí. Você acha que não dá, viu o negócio desse? É. Pelo amor de Deus. Aí você fala assim, senhora, o sangue que de repente foi feito uma transflusão de um parente seu, ficou numa bolsa de sangue anos, e tem fitalato na formulação, o equipe também é PVC, o equipe é PVC, a questão é seguro porquê, porque foi um monte de questões técnicas, o que as pessoas também esquecem é o seguinte, que na coca-cola que ela toma, que no refrigerante que ela toma, mais um aí pra chamar, na bolacha, na bolacha tudo tudo que é industrializado, ele passou por processo industrial, passou por processo industrial, tem alguma química no meio, não tem como, não tem como, então se você pegar água, vamos pegar água, tem uma coisa um pouco mais natural que água, você tem água, toma muita água, você morre, você morre, morre, e peridratação, e mata, qualquer produto químico posto além, mata, você toma muitas pirinas, você morre, se você tomar muito, jogar muito colírio, se vai ter um problema aí vamos lá para o comércio, para a indústria para o comércio, Junior, eu vou te fazer uma pergunta, que eu respondi uma pergunta dessa para um cara Imagina que eu pego um papel, um papel comum, como um saco de pão, né, que sem nada, só papel, e embalo um...
[43:19]É que vamos lá, o só papel não é sem nada, tá? Não, não, não. Só para ele ser produzido, ele teve mais de 70 produtos que... Não, não, pô, e água, pô, caramba. E água, então não é bem sem nada. Sem plasticante, um papel sem plasticante. eu tenho aqui um chocolate embalado em plástico e eu tenho aqui uma bolacha embalada em plástico e uma bolacha embalada em um papel sem plasticante tá, não tem... tem outros químicos, mas não tem em plástico...
[43:45]estão as duas na gôndola do supermercado se eu for comprar a bolacha que está embalada em plástico e para passar o mês, por exemplo, se eu tiver filhos, eu posso comprar dez seguramente e ela vai ficar preservada? ok, e a de papel? não, meio dia O que vai acontecer com o comércio? Você vai ter que ir lá cada vez que você quiser uma bolacha, você tem que ir lá buscar, senão ela vai murchar, e se ela murchar, o industrial tem que repor, porque ela murchou, então ela vai ficar inacessível à população, é isso que ninguém entende, que a produção em massa barateia o produto, e se fosse...
[44:23]Revolução do Plástico, vocês vão lembrar na década de 70, exatamente um biscoito que falava, vende mais porque tá fresquinho, tá fresquinho, porque mudou em balagem, antes não tinha. É isso aí. Você lembra disso? Sim. Assim, a indústria, na evolução da indústria, no crescimento da indústria, é impossível. Por que a gente tem açúcar refinado, gente, do nada?
[44:52]e muito mais saudável se usar o melado por exemplo. Mas porque você teve que refinar tanto? Porque a indústria precisava passar esporcanos, fios, para você poder industrializar. Se não, o fundo que estamos falando aqui envolve o Soul do Plástico e de educação, se o nosso... Olha quanta informação nós estamos trocando entre nós. Que não foi nada... Vocês vêm que não tem roteiro aqui, por exemplo.
[45:16]Não, zero. É bate papo de boteco. É bate papo. ou assim, não tem um roteiro, nós estamos seguindo aqui conforme vai demandando, imagina essa troca com jovens que estão com a cabeça ainda formatando, formação, né, e que aí nós podemos contribuir, eh, com, começando aqui, Mário e Poran, eu tô em Vargem Grande, já temos ali em Vargem Grande e Paulista, uma situação de uma agenda em breve, levando também para prefeitura ali, né, se interessar.
[45:49]atibaia, atibaia, né? Tamos recebendo agora em março pra feira, tá vindo o pessoal de Portula, tá vindo o pessoal de Dubai, tá vindo o pessoal de Bangkok, pelo menos da nossa parte que nós vamos apresentar o México, a Argentina, México, Equador, Argentina, ou seja, tá vindo muita gente. Imagina nessa oportunidade nós já durante a feira, Plástico Brasil, do Brasil, já divulgarmos tudo isso e cada um sair daqui com essa ideia.
[46:23]E vamos divulgar, nós vamos divulgar. Como diz a Monsadé contra o C contra o V, não é isso? É isso aí, e os apoiadores que estiveram em instituto, eles vão estar dentro de todo o material promocional. Como é que funcionam os apoiadores? Então vamos lá, aí eu vou deixar pro Junior, ele criou, a Talkplastic criou todo o branding do Soul do Plástico. Eu vou pedir para o Junior trabalhar um pouco. Eu vou pedir para o Lucas ir passando aqui, para a gente mostrar um pouquinho, ver se consegue rolando.
46:54Como apoiar: selo, planos de apoio e a Plástico Brasil
[46:54]Pode ser que você não esteja vendo, mas eu vou deixar o link depois aqui embaixo, nesse podcast, para você ver essa lenda em peide inteira. Então, aqui está mais ou menos uma explicação, a gente fez uma lenda, uma apresentação. Então, você que é empresário, que é entender um pouco mais, a gente vai te mandar todo esse material que a gente está produzindo.
[47:12]e lucas para a gente, por favor. Então a ideia é iniciativa escola recicladora, a gente mostrar que o material é reciclado, que peças e produtos que estão ali no dia a dia dos jovens, eles podem realmente fazer esse trabalho ter essa iniciativa de educação, pode ir rolando. Então a gente vai mandar isso para você aqui, conta um pouquinho da história, da primeira entrega, dos equipamentos, pode descer.
[47:38]e os botões de segurança ali. Então as primeiras peças que saíram ali, o dado que o Rui formou, os dominozinhos, né, pode descendo. Aqui a gente tem um vídeo também que explica bem e a gente mostra as máquinas também, que vai estar dentro desse PDF, pode descendo, descendo, tá vendo? Aí a gente explica um pouquinho das parcerias do setor privado, parcerias do setor público e vai ter um selo, tá vendo? Instituto Soul do Plástico, então você vai ter o direito, sendo um apoio, imediador, você vai ter um direito de usar o selo para você promover justamente essa iniciativa.
[48:15]Promover iniciativa, de mostrar que a alma do plástico é circular. Então essa frase que a gente conseguiu achar também, que a alma do plástico, se pensar numa nova economia circular, o plástico é todo incisido, ele é muito circular. Pode descender, e a gente criou alguns planos. Tem o manifesto, a gente criou um manifesto também, e não vai estar aqui nessa apresentação, mas para você que é empresário, quer saber do nosso setor ou órgão público, você que quer mais informações, a gente tem um mostrando o passo a passo das parcerias. Então a ideia é, a gente tem alguns pacotes de parceiros, de investimentos, de investidor, para os mais diversos níveis, você tem um indústria maior, você pode fazer uma porte maior, a gente vai ter mais equipamentos e vai ter mais escolas que nós vamos ver.
[49:07]para beneficiar, ou mais CUFAs, ou mais projetos que nós vamos poder entrar. Então, tem desde pacotes, desde planos de patrocínio, menores que você, com uma empresa menor até do nosso setor, pode participar, até planos maiores para você que tem uma estrutura maior também pode existir. Até o município, ah, eu quero no meu município, eu quero a dia que o projeto, ele vem com a gente.
[49:35]e esse pacote, a gente vai deixar os contatos aqui em todas as nossas redes sociais, tudo que a gente vai mostrar, você quer mais informações, aí eu mando diretamente pra você, pra você ver os valores de investimento, mas a ideia é você vai ter o direito de usar o selo, você vai estar junto com a gente no projeto, a sua marca vai aparecer em tudo o que a gente vai fazer, você sendo um apoiador, e aí a gente tem níveis de apoiadores, né, que aí depois eu posso mandar pra vocês, e assim, e você vai ter no benefício, então, por exemplo, para a gente ter um grande evento, que é patrocinado pelo terpoco, foi um grande sucesso ano passado, que é reciclagem do futuro, o instituto esse ano vai estar lá, se você está junto do projeto, você vai estar junto conosco. Então, a questão é você vai estar investindo em educação, mas investindo também na informação positiva do plástico, você vai estar investindo na nossa indústria, você vai estar investindo na economia circular para a gente mostrar para a nova geração, porque, sinceramente, se a gente não fizer nada, isso que eu vejo Rui fazendo, o Sidnei criando tecnologia, é tal que plástico falando, falando o tempo todo.
[50:42]Se a gente não fizer nada e não mostrar para essa nova geração, o que vai acontecer é que tem tanta má informação que no futuro a pessoa não vai nem querer tocar num pedaço de plástico, porque ela vai achar tanta coisa errada e vai ter tanta informação errada, aí não adianta a indústria correr atrás. Então você que é empresário, fica olhando e se achando, não, não, mas aqui eu estou na minha bolheazinha, é minha bolheazinha, é minha empresa que vai manter, se você realmente não se mover uma hora ou outra, você vai ser afetado.
[51:12]É, as coisas estão mudando muito rapidamente. Muito a mídia hoje está na palma da mão, né? Todo mundo só tem que se preocupar em ter um sinal de celular que funciona e cada vez mais nós vamos ter satélites aqui, que isso vai virar... e algo muito simples no mundo inteiro, você não vai pensar nem mais, vai ser direto. Online informação vai estar aí.
[51:38]O que eu falo muito sempre, a partir de agora eu vou falar um pouco mais, você quer falar de educação, você quer ter o direito de falar de educação quando você abriu uma conversa sobre plástico? Vem com a gente, apóia o instituto e coloca o Pela na educação, não fica aqui de trás da mesa, que só fala ah, precisa educar, que povo mão educado, a outra tem a oportunidade de vir com a gente educar.
[52:08]Outra coisa que eu sempre ouço de alguns empresários é assim não, mas as associações tem que fazer alguma coisa, né, a abiplasa, abimac tem que fazer alguma coisa. Eles estão conosco? Não, sim, mas muitas vezes fica transferindo a questão e acha que a responsabilidade também não é dele. Ele é um transformador, ele tá usando, ele tá ali no dia a dia, você tá também envolvido dentro dessas discussões, dentro desse problema, né? Ah, não, quem tem que fazer a petroquímica, não, quem tem que fazer você, sorrer o Rui e... Todo mundo. E peça pra petroquímica nos ajudar também.
[52:44]Isso aperta petroquímica, aperta associação, fala por que associação não tá e o que está fazendo mais vídeo, não está fazendo mais coisa. Então porque nós criamos um instituto e não uma associação? Tem uma lógica? Nós criamos isso que é para as associações dentro dos seus estatus. Poderem apoiar o instituto porque uma associação normalmente não pode apoiar a outra. Mas ela pode apoiar o instituto. Então nós temos também oportunidade da associação, das associações.
[53:14]e conectar. Quando fizemos o chamado da frente parlamentar, que nós estávamos armando tudo, nós chamamos as principais associações ligadas ao plástico, todas vieram de pronto, então estamos todos juntos trabalhando em pró da economia circular que tem que acontecer. Só para deixar claro, porque a informação tem que ficar clara. As associações trabalham e trabalho muito para defender o plástico. Abiplast faz um trabalho fantástico em Brasília e se não fosse ela, talvez a tua indústria já podia ter sucumbido diante de tanta má informação. Como estão saindo as leis agora, favorecem muito tudo.
[53:57]É que muitas vezes a gente vê o pessoal, eu estou falando da pessoa, do empresário, que tem ali o seu negócio e fala, não, é associação que tem que ver, não sou eu, não é você também e essa é a primeira iniciativa que eu vejo dentro do Brasil e dentro do partindo de pessoas que estão envolvidos dentro da indústria do plástico fazendo alguma coisa falar vamos fazer alguma coisa para fazer a diferença e gente não tem como é a gente já pensou a gente já falou você tem que tratar lá na base lá na educação começar no jovem e o jovem está lá como uma esponja ele está pegando tanta informação ruim e quanto a boa. Mas quando você dá boa, parece até que ela não sabia disso. Nossa, que interessante.
[54:42]E você que quer apoiar, mas eu não tenho a condição financeira de apoiar, ou eu não sou uma indústria, você pode nos apoiar, nos dê ideias, nos traga projetos. Compartilhe os nossos conteúdos. Compartilhe os conteúdos, pegue o nosso conteúdo, manda para um amigo. Hoje é o primeiro dia de uma série, eu acho que a gente abordou bem, eu acho que a mensagem está passada, entre nós aqui é até bacana, porque nada foi programado e já estamos com um século tempo de bate-papo, quanto?
[55:24]e, eu acho que é o tempo suficiente para nós passarmos a mensagem e vamos vir com muito mais novidades. É que a gente vê dúvidas também na feira, procure o Rui, a gente vai estar no stand da MTF. Qualquer um de nós. Nós também vamos estar com o stand, o D58D, o D58, o Natsun Chern interpol, que é o nosso parceiro. o Rui se lembra qual que é o teu? Mas é MTF, o Rui é diferente, é diferente, é diferente, entrou no mas você precisa estar nessa plástico Brasil porque a gente vai falar muito do Instituto, a gente vai ter o podcast também da TalkPlast, o vivo transmitindo, todo padrão, a MTF vai ter o selo, a Terpova vai ter o selo, inclusive o nosso stand como o teu vai ter equipamentos trabalhando, o nosso nós vamos ter uma uma injetora, injetando resíduos que vão para o aterro sanitário, que nós estamos dando uma nova chance de ele voltar para a circularidade.
[56:32]Revalorizando. Exatamente. Regenerando o plástico, reciclando e, qual o palavra? Re-significando. Re-significando o plástico, exatamente. Com a Tsongshark, que é fabricante de injetoras, então nós vamos estar demonstrando isso no estante. e sempre em parceria com vocês, e vai ser uma grande oportunidade, porque é inloco, não é só... Você vai ver lá. Não é vídeo, só isso aí, você vai ver lá. Legal. Qual é, C50? O nosso cânil é o C50.
[57:05]Estaremos com termoformadoras, trabalhando, operando, trabalhando. Você vai estar rodando, Junior? Eu vou estar com o estúdio, fazendo podcast, fazendo a cobertura da feira. é que já é um sucesso, né? Tivemos da Interplasti o estúdio lá, teve na primeira plástico Brasil também é, se a primeira plástico Brasil, que é plástico Brasil, realmente está pondo o estúdio pra nós, né?
[57:27]tá nos patrocinando e na contrapartida nós vamos fazer tudo, a de junho já foi assim, já foi assim com sucesso, foi, que legal gente, as termoformadoras vão estar trabalhando com PET reciclado que legal, proveniente de garrafa, então sustentável, economia circular, isso aí, e a nossa frase, eu quero que isso fique e fique rodando, Soul do Plástico, porque a alma do plástico é circular, e é mesmo, quando você pensa em economia circular, é difícil não pensar em plástico, em reciclagem de plástico, porque é isso aí, vem a ser Soul do Plástico, é isso aí, vem junto com a gente, está a mão aqui, esse cara aqui, oi, e vamos em frente! Muito bem, gente, muito obrigado!

Apresentado por
Rui Katsuno
38 anos no setor plástico. Fundador do Instituto Soul do Plástico e da MTF Termoformadoras, autor de O Vilão que Salvou o Mundo e apresentador do PodPlástico.
